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Garimpo da Moda da UFN celebra 10 anos

Garimpo da Moda da UFN completa 10 anos com aumento de expositores, boas vendas e participação de acadêmicos de diferentes cursos, promovendo a circulação de peças e o consumo consciente.

Com o tema “Aprendizagem e Serviço Solidário, a 4ª Mostra da Extensão ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de abril na Universidade Franciscana (UFN), com mais de 800 inscritos e a socializaçaõ de mais de 30 projetos. No primeiro dia de evento, foi realizada a Exposição Fotográfica sobre os projetos de extensão da instituição promovido pelo Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM) e pelo Curso de Design. Sob a supervisão das professoras Laura Fabrício e Círia Moro, as imagens foram organizadas em um ambiente ligados por fios representando a união e as conexões centralizadas na UFN.

A exposição fotográfica está disponível até o dia 18 de maio. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

No primeiro dia a instituição realizou o Fórum de Alunos Extensionistas, reunindo estudantes e profissionais de áreas como Odontologia, Arquitetura, Direito, História e Psicanálise. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências nos projetos de extensão e sua relação com a vida acadêmica.

Entre os relatos, destacou-se a fala da cirurgiã-dentista Franciele Dutra, formada em Odontologia, que participou do projeto “Edu Saúde” desde o início da graduação. Desenvolvido na Escola Joaquina de Carvalho, o projeto promove atividades semanais com crianças e envolve diferentes áreas da saúde, abordando temas diversos.

Franciele ressaltou o impacto transformador da extensão em sua formação. “O projeto é muito grandioso. Ele transforma a gente como pessoa e como futuros profissionais desde o início da graduação. A gente acha que vai ensinar, mas aprende muito mais”, afirmou. Segundo ela, o contato com diferentes realidades amplia a visão dos estudantes e reforça a importância da troca de saberes.

O Fórum da Extensão que contou com relatos de alunos sobre suas experiências. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

Na terça-feira, 28 de abril, foi realizada a conferência de abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão da Universidade Franciscana (UFN), reunindo acadêmicos, professores e comunidade para refletir sobre o papel da extensão universitária com o professor Cleverson Pereira de Almeida, Pró-reitor de Extensão da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Presidente do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ForExt).
A atividade marcou o início da programação acadêmica do evento, promovendo um espaço de diálogo e troca de experiências sobre a importância das ações extensionistas na formação dos estudantes e na relação com a sociedade.

Durante a abertura, o pró-reitor de Extensão, professor Márcio Taschetto, destacou a relevância da extensão dentro da universidade. “A extensão é o DNA de uma universidade comunitária e faz parte da identidade de uma instituição de ensino”, afirmou.

A abertura oficial da Mostra teve como temática a importância da extensão universitária na construção da identidade de uma instituição de ensino superior. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

No mesmo dia ocorreram as rodas de conversa, que promoveu a troca de experiências e a reflexão coletiva entre os participantes, visando gerar aprendizados que contribuam com o planejamento da formação extensionista e fortaleçam a integração entre os diferentes territórios. As rodas foram organizadas por territórios, agrupando regiões específicas:

Território 1 (Região Centro): Teve como tema a curricularização da extensão, com coordenação da Prof.ª Claudia Zamberlan e do Prof. Francisco Queruz, e como projetos disparadores o Território Negro do Rosário e a AMICA.

Territórios 2 e 5 (Norte e Nordeste): Abordou metodologias da extensão, com coordenação do Prof. Adriano Falcão e da Prof.ª Aline Krüger, tendo como projetos disparadores o comVIDA e o Direito em Perspectiva (+Parentais).

Territórios 3 e 4 (Oeste e Centro-Oeste): Discutiu território e construção de vínculo com a comunidade, com coordenação da Prof.ª Anelis Flores e da Prof.ª Janaina Marchi, e projetos disparadores o Edusaúde+ e Além das Cores.

Cada roda teve um tema próprio, coordenação definida e projetos que serviram como ponto de partida para as discussões, permitindo trocas de experiências mais direcionadas à realidade de cada grupo.

As rodas temáticas foram ume espaço de discussão por territórios de abrangência. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

Na quarta-feira, 29 de abril, último dia do evento, ocorreu o painel “Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário”. A atividade reuniu especialistas para discutir o papel da extensão universitária.

Durante o encontro, o professor Rodrigo de Andrade, Gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/Paraná, destacou que a extensão, integrada ao ensino e à pesquisa, contribui para uma formação mais completa, com experiências práticas que tornam o aprendizado mais consistente e de maior qualidade. O professor Adriano Hertzog Vieira, consultor de Política de Extensão da Universidade Franciscana também participou do debate, abordando a política de extensão universitária.

O painel Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário trouxe especialistas para discutir sobre a extensão universitária. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

A Mostra dos projetos extensionistas ocorreu na tarde de quarta-feira, no hall do prédio 15 (conjunto III) da Universidade Franciscana. Projetos de toda instituição foram expostos para a apreciação da comunidade. Entre eles estava o projetos do curso de Jornalismo Nave de Histórias.

A Nave de Histórias é uma proposta criada na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, onde ao entrar na cabine em formato de nave espacial, a criança ouve um podcast de contação de histórias, criadas por escritores santa marienses e lidas por alunos do curso de Jornalismo.

A Professora do Curso de Jornalismo, Neli Mombelli, responsável pelo projeto, conta sobre o processo de expansão do Nave, que está sendo levado às escolas, incentivando as crianças a desenvolverem suas próprias histórias e participarem ativamente da proposta: “Fazer histórias de modo coletivo e pensar que elas tocam as pessoas de diferentes formas é muito especial” afirma. Hoje o projeto tem contribuição dos cursos de Design, Letras e Pedagogia, além de Jornalismo.

A professora e coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristina Jobim, é atualmente a responsável pelo projeto integrador de todos os sub-projetos de extensão dos cursos de Jornalismo e Publicidade. Segundo a professora desde antes dos projetos de extensão os cursos de comunicação já executavam esse tipo de atividade, pois os cursos são naturalmente em essência extensionistas. “Participar desse processo educa muito, faz com que a pessoa compreenda muitas coisas que talvez um livro ou uma teoria ela não consiga”, ressalta.

Um dos projetos apresentados na Mostra foi a Nave de Histórias. Imagem: Nelson Bofill/ LABFEM

Com o encerramento da programação, ocorreu a conferência do coordenador da Câmara Técnica de Diversidade do COREn/RS, Edgar Vagner Moraes, sobre Diversidade e Equidade em Saúde na perspectiva Interprofissional. Também foi lançado o documentário Equidade e Formação: Vivências do PET-Saúde, com direção da acadêmica de Jornalismo Yasmin Zavareze, que contou com a produção de alunos do curso e orientação geral da professora Neli Mombelli. O documentário mostrou depoimentos de alunos, coordenadores e preceptores dos cinco grupos do PET, que contaram as suas experiências durante o desenvolvimento do projeto.

A Mostra finalizou com uma Conferência de encerramento e o lançamento do documentário sobre as vivências do PET Saúde. Imagem: Luiza Maicá/ LABFEM

Colaboração: Acadêmica de Jornalismo Amanda Ripe e Aryane Machado.

A Universidade Franciscana (UFN) realiza, entre os dias 27 e 29 de abril, a 4ª Mostra da Extensão. O evento tem como objetivo valorizar e dar visibilidade às ações extensionistas desenvolvidas por acadêmicos e professores, reforçando a relação entre universidade e comunidade. A temática deste ano é “Aprendizagem e serviço solidário”.

A Mostra se consolida como um espaço de troca de experiências e compartilhamento de conhecimento, evidenciando o papel da extensão universitária na formação dos estudantes por meio de práticas aplicadas e do contato com a comunidade.

As inscrições para participação seguem abertas até esta sexta-feira, dia 24 de abril, e são gratuitas para toda a comunidade. Os participantes inscritos recebem certificado de 20 horas de Atividades Complementares de Curso (ACC).

A programação conta com uma série de atividades ao longo dos três dias. Entre os destaques, está a exposição fotográfica dos projetos de extensão, que busca retratar, por meio de imagens, as experiências vividas pelos acadêmicos nos diferentes contextos de atuação. Também integra a programação o fórum de estudantes extensionistas, que contará com a participação de cinco egressos da Universidade, promovendo a troca de experiências e trajetórias.

Além disso, o evento inclui rodas temáticas por territórios, o painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”, com o gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/PR, Rodrigo de Andrade, e o consultor da Política de Extensão da UFN, Adriano Hertzog Vieira, e a mostra de vivências do PET-Saúde Equidade.

O curso de Jornalismo também participa da programação. No dia 29 de abril, das 14h às 18h, os acadêmicos apresentam o projeto “Entre Vozes e Olhares”, desenvolvido na disciplina de Comunicação Comunitária, ministrada pela professora Laura Fabrício. A iniciativa foi realizada junto à Escola Municipal de Ensino Fundamental Aracy Barreto, a partir de ações construídas pelos estudantes ao longo de dois semestres, com foco na aproximação entre universidade e comunidade escolar. Além disso, o curso também apresenta o projeto de extensão “Nave de Histórias”, um podcast inicialmente desenvolvido na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, sob orientação da professora Neli Mombelli.

Ao longo da quarta-feira, 29 de abril, também ocorre a mostra dos projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão, ampliando a visibilidade das ações desenvolvidas na instituição.

A programação completa e mais informações sobre o evento podem ser acessadas no site da UFN.

Programação completa

27 de abril (segunda-feira)
• Abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão
• Exposição fotográfica dos projetos de extensão
• Fórum dos estudantes extensionistas

28 de abril (terça-feira)
• Rodas temáticas por territórios
• Painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”
• Mostra de vivências do PET-Saúde Equidade

29 de abril (quarta-feira)
• Mostra de projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão
• Apresentações de projetos ao longo do dia
• Participação do curso de Jornalismo com o projeto “Entre Vozes e Olhares”, das 14h às 18h

A Universidade Franciscana realizou, entre os dias 13 e 16 de abril, a VI International Week, evento que teve como objetivo fortalecer a internacionalização da instituição por meio da integração entre acadêmicos, professores, técnicos e comunidade externa. Com o tema “Experiências em um mundo interconectado”, a programação contou com diversas atividades voltadas à troca de conhecimentos, vivências acadêmicas e culturais.

A International Week já se consolidou como um importante espaço dentro da universidade para promover o diálogo intercultural e incentivar a mobilidade acadêmica. A iniciativa busca aproximar os estudantes de diferentes realidades globais, além de estimular o interesse por experiências internacionais durante a formação universitária. Ao longo da programação, foram promovidos encontros com convidados e momentos de troca que possibilitaram o contato com diferentes perspectivas acadêmicas e culturais, ampliando a compreensão dos participantes sobre o cenário global.

Ao longo da semana, os cursos promoveram atividades como palestras, rodas de conversa e relatos de experiências internacionais. A proposta foi ampliar o olhar dos acadêmicos sobre as possibilidades de intercâmbio e o contato com diferentes culturas e formas de ensino.

Acadêmicos acompanham o bate-papo em um momento de descontração. Fotos: Thine Feistauer/Labfem

No curso de Jornalismo, a programação contou com um bate-papo com o acadêmico Nelson Bonfill, que compartilhou sua experiência de intercâmbio em Portugal durante o primeiro semestre de 2025. Durante o encontro, Nelson apresentou aspectos culturais, acadêmicos e pessoais vividos no período fora do país.

O estudante relatou que, na instituição em que estudou, o curso não era denominado Jornalismo, mas sim Ciências da Comunicação, abrangendo áreas como jornalismo, publicidade e propaganda e relações públicas, com duração de três anos. Entre as disciplinas cursadas, destacou a cadeira de Retórica como sua favorita, ministrada pelo professor Paulo Serra, autor do livro Manual de Teoria da Comunicação (2007), obra já mencionada em aulas do curso de Jornalismo da UFN.

Nelson comenta sobre a estrutura da Universidade da Beira Interior, onde realizou intercâmbio.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Entre os pontos discutidos, Nelson destacou diferenças na relação entre professores e alunos. Segundo ele, no contexto português, o vínculo tende a ser mais distante em comparação ao ambiente acadêmico da UFN. Também comentou sobre o processo de adaptação à cultura local, incluindo a alimentação, mencionando a dificuldade de ficar longe de costumes como o churrasco gaúcho.

A experiência internacional também trouxe reflexões pessoais. Nelson afirmou que a vivência no exterior contribuiu para valorizar ainda mais o Rio Grande do Sul. Apesar de considerar importante conhecer novas culturas, relatou que não pretende morar novamente fora do país, mas deseja continuar conhecendo outros lugares.

Durante o encontro, também foi reforçado que acadêmicos do curso de Jornalismo da UFN têm a oportunidade de realizar intercâmbios para países como Chile, Portugal, França, Espanha e Colômbia.

Coordenador do curso de Jornalismo, Iuri Lammel, destacou a importância das experiências internacionais na formação acadêmica.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Durante o bate-papo, os acadêmicos aproveitaram o momento para tirar suas dúvidas. Para o acadêmico Nicolas de Rossi a conversa contribuiu para ampliar a compreensão sobre a formação na área: “A conversa com o Nelson foi muito interessante, porque ajudou a entender melhor como funciona a formação em outro país e as diferenças no ensino. Acho que ouvir esse tipo de relato faz a gente refletir mais sobre o nosso próprio curso e também pensar nas possibilidades de intercâmbio, entendendo melhor tanto os desafios quanto as oportunidades dessa experiência.” Ele também destacou a importância de conhecer tanto os pontos positivos quanto os desafios da experiência internacional.

O acadêmico Nicolas de Rossi a International Week possibilita a ampliação dos horizontes para além da universidade.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Já o estudante Isaac Brum Dias ressaltou o impacto motivacional do encontro: “Acredito que o bate-papo tenha sido extremamente proveitoso porque muitos alunos têm interesse em realizar intercâmbios, mas a insegurança sobre a adaptação a um novo local pode ser uma barreira. O relato de experiência é fundamental para motivar o aluno a buscar esse desafio.”

A cada ano o intercâmbio amplia as oportunidades de mobilidade acadêmica para os estudantes. Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Nos dias 7 e 8 de abril, o Hall do prédio 15 da Universidade Franciscana (UFN) recebeu mais uma edição do Garimpo da Moda, evento promovido pelo curso de Design de Moda que, em 2026, celebra 10 anos. A iniciativa reuniu toda a comunidade acadêmica com o objetivo de promover a circulação de roupas e acessórios, incentivando o reaproveitamento de peças e práticas mais conscientes de consumo.

Com a chegada do frio, consumidora busca casaco entre as peças do Garimpo da Moda Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

A professora do curso de moda Carol Colpo, responsável pela organização do evento, participou da primeira edição ainda como monitora da Teciteca, laboratório que atualmente coordena e que está à frente do Garimpo. Para ela, acompanhar essa trajetória torna a edição comemorativa ainda mais significativa. “A primeira edição, há dez anos, foi organizada com muito carinho, ainda quando eu era aluna, junto com a professora Elza. A ideia era criar um momento para fazer a moda circular, para que as alunas pudessem trocar peças e acessórios. Hoje, eu sinto a mesma ansiedade daquela época, então pra mim está sendo muito especial ver o quanto o Garimpo cresceu e se consolidou”, destaca.

O objetivo do Garimpo é incentivar a moda cíclica, segundo a Professora Carol Colpo. Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

A 10º edição apresentou crescimento no número de participantes. Ao todo, foram 12 estandes a mais em relação às edições anteriores, ampliando a diversidade de estilos, peças e perfis de expositores. Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis durante os dias de garimpo, o evento registrou boa circulação de público e resultados positivos nas vendas.

Segundo Carol, o Garimpo também se relaciona com o conceito de economia circular, buscando alternativas para reduzir os impactos ambientais da indústria têxtil.“A gente tenta usar a expressão de moda circular, porque falar em sustentabilidade dentro de uma sociedade extremamente capitalista pode ser até contraditório. Então, trabalhar por meio da economia circular é uma das principais ferramentas para reduzir esses danos, além de promover também um aspecto social, já que aqui as pessoas trocam experiências e vivências”, explica.

Outro destaque do evento é a participação de alunos de diferentes cursos da universidade. A estudante do 2º semestre de Psicologia, Lavinia Trindade, é um exemplo dessa integração e utilizou o espaço para divulgar seu trabalho com a marca Lavi Doceria.

Além da venda de roupas, Lavinia comercializou doces artesanais, principalmente trufas e cookies, que já fazem parte do seu dia a dia dentro da universidade. Segundo a acadêmica, a participação no Garimpo contribuiu para aumentar a visibilidade do seu negócio. “O pessoal vem, olha as roupas, já compra trufa, e aí eu vou mostrando os docinhos. Deu um bom dinheiro nesses dois dias e já tive novos seguidores”.

Acadêmicas analisam peças durante o Garimpo da Moda, realizado no hall do prédio 15 da UFN. Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

O aluno César Augusto, do curso de Design de Moda, participou pela segunda vez e, diferente da maioria dos expositores, aproveitou o Garimpo para divulgar e vender peças da sua própria marca, a Cavi Boy que é inspirada em suas vivências no Amazonas venezuelano. A marca carrega referências culturais e pessoais em suas criações. “É uma experiência muito boa porque o pessoal conhece, começa a seguir as redes sociais, perguntam sobre os produtos. É uma forma de conhecerem a minha marca aqui na cidade”, afirma César.

O acadêmico César Augustomostra criações da marca Cavi Boy no Garimpo da Moda, na UFN. Imagens: Aryane Machado/ LABFEM

Ao completar uma década, o Garimpo da Moda se consolida dentro da Universidade Franciscana, reunindo um número crescente de participantes e ampliando as possibilidades de atuação para além do curso de Design de Moda. Mais do que a venda de peças, o evento se firma como um espaço de experiências, visibilidade e troca entre estudantes e comunidade, acompanhando as transformações no modo de consumir moda e reforçando a importância da circulação de roupas como alternativa dentro de um cenário marcado pelo consumo acelerado.

Imagens: Thine Feistauer e Aryane Machado/ LABFEM

Imagem: Laura Gomes/ASSECOM

O Conselho Universitário (Consun) da Universidade Franciscana (UFN) realizou na terça-feira (31), uma sessão ordinária em que foram aprovadas as datas do vestibular de Inverno 2026. A prova será aplicada no dia 22 de junho, com inscrições abertas entre 13 de abril e 5 de junho.

Para Medicina, a seleção inclui 50 questões objetivas e redação. Nos demais cursos, os candidatos farão apenas prova de redação. O resultado será divulgado em 29 de junho.

No encontro, também foram aprovados novos cursos de pós-graduação: Especialização em Direito das Famílias e Sucessões e MBA em Gestão de Escolas Católicas.

Mais informações no site da instituição.

Na última segunda-feira (30), um grupo de alunos e professores do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana realizou uma visita institucional à reitora Iraní Rupolo para a entrega da revista Plural, produzida pelos acadêmicos nas disciplinas de Narrativa Jornalística, Jornalismo Especializado e Jornalismo de Dados, ao longo do último ano.

A visita teve como objetivo apresentar oficialmente o trabalho desenvolvido. Durante o encontro, a reitora recebeu exemplares da revista e conversou com os estudantes sobre o processo de produção, as pautas abordadas e a importância de iniciativas práticas na formação acadêmica.

A revista Plural reúne produções jornalísticas desenvolvidas em disciplinas ministradas pela professora Glaíse Palma e pelo professor Iuri Lammel, que também orientou o processo de desenho visual com diagramação realizada pelos alunos. A publicação contou ainda com a produção fotográfica desenvolvida no Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM), sob orientação da professora Laura Fabrício.

A visita proporcionou um momento de troca entre a gestão da universidade e os estudantes e professores, reforçando o papel do jornalismo no ambiente acadêmico e destacando a relevância de projetos que aproximam teoria e prática.

O professor e coordenador do curso de Jornalismo, Iuri Lammel, que acompanhou o grupo e atua como editor executivo desta edição, ressalta que “a Plural é um produto bastante integrado, que articula disciplinas, laboratórios, semestres, professores, alunos e técnicos. A visita foi um gesto simbólico que marcou o retorno da revista e também demonstrou que o curso de Jornalismo segue firme, com a participação ativa dos estudantes”.

Para Nelson Boffil, acadêmico do 7° semestre, “acompanhar a produção das matérias e conversar com colegas sobre os temas abordados foi muito satisfatório. Ver o resultado desse esforço, sobretudo com a valorização dos trabalhos, é gratificante”.

Lançada em 2005, a revista Plural soma 30 edições ao longo de 20 anos de trajetória. Nesse período, a publicação passou por um hiato de cinco anos, em decorrência da pandemia de Covid-19. A edição mais recente também está disponível em formato online, por meio do link.

Imagens: Thine Feistauer/ LABFEM

Mariele Flôres é a entrevistada do episódio que vai ao ar no dia 31 de março. Imagem: Enzo Martins.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h, na UFN TV, canal 15 da Net e  no YouTube do LabSeis. A convidada da vez é Marielle Flôres, representante da Pastoral da UFN. Ela ingressou na faculdade em 2004 e, ao longo da sua carreira, se especializou em assessoria de comunicação. 

            Durante o programa, Marielle fala sobre sua trajetória profissional, os desafios e aprendizados da maternidade e sua forte atuação nas áreas de relações institucionais e gerenciamento de crise. O episódio faz parte de uma nova temporada gravada por alunos da disciplina de Jornalismo Audiovisual do 5º semestre do curso de Jornalismo. A condução da entrevista é feita por Náthaly Penna, com produção de Andressa Rodrigues.

Em 2025, foram 16 programas que trouxeram nomes como Lizie Antonello, Mauricio Rebellato, Ticiana Fontana e Claudemir Pereira. Você pode ver esses e outros episódios do De Papo Com no YouTube do LabSeis e acompanhar cortes das entrevistas no  Instagram do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições. 

De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, produzido na cadeira de Jornalismo Audiovisual sob a supervisão e direção geral da professora Neli Mombelli, apresentado pelos alunos Náthaly Penna, Luiza Fantinel, Gabriel Deõn, Felipe Perosa e Emilly Pillar, com produção de  Rian Lacerda, Andressa Rodrigues, Laura Pedroso, Enzo Martins e Miguel Cardoso,  acadêmicos do 5º semestre; Alexsandro Pedrollo na direção de fotografia e Marcio Santos na operação de câmera; Jonathan de Souza no switcher e finalização; e Emanuelle Rosa na identidade visual.

Acadêmicos e professores participam de bate-papo com Juliano Castro, jornalista da RBS TV. Imagem: Maria Valenthine Feistauer/LABFEM

Na terça-feira, dia 17 de março, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em parceria com o Diretório Acadêmico do curso (DAJOR), realizou um bate-papo com o jornalista alegretense Juliano Castro, que trabalha na RBS TV em Porto Alegre.

O jornalista compartilhou as práticas da rotina profissional, que incluem o trabalho de produção e apuração dentro da redação jornalística, bem como o funcionamento dos bastidores e das entradas ao vivo no telejornal. Juliano também falou sobre as competências que o repórter precisa ter para atender às exigências do mercado de trabalho contemporâneo, especialmente em relação às novas tecnologias, seus desafios e vantagens no dia a dia, além de tendências e possibilidades de atuação na área.

O momento teve o propósito de aproximar os acadêmicos do contexto profissional do jornalismo, oportunizando o diálogo com quem já tem experiência e atua no ramo jornalístico em uma empresa de comunicação de grande notoriedade no estado do Rio Grande do Sul.

O professor Iuri Lammel, coordenador dos cursos de Jornalismo e Comunicação Digital da UFN, destacou que a iniciativa do DAJOR em organizar palestras com profissioanis da área é muito positiva, pois demonstra autonomia e protagonismo dos estudantes na construção de atividades e eventos. “Nós, como responsáveis pelo curso de Jornalismo, tentamos apoiar e dar o máximo de autonomia para os alunos, porque é uma forma também de desenvolver a habilidade, de correr atrás e de fazer as coisas acontecerem. Eu acho que essas palestras são muito importantes para os alunos, porque o nosso curso, embora seja de ótima qualidade, tenha formado grandes profissionais e tenha bons professores, por outro lado é um curso relativamente pequeno e longe do grande centro do estado, que é Porto Alegre. Então a gente precisa dessas palestras para atender a demanda dos nossos alunos, para eles entenderem como funcionam as grandes empresas, como os grandes profissionais trabalham e atuam. Essas palestras são uma forma de complementar a formação acadêmica e o aprendizado das aulas” afirma o professor Iuri.

“Nosso objetivo é se fazer útil dentro do curso e promover as palestras são uma forma de demonstrar isso. A ideia da palestra surgiu justamente pelo palestrante apresentar a previsão do tempo, uma área diferente do que normalmente falamos no dia a dia, e também por ser um trabalho muito versátil, já que conta com público e seus lugares, além de ser de uma utilidade pra todos os gaúchos. Trazer alguém da RBS sempre fica nos nossos planos, pela empresa ser uma referência na comunicação”, explica Andressa Rodrigues, acadêmica do 5° semestre e presidente do DAJOR.

Esse foi o sexto encontro com profissionais organizado pelo Diretório. Além dos bate-papos com profissionais, o DAJOR já desenvolveu outras iniciativas, dentre elas, o auxílio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM), acolhimentos aos calouros, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os estudantes do curso.

Imagens: Maria Valenthine Feistauer/LABFEM

Professor Iuri Lammel, coordenador do curso de jornalismo, apresenta o curso e a programação para os semestres de 2026. Imagem: Enzo Martins/LABFEM

Na última quinta-feira, dia 26 de fevereiro, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O evento foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e professores do curso.

Na ocasião, o professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, apresentou aos estudantes ingressantes algumas produções e trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos em diferentes áreas do jornalismo ao longo do tempo, bem como iniciativas e atividades já promovidas pelo curso. Os calouros também tiveram a oportunidade de interagir com os alunos veteranos e conhecer os professores e técnicos. Na sequência, ocorreu a famosa pintura de rostos, momento muito aguardado pelos calouros que simboliza a entrada no meio acadêmico, além de um lanche coletivo.

A noite ainda reservou mais atrativos. Os estudantes recém chegados foram conduzidos até os laboratórios do curso, que incluem Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia e Memória (LABFEM), Mídias Sonora (Rádio Web UFN) e Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias), onde puderam observar o aparato técnico utilizado para atividades e suas características.

Andressa Rodrigues, acadêmica do 5°semestre de jornalismo e presidente do DAJOR, destaca que momentos como esse são de suma importância, pois permitem que os calouros dialoguem com quem já está no curso e, ao mesmo tempo, tirem as dúvidas sobre assuntos diversos tanto com o Diretório quanto com os professores. “O jornalismo é muito vasto, então é importante conhecermos as áreas para saber qual rumo teremos como profissionais. O DAJOR foca muito em palestras e momentos de integração, que são essenciais para nos conhecermos, estudarmos e vivermos em harmonia”, afirma Andressa.

Esse foi o terceiro acolhimento aos calouros organizado pelo Diretório. Além das recepções aos novos alunos, o DAJOR já protagonizou outras iniciativas, dentre elas, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os estudantes do curso.

Imagens: Enzo Martins/LABFEM

Na última sexta-feira, 5 de dezembro, ocorreu a Jornada Científica do curso de Jornalismo da UFN. O evento contou com a banca de defesa do TCC II da aluna Vitória Oliveira, cujo tema foi “O papel do jornalismo de moda como agente social, político e cultural nas capas comemorativas dos 50 anos da Vogue Brasil”. Vitória discutiu como a revista atua como um disseminador de narrativas que influenciam debates contemporâneos sobre identidade, diversidade e poder. O trabalho, orientado pela professora Laura Fabrício e avaliado pelas professoras Glaíse Bohrer Palma e Caroline Colpo, foi aprovado.

Aprovação do TCC de Vitória Oliveira marcou a noite. Imagem: Enzo Martins/LABFEM

Vitória comentou que ficou nervosa ao apresentar o TCC. “Bate um nervosismo, uma incerteza sobre se o trabalho que tu levou um ano para fazer está realmente à altura de representar toda a sua trajetória nesses quatro anos. Mas ver teus amigos ali te apoiando e sentir confiança de que o que tu fez, foi o melhor que poderia ter feito, traz uma paz enorme. Principalmente ao ouvir as considerações da banca e ser aprovada em um curso pelo qual sou apaixonada”.

Além disso, houve a banca de qualificação do TCC I dos alunos Nelson Boffil e Maria Eduarda Rossato. Nelson apresentou “Revisitando Laswell: a reintrodução da teoria da Bala Mágica na Sociedade em Rede”, pesquisa orientada pela professora Laura Fabrício e avaliada pelo professor Iuri Lammel. O trabalho de Maria, com o tema “Acessibilidade comunicacional dos surdos: a presença da janela de libras na televisão brasileira”, teve orientação da professora Glaíse Palma e avaliação da professora Neli Mombelli.

Tema do Trabalho de Conclusão de Curso de Maria Eduarda evidencia a importância da inclusão no meio audiovisual. Imagem: Enzo Martins/LABFEM

Após as apresentações dos TCCs 1 e 2, os alunos Miguel Cardoso e Vitória Oliveira apresentaram seus estágios. Miguel estagiou na empresa On The Vox, uma rádio online de Santa Maria. Vitória realizou seu estágio na Tempórea, uma empresa de comunicação e marketing. Os acadêmicos compartilharam suas experiências, as competências que aplicaram no dia a dia e os aprendizados que levaram do estágio.

Para encerrar a Jornada, ocorreu a banca do projeto de extensão em Comunicação Comunitária. Os alunos participantes (Aryane Machado, Gabriel Deon, Isaac Brum, Laura Pedroso, Luiza Fantinel, Luiza Maicá, Nicolas Morales e Thomás Ortiz) contaram sobre o projeto Entre Vozes e Olhares, desenvolvido na Escola Municipal de Ensino Fundamental Aracy Barreto Sacchis. Eles criaram uma revista fotográfica sobre a rotina dos estudantes e a comunidade escolar, valorizando o aluno como protagonista em suas atividades. O projeto teve orientação da professora Laura Fabrício e foi avaliado pelas professoras Neli Mombelli e Camila Klein.

Projeto de extensão “Entre Vozes e Olhares” proporcionou um momento de troca entre os estudantes e a comunidade. Imagem: Enzo Martins/LABFEM