Exposição traça a linha do tempo da Comunicação


Por Luisa Peixoto

 

Exposição traz a evolução das tecnologias da comunicação. Foto: Ana Carolina Dias. Lab. Fotografia e Memória

A partir desta terça-feira (02), no hall do Prédio 7 do Conjunto I do Centro Universitário Franciscano, acontece a “Exposição da Comunicação”,  onde é possível ver equipamentos de diversas gerações, utilizados para estabelecer a comunicação e que transformaram a sociedade, como rádios, gravadores, televisores, projetores, telefones, celulares e câmeras fotográficas. A maioria deles foram reformados para serem expostos e estão funcionando muito bem, inclusive os mais antigos.

Irmã Irani Rupolo destaca a importância do acesso a informações que muitas vezes se perdem guardadas em arquivos. Foto: Caroline Costa

A abertura da exposição aconteceu às 16h desta tarde, contou com a presença de diversos acadêmicos e professores da instituição, além do pronunciamento da reitora Irmã Iraní Rupolo.

De acordo com Círia Moro, organizadora da exposição, o principal objetivo é mostrar para a comunidade acadêmica e também externa, os objetos que estão no Museu Histórico e Cultural das Irmãs Franciscanas. A abertura desse novo espaço ajuda a desocupar parte do espaço do museu. “Muitos objetos que estão lá não possuem tanta visibilidade. Trazendo para cá, as pessoas podem ver e observar todas as alterações das tecnologias durante os anos”, salienta Círia.

Rádioeletrola.Foto: Caroline Costa. Lab. Fotografia e Memória

Conforme a reitora do Centro Universitário Franciscano, Irmã Iraní Rupolo, a tecnologia evoluiu muito ao longo dos anos, mas é preciso que ela seja bem utilizada para que a sociedade se comunique melhor. Ela não pode jamais interromper o fluxo de comunicação entre as pessoas e, sim, favorecer, o que a reitora considera um desafio.  Questionada sobre a importância dos cursos de Comunicação na Instituição, a reitora ressalta que são essenciais. “Ao formar pessoas para a Comunicação, nós acreditamos estar contribuindo muito para a cidadania, à evolução da civilização, do entendimento, das empresas, pois toda evolução humana passa pela comunicação”, completa a Irmã Iraní.

As visitas podem ser feitas até o dia 31 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia e das 13h às 20h, com entrada pela Rua dos Andradas ou pela Rua Silva Jardim.

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