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	<title>Agência CentralSul de Notícias</title>
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	<description>Notícias de Santa Maria e região</description>
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		<title>Santa Maria: Campanha do Agasalho pede solidariedade ao seu roupeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[A solidariedade tem pressa. Antes mesmos das mais baixas temperaturas chegarem, Santa Maria iniciou a Campanha do Agasalho 2013. Com o tema “Tá sobrando solidariedade no seu roupeiro? É hora de doar”, o lançamento foi no dia 20, no Salão de Atos da Sede da Prefeitura, SUCV, e teve exposição das peças publicitárias e apresentação da Orquestra Infanto Juvenil Vicente Palotti. Várias autoridades municipais e representantes de entidades envolvidas prestigiaram a solenidade. A primeira dama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/0-016.jpg"><img src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/0-016-300x281.jpg" alt="" width="300" height="281" /></a><p class="wp-caption-text">A primeira dama na solenidade de abertura da Campanha do Agasalho 2013. Foto: João Alves</p></div>
<p>A solidariedade tem pressa. Antes mesmos das mais baixas temperaturas chegarem, Santa Maria iniciou a Campanha do Agasalho 2013. Com o tema “Tá sobrando solidariedade no seu roupeiro? É hora de doar”, o lançamento foi no dia 20, no Salão de Atos da Sede da Prefeitura, SUCV, e teve exposição das peças publicitárias e apresentação da Orquestra Infanto Juvenil Vicente Palotti. Várias autoridades municipais e representantes de entidades envolvidas prestigiaram a solenidade.<br />
A primeira dama da cidade, Fátima Billig Schirmer, e organizadora da Campanha ressaltou, na ocasião, a importância de doações de roupas que realmente aqueçam, da agilidade, e de peças para crianças. Segundo ela, “é importante a participação de cada um, seja como divulgador institucional ou como agente promotor da solidariedade. Queremos, a partir de hoje, que o inverno aqueça o coração de cada um de nós e que esse sentimento se transforme em ação e doação”.</p>
<p>A campanha municipal, que já distribuiu quase 150 mil agasalhos nas últimas quatro edições, quer superar as 24, 5 mil doações alcançadas em 2012. Para alcançar o objetivo de 30 mil peças, a prefeitura vai trabalhar com equipes que atuarão na busca dos donativos nas casas de quem não tem a disponibilidade de ir até os locais indicados, além de carreatas pelos bairros de Santa Maria, de casa em casa para alavancar as arrecadações.</p>
<p><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/980-ctz_201416.jpg"><img class="alignleft" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/980-ctz_201416-150x300.jpg" alt="" width="174" height="314" /></a>Os interessados em doar devem procurar os cerca de 300 postos de arrecadação espalhados pela cidade: <strong>bancos, escolas, secretarias de Município, estacionamentos, postos de combustível, ônibus urbanos, farmácias e outros estabelecimentos comerciais sinalizados com o cartaz da campanha, além de entidades e instituições como a Câmara de Vereadores, Cacism e Sindilojas.</strong></p>
<p>A Prefeitura trabalha também com com uma equipe que realiza a busca das doações na casa de quem não tem a disponibilidade de ir até os locais indicados. O serviço pode ser solicitado através dos telefones:<strong> (55) 3921-7212</strong>,<strong> (55) 3921-7011</strong>,<strong> (55) 3921-7145 </strong>e<strong> (55) 9955-6209</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Deborah Alves e Willian Miranda</strong></p>
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		<title>Vestibular de inverno está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Unifra]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centro Universitário Franciscano está com as inscrições abertas para o vestibular de inverno. As inscrições podem ser feita até o dia 24 de junho e a prova única será feita no dia 2 de Julho. A prova constitui-se com 60 questões de múltipla escolha e uma redação, com caráter eliminatório. O conteúdo exigido contempla matérias comuns de ensino médio como, língua portuguesa, literatura brasileira, língua estrangeira (espanhola ou inglesa), biologia, física, geografia, história, matemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Universitário Franciscano está com as inscrições abertas para o vestibular de inverno. As inscrições podem ser feita até o dia 24 de junho e a prova única será feita no dia 2 de Julho.</p>
<p>A prova constitui-se com 60 questões de múltipla escolha e uma redação, com caráter eliminatório. O conteúdo exigido contempla matérias comuns de ensino médio como, língua portuguesa, literatura brasileira, língua estrangeira (espanhola ou inglesa), biologia, física, geografia, história, matemática e química, e o candidato terá quatro horas para realização.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas pelo site da Unifra, <a href="http://www.unifra.br/vestibular/2013/inverno/">http://www.unifra.br/vestibular/2013/inverno/</a>, onde o candidato preenche formulário de inscrição. No mesmo endereço estão disponíveis o manual do candidato, o edital e questões de provas anteriores para a consulta. A lista dos aprovados será divulgada no dia cinco de Julho.</p>
<p>A Unifra disponibiliza 440 vagas, distribuídas nos cursos de Administração 40vagas/noturno, Ciências Contábeis 40vagas/noturno, Direito 40vagas/manhã e 40vagas/noite, Enfermagem 40vagas/integral, Fisioterapia 40vagas/diurno, Jornalismo 40vagas/noturno, Odontologia 40vagas/integral, Psicologia 40vagas/diurno, Publicidade e Propaganda 40vagas/manhã e Sistemas de Informação 40vagas/noturno.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gráficas expressas movimentam comércio no bairro Rosário</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 02:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Hinerasky</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O período letivo movimenta grande parte do comércio de Santa Maria. Bares, estacionamentos, livrarias e vendedores de lanches estabelecem-se perto de escolas e universidades para conquistar estudantes e professores como clientes. Além da alimentação, as mais procuradas são as lojas de fotocópias, devido à demanda de apostilas, livros e textos usados em aula. O Bairro Nossa Senhora do Rosário, onde está localizada a principal instituição privada da cidade, a Unifra, é um dos que mais tem crescido nos últimos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8068" class="wp-caption alignright" style="width: 354px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/RBM_8489.jpg"><img class=" wp-image-8068  " title="RBM_8489" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/RBM_8489-1024x664.jpg" alt="" width="344" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamentos modernos de impressão para atender os clientes em torno das instituições de ensino. Foto: Rodrigo Marques.</p></div>
<p>O período letivo movimenta grande parte do comércio de Santa Maria. Bares, estacionamentos, livrarias e vendedores de lanches estabelecem-se perto de escolas e universidades para conquistar estudantes e professores como clientes. Além da alimentação, as mais procuradas são as lojas de fotocópias, devido à demanda de apostilas, livros e textos usados em aula.</p>
<p>O Bairro Nossa Senhora do Rosário, onde está localizada a principal instituição privada da cidade, a Unifra, é um dos que mais tem crescido nos últimos anos em função das empresas que se instalaram nessa localidade. Há mais de seis gráficas expressas com freguesia garantida de março a dezembro nas suas imediações, entre elas estão “Imagem”, &#8220;Oficina das Cópias” e “Play Art”.</p>
<p>Para a proprietária da “Oficina das Cópias”, Luana Bonoto, “o que favorece o movimento das lojas é o fato de estarem localizadas perto das universidades”, comenta. Com a mesma opinião, Andressa Barbosa, dona da “Play Art”, outro estabelecimento próximo, considera a região foi privilegiada após a instalação dos campina região. “Novos empreeendimentos abriram depois da Unifra”, explica.</p>
<p><strong>Mais estabelecimentos, menos lucros</strong> – O aumento das lojas e da oferta trouxe mudanças para este mercado. Em 2012, apesar de o faturamento ter crescido em algumas dessas gráficas, não superou as expectativas dos proprietários.</p>
<p>Enquanto algumas empresas reclamam do mercado pouco aquecido, outras têm conseguido fidelizar clientes chegando a apresentar crescimento. É o caso da papelaria “Play Art”, que completa três anos de atuação no dia 06 de junho. Segundo a proprietária, Andressa Barbosa, o aumento do número de alunos na Unifra no último ano levou ao maior faturamento.</p>
<p><strong>Público diminui no período de férias</strong> – No período de recesso escolar, entre o fim de dezembro e fevereiro, essas gráficas têm seu faturamento reduzido pela metade ou até mais que isso. “O público decai muito, nem promoção de material escolar faço, pois não adianta”. Quando há o retorno das aulas, a papelaria têm um aumento de sua freguesia”, explica Zago, afirma Paulo, o proprietário da Papelaria Zago.</p>
<div id="attachment_8069" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/RBM_8490.jpg"><img class="size-medium wp-image-8069" title="RBM_8490" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/RBM_8490-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Serviços diversificados em um mesmo estabelecimento servem para manter fluxo de clientes. Foto: Rodrigo Marques</p></div>
<p>Algumas nem são afetadas com esta redução temporária de clientes, pois atendem também os de outras empresas e instituições. “Como não trabalhamos somente com a Unifra, nossos ganhos se mantém mesmo no período de férias. Nós trabalhamos com impressões gráficas em geral” conta Andressa, da “Play Art”.  Além disso, por serem itinerantes, os consumidores acabam retornando.</p>
<p>A funcionária da “Oficina de Cópias, Fernanda Souza, explica que “o público decai bastante, mas quando volta às aulas aumenta gradativamente.” Há um aumento no faturamento da gráfica no início e nos finais de semestres: “No começo das aulas temos um aumento de 80% na nossa renda”, comenta Andressa.</p>
<p><strong>Alternativas e possibilidades –</strong> Em função dessas variações, diversas alternativas são oferecidas para não diminuir o fluxo de clientes e fidelizá-los em qualquer época, entre elas: localização próxima aos campi, horário de atendimento ampliado (normalmente das 7h30min às 12h e das 13h às 21h) e preços competitivos. “Não fechamos ao meio-dia”, conta a operadora de fotocopiadoras, Luana Deobeh, 19 anos, da “Oficina das Cópias”. O funcionário Ricardo Ginderi, 19 anos, da mesma empresa, destaca que o horário ininterrupto agrada a clientela.</p>
<p>Além disso, o diferencial na qualidade da impressão e os serviços diversificados, como plotagem (impressão de desenhos em larga escala), confecção de banners e cartões de visita também são atraentes. Para a atendente Carla Severo, 24 anos, o bom atendimento e o ambiente descontraídos são diferenciais importantes. A loja onde ela trabalha dispõe de música e TV e internet gratuita. Há algumas gráficas que funcionam também como papelarias e têm disponibilizado listas de material escolar.</p>
<p>Há, contudo, limitações e deficiências no atendimento devido ao grande fluxo de clientes, normalmente em ambientes pequenos. Fato reconhecido pelos proprietários. Isso se dá principalmente nos horários de pico, que variam em função dos intervalos das aulas. É a rotina universitária da cidade interferindo no mercado de impressões e de papelaria. E vice-versa.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Luisa Neves, Michelli Taborda, Rodrigo Marques, Roberto Mendonça</strong></p>
<p style="text-align: right;">Edição: Profa Daniela Hinerasky &#8211; Jornalismo Online</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Santa Maria faz 155 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[155 anos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Maria]]></category>

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		<description><![CDATA[Santa Maria, Cidade Cultura, Tu tens a ventura da eterna manhã. Teus jovens convivas da ceia dos livros São belos cativos de um doce amanhã. Santa Maria, coroada de montes, És um longo horizonte de claro saber. Cidade estudante que corre nas ruas De sóis e de luas querendo aprender. Universitária, gaúcha alegria Calçadão da poesia onde o amor se refaz. Acampamento, planalto da vida, Com sua Avenida, rio branco da paz. Santa Maria, cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8013" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/santamaria_Yuri03.jpg"><img class="size-full wp-image-8013 " title="santamaria_Yuri03" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/santamaria_Yuri03.jpg" alt="" width="640" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Yuri Weber</p></div>
<p style="text-align: center;">Santa Maria, Cidade Cultura,</p>
<p style="text-align: center;">Tu tens a ventura da eterna manhã.<br />
Teus jovens convivas da ceia dos livros<br />
São belos cativos de um doce amanhã.</p>
<p style="text-align: center;">Santa Maria, coroada de montes,<br />
És um longo horizonte de claro saber.<br />
Cidade estudante que corre nas ruas<br />
De sóis e de luas querendo aprender.</p>
<p style="text-align: center;">Universitária, gaúcha alegria<br />
Calçadão da poesia onde o amor se refaz.<br />
Acampamento, planalto da vida,<br />
Com sua Avenida, rio branco da paz.</p>
<p style="text-align: center;">Santa Maria, cidade caminho<br />
De muito carinho, teu trem floresceu.<br />
Passou nas escolas, cruzou nos colégios,<br />
Desfez privilégios, democrata e plebeu.</p>
<p style="text-align: center;">Chegou para todos a chance dos sonhos<br />
Nos trilhos risonhos do expresso passado<br />
Trazendo famílias, trazendo crianças,<br />
A mão da esperança de um mundo encantado.</p>
<p style="text-align: center;">Universitária, Imembuy de Maria,<br />
Calçadão da poesia, onde o amor se refaz.<br />
Acampamento, planalto da vida,<br />
Com sua Avenida, rio branco da paz.</p>
<p style="text-align: center;">(Santa Maria - <em>Prado Veppo)</em></p>
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		<title>Orquestra de Teutônia faz concerto com repertório popular e erudito na Praça Saldanha Marinho</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 05:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[155 anos de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra de Teutônia]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Saldanha Marinho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Santa Maria recebeu a apresentação da Orquestra de Teutônia, uma das mais tradicionais do estado,  na noite desta quinta-feira, dia 26.  O espetáculo “Orquestra Cidadã” aconteceu a partir das 20h na Praça Saldanha Marinho e faz parte das atrações que comemoram os 155 anos da cidade que iniciaram na última segunda-feira, dia 13 e seguem até o dia 12 de junho. Na programação estão previstas atrações nos segmentos artístico e cultural, lazer e saúde, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_8000" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/DSC_00721.jpg"><img class="size-medium wp-image-8000" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/DSC_00721-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: João Alves</p></div>
<p>Santa Maria recebeu a apresentação da Orquestra de Teutônia, uma das mais tradicionais do estado,  na noite desta quinta-feira, dia 26.  O espetáculo “Orquestra Cidadã” aconteceu a partir das 20h na Praça Saldanha Marinho e faz parte das atrações que comemoram os 155 anos da cidade que iniciaram na última segunda-feira, dia 13 e seguem até o dia 12 de junho.</p>
</div>
<p>Na programação estão previstas atrações nos segmentos artístico e cultural, lazer e saúde, passeio ciclístico, rústica, congressos e oficinas, entre outros. A abertura oficial da programação alusiva ao aniversário do município irá acontecer nesta sexta, dia 17, feriado municipal, às 18h30, na Saldanha Marinho, com o espetáculo “Asas de um Sonho”, da Cia Sorriso com Arte.</p>
<p>O grupo, formado por 26 músicos, distribuídos em naipes (saxofones, trompetes, trombones, teclados, guitarra, baixo elétrico, bateria e percussão), com arranjos e direção musical de Astor Jair Dalferth apresenta um espetáculo de repertório abrangente, destacando-se temas musicais do cinema mundial e da música popular brasileira, como Aquarela do Brasil e canções antigas como Tito-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu além das músicas latino-americana, das culturas alemã e italiana.</p>
<div id="attachment_7999" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/DSC_00991.jpg"><img class="size-medium wp-image-7999" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/DSC_00991-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: João Alves</p></div>
<p>Conhecida como uma orquestra de espetáculos, já gravou 5 CD’s, 1 DVD e elabora novas produções. Durante as apresentações, as canções sempre são acompanhadas por coreografias e muita interação com a plateia. Em Santa Maria não foi diferente: um grande coral foi formado pela plateia, que apresentou junto com a orquestra canções como Canto Alegretense e Querência Amada.</p>
<div class="mceTemp"></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Maiara Bersch:&#8221;uma recém-formada apaixonada pela profissão&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 19:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
				<category><![CDATA[10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Unifra]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[unifra]]></category>

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		<description><![CDATA[Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores, empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso. Todos muito bem-vindos! &#160; &#8220;Quando tu entraste na faculdade já pensava em seguir na fotografia?&#8221; Esta é uma pergunta frequente que preciso responder. A resposta não é tão emocionante e nem soa tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/selo-10_anos13.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-7993" title="selo-10_anos13" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/selo-10_anos13.gif" alt="" width="200" height="252" /></a>Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores, empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso. Todos muito bem-vindos!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em></em>&#8220;Quando tu entraste na faculdade já pensava em seguir na fotografia?&#8221; Esta é uma pergunta frequente que preciso responder. A resposta não é tão emocionante e nem soa tão inspiradora aos curiosos. Nada de &#8220;eu ajudava meu avô na câmara escura que ele tinha nos fundos de casa&#8221;;  nem &#8220;desde nova eu apreciava a obra de Robert Capa e Sebastião Salgado&#8221;.</p>
<div id="attachment_7991" class="wp-caption alignright" style="width: 336px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/Maiara-Bersch-Foto-Germano-Rorato.jpg"><img class=" wp-image-7991   " title="Maiara-Bersch-Foto-Germano-Rorato" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/Maiara-Bersch-Foto-Germano-Rorato.jpg" alt="" width="326" height="491" /></a><p class="wp-caption-text">Maiara Bersch, formada em jornalismo pela Unifra. Foto Germano Rorato</p></div>
<p>A reposta é um simples &#8220;não! Tomei gosto na faculdade&#8221;. No máximo, quando pequena, ficava chateada com minha mãe quando ela cortava cabeças nas fotos do meu aniversário, mas fui aprender sobre enquadramento e composição dentro da faculdade de jornalismo. Já no primeiro semestre a professora Laura, de fotografia, me convidou para participar do laboratório de foto. Mal sabia eu que a partir daquelas primeiras fotos feitas com uma Pentax, o destino como repórter fotográfica estava traçado. Parece piegas e um pouco romântico, mas já escutei pessoas falando que não escolhemos a fotografia, ela que nos escolhe. Concordo em partes, pois sim, fui encontrada por ela, porém, precisei me dedicar muito para conseguir algum destaque dentro do laboratório e depois na faculdade, para mais tarde usar todo o aprendizado no mercado de trabalho.</p>
<p>O tempo que passei no laboratório foi precioso para construir a noção de como trabalhar uma pauta, do contato com os repórteres, da edição das revistas e dos jornais, da felicidade das fotos publicadas e também da frustração do &#8220;poderia ter ficado melhor&#8221;. Mas assim como disse Henri Cartier-Bresson &#8220;as suas primeiras 10 mil fotos serão as piores&#8221;. Ainda luto pelas melhores, aprendendo a cada dia, assim como há quatro anos aprendia no laboratório a dominar a luz, a pensar em velocidade, iso, abertura, cor e foco. Hoje, uso cada um desses ensinamentos em todas as fotos que produzo.</p>
<p>Maiara Bersch é repórter fotográfica do jornal A Notícia &#8211; Grupo RBS- de Joinville.  Foi a vencedora na categoria Fotografia com a foto <em>Dor: incêndio em Rio Negrinho</em>, na categoria melhores do ano do jornal A Notícia.</p>
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		<title>Santa Maria: inscrições para o Prêmio Consciência Ecológica vão até o dia 27</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deborah Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Vereadores]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Consciência Ecológica]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde última sexta-feira, dia 10, estão abertas as inscrições para o Prêmio Consciência Ecológica. A oportunidade para inscrever-se segue até o dia 27 deste mês. Com o objetivo de incentivar, difundir e instruir tecnicamente a prática de defesa, promoção, preservação e recuperação ambiental, o prêmio abre espaço para empresas públicas ou privadas, entidades governamentais e/ou de ensino, ou Organizações Não-Governamentais (ONG) sediadas no município de Santa Maria, apresentarem projetos que contemplem ações efetivas no meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde última sexta-feira, dia 10, estão abertas as inscrições para o Prêmio Consciência Ecológica. A oportunidade para inscrever-se segue até o dia 27 deste mês. Com o objetivo de incentivar, difundir e instruir tecnicamente a prática de defesa, promoção, preservação e recuperação ambiental, o prêmio abre espaço para empresas públicas ou privadas, entidades governamentais e/ou de ensino, ou Organizações Não-Governamentais (ONG) sediadas no município de Santa Maria, apresentarem projetos que contemplem ações efetivas no meio ambiente.</p>
<p>Para se inscrever é necessário preencher a ficha disponível no site <a href="www.camara-sm.rs.gov.br ">www.camara-sm.rs.gov.br </a>ou ir até um dos setores de Protocolo ou de Relações Públicas do Legislativo.</p>
<p>Os projetos apresentados serão avaliados de acordo com critérios específicos, como clareza e objetividade do conteúdo, abrangência de mobilização, avaliação dos resultados atingidos e alcançados entre outros (confira o regulamento no <a href="www.camara-sm.rs.gov.br ">site</a>). Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora, composta por integrantes da Comissão de Educação, Saúde e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores, além de membros do Conselho Municipal do Meio Ambiente. O resultado dos projetos selecionados será divulgado no dia 31 de maio.</p>
<p>A premiação, constituída de um &#8220;Certificado Institucional&#8221;, será conferida aos projetos escolhidos, que serão classificados em 1º, 2º e 3º lugares durante uma cerimônia que acontecerá no dia 06 de junho, em Sessão Solene no Plenário da Câmara de Vereadores.</p>
<p>Mais informações pelo telefone 55 3220 7252 &#8211; Setor de Relações Públicas da Câmara Municipal. E também no <a href="www.camara-sm.rs.gov.br ">site</a>.</p>
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		<title>Os mosteiros de Meteora</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 23:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
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		<description><![CDATA[Meteora, que em grego significa rochas supensas ou colunas do céu, é o segundo maior complexo de mosteiros da Grécia. O maior mesmo é o Monte Athos, que vi de longe uma vez, sem poder entrar, já que nele não se admitem nem animais fêmeas. Meteora permite visitas nos seis mosteiros habitados, cinco masculinos e um feminino. Houve um tempo em que havia ali vinte e quatro mosteiros. Os seis que ainda existem são: Megalos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7863" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/meteora.jpg"><img class="size-full wp-image-7863 " title="meteora" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/meteora.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Mosteiro na região de Meteora. Fotos: Aldema MacKinney.</p></div>
<p>Meteora, que em grego significa rochas supensas ou colunas do céu, é o segundo maior complexo de mosteiros da Grécia. O maior mesmo é o Monte Athos, que vi de longe uma vez, sem poder entrar, já que nele não se admitem nem animais fêmeas.</p>
<p>Meteora permite visitas nos seis mosteiros habitados, cinco masculinos e um feminino. Houve um tempo em que havia ali vinte e quatro mosteiros. Os seis que ainda existem são: Megalos Meteoros &#8211; Grande Meteoro ou Mosteiro da Transfiguração; Varlaam ; Agio Stephanos &#8211; Santo Estêvão; Agia Triada &#8211; Santíssima Trindade; São Nicolau Anapafsas; e Roussanou.</p>
<p>Os horários de visita aos Mosteiros têm variações para cada um deles,  bem como variações para diferentes estações do ano. Ao planejar as visitas é preciso estar atento também aos dias da semana, porque todos eles fecham durante um  dia, mas em dias diferentes. Roussanou, por exemplo, permanece fechado às quartas-feiras; enquanto São Nicolau fecha às sextas. O Mosteiro da Transfiguração, um dos mais bonitos, fecha às terças-feiras. Todos cobram uma entrada de 3 euros.</p>
<p>O acesso aos Mosteiros era feito por escadas rudimentares, atadas umas nas outras. Para receber alimentos e objetos, usavam uma  rede  que era lançada e puxada pelos monjes. Mais tarde, surgiram os  guindastes. Em 1920, foram construídas escadas de acesso. Agora, já há boas estradas até perto deles, sem livrar-nos, entretanto, das escadarias que parecem sem fim. Penso que chegar aos seis Mosteiros, deve dar direito a terreno de esquina no céu. Não foi desta vez que ganhei meu terreninho! Desisti no terceiro.</p>
<div id="attachment_7864" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/mosteiro.jpg"><img class="size-full wp-image-7864 " title="mosteiro" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/mosteiro.jpg" alt="" width="240" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Mosteiro mais próximo de Kastraki.</p></div>
<p>Os Mosteiros de Meteora, Patrimônio da Humanidade pela UNESCO,  estão localizados na Grécia Central, em rochedos de arenito que ficam  a nordeste da planície da Tessalia, perto do rio Peneios e dos montes Pindo. O maior pico em que está um mosteiro tem 550 metros; o menor, 305 metros. Mesmo sem os mosteiros, o lugar seria impressionante por sua grandiosidade e beleza. Kastraki, o povoado mais próximo de Meteora, tem 2 252 habitantes &#8211; foi o que me informou , com muita convicção, um habitante da localidade .</p>
<p>Li que os monges consideram as rochas como sua morada e crêem que elas conjugam  Acrópolis e  Santa Sofia; Helenismo e Romanismo.  Tessalia é uma das regiões da Grécia povoada desde a Antiguidade, tendo sido referida como região que tomou parte na guerra de Troia. Acredito eu, portanto, que a região participou da entrega do primeiro presente grego! Não se  sabe, exatamente, em que momento começaram a surgir, nessa região, os monastérios. Certo é que, no século XI, monges e eremitas já se haviam instalados em grutas e pequenas celas nas montanhas.</p>
<p>Como o número de monjes aumentava , criaram a Ermita de Stagae, primeira organização sistemática dos que ali viviam. Foi no século XIV, entretanto, que os príncipes sérvios, senhores de Tessalia, decidiram acordar privilégios à Ermita. Por esta época, chega Athanasios, vindo do Monte Athos, edifica o primeiro monastério e batiza a rocha com o nome de Meteora &#8211; suspensa no ar. Athanasios estabelece também as regras dos mosteiros em <a href="http://www.e-live.com.br/" target="_blank">atendimento online</a> conformidade com os rituais do Monte Athos.</p>
<p>Em 1990, festejaram-se os 600 anos de fundação dos Mosteiros de Meteora, um lugar não só de recolhimento, mas também de produção artística e literária. Parece-me que só não imaginavam o quanto de turismo iriam produzir mais tarde. Muitos turistas chegam, o tempo todo, a Meteora. Vêm em motos, bicicletas, cavalos, carros, ônibus ou caminhando. Percorrem estradinhas bonitas, agradáveis e com perfume de mato. Visitam logo o interior dos mosteiros. Para entrar neles,no entanto, é preciso usar roupas adequadas &#8211; e essa adequação é bem rígida, nada de transparências, saias curtas, calças apertadas.</p>
<p>Quando fomos ao  mosteiro das monjas, por conta da minha calça justa, precisei usar uma dessas saias longas que estão na foto acima. Valeu. O mosteiro é lindo &#8211; e esse é fácil de chegar &#8211; tem ícones de rara beleza, um museu interessante e uma lojinha com belas reproduções e artesanato bem original. Durante a ocupação turca, os mosteiros &#8211; todos eles -  mantiveram viva a cultura helênica e suas tradições. Dizem que eles não foram somente centros religiosos, foram ainda centros  acadêmicos e artísticos.</p>
<div id="attachment_7865" class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/ermitage.jpg"><img class="size-full wp-image-7865" title="ermitage" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/ermitage.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Mosteiro das monjas.</p></div>
<p>É provável que, sem os mosteiros, a cultura helênica teria ficado muito enfraquecida, e a Grécia moderna, por essa razão,  teria  pouco conhecimento de suas raízes e história, sendo  um reflexo do império otomano. Os mosteiros atraíram  não somente pessoas profundamente religiosos, mas também os filósofos, poetas, pintores e pensadores gregos.</p>
<p>Kalabaka, com mais de mil anos, é hoje um encanto de cidadezinha, muito limpa e cuidada. Com menos de dez mil habitantes, arquitetura bonita, muitas cafeterias, restaurantes, hoteis &#8211; de luxuosos a muito simples &#8211; vive do turismo e da produção de pequenas propriedades. Descobri que  sábado era dia de feira na cidade. Reservamos, então, esse dia para estar lá. Fomos caminhando desde o povoado de Kastraki  já que apenas dois km separam as duas localidade. Encantou-me o mercado, variado, interessante, grande e com muita gente. Pareceu-me que toda a cidade estava lá. Um dia perfeito para ver a cultura local. (&#8230;)</p>
<p>Saí de Meteora sensibilizada com o que conhecera &#8211; e agradecida por ter conhecido um lugar tão especial como esse &#8211; um lugar de paz e beleza; de silêncio e de sons naturais.  Eu me perguntava como aquelas construções tinham sido feitas, assim, emparelhadas com os rochedos. Lembrei-me, então, da lenda que diz ter o monge pioneiro contado com a ajuda de uma águia para chegar mais perto de Deus. E preferi não pensar mais &#8230;</p>
<p><span style="color: #333333;">Matéria publicada com autorização. A edição completa pode ser lida no<strong><a href="http://correndomundo.blogspot.com.br/2013/05/meteora-colunas-do-ceu.html"><span style="color: #333333;"> blog da autora.</span></a></strong></span></p>
<p><em>Por Aldema Menine MacKinney</em></p>
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		<title>Abertas as inscrições para o 3° Salão Nacional de Divulgação Científica</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 21:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Salão Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A Mostra Científica do 3° Salão Nacional de Divulgação Científica já começou a receber inscrições de trabalhos. O evento será realizado dentro da programação da 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no período de 22 a 26 de julho de 2013, na Universidade Federal de Pernambuco. O tema deste ano é &#8220;Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Soberania Nacional&#8221;, e a Mostra visa receber trabalhos acadêmicos reflexões e relatos de experiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mostra Científica do 3° Salão Nacional de Divulgação Científica já começou a receber inscrições de trabalhos. O evento será realizado dentro da programação da 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no período de 22 a 26 de julho de 2013, na Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>O tema deste ano é &#8220;Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Soberania Nacional&#8221;, e a Mostra visa receber trabalhos acadêmicos reflexões e relatos de experiência relacionados ao fomento da inovação científica, social, artística e cultural e a estas enquanto produto ou processo.</p>
<p>Na Mostra serão apresentados trabalhos na modalidade sessão coordenada, considerando sete eixos temáticos: Inovação de processos e/ou produtos; Políticas e ações de fomento à inovação; Experiências exitosas em inovação; Inovação: conceito e crítica nas ciências humanas; Experiências e propostas em divulgação científica; Inovação e desenvolvimento sustentável; Inovação: conceito, crítica e processos de criação em arte e linguagem.</p>
<p>Podem participar estudantes de graduação, pós-graduação e pesquisadores de todos os estados e instituições de ensino e pesquisa do país, com estudos diversos em andamento ou concluídos, reflexões e relatos de experiência relacionados ao fomento da inovação científica, social, artística e cultural, como produto ou processo.</p>
<p>A submissão de resumos deve ser feita pelo e-mail (mostrasanpg@gmail.com) e a data limite para o envio de trabalhos é o dia 3 de junho.</p>
<p>Os detalhes sobre o processo de submissão de trabalhos podem ser acessados no <strong><a href="http://www.anpg.org.br/admin/biblioteca/docs/Edital_da_Mostra_Cientifica_2013.pdf">Edital</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lançamento da Revista dos 40 anos da Feira do Livro reúne público e produtores</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 15:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agência CentralSul de Notícias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro de Santa Maria 2013]]></category>
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		<description><![CDATA[Na tarde de ontem,9, o curso de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) esteve presente no lançamento da Revista Feira do Livro 40 anos, na praça Saldanha Marinho.  A edição especial foi uma proposta dada à turma do 4º semestre do curso  de Jornalismo da instituição, na disciplina de Redação IV ministrada pela professora Glaíse Palma. Glaíse Palma conta como recebeu a proposta de produção do material. A ideia surgiu em uma das reuniões da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7842" class="wp-caption alignleft" style="width: 425px"><a href="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/revista2.bmp"><img class=" wp-image-7842   " title="revista2" src="http://centralsul.org/wp-site/wp-content/uploads/2013/05/revista2.bmp" alt="" width="415" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Parte da equipe que produziu a Revista dos 40 anos da Feira do Livro. Foto: Amanda Santos</p></div>
<p>Na tarde de ontem,9, o curso de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) esteve presente no lançamento da Revista Feira do Livro 40 anos, na praça Saldanha Marinho.  A edição especial foi uma proposta dada à turma do 4º semestre do curso  de Jornalismo da instituição, na disciplina de Redação IV ministrada pela professora Glaíse Palma.</p>
<p>Glaíse Palma conta como recebeu a proposta de produção do material. A ideia surgiu em uma das reuniões da Feira do Livro e foi estudada  com a turma de Redação IV  e um grupo de professores, entre eles,  Bebeto Badke que participa há anos da organização da Feira do Livro, Sione Gomes coordenadora do curso, e  Iuri Lammel, responsável pelo projeto gráfico do produto experimental.</p>
<p>Em aula foi pensado o texto, capa, legenda, fotos. Além do trabalho da equipe de alunos e professores, a capa foi desenhada pelo artista gráfico Elias Monteiro.</p>
<p>Glaíse Palma comenta a revista não contempla a história dos 40 anos com todos os personagens, atores envolvidos, porque isso seria um trabalho para um livro. &#8220;Trata-se sim do empenho em uma retomada singela e despretensiosa  para resgatar um pouco da história  das quatro décadas da Feira&#8221;, avaliou a editora.</p>
<p>Glaíse afirma que cumpriu seu papel como professora e como alguém que já trabalhou na organização da Feira durante os anos de 95 e 96. &#8220;A missão está cumprida, os alunos estão felizes, aprenderam, foi uma ideia que deu certo&#8221;, confessou a professora.</p>
<p>Para ela<strong>, </strong>&#8220;o Jornalismo da Unifra vem crescendo lindamente, como curso, como escola e na Feira temos espaço com a Assessoria de Imprensa, Publicidade, Laboratório de Fotografia e Memória, Rádio e, agora,  esta oportunidade de mostrar que no 4º semestre temos alunos capacitados de realizar um bom trabalho. Não temos intenção de sermos perfeitos, mas sim melhores dentro dos nossos limites&#8221;, ressalta a editora.</p>
<p><strong>Um trabalho em equipe</strong></p>
<p><strong></strong>O responsável pela diagramação e layout,  o professor Iuri Lammel ressalta que &#8221; o mérito é dos alunos,  os protagonistas, pois foram quem produziram os textos.  A Feira merece uma homenagem, pois são 40 anos e os alunos estavam motivados em fazer a revista, apesar do pouco tempo. Tivemos um mês. Foi o tempo de produção da revista&#8221;.</p>
<p>Ele destaca que interessante é que o processo permitiu avaliar o primeiro  trabalho  de revista da turma . &#8220;Os alunos estão todos  alegres com a produção finalizada e de parabéns, junto com a professora Glaíse, por poderem realizar  a distribuição para toda a cidade em um momento tão especial como este&#8221;, finaliza Lammel.</p>
<p>A acadêmica de jornalismo Carina Carvalho diz que assumir a responsabilidade de elaborar a revista especial dos 40 anos da Feira do Livro, além  dos desafios da reportagem, foi uma grande oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido na &#8216;sala de aula&#8217; para o público. &#8220;Ao manusear as páginas fiquei com orgulho de todos os colegas envolvidos neste projeto. Parabéns Feira pelos 40 anos, parabéns também pra nossa turma de Redação&#8221;, alegra-se a estudante.</p>
<p><em> Por Tiéle Abreu </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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