Livros sobre rodas no Centro Cultural Sesi


Por Agência CentralSul de Notícias

 

Centro Cultural SESI

O caminhão permanecerá na praça Saldanha Marinho até o encerramento da Feira do Livro, neste domingo, dia 8 (Foto: Roger Haeffner/Laboratório Fotografia e Memória)

Sobre um eixo e quatro rodas, o Centro Cultural Sesi “Caminhão da cultura” – como é chamado pelas pessoas que o visitam – é uma unidade móvel com cerca de 70 metros quadrados. Ele está em frente ao antigo prédio da SUCV, na Praça Saldanha Marinho e atende o público das 13h às 20h, disponibilizando um acervo com cerca de três mil exemplares, que proporciona acesso à leitura e à inclusão digital.

O veículo oferece acessibilidade total, com livros em braile, revistas, jornais e audiolivros. Rodrigo Oliveira que o diga, “sempre que posso venho aqui, pois acho esta iniciativa um máximo”, Oliveira que é cadeirante autentica o local como sendo um ambiente agradável e acessível a qualquer pessoa. O caminhão também conta com espaço/sala de leitura e sistema de TV para atender todas as demandas.

O Centro Cultural SESI-RS está na Feira do Livro há dez anos e atende a cerca de doze mil pessoas por edição. De acordo com Patrícia Marques, assistente cultural, “os livros estão aqui para leitura na Praça e é uma pequena amostra das 24 bibliotecas do SESI espalhadas pelo estado”. Ela também ressalta que “uma das bandeiras do projeto é levar ao público o lazer, a cultura, a informação e o entretenimento, proporcionando com isso melhoria da qualidade de vida”. Conforme Patrícia, o objetivo do caminhão é “o incentivo à leitura e a divulgação do acervo, que pode ser acessado por qualquer interessado. Basta agendar e ir até o local”.

As escolas que o digam! A professora Ana Paula, da Escola de educação infantil Santa Catarina, trouxe a turma 31, para visitar o espaço e, segundo Ana “é um local onde as crianças tem a possibilidade de se envolver com a literatura em um espaço diferente”. Para a professora, é uma oportunidade de incentivar a leitura, conclui.

Para a pequena Mariana Moraes, oito anos, o Centro Cultural é a oportunidade, na Feira, de ler livros gratuitos: “pedi para minha mãe me trazer aqui para conhecer o caminhão e ver como era o espaço”. Já João Paulo Dutra, 6 anos, que estava pela primeira vez na Feira do Livro confessa: “eu vim com a minha mãe para conhecer”. Um pouco tímido, mas dono de um sorriso cativante e largo, adentrou no caminhão como quem vai viajar.

É um projeto de caráter socioeducativo desenvolvido por meio de ações de lazer e cidadania que serão realizadas em empresas, escolas, clubes, associações, ruas e praças, envolvendo e mobilizando usuários do Sistema Fieg e a comunidade.

Roger Haeffner para a disciplina de Jornalismo Especializado I

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