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Educação

Disciplina de Cinema do curso de Jornalismo promove sessões de filmes na UFN

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

Garimpo da Moda da UFN celebra 10 anos

Garimpo da Moda da UFN completa 10 anos com aumento de expositores, boas vendas e participação de acadêmicos de diferentes cursos, promovendo a circulação de peças e o consumo consciente.

Imagem: divulgação.

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais, com supervisão da professora Neli Mombelli. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

As sessões ocorrem na sala 108 do prédio 16 e são organizadas pelos alunos da disciplina, que também apresentarão os filmes ao público. Depois de cada exibição, haverá um breve bate-papo para compartilhar reflexões e discutir os temas abordados pelas obras, que tratam de questões como identidade, memória, infância, diversidade, cultura e transformações sociais.

A iniciativa também marca as comemorações do Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 19 de junho. A participação é aberta à comunidade acadêmica, com emissão de duas horas de ACC para cada sessão assistida.

Confira a programação:

17/06 – Quarta-feira – Das 17h30 às 18h15

Os tiranos, de Marcos Marguilês  

Brasil, 1951, 7’, animação.

As misérias perpetradas por três tiranos que chegam à cidade de Beauvais, no tempo das lutas religiosas na França e o consequente medo dos habitantes da vila, contados através do quadro do pintor francês Antoine Caron (1520-1598). Primeiro filme produzido pelo MASP, um documentário em table-top realizado por professores e alunos do Seminário de Cinema, um dos primeiros cursos de cinema do país. 


Esporas, de Marcos Oliveira.

Brasil, 2021, 9’, videodança

É um trabalho de videodança que aborda a manutenção das masculinidades no contexto da cultura tradicional gaúcha.
Das 20h às 20h30.

Um vestido para ver a mamãe, de Karen Suzane

Brasil, 2020, 13’, ficção
Narra a jornada de Márcia que, aos nove anos, enfrenta a ausência de sua mãe durante uma infecção viral que atinge sua família em 1972. O filme, um drama com toques surrealistas, explora a força e a fé de sua mãe, além da resistência feminina. Márcia lida com as responsabilidades domésticas e o cuidado dos irmãos. A história aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista. 

24/06 Quarta-feira – Das 17h30 às 18h

Eu queria ser um monstro, de Marcelo Fabri Marão.

Brasil, 2009, 8’, animação

A transformação do ponto de vista de um garoto, que sonha em ser um monstro para enfrentar uma rotina diária.


A diferença entre mongóis e mongoloides, Jonatas Rupert (2021)

Brasil, 2021, 4’, animação
Alguns humanos nascem com um conjunto de características variáveis, que eles chamam de síndrome de Down. Um disco voador, dinossauros e cegonhas nos ajudam a tentar entender o que é e qual a diferença entre tê-lo ou não.


26/06 Sexta-feira – Das 17h30  às 18h15

Nova Santa Marta: cidade de lona, de Paulo Tavares

Brasil, 2021, 34’, documentário

Bruno Martins, 30 anos, a partir de um achado na estante de casa, procura organizar e conhecer as histórias e as memórias do Bairro Nova Santa Marta, a maior ocupação urbana organizada da América Latina.

Acadêmicos de Jornalismo recebem egressa do curso, Manuela Fantinel.
Foto: Thine Feistauer/Labfem

No começo deste mês de junho, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) recebeu a visita de Manuela Fantinel, egressa do curso e profissional do grupo Globo. Manuela compartilhou com os acadêmicos momentos importantes de sua trajetória. A jornalista apresentou detalhes de sua carreira e histórias do seu percurso, com a frase de destaque “A carreira que eu não planejei, mas me trouxe até aqui”.

Ela conta que desde sempre teve em mente o desejo de experimentar todas as oportunidades disponíveis para descobrir o que gostaria ou não de seguir. Seu caminho foi marcado por pesquisas, projetos de poesia pela cidade de Santa Maria, freelances na rádio, participação na TV OVO, onde garantiu muito conhecimento na área de jornalismo audiovisual. Durante o caminho, se dedicou ao lançamento de um livro e trabalhou em agência de publicidade.

Com uma bagagem de experiencias, após terminar a faculdade, Manuela iniciou seus trabalhos em Goiânia, onde ficou por um ano. Iniciou como redatora em uma agência de conteúdo, produzindo textos sobre campanhas políticas, em seguida auxiliou em uma campanha da OAB em Goiás onde era social mídia e também redatora. A jornalista também fez participação na Jovem Pan, em um programa de rádio.

Retornando para o Rio Grande do Sul, agora com a uma nova oportunidade a sua frente, trabalhou na BTN – Brazilian Traffic Network como repórter aérea, fazendo boletim de trânsito na grande Porto Alegre.

Durante a pandemia, a jornalista tirou a DRT de radialista, atuando como Coordenadora e Comunicadora na Atlântida Norte Gaúcho. Procurando explorar as áreas do jornalismo, sempre se mostrou disposta a se expor a novos desafios que contribuiriam na sua carreira.

Foi quando a oportunidade de trabalhar na Globo surgiu. Ela mandou um currículo para trabalhar em vaga temporária no Big Brother Brasil, onde foi contratada por 6 meses. Com bom desempenho e dedicação, Manuela foi contratada oficialmente pela emissora. Hoje atua como Analista de Produtos Publicitários Sênior na área de Entretenimento da Globo, como Criação Publicitária de programas de Realities e Variedades. Nessa posição já atendeu clientes como Mercado Livre, Betano, Nestlé, Amstel, Mc Donald´s entre outros.

O futuro profissional pode dar um frio na barriga, mas caminhar com firmeza e nunca perder a própria essência são pontos essenciais para a trajetória. Manuela Fantinel, que já passou por isso, resumiu essa ideia ao final de sua palestra: “Você pode não saber para onde vai ou o que quer, e talvez não saiba mesmo, mas saber quem você é vai te ajudar a tomar decisões por si mesma ao longo da carreira.”

Manuela trouxe para os acadêmicos uma nova perspectiva de uma carreira promissora, ressaltando a importância de sonhar grande, acreditar em si mesmo, aproveitar as oportunidades e não ter medo de errar. Este momento serviu de inspiração e motivação para construir uma jornada cheia de bagagens e conhecimento.

Texto em parceria com a acadêmica de Jornalismo: Maria Eduarda de Castro.

Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Entre os dias 4 e 6 de junho, estudantes, professores e pesquisadores da área da Comunicação participaram do Intercom Sul 2026, realizado no Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz (FAG), em Toledo, no Paraná. O congresso regional da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) é um dos principais espaços de discussão acadêmica da área e reuniu apresentações de pesquisas, trabalhos experimentais, palestras e debates sobre os desafios da comunicação contemporânea.

A Universidade Franciscana (UFN) esteve representada por acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Durante o evento, a egressa do curso de Jornalismo Vitória Oliveira conquistou o primeiro lugar na categoria Podcast da modalidade Rádio, TV e Internet da Expocom, premiação que reconhece os melhores trabalhos experimentais produzidos por estudantes de graduação em Comunicação.

A egressa Vitória Oliveira recebe o prêmio de primeiro lugar na categoria Podcast da Expocom Sul 2026 pelo projeto Re.veste. Imagem: Divulgação

O trabalho premiado foi o podcast Re.veste, desenvolvido na disciplina de Projeto Experimental, sob orientação da professora Neli Mombelli. Composto por três episódios, o projeto aborda temas relacionados à moda, identidade, consumo e sustentabilidade, propondo reflexões sobre as relações construídas a partir do vestir e os impactos da indústria da moda na sociedade.

Durante o congresso, Vitória apresentou o projeto aos avaliadores da Expocom e acompanhou as atividades da programação. Com a conquista da etapa regional, o podcast garantiu vaga na Expocom Nacional e representará o curso de Jornalismo da UFN durante o 49º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que ocorre entre os dias 1º e 5 de setembro, em Brasília, na Universidade Católica de Brasília (UCB).

Para Vitória, a premiação representa o reconhecimento de um trabalho que nasceu ainda durante a graduação e que agora alcança projeção nacional. “Receber esse reconhecimento na Expocom é muito significativo. Esta é uma das principais premiações voltadas para trabalhos produzidos por estudantes de graduação na área da Comunicação. Conquistar o primeiro lugar na etapa regional é uma grande alegria, porque representa o reconhecimento de um trabalho que começou em sala de aula e que agora terá a oportunidade de representar a UFN na etapa nacional”, afirma.

A egressa também destaca a importância das pessoas que contribuíram para a realização do projeto. “Sou muito grata à professora Neli pela orientação durante todo o processo, ao Jornalismo da UFN por proporcionar essa experiência e a todas as pessoas que contribuíram para que o Re.veste se tornasse realidade”, completa.

Além da participação da egressa Vitória Oliveira, o curso de Jornalismo também esteve representado pelo acadêmico Nicolas Krawczyk, que concorreu na categoria Produção Laboratorial em Videojornalismo e Telejornalismo com o Telejornal LabNews. Já o curso de Publicidade e Propaganda contou com a participação dos acadêmicos Vitória Maicá e Vitor da Rosa, que concorreram na categoria Campanha Publicitária (Conjunto/Série) com a campanha Transformar para Acolher, desenvolvida para a Casa de Passagem de Santa Maria.

UFN presente no Intercom Sul 2026 com trabalhos desenvolvidos nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Imagem: arquivo pessoal Vitória Oliveira

A programação do Intercom Sul contou ainda com palestras e mesas de debate sobre o futuro da comunicação e do jornalismo. Um dos destaques do primeiro dia foi a conversa com as jornalistas Camila Freitag, da RPC Paraná, e Camila Andrade, editora-chefe e apresentadora da TV Alesp. Durante o debate, as profissionais compartilharam experiências de suas trajetórias e discutiram os desafios da profissão em um cenário marcado pelas transformações tecnológicas e pelo crescimento das plataformas digitais.

Ao falar sobre o impacto das novas tecnologias no jornalismo, Camila Freitag destacou que as redes sociais se tornaram ferramentas importantes para a circulação de informações, mas ressaltou que nenhuma tecnologia substitui o olhar humano na produção jornalística. “Hoje, o canhão é o que está na tua mão, no seu celular. É o grande canhão para o mundo. Não tem como a gente não utilizá-lo quando a gente fala de jornalismo. Mas achar que a gente vai fazer só conteúdo em rede social ou que vai usar a inteligência artificial para fazer as coisas por nós é uma ilusão. O primeiro fator é o fator humano. E esse fator nada substitui”, afirmou.

A jornalista também destacou a importância da responsabilidade profissional e da busca por narrativas equilibradas e comprometidas com a apuração dos fatos, temas que estiveram entre os debates centrais do congresso.

A participação da UFN no Intercom Sul 2026 reforça a presença da universidade em espaços de produção científica e troca de experiências na área da Comunicação, além de evidenciar o potencial de projetos desenvolvidos durante a graduação, como o podcast Re.veste, que agora seguirá para a etapa nacional da Expocom representando o curso de Jornalismo da instituição.

Imagens: arquivo pessoal Vitória Oliveira

Com o tema “Aprendizagem e Serviço Solidário, a 4ª Mostra da Extensão ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de abril na Universidade Franciscana (UFN), com mais de 800 inscritos e a socializaçaõ de mais de 30 projetos. No primeiro dia de evento, foi realizada a Exposição Fotográfica sobre os projetos de extensão da instituição promovido pelo Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM) e pelo Curso de Design. Sob a supervisão das professoras Laura Fabrício e Círia Moro, as imagens foram organizadas em um ambiente ligados por fios representando a união e as conexões centralizadas na UFN.

A exposição fotográfica está disponível até o dia 18 de maio. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

No primeiro dia a instituição realizou o Fórum de Alunos Extensionistas, reunindo estudantes e profissionais de áreas como Odontologia, Arquitetura, Direito, História e Psicanálise. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências nos projetos de extensão e sua relação com a vida acadêmica.

Entre os relatos, destacou-se a fala da cirurgiã-dentista Franciele Dutra, formada em Odontologia, que participou do projeto “Edu Saúde” desde o início da graduação. Desenvolvido na Escola Joaquina de Carvalho, o projeto promove atividades semanais com crianças e envolve diferentes áreas da saúde, abordando temas diversos.

Franciele ressaltou o impacto transformador da extensão em sua formação. “O projeto é muito grandioso. Ele transforma a gente como pessoa e como futuros profissionais desde o início da graduação. A gente acha que vai ensinar, mas aprende muito mais”, afirmou. Segundo ela, o contato com diferentes realidades amplia a visão dos estudantes e reforça a importância da troca de saberes.

O Fórum da Extensão que contou com relatos de alunos sobre suas experiências. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

Na terça-feira, 28 de abril, foi realizada a conferência de abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão da Universidade Franciscana (UFN), reunindo acadêmicos, professores e comunidade para refletir sobre o papel da extensão universitária com o professor Cleverson Pereira de Almeida, Pró-reitor de Extensão da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Presidente do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ForExt).
A atividade marcou o início da programação acadêmica do evento, promovendo um espaço de diálogo e troca de experiências sobre a importância das ações extensionistas na formação dos estudantes e na relação com a sociedade.

Durante a abertura, o pró-reitor de Extensão, professor Márcio Taschetto, destacou a relevância da extensão dentro da universidade. “A extensão é o DNA de uma universidade comunitária e faz parte da identidade de uma instituição de ensino”, afirmou.

A abertura oficial da Mostra teve como temática a importância da extensão universitária na construção da identidade de uma instituição de ensino superior. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

No mesmo dia ocorreram as rodas de conversa, que promoveu a troca de experiências e a reflexão coletiva entre os participantes, visando gerar aprendizados que contribuam com o planejamento da formação extensionista e fortaleçam a integração entre os diferentes territórios. As rodas foram organizadas por territórios, agrupando regiões específicas:

Território 1 (Região Centro): Teve como tema a curricularização da extensão, com coordenação da Prof.ª Claudia Zamberlan e do Prof. Francisco Queruz, e como projetos disparadores o Território Negro do Rosário e a AMICA.

Territórios 2 e 5 (Norte e Nordeste): Abordou metodologias da extensão, com coordenação do Prof. Adriano Falcão e da Prof.ª Aline Krüger, tendo como projetos disparadores o comVIDA e o Direito em Perspectiva (+Parentais).

Territórios 3 e 4 (Oeste e Centro-Oeste): Discutiu território e construção de vínculo com a comunidade, com coordenação da Prof.ª Anelis Flores e da Prof.ª Janaina Marchi, e projetos disparadores o Edusaúde+ e Além das Cores.

Cada roda teve um tema próprio, coordenação definida e projetos que serviram como ponto de partida para as discussões, permitindo trocas de experiências mais direcionadas à realidade de cada grupo.

As rodas temáticas foram ume espaço de discussão por territórios de abrangência. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

Na quarta-feira, 29 de abril, último dia do evento, ocorreu o painel “Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário”. A atividade reuniu especialistas para discutir o papel da extensão universitária.

Durante o encontro, o professor Rodrigo de Andrade, Gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/Paraná, destacou que a extensão, integrada ao ensino e à pesquisa, contribui para uma formação mais completa, com experiências práticas que tornam o aprendizado mais consistente e de maior qualidade. O professor Adriano Hertzog Vieira, consultor de Política de Extensão da Universidade Franciscana também participou do debate, abordando a política de extensão universitária.

O painel Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário trouxe especialistas para discutir sobre a extensão universitária. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

A Mostra dos projetos extensionistas ocorreu na tarde de quarta-feira, no hall do prédio 15 (conjunto III) da Universidade Franciscana. Projetos de toda instituição foram expostos para a apreciação da comunidade. Entre eles estava o projetos do curso de Jornalismo Nave de Histórias.

A Nave de Histórias é uma proposta criada na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, onde ao entrar na cabine em formato de nave espacial, a criança ouve um podcast de contação de histórias, criadas por escritores santa marienses e lidas por alunos do curso de Jornalismo.

A Professora do Curso de Jornalismo, Neli Mombelli, responsável pelo projeto, conta sobre o processo de expansão do Nave, que está sendo levado às escolas, incentivando as crianças a desenvolverem suas próprias histórias e participarem ativamente da proposta: “Fazer histórias de modo coletivo e pensar que elas tocam as pessoas de diferentes formas é muito especial” afirma. Hoje o projeto tem contribuição dos cursos de Design, Letras e Pedagogia, além de Jornalismo.

A professora e coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristina Jobim, é atualmente a responsável pelo projeto integrador de todos os sub-projetos de extensão dos cursos de Jornalismo e Publicidade. Segundo a professora desde antes dos projetos de extensão os cursos de comunicação já executavam esse tipo de atividade, pois os cursos são naturalmente em essência extensionistas. “Participar desse processo educa muito, faz com que a pessoa compreenda muitas coisas que talvez um livro ou uma teoria ela não consiga”, ressalta.

Um dos projetos apresentados na Mostra foi a Nave de Histórias. Imagem: Nelson Bofill/ LABFEM

Com o encerramento da programação, ocorreu a conferência do coordenador da Câmara Técnica de Diversidade do COREn/RS, Edgar Vagner Moraes, sobre Diversidade e Equidade em Saúde na perspectiva Interprofissional. Também foi lançado o documentário Equidade e Formação: Vivências do PET-Saúde, com direção da acadêmica de Jornalismo Yasmin Zavareze, que contou com a produção de alunos do curso e orientação geral da professora Neli Mombelli. O documentário mostrou depoimentos de alunos, coordenadores e preceptores dos cinco grupos do PET, que contaram as suas experiências durante o desenvolvimento do projeto.

A Mostra finalizou com uma Conferência de encerramento e o lançamento do documentário sobre as vivências do PET Saúde. Imagem: Luiza Maicá/ LABFEM

Colaboração: Acadêmica de Jornalismo Amanda Ripe e Aryane Machado.

A Universidade Franciscana (UFN) realiza, entre os dias 27 e 29 de abril, a 4ª Mostra da Extensão. O evento tem como objetivo valorizar e dar visibilidade às ações extensionistas desenvolvidas por acadêmicos e professores, reforçando a relação entre universidade e comunidade. A temática deste ano é “Aprendizagem e serviço solidário”.

A Mostra se consolida como um espaço de troca de experiências e compartilhamento de conhecimento, evidenciando o papel da extensão universitária na formação dos estudantes por meio de práticas aplicadas e do contato com a comunidade.

As inscrições para participação seguem abertas até esta sexta-feira, dia 24 de abril, e são gratuitas para toda a comunidade. Os participantes inscritos recebem certificado de 20 horas de Atividades Complementares de Curso (ACC).

A programação conta com uma série de atividades ao longo dos três dias. Entre os destaques, está a exposição fotográfica dos projetos de extensão, que busca retratar, por meio de imagens, as experiências vividas pelos acadêmicos nos diferentes contextos de atuação. Também integra a programação o fórum de estudantes extensionistas, que contará com a participação de cinco egressos da Universidade, promovendo a troca de experiências e trajetórias.

Além disso, o evento inclui rodas temáticas por territórios, o painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”, com o gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/PR, Rodrigo de Andrade, e o consultor da Política de Extensão da UFN, Adriano Hertzog Vieira, e a mostra de vivências do PET-Saúde Equidade.

O curso de Jornalismo também participa da programação. No dia 29 de abril, das 14h às 18h, os acadêmicos apresentam o projeto “Entre Vozes e Olhares”, desenvolvido na disciplina de Comunicação Comunitária, ministrada pela professora Laura Fabrício. A iniciativa foi realizada junto à Escola Municipal de Ensino Fundamental Aracy Barreto, a partir de ações construídas pelos estudantes ao longo de dois semestres, com foco na aproximação entre universidade e comunidade escolar. Além disso, o curso também apresenta o projeto de extensão “Nave de Histórias”, um podcast inicialmente desenvolvido na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, sob orientação da professora Neli Mombelli.

Ao longo da quarta-feira, 29 de abril, também ocorre a mostra dos projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão, ampliando a visibilidade das ações desenvolvidas na instituição.

A programação completa e mais informações sobre o evento podem ser acessadas no site da UFN.

Programação completa

27 de abril (segunda-feira)
• Abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão
• Exposição fotográfica dos projetos de extensão
• Fórum dos estudantes extensionistas

28 de abril (terça-feira)
• Rodas temáticas por territórios
• Painel “Experiência, aprendizagem e serviço solidário”
• Mostra de vivências do PET-Saúde Equidade

29 de abril (quarta-feira)
• Mostra de projetos integradores, projetos extensionistas e programas de extensão
• Apresentações de projetos ao longo do dia
• Participação do curso de Jornalismo com o projeto “Entre Vozes e Olhares”, das 14h às 18h

A Universidade Franciscana realizou, entre os dias 13 e 16 de abril, a VI International Week, evento que teve como objetivo fortalecer a internacionalização da instituição por meio da integração entre acadêmicos, professores, técnicos e comunidade externa. Com o tema “Experiências em um mundo interconectado”, a programação contou com diversas atividades voltadas à troca de conhecimentos, vivências acadêmicas e culturais.

A International Week já se consolidou como um importante espaço dentro da universidade para promover o diálogo intercultural e incentivar a mobilidade acadêmica. A iniciativa busca aproximar os estudantes de diferentes realidades globais, além de estimular o interesse por experiências internacionais durante a formação universitária. Ao longo da programação, foram promovidos encontros com convidados e momentos de troca que possibilitaram o contato com diferentes perspectivas acadêmicas e culturais, ampliando a compreensão dos participantes sobre o cenário global.

Ao longo da semana, os cursos promoveram atividades como palestras, rodas de conversa e relatos de experiências internacionais. A proposta foi ampliar o olhar dos acadêmicos sobre as possibilidades de intercâmbio e o contato com diferentes culturas e formas de ensino.

Acadêmicos acompanham o bate-papo em um momento de descontração. Fotos: Thine Feistauer/Labfem

No curso de Jornalismo, a programação contou com um bate-papo com o acadêmico Nelson Bonfill, que compartilhou sua experiência de intercâmbio em Portugal durante o primeiro semestre de 2025. Durante o encontro, Nelson apresentou aspectos culturais, acadêmicos e pessoais vividos no período fora do país.

O estudante relatou que, na instituição em que estudou, o curso não era denominado Jornalismo, mas sim Ciências da Comunicação, abrangendo áreas como jornalismo, publicidade e propaganda e relações públicas, com duração de três anos. Entre as disciplinas cursadas, destacou a cadeira de Retórica como sua favorita, ministrada pelo professor Paulo Serra, autor do livro Manual de Teoria da Comunicação (2007), obra já mencionada em aulas do curso de Jornalismo da UFN.

Nelson comenta sobre a estrutura da Universidade da Beira Interior, onde realizou intercâmbio.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Entre os pontos discutidos, Nelson destacou diferenças na relação entre professores e alunos. Segundo ele, no contexto português, o vínculo tende a ser mais distante em comparação ao ambiente acadêmico da UFN. Também comentou sobre o processo de adaptação à cultura local, incluindo a alimentação, mencionando a dificuldade de ficar longe de costumes como o churrasco gaúcho.

A experiência internacional também trouxe reflexões pessoais. Nelson afirmou que a vivência no exterior contribuiu para valorizar ainda mais o Rio Grande do Sul. Apesar de considerar importante conhecer novas culturas, relatou que não pretende morar novamente fora do país, mas deseja continuar conhecendo outros lugares.

Durante o encontro, também foi reforçado que acadêmicos do curso de Jornalismo da UFN têm a oportunidade de realizar intercâmbios para países como Chile, Portugal, França, Espanha e Colômbia.

Coordenador do curso de Jornalismo, Iuri Lammel, destacou a importância das experiências internacionais na formação acadêmica.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Durante o bate-papo, os acadêmicos aproveitaram o momento para tirar suas dúvidas. Para o acadêmico Nicolas de Rossi a conversa contribuiu para ampliar a compreensão sobre a formação na área: “A conversa com o Nelson foi muito interessante, porque ajudou a entender melhor como funciona a formação em outro país e as diferenças no ensino. Acho que ouvir esse tipo de relato faz a gente refletir mais sobre o nosso próprio curso e também pensar nas possibilidades de intercâmbio, entendendo melhor tanto os desafios quanto as oportunidades dessa experiência.” Ele também destacou a importância de conhecer tanto os pontos positivos quanto os desafios da experiência internacional.

O acadêmico Nicolas de Rossi a International Week possibilita a ampliação dos horizontes para além da universidade.
Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Já o estudante Isaac Brum Dias ressaltou o impacto motivacional do encontro: “Acredito que o bate-papo tenha sido extremamente proveitoso porque muitos alunos têm interesse em realizar intercâmbios, mas a insegurança sobre a adaptação a um novo local pode ser uma barreira. O relato de experiência é fundamental para motivar o aluno a buscar esse desafio.”

A cada ano o intercâmbio amplia as oportunidades de mobilidade acadêmica para os estudantes. Fotos: Thine Feistauer/Labfem

Nos dias 7 e 8 de abril, o Hall do prédio 15 da Universidade Franciscana (UFN) recebeu mais uma edição do Garimpo da Moda, evento promovido pelo curso de Design de Moda que, em 2026, celebra 10 anos. A iniciativa reuniu toda a comunidade acadêmica com o objetivo de promover a circulação de roupas e acessórios, incentivando o reaproveitamento de peças e práticas mais conscientes de consumo.

Com a chegada do frio, consumidora busca casaco entre as peças do Garimpo da Moda Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

A professora do curso de moda Carol Colpo, responsável pela organização do evento, participou da primeira edição ainda como monitora da Teciteca, laboratório que atualmente coordena e que está à frente do Garimpo. Para ela, acompanhar essa trajetória torna a edição comemorativa ainda mais significativa. “A primeira edição, há dez anos, foi organizada com muito carinho, ainda quando eu era aluna, junto com a professora Elza. A ideia era criar um momento para fazer a moda circular, para que as alunas pudessem trocar peças e acessórios. Hoje, eu sinto a mesma ansiedade daquela época, então pra mim está sendo muito especial ver o quanto o Garimpo cresceu e se consolidou”, destaca.

O objetivo do Garimpo é incentivar a moda cíclica, segundo a Professora Carol Colpo. Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

A 10º edição apresentou crescimento no número de participantes. Ao todo, foram 12 estandes a mais em relação às edições anteriores, ampliando a diversidade de estilos, peças e perfis de expositores. Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis durante os dias de garimpo, o evento registrou boa circulação de público e resultados positivos nas vendas.

Segundo Carol, o Garimpo também se relaciona com o conceito de economia circular, buscando alternativas para reduzir os impactos ambientais da indústria têxtil.“A gente tenta usar a expressão de moda circular, porque falar em sustentabilidade dentro de uma sociedade extremamente capitalista pode ser até contraditório. Então, trabalhar por meio da economia circular é uma das principais ferramentas para reduzir esses danos, além de promover também um aspecto social, já que aqui as pessoas trocam experiências e vivências”, explica.

Outro destaque do evento é a participação de alunos de diferentes cursos da universidade. A estudante do 2º semestre de Psicologia, Lavinia Trindade, é um exemplo dessa integração e utilizou o espaço para divulgar seu trabalho com a marca Lavi Doceria.

Além da venda de roupas, Lavinia comercializou doces artesanais, principalmente trufas e cookies, que já fazem parte do seu dia a dia dentro da universidade. Segundo a acadêmica, a participação no Garimpo contribuiu para aumentar a visibilidade do seu negócio. “O pessoal vem, olha as roupas, já compra trufa, e aí eu vou mostrando os docinhos. Deu um bom dinheiro nesses dois dias e já tive novos seguidores”.

Acadêmicas analisam peças durante o Garimpo da Moda, realizado no hall do prédio 15 da UFN. Imagem: Thine Feistauer/LABFEM

O aluno César Augusto, do curso de Design de Moda, participou pela segunda vez e, diferente da maioria dos expositores, aproveitou o Garimpo para divulgar e vender peças da sua própria marca, a Cavi Boy que é inspirada em suas vivências no Amazonas venezuelano. A marca carrega referências culturais e pessoais em suas criações. “É uma experiência muito boa porque o pessoal conhece, começa a seguir as redes sociais, perguntam sobre os produtos. É uma forma de conhecerem a minha marca aqui na cidade”, afirma César.

O acadêmico César Augustomostra criações da marca Cavi Boy no Garimpo da Moda, na UFN. Imagens: Aryane Machado/ LABFEM

Ao completar uma década, o Garimpo da Moda se consolida dentro da Universidade Franciscana, reunindo um número crescente de participantes e ampliando as possibilidades de atuação para além do curso de Design de Moda. Mais do que a venda de peças, o evento se firma como um espaço de experiências, visibilidade e troca entre estudantes e comunidade, acompanhando as transformações no modo de consumir moda e reforçando a importância da circulação de roupas como alternativa dentro de um cenário marcado pelo consumo acelerado.

Imagens: Thine Feistauer e Aryane Machado/ LABFEM

Imagem: Laura Gomes/ASSECOM

O Conselho Universitário (Consun) da Universidade Franciscana (UFN) realizou na terça-feira (31), uma sessão ordinária em que foram aprovadas as datas do vestibular de Inverno 2026. A prova será aplicada no dia 22 de junho, com inscrições abertas entre 13 de abril e 5 de junho.

Para Medicina, a seleção inclui 50 questões objetivas e redação. Nos demais cursos, os candidatos farão apenas prova de redação. O resultado será divulgado em 29 de junho.

No encontro, também foram aprovados novos cursos de pós-graduação: Especialização em Direito das Famílias e Sucessões e MBA em Gestão de Escolas Católicas.

Mais informações no site da instituição.

Na última segunda-feira (30), um grupo de alunos e professores do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana realizou uma visita institucional à reitora Iraní Rupolo para a entrega da revista Plural, produzida pelos acadêmicos nas disciplinas de Narrativa Jornalística, Jornalismo Especializado e Jornalismo de Dados, ao longo do último ano.

A visita teve como objetivo apresentar oficialmente o trabalho desenvolvido. Durante o encontro, a reitora recebeu exemplares da revista e conversou com os estudantes sobre o processo de produção, as pautas abordadas e a importância de iniciativas práticas na formação acadêmica.

A revista Plural reúne produções jornalísticas desenvolvidas em disciplinas ministradas pela professora Glaíse Palma e pelo professor Iuri Lammel, que também orientou o processo de desenho visual com diagramação realizada pelos alunos. A publicação contou ainda com a produção fotográfica desenvolvida no Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM), sob orientação da professora Laura Fabrício.

A visita proporcionou um momento de troca entre a gestão da universidade e os estudantes e professores, reforçando o papel do jornalismo no ambiente acadêmico e destacando a relevância de projetos que aproximam teoria e prática.

O professor e coordenador do curso de Jornalismo, Iuri Lammel, que acompanhou o grupo e atua como editor executivo desta edição, ressalta que “a Plural é um produto bastante integrado, que articula disciplinas, laboratórios, semestres, professores, alunos e técnicos. A visita foi um gesto simbólico que marcou o retorno da revista e também demonstrou que o curso de Jornalismo segue firme, com a participação ativa dos estudantes”.

Para Nelson Boffil, acadêmico do 7° semestre, “acompanhar a produção das matérias e conversar com colegas sobre os temas abordados foi muito satisfatório. Ver o resultado desse esforço, sobretudo com a valorização dos trabalhos, é gratificante”.

Lançada em 2005, a revista Plural soma 30 edições ao longo de 20 anos de trajetória. Nesse período, a publicação passou por um hiato de cinco anos, em decorrência da pandemia de Covid-19. A edição mais recente também está disponível em formato online, por meio do link.

Imagens: Thine Feistauer/ LABFEM

Mariele Flôres é a entrevistada do episódio que vai ao ar no dia 31 de março. Imagem: Enzo Martins.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h, na UFN TV, canal 15 da Net e  no YouTube do LabSeis. A convidada da vez é Marielle Flôres, representante da Pastoral da UFN. Ela ingressou na faculdade em 2004 e, ao longo da sua carreira, se especializou em assessoria de comunicação. 

            Durante o programa, Marielle fala sobre sua trajetória profissional, os desafios e aprendizados da maternidade e sua forte atuação nas áreas de relações institucionais e gerenciamento de crise. O episódio faz parte de uma nova temporada gravada por alunos da disciplina de Jornalismo Audiovisual do 5º semestre do curso de Jornalismo. A condução da entrevista é feita por Náthaly Penna, com produção de Andressa Rodrigues.

Em 2025, foram 16 programas que trouxeram nomes como Lizie Antonello, Mauricio Rebellato, Ticiana Fontana e Claudemir Pereira. Você pode ver esses e outros episódios do De Papo Com no YouTube do LabSeis e acompanhar cortes das entrevistas no  Instagram do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições. 

De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, produzido na cadeira de Jornalismo Audiovisual sob a supervisão e direção geral da professora Neli Mombelli, apresentado pelos alunos Náthaly Penna, Luiza Fantinel, Gabriel Deõn, Felipe Perosa e Emilly Pillar, com produção de  Rian Lacerda, Andressa Rodrigues, Laura Pedroso, Enzo Martins e Miguel Cardoso,  acadêmicos do 5º semestre; Alexsandro Pedrollo na direção de fotografia e Marcio Santos na operação de câmera; Jonathan de Souza no switcher e finalização; e Emanuelle Rosa na identidade visual.