Festival de musica e arte feminina debate protagonismo da mulher


Por Agência CentralSul de Notícias

 

Jéssica Marian – LABFEM – Organizadoras do Festival. Luiza Roos, Carolina Barin e Laura Garcia.

A mulheres se tornaram protagonistas do mundo. Por meio da luta e do empoderamento, hoje elas ocupam todos os setores da sociedade. Porém, ainda enfrentam barreiras e preconceitos diariamente. Para refletir e debater o protagonismo feminino, vai ocorrer, no próximo domingo, 19 de novembro, no Parque Itaimbé, um festival público de arte e música feminina, chamado Grita! O encontro tem como objetivo fazer com que a voz das mulheres, assim como, a luta, seja ouvida e entendida. No local vão tocar seis bandas compostas apenas por mulheres. A She Hoos Go, 3D, STEREA, Musa Híbrida, Saskia e Glass.

Além dos shows, o festival terá exposições, intervenções artísticas e uma conversa sobre o protagonismo feminino no universo musical com Daniele Rodrigues, criadora do projeto We are not with  the band, “nós não estamos com a banda”, que visa a divulgação de músicas e bandas compostas por mulheres.

De acordo com as organizadoras, além de proporcionar o debate sobre a posição das mulheres no cenário musical, o festival serve também como incentivo para as meninas que querem aprender, ou tocam algum instrumento sozinhas. Carolina Gasparetto Barin, uma das organizadoras, comentou que ainda ainda há barreiras para o universo feminino na música: ” o que acontece muito com os meninos, que vemos, é que eles começam a tocar e logo já estão em bandas, porque se sentem confortáveis para isso, mas as meninas precisam ser muito estimuladas para se sentirem seguras a tocar”. finaliza.

Por mais que os discursos sobre gênero estejam em alta, ainda falta aprofundamento e reflexão a respeito do tema, que é tratado, na maioria das vezes, de forma superficial. Aos poucos as mulheres conseguem seu espaço na música. Hoje, a mulher tem todos os estilos, do rock, ao sertanejo, passando pela músicas eletrônicas, forró, funk, axé, pagode e brega, a mulher pode e deve ser protagonista da sua história.

 

 

Por Luiz Paulo Favarin e Jéssica Marian

 

 

 

 

 

 

 

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