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UFN

Disciplina de Cinema do curso de Jornalismo promove sessões de filmes na UFN

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

Se tem Feira do Livro, tem Nave de Histórias na Praça. E, neste ano, trazemos novidades: a estreia de autores mirins. Sete das 13 histórias inéditas desta edição foram criadas por alunos dos quartos e quintos anos da Escola de Ensino Fundamental Castro Alves. Os podcasts de contação de histórias foram produzidos a partir do projeto de extensão Nave de Histórias da Universidade Franciscana que envolve os cursos de Jornalismo, Pedagogia, Design e Letras – Português e Inglês. O formato traz a contação de histórias infantis por meio do áudio, explorando a paisagem sonora das narrativas que vão de pequenas histórias à livros completos.

Estudantes do 4º ano gravaram um dos roteiros selecionados. Foto: Vinicius Gomes/Labfem

As demais histórias foram produzidas a partir de livros infanto-juvenis dos autores santa-marienses Nelci Procópio, Lucas Visentini, Jacira Pedroso, Mario Luiz Trevisan e Sibele Righi Scaramussa na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, do curso de Jornalismo, onde surgiu o projeto em 2024.

O lançamento das histórias será na segunda-feira, 10 de agosto, às 15h, no espaço dedicado aos autores na feira. A Nave estará pousada próxima ao palco da praça para que os viajantes adentrem nela e comandem o painel de controles dando play no episódio que queiram ouvir. As visitas serão das 14h às 18h15 de segunda a sexta-feira, e também nos domingo. Nos sábados o atendimento é das 10h às 18h15, até o dia 21/08, penúltimo dia de feira.

Painel da Nave de Histórias permite aos ouvintes escolherem a história. Foto: Divulgação

Veja as histórias desta edição e seus autores:

EMEF Castro Alves

A cachorrinha feliz, de Lara Carvalho Bonacho

A girafa baixa, de Isabella de Morais

A ovelha preguiçosa, de Davi Fontoura Avozani

A vaquinha medrosa, de Pyetro Ribeiro de Lima

O Palhaço peixe  , de Ryan Jesus Barros Pereira

O tatu e o cachorro, de Verônica Müller de Moura Rosa

Os animais amigos, de Lohan Militz Jaques

Curso de Jornalismo

Cadê o Patinho, de Jacira Pedroso – produzido por Cristhian Braga

Descobertas de Basílio, de Nelci Procópio – produzido por Maria Valenthine Feistauer

Neto e a Boca do Monte, de Lucas Visentini – Produzido por Yasmin Zavareze

O fantasma de ferro, de Mario Luiz Trevisan – produzido por Emilly Pilar

Televinos, de Sibele Righi Scaramussa – Produzido por João Henrique Machado

Um Dragão no Quintal, de Nelci Procópio – Produzido por Isadora Rodrigues

 E para quem não puder embarcar na Nave de Histórias durante a Feira do Livro, pode acessar  os episódios no Spotify, buscando pelo perfil Nave de Histórias. As histórias também estão sendo disponibilizadas no canal da Nave de Histórias no YouTube e no perfil do Instagram.

Sobre a Nave de Histórias

Nave de Histórias é um projeto de extensão multidisciplinar coordenado pela professora Neli Mombelli, do curso de Jornalismo. As histórias, produzidas no curso a partir de obras de autores santa-marienses, são o estopim para a extensão. Os cursos de Pedagogia, através da professora Dulcineia de Toni, e de Letras- Português e Inglês, a partir da professora Talita Valcanover Duarte, e de alunos de diferentes disciplinas, levam as histórias para escolas para audição e promovem atividades que envolvem produção bilíngue e criação de novas histórias. 

No curso de Jornalismo, os acadêmicos, com suporte das professoras Glaíse Palma e Neli Mombelli e da bolsista Luiza Fantinel, vão até a escola para dar oficinas de roteiro e, após, levam os estudantes da escola até a Universidade Franciscana para a gravação das histórias. No primeiro semestre de 2026, foram criadas 62 narrativas, sendo 7 selecionadas para a produção do podcast, o que envolveu 35 alunos na gravação, que atuaram como personagens e narradores.

Por fim, o curso de Design, sob orientação dos professores Roberto Gerhardt e Ciria Moro, e da bolsista Julia Kieling, acompanhada de colegas do curso e também da Arquitetura e Urbanismo, são responsáveis pela estrutura da Nave que recebe o público na feira e pelo material gráfico do projeto. São mais de 30 acadêmicos envolvidos no projeto, que também conta com o suporte técnico do professor Iuri Lammel, e dos técnicos-administrativos Clenilson Oliveira, Erick Corrêa e Jonathan de Souza, do curso de Jornalismo, e de Sandro Robert Rodrigues Vargas, no suporte de marcenaria, vinculado ao Design.

Texto de Neli Mombelli

Chapa Julieta Amaral estará à frente do DAJOR pelos próximos dois semestres.
Imagem: Isaac Brum Dias/Acadêmico de Jornalismo

Na última quarta-feira, dia 5 de agosto, o Diretório Acadêmico do curso de jornalismo (DAJOR) da Universidade Franciscana (UFN) elegeu a nova diretoria para os dois próximos semestres do curso. A escolha da nova chapa foi realizada por meio de votação no Comlab. A opção pelo grupo foi unanimidade entre os alunos que participaram da eleição, conquistando 20 votos.

A diretoria que assume o DAJOR é formada pelas acadêmicas Nathaly Penna (presidente), Isadora Rodrigues (vice-presidente), Maria Valenthine Feistauer (diretora de eventos e financeira) e Maria Eduarda Castro (diretora de comunicação) e pelos acadêmicos Nicolas Pacheco (vice-diretor de eventos e financeiro), Nicolas Krawczyk (vice-diretor de comunicação) e Enzo Martins (secretário estudantil). A chapa recebe o nome de Julieta Amaral, a fim de homenagear a primeira jornalista negra a apresentar um telejornal no Rio Grande do Sul. Julieta faleceu em outubro de 2024, em decorrência de um câncer severo no pâncreas.

A acadêmica do 6º semestre do curso de Jornalismo e presidente do DAJOR, Nathaly Penna, destacou que assumir a presidência do Diretório Acadêmico representa um desafio e uma grande responsabilidade diante das demandas da função. “Aceitei a função com o compromisso de dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido e de representar o curso da melhor forma possível. Nossa gestão pretende fortalecer ainda mais a integração entre os estudantes e o curso, promovendo atividades que contribuam para a vida acadêmica dos alunos”, afirma Nathaly.

De acordo com a acadêmica, a gestão manterá um diálogo próximo com os estudantes, ouvindo suas demandas e atuando como ponte entre os alunos e os professores. Ela ainda enfatizou que as iniciativas terão como objetivo contribuir para o fortalecimento do curso de Jornalismo.

Essa é a terceira chapa eleita pelo Diretório desde sua fundação. Criado em 2024, o DAJOR tem o intuito de fomentar espaços de integração e convívio interpessoal, bem como potencializar a identidade do curso e oportunizar experiências que possam agregar à trajetória acadêmica dos estudantes. O Diretório Acadêmico já promoveu múltiplas iniciativas, dentre elas, quatro acolhimentos aos calouros, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Para este semestre, o Diretório está atuando junto aos professores para proporcionar aos estudantes do curso uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita aos estúdios do Grupo RBS da capital, estimulando a imersão em um universo de maior alcance no campo da comunicação.

Acadêmicas de jornalismo Isadora, Hananda, Melissa e Luiza ingressaram no curso neste 2°semestre de 2026 .
Imagem: Luiza Silveira/Labfem

Na última terça-feira, dia 28 de julho, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O encontro foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e docentes do curso.

Na oportunidade, o professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, apresentou o curso e as datas importantes referentes ao 2º semestre de 2026 aos estudantes. Em especial, a apresentação foi direcionada às alunas Melissa Saraiva, Hananda Ziegler, Luiza Miranda e Isadora Teixeira, que ingressaram no curso neste semestre.

As calouras também tiveram a oportunidade de interagir com os alunos veteranos e conhecer os professores e técnicos. Na sequência, ocorreu a tradicional pintura de rostos, momento muito aguardado pelos calouros que simboliza a entrada no meio acadêmico, além de um lanche coletivo.

A noite ainda reservou mais atrativos. As estudantes recém chegadas puderam conhecer os laboratórios do curso, que incluem Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia e Memória (LABFEM), Mídia Sonora (Rádio Web UFN) e Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias), onde puderam observar o aparato técnico utilizado para atividades e suas características.

A acadêmica do 6°semestre de jornalismo e vice-diretora de comunicação do DAJOR, Nathaly Penna, destacou que a recepção aos calouros tem o intuito de tornar o ingresso na universidade mais acolhedor, fortalecer a integração entre os estudantes e favorecer a adaptação dos novos alunos à rotina acadêmica. “Acreditamos que entrar na universidade é um momento de muitas dúvidas e expectativas. Por isso, o acolhimento mostra aos calouros que não estão sozinhos, aproxima-os do curso e os faz sentir parte da comunidade acadêmica desde o primeiro dia. O Diretório representa os alunos, fortalece o diálogo com os professores e promove atividades que complementam a formação acadêmica”, afirma Nathaly

A acadêmica do 1° semestre do curso de Jornalismo, Isadora Teixeira, comentou que a recepção foi ótima e que todos os colegas e professores foram muito receptivos e gentis. Ela ressaltou que a área pela qual tem maior expectativa é a Fotografia. “Desde pequena o jornalismo me chamava a atenção, queria trabalhar como a Glória Maria mostrando o que tem de interessante ao redor do mundo mesmo não sendo meu primeiro plano durante anos. Todos me diziam que era o curso perfeito pra mim e com a oportunidade do Vestibular de Inverno da UFN, parecia que o curso estava me chamando”, acrescenta Isadora.

Esse foi o quarto acolhimento aos calouros organizado pelo Diretório. Além das recepções aos novos alunos, o DAJOR já protagonizou outras iniciativas, dentre elas, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, uma visita aos estúdios do Grupo RBS em Santa Maria, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e duas Festas Juninas a fim de reunir os estudantes do curso.

Para este semestre, o Diretório está atuando junto aos professores no intuito de proporcionar aos estudantes do curso uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita aos estúdios do Grupo RBS da capital, estimulando a imersão em um universo de maior alcance no campo da comunicação.

Imagens: Luiza Silveira/Labfem

Acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) participaram de uma visita técnica à sede da RBS Santa Maria, promovida pelo Diretório Acadêmico de Jornalismo (DAJOR). A atividade proporcionou uma imersão na rotina de uma redação e os aproximou dos bastidores da comunicação.

A turma pode acompanhar de perto a edição ao vivo do Jornal do Almoço, conhecer toda a dinâmica do switcher e observar a correria típica de um programa ao vivo, em que cada segundo importa e tudo precisa funcionar em sintonia para que a transmissão aconteça sem erros. Depois, os acadêmicos visitaram os estúdios das rádios Gaúcha e Atlântida, recentemente reformados, além da redação integrada da emissora. Durante a visita, ogrupo conversou com jornalistas, produtores, comunicadores e técnicos sobre os desafios da profissão, o mercado de trabalho e as experiências vividas no dia a dia da redação.

Entre os profissionais que receberam a turma estava o jornalista e radialista Lucas Amorim. Durante o bate-papo, relembrou que sua trajetória na RBS começou ainda na graduação. “Durante o curso de Jornalismo da UFN, comecei a fazer um freela aqui na RBS. Hoje estou completando quase 15 anos de trabalho. Essas visitas técnicas a veículos de imprensa têm muito a acrescentar na formação de vocês. Curtam e aproveitem ao máximo esses momentos.”

Para Andressa Rodrigues, do 5º semestre, conhecer a rotina da emissora de Santa Maria tornou a experiência ainda mais especial. “Já tínhamos conhecido outros estúdios, mas estar na RBS da nossa cidade nos permitiu entender o trabalho da redação com muito mais proximidade. Todos foram muito atenciosos e receptivos, e saímos da visita ainda mais encantados com o jornalismo.”

Nicolas Krawczyk, do 7º semestre, contou que voltar à emissora em um momento diferente da graduação mudou sua forma de enxergar a profissão.”Viemos aqui no segundo semestre da faculdade. Voltar agora, como formando, faz com que meu olhar e minha percepção sejam totalmente diferentes. Hoje consigo entender muito melhor o funcionamento dos bastidores, por meio da produção, das histórias e das curiosidades compartilhadas pelos profissionais.”

Outro momento destacado por Nicolas foi encontrar a colega Yasmin Zavarev, que atualmente estagia na RBS Santa Maria. Segundo ele, ver uma colega de curso atuando na emissora torna a experiência ainda mais inspiradora e mostra que o mercado de trabalho está mais próximo do que parece

A visita à RBS Santa Maria marcou o encerramento das ações da atual gestão do DAJOR. No próximo semestre, os estudantes terão uma nova oportunidade de vivenciar os bastidores da comunicação durante uma viagem técnica a Porto Alegre. Entre as atividades previstas está a visita à RBS TV da capital, ampliando o contato com diferentes realidades e rotinas do jornalismo gaúcho.

Imagens: Thine Feistauer/Labfem

Alunos da EMEF Castro Alves dão voz a personagens e vivenciam a experiência da contação de histórias na Rádio Web UFN.

Na terça e quarta-feira, 23 e 24 de junho, o projeto de extensão Nave de Histórias, da Universidade Franciscana (UFN), promoveu a gravação de narrativas criadas por estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Castro Alves. O conteúdo produzido fará parte das atividades desenvolvidas pelo projeto durante a Feira do Livro de Santa Maria.

A Nave de Histórias é uma iniciativa que reúne os cursos de Jornalismo, Desing, Letras e Pedagogia da Universidade Franciscana (UFN). Criado em 2024, o projeto tem como proposta produzir narrativas infantis em áudio, estimulando a imaginação dos ouvintes por meio de experiências e sensações sonoras. Em edições anteriores, foram desenvolvidos podcasts inspirados em obras de literatura infantojuvenil de autores santa-marienses.

Nesta edição, as crianças da escola tiveram a oportunidade de criar histórias, dar voz aos personagens dos contos fictícios e vivenciar a experiência de gravação no laboratório da Rádio Web UFN.

Crianças em dia de gravação, com professoras e monitora.

A professora Neli Mombelli, coordenadora do projeto, destaca que a experiência de gravar as próprias histórias permite aos estudantes dar vida à imaginação e ampliar horizontes. “É muito instigante para eles, porque quem criou a história agora pode dar vida a ela, junto com os colegas que ajudam a interpretar os personagens. Além disso, eles conhecem como funciona todo um processo de produção, o que também é um letramento midiático. A imaginação é o pontapé para qualquer coisa na nossa vida. Para sonhar, a gente precisa imaginar”, destaca ela.

Para a coordenadora pedagógica da escola, Naldivana Bavaresco, a parceria entre escola e universidade é fundamental para ampliar as oportunidades de aprendizagem. Ela ressalta que os projetos de extensão fortalecem essa troca e proporcionam experiências marcantes para os estudantes. “Eles ficaram extremamente motivados. Foi uma experiência que com certeza nunca vão esquecer”.

A monitora do projeto, Luiza Fantinel, destacou o envolvimento e a dedicação das crianças ao longo das atividades. Segundo ela, o entusiasmo dos estudantes foi essencial para o desenvolvimento do trabalho e ficou evidente na evolução durante as oficinas realizadas na escola e a gravação no estúdio. “Eles se disponibilizaram a aprender e treinaram bastante. Foi muito bonito perceber o desenvolvimento deles, desde as oficinas na escola até a gravação no estúdio”, relata Luiza.

O projeto Nave de Histórias segue ampliando seu alcance e estará presente na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, de 7 a 22 de agosto de 2026. Os áudios das histórias também poderão ser ouvidos em breve na plataforma Spotify.

Fotos: Nelson Bofill/Labfem e Vinícius Gomes/Labfem

Estudantes realizam o Vestibular de Inverno 2026 da UFN. Foto: Thine Feistauer/Labfem

O Vestibular de Inverno 2026 da Universidade Franciscana (UFN) foi realizado no dia 22 de Junho, segunda-feira. Cerca de 800 candidatos participaram desta edição do processo seletivo para disputar vagas na instituição. As provas dos 30 cursos foram realizadas no Conjunto III.

Os canditados começaram a chegar ao local das provas por volta do meio-dia, acompanhados por pais, familiares, amigos e professores de cursinhos pré-vestibulares. Além de estudantes residentes de Santa Maria, o Vestibular reuniu participantes de diversas cidades do Rio Grande do Sul. Nesta edição, os cursos com maior procura foram Medicina, Direito, Psicologia, Fisioterapia, Odontologia e Biomedicina.

Entre os candidatos que chegaram cedo para a prova estava Eduardo Taffarel, de São Luiz Gonzaga, que concorre a uma vaga no curso de Medicina. Morando em Santa Maria há três anos para se dedicar exclusivamente aos estudos, ele demonstrou confiança antes do início da avaliação. “O preparo do curso pré-vestibular foi muito eficiente e me deu tranquilidade para resolver as questões. Estou confiante e tranquilo, e acho que eu e os demais alunos vamos fazer uma boa prova hoje”, afirmou.

Canditados aguardam abertura das salas de aula. Foto: Thine Feistauer/Labfem

As provas para todos os cursos tiveram início às 13h30. A prova para Medicina contou com 50 questões de múltipla escolha, além de uma redação em que os candidatos deveriam responder aos questionamentos: “Quais são os principais desafios para a efetivação do direito à moradia no Brasil? E quais medidas podem ser adotadas para garantir condições dignas de habitação à população?”.

Para os candidatos dos outros cursos, foi proposta uma redação sobre o tema “Qual é o papel da sociedade, do Estado e dos indivíduos na promoção do respeito e da proteção animal? E de que forma pode ser solucionada a questão das redes digitais de crueldade contra animais no Brasil?”.

Durante a realização das provas do Vestibular de Inverno 2026, a Universidade promoveu a tradicional coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores, proporcionando um espaço para esclarecimentos sobre o processo seletivo e apresentação das perspectivas para o próximo semestre acadêmico.

No encontro, foi destacada a importância do vestibular como porta de entrada para novos estudantes e o compromisso institucional com a qualidade do ensino. A Reitora ressaltou os princípios que orientam a Universidade e seu papel na formação de futuros profissionais comprometidos: “Queremos que todos os bons estudantes, em qualquer curso, possam estar aqui na Universidade Franciscana, que é uma Universidade que prima por valores, por bom ensino, qualidade de trabalho e boa formação em todas as profissões.”, afirmou.

Coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores. Foto: Vinicius Gomes/LabFem

Após o fim das provas, a candidata Beatriz Morales comentou sobre o tema da redação. Segundo ela, o assunto dialogava com acontecimentos recentes. “O tema foi sobre os maus-tratos aos animais e os impactos das redes sociais nesses casos. Achei interessante por ser algo recente, mas a segunda pergunta foi um pouco confusa, principalmente na parte que discutia se as redes sociais ajudam ou atrapalham”, avaliou a candidata.

Gabarito

O gabarito definitivo será divulgado no dia 24 de Junho e o resultado dos classificados em todos os cursos será disponibilizado para consulta presencial em 29 de junho às 15h no hall do prédio 15, do Conjunto III e 16h publicada no site da UFN. Neste mesmo dia, também poderá ser consultado o desempenho individual.

Matrícula

Os candidatos aprovados no curso de Medicina devem realizar a matrícula presencialmente nos dias 30 de junho e 1º de julho, das 8h às 17h30, na Central de Atendimento da Universidade Franciscana, localizada na Rua dos Andradas, 1614.

Para os aprovados nos demais cursos, a matrícula poderá ser feita de forma digital, por meio do portal do aluno (Minha UFN), entre os dias 30 de junho e 3 de julho, das 8h às 17h30, ou presencialmente na Central de Atendimento da universidade, no mesmo período, das 8h30 às 19h. Excepcionalmente no dia 3 de julho, o atendimento presencial será realizado das 8h30 às 13h.

Já os candidatos suplentes poderão ser convocados para a chamada oral, marcada para o dia 6 de julho, às 14h, no Salão de Atos do Conjunto I da Universidade, na Rua dos Andradas, 1614.

Fotos: Thine Feistauer/Labfem e Nelson Bofill/Labfem.

Imagem: divulgação.

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais, com supervisão da professora Neli Mombelli. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

As sessões ocorrem na sala 108 do prédio 16 e são organizadas pelos alunos da disciplina, que também apresentarão os filmes ao público. Depois de cada exibição, haverá um breve bate-papo para compartilhar reflexões e discutir os temas abordados pelas obras, que tratam de questões como identidade, memória, infância, diversidade, cultura e transformações sociais.

A iniciativa também marca as comemorações do Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 19 de junho. A participação é aberta à comunidade acadêmica, com emissão de duas horas de ACC para cada sessão assistida.

Confira a programação:

17/06 – Quarta-feira – Das 17h30 às 18h15

Os tiranos, de Marcos Marguilês  

Brasil, 1951, 7’, animação.

As misérias perpetradas por três tiranos que chegam à cidade de Beauvais, no tempo das lutas religiosas na França e o consequente medo dos habitantes da vila, contados através do quadro do pintor francês Antoine Caron (1520-1598). Primeiro filme produzido pelo MASP, um documentário em table-top realizado por professores e alunos do Seminário de Cinema, um dos primeiros cursos de cinema do país. 


Esporas, de Marcos Oliveira.

Brasil, 2021, 9’, videodança

É um trabalho de videodança que aborda a manutenção das masculinidades no contexto da cultura tradicional gaúcha.
Das 20h às 20h30.

Um vestido para ver a mamãe, de Karen Suzane

Brasil, 2020, 13’, ficção
Narra a jornada de Márcia que, aos nove anos, enfrenta a ausência de sua mãe durante uma infecção viral que atinge sua família em 1972. O filme, um drama com toques surrealistas, explora a força e a fé de sua mãe, além da resistência feminina. Márcia lida com as responsabilidades domésticas e o cuidado dos irmãos. A história aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista. 

24/06 Quarta-feira – Das 17h30 às 18h

Eu queria ser um monstro, de Marcelo Fabri Marão.

Brasil, 2009, 8’, animação

A transformação do ponto de vista de um garoto, que sonha em ser um monstro para enfrentar uma rotina diária.


A diferença entre mongóis e mongoloides, Jonatas Rupert (2021)

Brasil, 2021, 4’, animação
Alguns humanos nascem com um conjunto de características variáveis, que eles chamam de síndrome de Down. Um disco voador, dinossauros e cegonhas nos ajudam a tentar entender o que é e qual a diferença entre tê-lo ou não.


26/06 Sexta-feira – Das 17h30  às 18h15

Nova Santa Marta: cidade de lona, de Paulo Tavares

Brasil, 2021, 34’, documentário

Bruno Martins, 30 anos, a partir de um achado na estante de casa, procura organizar e conhecer as histórias e as memórias do Bairro Nova Santa Marta, a maior ocupação urbana organizada da América Latina.

Acadêmicos de Jornalismo recebem egressa do curso, Manuela Fantinel.
Foto: Thine Feistauer/Labfem

No começo deste mês de junho, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) recebeu a visita de Manuela Fantinel, egressa do curso e profissional do grupo Globo. Manuela compartilhou com os acadêmicos momentos importantes de sua trajetória. A jornalista apresentou detalhes de sua carreira e histórias do seu percurso, com a frase de destaque “A carreira que eu não planejei, mas me trouxe até aqui”.

Ela conta que desde sempre teve em mente o desejo de experimentar todas as oportunidades disponíveis para descobrir o que gostaria ou não de seguir. Seu caminho foi marcado por pesquisas, projetos de poesia pela cidade de Santa Maria, freelances na rádio, participação na TV OVO, onde garantiu muito conhecimento na área de jornalismo audiovisual. Durante o caminho, se dedicou ao lançamento de um livro e trabalhou em agência de publicidade.

Com uma bagagem de experiencias, após terminar a faculdade, Manuela iniciou seus trabalhos em Goiânia, onde ficou por um ano. Iniciou como redatora em uma agência de conteúdo, produzindo textos sobre campanhas políticas, em seguida auxiliou em uma campanha da OAB em Goiás onde era social mídia e também redatora. A jornalista também fez participação na Jovem Pan, em um programa de rádio.

Retornando para o Rio Grande do Sul, agora com a uma nova oportunidade a sua frente, trabalhou na BTN – Brazilian Traffic Network como repórter aérea, fazendo boletim de trânsito na grande Porto Alegre.

Durante a pandemia, a jornalista tirou a DRT de radialista, atuando como Coordenadora e Comunicadora na Atlântida Norte Gaúcho. Procurando explorar as áreas do jornalismo, sempre se mostrou disposta a se expor a novos desafios que contribuiriam na sua carreira.

Foi quando a oportunidade de trabalhar na Globo surgiu. Ela mandou um currículo para trabalhar em vaga temporária no Big Brother Brasil, onde foi contratada por 6 meses. Com bom desempenho e dedicação, Manuela foi contratada oficialmente pela emissora. Hoje atua como Analista de Produtos Publicitários Sênior na área de Entretenimento da Globo, como Criação Publicitária de programas de Realities e Variedades. Nessa posição já atendeu clientes como Mercado Livre, Betano, Nestlé, Amstel, Mc Donald´s entre outros.

O futuro profissional pode dar um frio na barriga, mas caminhar com firmeza e nunca perder a própria essência são pontos essenciais para a trajetória. Manuela Fantinel, que já passou por isso, resumiu essa ideia ao final de sua palestra: “Você pode não saber para onde vai ou o que quer, e talvez não saiba mesmo, mas saber quem você é vai te ajudar a tomar decisões por si mesma ao longo da carreira.”

Manuela trouxe para os acadêmicos uma nova perspectiva de uma carreira promissora, ressaltando a importância de sonhar grande, acreditar em si mesmo, aproveitar as oportunidades e não ter medo de errar. Este momento serviu de inspiração e motivação para construir uma jornada cheia de bagagens e conhecimento.

Texto em parceria com a acadêmica de Jornalismo: Maria Eduarda de Castro.

Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Entre os dias 4 e 6 de junho, estudantes, professores e pesquisadores da área da Comunicação participaram do Intercom Sul 2026, realizado no Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz (FAG), em Toledo, no Paraná. O congresso regional da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) é um dos principais espaços de discussão acadêmica da área e reuniu apresentações de pesquisas, trabalhos experimentais, palestras e debates sobre os desafios da comunicação contemporânea.

A Universidade Franciscana (UFN) esteve representada por acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Durante o evento, a egressa do curso de Jornalismo Vitória Oliveira conquistou o primeiro lugar na categoria Podcast da modalidade Rádio, TV e Internet da Expocom, premiação que reconhece os melhores trabalhos experimentais produzidos por estudantes de graduação em Comunicação.

A egressa Vitória Oliveira recebe o prêmio de primeiro lugar na categoria Podcast da Expocom Sul 2026 pelo projeto Re.veste. Imagem: Divulgação

O trabalho premiado foi o podcast Re.veste, desenvolvido na disciplina de Projeto Experimental, sob orientação da professora Neli Mombelli. Composto por três episódios, o projeto aborda temas relacionados à moda, identidade, consumo e sustentabilidade, propondo reflexões sobre as relações construídas a partir do vestir e os impactos da indústria da moda na sociedade.

Durante o congresso, Vitória apresentou o projeto aos avaliadores da Expocom e acompanhou as atividades da programação. Com a conquista da etapa regional, o podcast garantiu vaga na Expocom Nacional e representará o curso de Jornalismo da UFN durante o 49º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que ocorre entre os dias 1º e 5 de setembro, em Brasília, na Universidade Católica de Brasília (UCB).

Para Vitória, a premiação representa o reconhecimento de um trabalho que nasceu ainda durante a graduação e que agora alcança projeção nacional. “Receber esse reconhecimento na Expocom é muito significativo. Esta é uma das principais premiações voltadas para trabalhos produzidos por estudantes de graduação na área da Comunicação. Conquistar o primeiro lugar na etapa regional é uma grande alegria, porque representa o reconhecimento de um trabalho que começou em sala de aula e que agora terá a oportunidade de representar a UFN na etapa nacional”, afirma.

A egressa também destaca a importância das pessoas que contribuíram para a realização do projeto. “Sou muito grata à professora Neli pela orientação durante todo o processo, ao Jornalismo da UFN por proporcionar essa experiência e a todas as pessoas que contribuíram para que o Re.veste se tornasse realidade”, completa.

Além da participação da egressa Vitória Oliveira, o curso de Jornalismo também esteve representado pelo acadêmico Nicolas Krawczyk, que concorreu na categoria Produção Laboratorial em Videojornalismo e Telejornalismo com o Telejornal LabNews. Já o curso de Publicidade e Propaganda contou com a participação dos acadêmicos Vitória Maicá e Vitor da Rosa, que concorreram na categoria Campanha Publicitária (Conjunto/Série) com a campanha Transformar para Acolher, desenvolvida para a Casa de Passagem de Santa Maria.

UFN presente no Intercom Sul 2026 com trabalhos desenvolvidos nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Imagem: arquivo pessoal Vitória Oliveira

A programação do Intercom Sul contou ainda com palestras e mesas de debate sobre o futuro da comunicação e do jornalismo. Um dos destaques do primeiro dia foi a conversa com as jornalistas Camila Freitag, da RPC Paraná, e Camila Andrade, editora-chefe e apresentadora da TV Alesp. Durante o debate, as profissionais compartilharam experiências de suas trajetórias e discutiram os desafios da profissão em um cenário marcado pelas transformações tecnológicas e pelo crescimento das plataformas digitais.

Ao falar sobre o impacto das novas tecnologias no jornalismo, Camila Freitag destacou que as redes sociais se tornaram ferramentas importantes para a circulação de informações, mas ressaltou que nenhuma tecnologia substitui o olhar humano na produção jornalística. “Hoje, o canhão é o que está na tua mão, no seu celular. É o grande canhão para o mundo. Não tem como a gente não utilizá-lo quando a gente fala de jornalismo. Mas achar que a gente vai fazer só conteúdo em rede social ou que vai usar a inteligência artificial para fazer as coisas por nós é uma ilusão. O primeiro fator é o fator humano. E esse fator nada substitui”, afirmou.

A jornalista também destacou a importância da responsabilidade profissional e da busca por narrativas equilibradas e comprometidas com a apuração dos fatos, temas que estiveram entre os debates centrais do congresso.

A participação da UFN no Intercom Sul 2026 reforça a presença da universidade em espaços de produção científica e troca de experiências na área da Comunicação, além de evidenciar o potencial de projetos desenvolvidos durante a graduação, como o podcast Re.veste, que agora seguirá para a etapa nacional da Expocom representando o curso de Jornalismo da instituição.

Imagens: arquivo pessoal Vitória Oliveira

Com o tema “Aprendizagem e Serviço Solidário, a 4ª Mostra da Extensão ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de abril na Universidade Franciscana (UFN), com mais de 800 inscritos e a socializaçaõ de mais de 30 projetos. No primeiro dia de evento, foi realizada a Exposição Fotográfica sobre os projetos de extensão da instituição promovido pelo Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM) e pelo Curso de Design. Sob a supervisão das professoras Laura Fabrício e Círia Moro, as imagens foram organizadas em um ambiente ligados por fios representando a união e as conexões centralizadas na UFN.

A exposição fotográfica está disponível até o dia 18 de maio. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

No primeiro dia a instituição realizou o Fórum de Alunos Extensionistas, reunindo estudantes e profissionais de áreas como Odontologia, Arquitetura, Direito, História e Psicanálise. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências nos projetos de extensão e sua relação com a vida acadêmica.

Entre os relatos, destacou-se a fala da cirurgiã-dentista Franciele Dutra, formada em Odontologia, que participou do projeto “Edu Saúde” desde o início da graduação. Desenvolvido na Escola Joaquina de Carvalho, o projeto promove atividades semanais com crianças e envolve diferentes áreas da saúde, abordando temas diversos.

Franciele ressaltou o impacto transformador da extensão em sua formação. “O projeto é muito grandioso. Ele transforma a gente como pessoa e como futuros profissionais desde o início da graduação. A gente acha que vai ensinar, mas aprende muito mais”, afirmou. Segundo ela, o contato com diferentes realidades amplia a visão dos estudantes e reforça a importância da troca de saberes.

O Fórum da Extensão que contou com relatos de alunos sobre suas experiências. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

Na terça-feira, 28 de abril, foi realizada a conferência de abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão da Universidade Franciscana (UFN), reunindo acadêmicos, professores e comunidade para refletir sobre o papel da extensão universitária com o professor Cleverson Pereira de Almeida, Pró-reitor de Extensão da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Presidente do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ForExt).
A atividade marcou o início da programação acadêmica do evento, promovendo um espaço de diálogo e troca de experiências sobre a importância das ações extensionistas na formação dos estudantes e na relação com a sociedade.

Durante a abertura, o pró-reitor de Extensão, professor Márcio Taschetto, destacou a relevância da extensão dentro da universidade. “A extensão é o DNA de uma universidade comunitária e faz parte da identidade de uma instituição de ensino”, afirmou.

A abertura oficial da Mostra teve como temática a importância da extensão universitária na construção da identidade de uma instituição de ensino superior. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

No mesmo dia ocorreram as rodas de conversa, que promoveu a troca de experiências e a reflexão coletiva entre os participantes, visando gerar aprendizados que contribuam com o planejamento da formação extensionista e fortaleçam a integração entre os diferentes territórios. As rodas foram organizadas por territórios, agrupando regiões específicas:

Território 1 (Região Centro): Teve como tema a curricularização da extensão, com coordenação da Prof.ª Claudia Zamberlan e do Prof. Francisco Queruz, e como projetos disparadores o Território Negro do Rosário e a AMICA.

Territórios 2 e 5 (Norte e Nordeste): Abordou metodologias da extensão, com coordenação do Prof. Adriano Falcão e da Prof.ª Aline Krüger, tendo como projetos disparadores o comVIDA e o Direito em Perspectiva (+Parentais).

Territórios 3 e 4 (Oeste e Centro-Oeste): Discutiu território e construção de vínculo com a comunidade, com coordenação da Prof.ª Anelis Flores e da Prof.ª Janaina Marchi, e projetos disparadores o Edusaúde+ e Além das Cores.

Cada roda teve um tema próprio, coordenação definida e projetos que serviram como ponto de partida para as discussões, permitindo trocas de experiências mais direcionadas à realidade de cada grupo.

As rodas temáticas foram ume espaço de discussão por territórios de abrangência. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

Na quarta-feira, 29 de abril, último dia do evento, ocorreu o painel “Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário”. A atividade reuniu especialistas para discutir o papel da extensão universitária.

Durante o encontro, o professor Rodrigo de Andrade, Gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/Paraná, destacou que a extensão, integrada ao ensino e à pesquisa, contribui para uma formação mais completa, com experiências práticas que tornam o aprendizado mais consistente e de maior qualidade. O professor Adriano Hertzog Vieira, consultor de Política de Extensão da Universidade Franciscana também participou do debate, abordando a política de extensão universitária.

O painel Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário trouxe especialistas para discutir sobre a extensão universitária. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

A Mostra dos projetos extensionistas ocorreu na tarde de quarta-feira, no hall do prédio 15 (conjunto III) da Universidade Franciscana. Projetos de toda instituição foram expostos para a apreciação da comunidade. Entre eles estava o projetos do curso de Jornalismo Nave de Histórias.

A Nave de Histórias é uma proposta criada na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, onde ao entrar na cabine em formato de nave espacial, a criança ouve um podcast de contação de histórias, criadas por escritores santa marienses e lidas por alunos do curso de Jornalismo.

A Professora do Curso de Jornalismo, Neli Mombelli, responsável pelo projeto, conta sobre o processo de expansão do Nave, que está sendo levado às escolas, incentivando as crianças a desenvolverem suas próprias histórias e participarem ativamente da proposta: “Fazer histórias de modo coletivo e pensar que elas tocam as pessoas de diferentes formas é muito especial” afirma. Hoje o projeto tem contribuição dos cursos de Design, Letras e Pedagogia, além de Jornalismo.

A professora e coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristina Jobim, é atualmente a responsável pelo projeto integrador de todos os sub-projetos de extensão dos cursos de Jornalismo e Publicidade. Segundo a professora desde antes dos projetos de extensão os cursos de comunicação já executavam esse tipo de atividade, pois os cursos são naturalmente em essência extensionistas. “Participar desse processo educa muito, faz com que a pessoa compreenda muitas coisas que talvez um livro ou uma teoria ela não consiga”, ressalta.

Um dos projetos apresentados na Mostra foi a Nave de Histórias. Imagem: Nelson Bofill/ LABFEM

Com o encerramento da programação, ocorreu a conferência do coordenador da Câmara Técnica de Diversidade do COREn/RS, Edgar Vagner Moraes, sobre Diversidade e Equidade em Saúde na perspectiva Interprofissional. Também foi lançado o documentário Equidade e Formação: Vivências do PET-Saúde, com direção da acadêmica de Jornalismo Yasmin Zavareze, que contou com a produção de alunos do curso e orientação geral da professora Neli Mombelli. O documentário mostrou depoimentos de alunos, coordenadores e preceptores dos cinco grupos do PET, que contaram as suas experiências durante o desenvolvimento do projeto.

A Mostra finalizou com uma Conferência de encerramento e o lançamento do documentário sobre as vivências do PET Saúde. Imagem: Luiza Maicá/ LABFEM

Colaboração: Acadêmica de Jornalismo Amanda Ripe e Aryane Machado.