Imigração é tema de debate em sala de aula


Por Giulimar Machado

 

Debate realizado pela turma de Tópicos em Produções Textuais II.Foto: Andriele Hoffmann

A turma de Tópicos em Produções Textuais II do curso de Jornalismo da UFN realizou uma dinâmica diferente em suas aulas. A professora Liane Kist propôs aos seus alunos a realização de um debate sobre um dos assuntos que vem se tornando um dos principais temas da humanidade, a imigração.

O assunto vem ganhando grandes proporções nos últimos anos, uma vez que muitas pessoas saem de seus países, em crise, em  guerra, para tentarem uma nova vida, um novo recomeço. A Organização Internacional para as Migrações (OIM), relata, que o movimento migração é o movimento da população para o território de um Estado ou dentro do mesmo que abrange todo movimento de pessoas, seja qual for o tamanho, suas composições ou causas. Os principais conflitos e inseguranças  em que o Brasil se encontra mergulhado tem se originado de uma onda de imigrantes sem precedentes para diversos países da Europa, como, Espanha, França,Portugal, Italia e Grecia. Muitas partes se originam de países em conflitos, como, Líbia, Síria, Nigéria, Somália, Eritreia, Bangladesh e Marrocos e outros países. Já na América do sul e Norte, os grandes movimentos são para os países como Brasil, Uruguai, Argentina, Estados Unidos e Canadá. As principais saídas dos imigrantes, na América, são de países que se encontram em crises econômicas e aumento de violência, como Haiti, Venezuela, Guatemala e México, entre outros.

Os alunos foram divididos em quatro grupos, sendo eles, favoráveis e contrários à imigração, mediadores e análises dos argumentos. A atividade foi uma forma dos alunos poderem estimular suas capacidades de argumentação e de trabalho coletivo, de pensar sobre o assunto e saírem da sua zona de conforto e encarar o desafio de lidar com  opiniões pessoais contrárias e favoráveis ao assunto.

“ A escolha do assunto “Imigração”, ocorreu em razão do aumento de casos e notícias que envolvem e divulgam questões que precisam ser pensadas, especialmente pelos países envolvidos”. comentou a professora.

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