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Educação

Acadêmicos de Jornalismo apresentam seus TFGs II

Nas noites de 6 e 7 de julho foram apresentados os Trabalhos Finais de Graduação dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. As pesquisas são analisados por professores do curso e convidados que compõem a banca avaliativa. O acadêmico

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No fim de julho os alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Design de Moda e Psicologia participaram de excursão para o Rio de Janeiro, com o objetivo de fazer com que os acadêmicos conhecessem a estrutura da Rede Globo e também vivenciassem a gravação de um programa de televisão. A viagem contou com quatro dias no Rio e os estudantes participaram de uma visita técnica aos estúdios da Rede Globo, fizeram parte da gravação do programa “Pipoca da Ivete” e também realizaram um tour pela cidade.

Durante a visita técnica nos estúdios da Rede Globo os estudantes tiveram a oportunidade de ver como são produzidos os efeitos especiais da emissora. Foto: Dandara Mariah

 De acordo com a professora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristina Jobim, “é muito importante para os acadêmicos ter conhecimento do mercado, de como funciona, de como vai se desenvolver o trabalho na área de comunicação, tanto Publicidade e Propaganda, quanto Jornalismo. Então do ponto de vista profissional, visualizar como os profissionais da área trabalham, principalmente em uma grande empresa como a Globo, é fundamental. É muito mais que uma aula prática, é uma experiência que eles têm junto ao setor”. Para ela, a viagem também proporcionou experiências positivas na vida pessoal dos estudantes, “além de ir na Globo, eles puderam conviver entre eles, se conhecer melhor, se integrar, se divertir juntos. Também tiveram acesso a pontos turísticos, a museus e uma série de outras coisas que o Rio de Janeiro oferece”.

Os acadêmicos participaram como plateia no programa “Pipoca da Ivete”. Foto: Stephanie Baccarin

O acadêmico do 6º semestre de Jornalismo, Lucas Acosta, viu a viagem como uma oportunidade única de conhecer a maior emissora do país e entender como são feitas muitas coisas que vemos só pela televisão. Para ele, “é um lugar que talvez todo futuro jornalista gostaria de trabalhar no futuro, então conhecer esse local é como se fosse um sonho”. O estudante conta que “foi uma experiência riquíssima, porque poucos tem a oportunidade de conhecer o lugar que fomos e nós estivemos lá. É tudo muito surreal, é um lugar gigantesco, muito bem cuidado, muito bem organizado, com isso conseguimos ver a razão pela qual a Globo é a principal emissora do país disparado”. Para o acadêmico, a parte de conhecer os bastidores foi a mais interessante, “já que pela televisão vemos tudo montado e não sabemos como funcionam as coisas por trás disso. Entender como são feitos os cenários, as comidas cenográficas e conhecer a cidade cenográfica, pra mim foi a parte mais interessante da visita”, conclui ele.

Para a acadêmica do 2º semestre de Jornalismo, Vitória Oliveira, a viagem foi uma experiência única. Ela conta que não se pode perder uma oportunidade de aprender como funcionam os programas de perto e ver o funcionamento deles, desde os erros até os acertos. Os bastidores interessaram a estudante, “pude vivenciar desde cenários sendo trocados em minutos até partes que não passaram no programa editado. Conhecer a cidade cenográfica e ver como são feitas as estruturas foram minhas partes favoritas”, relata Vitória.

Os alunos também participaram de um tour pelos pontos turísticos da cidade, acompanhados pelas guias Michele Monteiro e Cláudia Ferreira. Michele trabalha com turismo há oito anos e para ela a presença de um guia “é fundamental para quem não conhece a cidade, temos muito a oferecer em relação a informações e atrativos e também passamos mais segurança durante o tour”. Para a guia, trabalhar com o turismo é uma troca, “eu amo conhecer histórias de pessoas do mundo todo”, conclui ela.

O estudante Hercules Hendges, que está no 6º semestre de Publicidade e Propaganda, tinha muita curiosidade de saber como funcionam os estúdios da Globo e queria muito conhecer a cidade. Para ele foi incrível conhecer o Rio e o Projac da Globo, Ele conta que  “os pontos turísticos foram sem dúvidas a melhor parte da viagem, me diverti e tirei muitas fotos”. Lauren Cavalheiro, também do 6º semestre de Publicidade e Propaganda, queria participar da excursão desde antes da pandemia, por conta de colegas que já participaram e comentaram que foi uma experiência maravilhosa. Para Lauren, foi uma viagem que proporcionou novas vivências, conhecer o Projac, como funcionam as gravações, a parte técnica e o tour pela cidade foi incrível.

Os acadêmicos durante a visita ao Pão de Açúcar, um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro. Foto: Michele Monteiro

A acadêmica do 4º semestre de Psicologia, Juliana Camejo, sempre teve vontade de conhecer o Rio e viu  a viagem como uma oportunidade única, ela conta que a viagem proporcionou experiências que não seriam possíveis se não estivesse ido com o curso. Para ela, a viagem foi incrível, “nos proporcionou inúmeras vivências, desde ver de perto como é a gravação de um programa, conhecer a parte técnica de tudo por trás das grandes produções”. Sua parte favorita foi conhecer os pontos turísticos, “foi ali que senti que realmente estava no Rio de Janeiro, além de ter conhecido pessoas que se não fosse a viagem não teria essa proximidade”, completa Juliana.

As estudantes Julia Buttignol e Eduarda Ramos, do 3º e 8º semestre de Publicidade e Propaganda, contam que a experiência foi ótima. Para Julia, poder conhecer os  bastidores da emissora, ver como tudo funciona e a quantidade de pessoas que é preciso para que um programa vá ao ar foi uma grande oportunidade. “Conhecer as maravilhas do Rio de Janeiro também foi perfeito, além de ter conhecido e me aproximado de novas pessoas”, completa a acadêmica. Eduarda conta que foi motivada por poder entender melhor e ver de perto a parte técnica de grandes produções e para conhecer a cidade, “foi ótimo poder visitar os estúdios e bastidores da maior emissora do país, principalmente para a gente da comunicação, conhecer novos lugares, pessoas e diferentes culturas é uma grande oportunidade”, diz a estudante. Para elas, o que mais gostaram da excursão foi o tour pela cidade, “foi onde pude conhecer realmente mais da cidade apresentada por nossa guia maravilhosa, me diverti e criei um grupo incrível”, conclui Julia.

A escolha do destino da viagem foi por conta da presença dos estúdios Globo no local. A professora, Cristina Jobim, conta que:  “Temos a intenção de viajar a São Paulo também, ainda esse ano, para conhecer os Estúdios Globo de lá e outros museus e atividades culturais. Mas o Rio de Janeiro é escolhido por esse canal que a gente tem com a Rede Globo”.

Colaboração: Vitória Oliveira

Ao longo do 1º semestre de 2022 alunos já graduados no curso de Jornalismo da Universidade Franciscana estiveram presentes em diversos momentos, seja para dialogar com os alunos ou fazer cobertura do vestibular.

Allysson Marafiga e Natalie Aires atuam como social mídia na prefeitura de Santa Maria e participaram da disciplina de Linguagem das Mídias. Allysson  comenta que foram 5 anos de muito esforço dedicado ao curso de jornalismo. Para ele, retornar às salas de aula para debater sobre o papel do jornalista na sociedade e a atividade que desempenha hoje foi uma experiência única: “Poder conversar com a nova geração de profissionais, que logo estarão no mercado de trabalho, foi uma troca nostálgica e esperançosa com o futuro da profissão”.

Allyson Marafiga (de jaqueta jeans) e Natalie Aires (ao meio de casaco marrom) com os alunos do curso de Jornalismo. Imagem: Allysson Marafiga

Durante todo o curso Marafiga circulou pelos laboratórios, participou das mais diversas coberturas jornalísticas da instituição e afirma que isso moldou o profissional que é hoje, pois, além do conhecimento compartilhado em sala de aula, é fundamental a experiência prática da profissão. ”Costumo dizer que dentro da faculdade deixei um pouquinho de mim em cada uma das cadeiras e laboratórios do curso. Hoje em dia não desempenho uma função igual a um jornalista de uma redação que escreve uma matéria ou que grava uma entrevista ao vivo para a televisão, mas a essência do cuidado e responsabilidade com a informação sempre me acompanha. Acredito que independentemente da ocupação que o jornalista desempenhe o dever de informar e zelar pela informação correta é algo que nunca mudará por mais que a nossa profissão viva se adaptando”, acrescenta Allysson. O seu papel como jornalista é realizado com muito êxito, por mais que surjam desafios.  “O jornalismo é uma profissão que passa por mudanças constantes na rotina de trabalho do jornalismo, e se adaptar a elas é uma consequência que precisamos vencer todos os dias”, conclui Marafiga.

Cassiano Cavalheiro se formou no curso de Jornalismo da UFN e hoje é editor de cultura do Diário de Santa Maria.

Aprender com as experiências dos colegas  também foi uma das lições trabalhadas na disciplina de Jornalismo Especializado no primeiro semestre de 2022. Três egressos do curso, hoje profissionais da imprensa de Santa Maria, visitaram a turma. Em 15 de março, o convidado foi Maurício Barbosa, do portal Bei, do Grupo Diário, que abordou o jornalismo focado na cobertura policial. A mesma temática, porém a partir do prisma da atuação feminina na reportagem de Polícia, foi desenvolvida por Laiz Lacerda, em 19 de abril. Ela foi colega de Maurício no Bei e hoje é repórter da UFN TV. Já em 31 de maio, os estudantes do 5º semestre receberam Cassiano Cavalheiro. Editor de Cultura do Diário, ele falou sobre as peculiaridades e os desafios que fazem parte da editoria.

O jornalista Mateus Ferreira também é um egresso do curso de jornalismo, e atualmente  trabalha na rádio Medianeira.  Sua experiência como acadêmico foi, segundo ele, a melhor possível: “me preparou bem para o mercado de trabalho, apresentou mestres que levo pra vida e colegas que viraram irmãos. O jornalismo da UFN é realmente fascinante e principalmente nas cadeiras práticas, é ali que você realmente abraça o curso e não quer mais soltar. Diria até que essa experiência eu poderia viver novamente”.  Para ele as cadeiras de radiojornalismo foram decisivas para sua escolha acerca de qual área do jornalismo iria seguir. “Na época que eu fiz as cadeiras eu já estava fazendo um estágio na rádio Imembuí, que é uma rádio local aqui de Santa Maria. Eu era estagiário do comunicador Fernando Adão Schimidt, conhecido por Schimitão. Ele é o radialista mais antigo em atividade na cidade. O rádio sempre foi o foco dentro da faculdade, quando fiz a cadeira eu sabia que ali era meu chão, a zona de conforto. A experiência no curso tem uma dose também, o ambiente das aulas de rádio pra mim eram ótimos, fazendo aquela cadeira eu sabia que o rádio seria meu trabalho após me formar”, acrescenta Mateus.

Mateus está sempre presente na cobertura dos vestibulares da Universidade: “Entrar na UFN formado, cobrindo a prova e, principalmente, representando um grande veículo da comunicação de Santa Maria, como tem sido nas últimas coberturas, para mim é realmente gratificante demais”. O jornalista afirma que a cada dia cresce mais, acertando  e errando, trilhando sua carreira com ética, respeito e muita valorização. “Não me vejo em outra profissão que não seja no jornalismo e claro que sonho alto, quem sabe um dia sair de Santa Maria”, finaliza ele.

Já os jornalistas Deivid Pazatto e Larissa Rosa participaram da disciplina de Projeto de Extensão em Comunicação comunitária I para compartilhar a experiência do desenvolvimento e da execução do projeto de extensão de quando eles estavam na disciplina.  Larissa desenvolveu um projeto com seu grupo na EMEF Castro Alves para produção de uma fotonovela. Já Deivid e o grupo do qual fazia parte se envolveram com uma proposta na Escola Aberta do Brasil Paulo Freire, que previa oficinas de texto e acabou se transformando em acolhimento.

Thays Ceretta bateu um papo com os acadêmicos sobre sua experiência no mercado de trabalho. Imagem: Glaíse Palma

Thays Ceretta hoje atua no grupo Diário de Santa Maria e participou de uma aula com as turmas de Fundamentos da Comunicação e Jornalismo Audiovisual, para compartilhar um pouco de sua trajetória e experiência especialmente a frente da TV Diário.

A escritora Bibiana Iop, egressa do curso de jornalismo da UFN, veio fazer uma visita ao curso durante o primeiro semestre de 2022. Para ela, o sentimento de voltar para a instituição é nostálgico: “Eu estava com muita saudade das professoras.”. Ela relata que amou cada parte da sua vida acadêmica e que aproveitou cada momento. Durante a graduação Bibiana se reencontrou com a escrita. Atualmente ela é escritora e trabalha no meio digital.   “Acabo usando muita coisa que eu aprendi aqui das mídias. Tive uma cadeira focada no Instagram que é o aplicativo que eu uso para publicar muitas coisas sobre ser escritora e livros”, afirma Bibiana. O livro Uma poesia para cada noite, que Bibiana participou, foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo e para ela  é emocionante. “Eu nunca imaginei que eu iria para lá. É a 5ª antologia que eu estou participando e a 2ª desta editora. Quando eles disseram que iríamos para a Bienal e que eu poderia ir com o crachá dizendo que sou escritora foi um sonho realizado”, concluiu ela.

Colaboração: Luiza Silveira

Nas noites de 6 e 7 de julho foram apresentados os Trabalhos Finais de Graduação dos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana. As pesquisas são analisados por professores do curso e convidados que compõem a banca avaliativa.

O acadêmico Joedison Dornelles teve como orientadora a professora Sione Gomes, sendo avaliado pela professora Glaíse Palma e o jornalista Gilvan Ribeiro. O tema que ele escolheu para abordar foi “O jornalismo esportivo em Santa Maria pelo Canal JoGA”, pelo fato de tratar de jornalismo esportivo que é a área dentro da comunicação que o instigou a escolher o curso. “A temática do trabalho foi escolhida pela simples razão de eu trabalhar dentro do Canal JoGA e querer mostrar como é feito o jornalismo esportivo em Santa Maria. E também mostrar como o programa tem importância para o jornalismo local, para as pessoas que aqui vivem e consequentemente para os clubes da cidade”, explicou Dornelles.

Joedison Dornelles durante a apresentação do seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

O estudante explica qual o sentimento de apresentar o trabalho final de graduação e ser aprovado, “é muito gratificante, pois, é a hora que você defende seu projeto, coloca e expressa tudo o que você aprendeu durante os 4 anos de curso. Na hora da apresentação passa um filme na sua cabeça, você lembra do momento em que ingressou pela primeira vez a sala de aula, lembra das amizades que fez, dos professores, seus ensinamentos e puxões de orelha, além dos estágios, laboratórios e coberturas realizadas dentro da Universidade”. A sua expectativa para o futuro como jornalista é muito grande: “tenho alguns projetos e ideias, além também muita vontade e esperança de poder atuar na área do Jornalismo esportivo aqui de Santa Maria e claro também quero alçar passos maiores, ir para outros estados”.

Pablo Millani também apresentou o seu TFG, que teve como orientadora a professora Glaíse Palma, sendo avaliado pelas professoras Sione Gomes e Fabiana Pereira. Ele abordou o tema “O consumo de mídia no âmbito do município de Formigueiro/RS”. Desde o início da graduação o aluno sempre tentou  fazer um união entre a teoria do que é aprendido na sala de aula com a prática do mercado de trabalho: “colocar isso em prática também na realidade, exercitar e desenvolver isso, de dar um retorno. Um trabalho real no âmbito do município de Formigueiro, sempre tentei fazer essa união do que era aprendido na universidade, dando um retorno já para a comunidade através dessa atividade em jornalismo”. E para ele não foi diferente com o TFG, pois ao longo da graduação desenvolveu alguns projetos, em destaque o Terra Fofa Online, que é um portal de notícias do município de Formigueiro que passou por diversas etapas durante a graduação, tendo inclusive o plano de negócios elaborado em uma disciplina. Já na disciplina de Projeto Experimetnal em Jornalismo foram feitas algumas remodelações, transformando o site em um portal de notícias. 

Pablho Millani apresentando seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

Para Pablo é necessário que haja uma análise de consumo midiático para: “Possibilitar essa melhora do trabalho, ter um feedback real. Foram 176 pessoas que dedicaram  uma parte do seu tempo, para responder sobre a mídia de Formigueiro. Esse dado é de grande valia para possibilitar a melhora no trabalho do município. Podendo também ser utilizado em outros municípios, um  dado do atlas da notícia traz uma preocupação perante os desertos midiáticos, pois são muitos”.  Para ele a sensação é muito boa, “sinceramente não sei descrever em uma palavra ou em um sentimento, é um misto de emoções. A conclusão de uma graduação de quatro anos, um trabalho final que leva dois semestres, então, passei por muita coisa pra chegar e concluir esse documento, essa pesquisa. Poder realizar essa apresentação para uma banca e ser bem avaliado. Eu acho que as sensações de  esforço e gratidão são as que predominam. Muito esforço por trás, mas, no final é muito gratificante ter esse retorno positivo de pessoas que avaliaram o trabalho pois  são referência dentro da comunicação e ajudaram na minha formação.” As expectativas do acadêmico para o futuro na profissão são positivas: “dias de muito trabalho, acho que a tendência do jornalista é estar cada vez mais ativo e ao mesmo tempo mais multimidiático.  Hoje a gente vê as redações integradas, acredito que essa seja uma tendência que ao natural vai ocupar todo o semblante jornalístico, onde o profissional atua em diversas plataformas. O jornalista sendo diferente e confiável daqueles demais que compartilham a informação na internet, mas não tem essa fundamentação teórica e prática que o jornalista aprendeu em sua graduação”, conclui Millani.

O acadêmico Felipe Monteiro escolheu “Uma análise fílmica do documentário Chorão: Marginal Alado” como tema para seu TFG II. De acordo com ele, além de ser fã, foi motivado para explorar a área dos documentários, “era uma área que não explorei bastante durante a graduação, mas que gostei muito quando eu estudei durante esses dois semestres de TFG I e II”.

Felipe Monteiro apresentando seu TFG. Imagem: Vitória Oliveira

Por querer se aprofundar na área dos documentários e curtas-metragens, ele conta que: “ é uma base muito forte pra mim, para agregar no meu dia a dia como jornalista, ter mais uma área para estudar”. A apresentação do Trabalho Final de Graduação é um misto de sentimentos para o estudante. Para ele, “é gratificante demais ouvir o carinho dos professores, conseguir vencer todas as dificuldades que eu tinha e coisas que consegui aprender. Acredito que esse é o objetivo da faculdade, conseguir agregar conhecimentos para ser um bom profissional”. Para o futuro, além da produção de programas de rádio, Felipe tem expectativas para trabalhar em diversas áreas do jornalismo, explorando tudo que a profissão tem a oferecer.

Colaboração: Luiza Silveira

A 3 ª edição do Underground do curso de Design de Moda da Universidade Franciscana, ocorreu na noite de ontem, 27, às 19h no estacionamento do prédio 15, no conjunto III da UFN. Teve como tema este ano a “Desconstrução do estereótipo feminino” no intuito de incentivar os acadêmicos a escolherem uma quebra de padrões impostos pela sociedade às mulheres. 

Acadêmicos do curso de Design de Moda e suas criações. Imagem: Juliano Mendes

 A professora do curso de Design de Moda, Caroline Brum, conta que é muito importante que os alunos aprendam a organizar um evento deste porte, “isso vai fazer parte da vida deles, pois muitos já tem sua marca própria. Toda a estrutura que damos para eles, a organização que fazemos é uma estrutura de vida real, de como podem fazer quando tiverem uma oportunidade de replicar”.

 A maior parte dos designers estão no 3º semestre e a disciplina que organizou é  do 5º semestre. A produção tem o intuito de estimular uma integração entre os mais novos com os mais experientes. Natalia Krum participou como produtora, designer e modelo e teve como inspiração: “Colocar a mulher no espaço dominado por homens,  a minha roupa foi inspirada em mulheres no automobilismo”. A parte em que mais sentiu dificuldade foi na modelagem experimental, pois é cheia de recortes, além da produção. Para ela, exercer tantas funções em um evento como esse envolve muita adrenalina, “mas causa uma sensação muito boa de ver os meus colegas, as pessoas que eu gosto sendo criativas e colocando as ideias delas em prática”. “Pra mim talvez a parte mais fácil tenha sido modelar porque é a parte mais livre para criar do meu jeito”, conta Natalia.

Natalia Krum vestindo sua criação. Imagem: Caroline Freitas

O designer Ewdwardz teve como inspiração buscar a feminilidade onde a sociedade não vê, a transformação, ” tive muita inspiração de pessoas não binárias e de pessoas transexuais e das vivências delas. A asa representa transformação, é como um casulo, é a pessoa trans passando pelo portão da transição. Isso representa toda essa desconstrução, de que a feminilidade não se encontra só em corpos femininos mas também em uma gama de corpos plurais”. Para ele, a experiência de fazer parte do desfile é boa e agrega muito em sua vida profissional.

Hercules Hendges desfilando a criação de Ewdwardz. Imagem: Patrício Fontoura

A acadêmica Vanessa Maltes conta que: “o que tentei levar em consideração a partir do tema foram  questões minhas. Onde a mulher tem que estar sempre muito preocupada com que roupa ela vai sair de casa e se isso vai afetar a rotina dela. Como por exemplo vestir uma roupa mais curta ela pode  sofrer algum tipo de assédio. Sempre tem aquela pergunta na cabeça cobrir ou mostrar?”. O vestuário também pode ser uma questão política e social. “Não apareceu, mas eu escrevi em caneta alguns adjetivos pejorativos que só são válidos para mulheres. Por exemplo vagabunda, o cara vagabundo é uma pessoa que é encostada que não faz nada, já a mulher vagabunda é uma mulher desqualificada que não presta. Para a mulher os adjetivos sempre  tem uma conotação mais pesada do que para os homens”.

Roupa desenhada pela designer Vanessa Maltes. Imagem: Caroline Freitas

Ela acredita que é necessário dar visibilidade a esse tipo de evento, “tanto é que o desfile foi bastante político, conseguimos expressar tudo que realmente queríamos e tivemos liberdade para isso.  Teve representatividade trans e negra, então acredito que conseguimos quebrar um pouco dos paradigmas”. Destaca também que esse tipo de interação traz muitos ganhos para sua vida acadêmica pois ganha experiência, “na questão pessoal eu entendo que as pessoas aceitam essas diferenças, estamos sempre em uma bolha onde achamos que vamos ser julgados e questionados.  Muitas vezes falta  dar a cara a tapa para tornar comum para todo mundo as diferenças”. O mais importante é que ela consegue mostrar o seu trabalho, “o que eu vim fazer aqui é roupa, não tenho plano B. É isso que eu quero para a minha vida”.

Colaboração: Luiza Silveira

Ocorre essa semana a exposição de artes Ilhas Criativas. A  programação está variada, contando com intervalos musicais durante a manhã, tarde e noite e exposições permanentes no prédio 16 do conjunto III da UFN.

A exposição Ilhas Criativas é o resultado de uma disciplina eletiva chamada Patrimônio Arte Cultura que foi pensada para ser ofertada aos alunos da instituição como um todo, possuindo 32 alunos de nove cursos distintos. De acordo com o professor Bebeto Badke, responsável pela disciplina, “poucos têm contato com a arte, então no primeiro trabalho da disciplina eles tinham que fazer um levantamento para descobrir pessoas que conhecem e que são artistas mas não atuam como tal”. Após o levantamento foram descobertos diversos talentos ocultos dentro da UFN e então o professor resolveu dar visibilidade a eles. A exposição de artes visuais conta com um varal literário com três poetas. Também estão presentes cantores, DJs e um rapper da Nova Santa Marta.  

O rapper Vitor Rocha cresceu no meio da música. Ele conta como foi sua trajetória até se encontrar no rap: “Por influência de família comecei com uma banda de rock, mas durante os shows e viagens eu sempre fazia rimas de improviso, então comecei a frequentar batalhas de rimas e vi que tinha jeito pra coisa, logo comecei a gravar minhas próprias músicas”. Para ele é uma grande satisfação poder mostrar ao público seu trabalho.

A acadêmica de Letras, Daiene Rojas, está expondo sua arte pela primeira vez, de acordo com ela o convite fez com que sentisse sua arte valorizada de outra forma, pois antes apenas sua família e amigos sabiam que ela pintava telas, então a exposição é uma forma de tornar seu trabalho mais conhecido e divulgado. Ela acredita que seu talento pode estar interligado com seu curso, “as letras fazem parte da área das humanas e essa área é bem extensa, e com certeza embarca a arte, mas esses conhecimentos artísticos descobri quando era ainda  mais jovem,  desde criança gostava muito de desenhar e na minha família, minha mãe e as minhas tias pintam telas, então eu decidi dar  um passo a mais tentar pintar também. Comecei na brincadeira  com tinta guache e depois troquei, fiz aquarela e peguei telas, gostei muito porque  é um trabalho minucioso e podemos brincar com as cores e  expressar nossos sentimentos”.

A programação conta com exposições de Artes Visuais,  com Nathalia Righi,  do curso de Psicologia, expondo suas tatoos;  Ana Luiza Rockenbach, também do curso de Psicologia, com sua arte digital; Joele Wegner, do curso de Arquitetura da UFSM, com sua arte em aquarela; Daiene Rojas, do curso de Letras, com pintura em tela; Luiza Ruviaro, acadêmica de Odontologia, com pintura em tela, e Guilherme Abreu, estudante de Jogos Digitais, com mostra de fotos digitais.

A exposição do Varal Literário também ocorre todos os dias e conta com os seguinte poetas: Giovanna Zilli, de Arquitetura, João Gabriel Pires Simões, de Psicologia e Julio Augusto Seidel da Silva, de Odontologia.

Intervalos musicais ocorreu nos dia 21 de junho pela manhã com Karoline Ferreira, voz e violão, do curso de Arquitetura. Na quarta, 22 de junho, à noite com o  DJ Gabriel, de Porto Alegre, com apoio de Jayme Grassmann (Jogos Digitais – UFN) e no dia 23 de junho o rapper Nezz (Vitor) pela manhã e a tarde o DJ Bernardo Rocha, de Publicidade e Propaganda.

Colaboração: Vitória Oliveira

Os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UFN receberam a visita de estudantes do  Colégio Franciscano Santíssima Trindade de Cruz Alta durante o dia de hoje, 22. A programação constou de atividades no turno da manhã e da tarde. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura física para a formação de jornalistas e publicitários.

Estudantes conhcendo o estúdio de foto, acompanhados pela professora Laura Fabrício. Imagem: Julia Buttignol

Pela manhã os estudantes visitaram os laboratórios do curso de Jornalismo acompanhados pela professora Laura Fabrício, que falou sobre o curso. Ela destacou o papel social desta profissão e como é executada através de uma formação acadêmica.

Visita ao estúdio da TV UFN. Imagem: Julia Buttignol

 Neste sentido, a professora Laura ressaltou  que o curso de jornalismo tem duração de quatro anos de formação acadêmica  mediante disciplinas teóricas, práticas, extensionistas e estágios curriculares. Foram visitados todos os laboratórios do curso de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, incluindo os estúdios de TV, rádio, fotografia e agência de notícias. A professora explicou que esses espaços servem como práticas para experiências das atividades inerentes à profissão de jornalistas. 

Alunos conhecendo o estúdio da rádio UFN. Imagem: Julia Buttignol

À tarde foi proposta uma oficina de escrita criativa, orientada pela professora do curso de Publicidade e Propaganda, Pauline Neutzling. Conforme a professora, a ideia é o pessoal entender que redação, não é só definir se vou trabalhar com jornalismo ou vou trabalhar com publicidade, pois temos que ter noção de que todo o texto que a gente produz carrega um tanto da nossa identidade. 

Oficina de escrita criativa, orientada pela professora Pauline Neutzling. Imagem: Luiza Silveira.

Então o que a gente trata nessa oficina? A professora responde : “A gente trata um pouco dos tipos de inteligência humana para o pessoal se reconhecer e entender em que  aspectos funciona  melhor”. 

Muitos aspectos complexos estão envolvidos nessa construção de textos no mundo contemporâneo. Inclusive a professora explica e questiona: ”Até em um perfil de uma mídia social, a gente tá construindo a nossa imagem de marca, mas uma coisa é estar postando na mídia social,  que a gente coloca a edição dos melhores momentos, já outra coisa é a vida real, como é que a gente é?”

Professora de Publicidade e Propaganda Pauline Neutzling. Imagem: Luiza Silveira.

Neste sentido ela explica que a forma como se comunica e posiciona suas ideias é muito mais que redação no sentido de só escrever, é no sentido de você entender quem você é, entender que a escolha das palavras que você faz para se apresentar e apresentar as ideias vão interferir na maneira como as pessoas vão te olhar, te enxergar, te valorizar,  te ignorar, ou prestar mais atenção em você.

A importância desta visita de alunos do ensino médio na UFN é muito significativa no entendimento da professora. Para ela os estudantes devem entender que a universidade é uma pluralidade de ações e ideias à serviço de uma sociedade, por isso ela ressalta: “acho que a coisa mais importante da universidade é entender que a universidade vem desse termo, universo de pessoas, de ideias,de teorias, de práticas”.

A estudante do terceiro ano do ensino médio Mariana Cossul, participou da oficina e achou uma experiência muito legal. Para ela faz muita diferença na vida  dos estudantes do terceiro ano pensarem qual curso pretendem seguir no futuro: “Ver como funciona uma faculdade, muda totalmente o nosso pensamento  dá um direcionamento  bem melhor nas nossas escolhas”. A parte que ela mais gostou de aprender foi como a interpretação verbal e visual podem significar várias coisas. “Eu nunca tinha pensado em fazer Publicidade e Propaganda ou Jornalismo, mas eu adorei essa parte de comunicação, agora eu comecei a considerar esses dois curso como uma possibilidade de  futuro profissional”.

Colaboração: Luiza Silveira.

Na noite desta segunda-feira, 20, aconteceu a XXVII Jornada Científica do curso Jornalismo, com o objetivo de apresentar os TFGs I em andamento. Os trabalhos são avaliados por um professor do curso, colaborando com a visão geral do orientador e orientando. Depois deste processo de avaliação apresentado nesta noite, a pesquisa  será concluída no TFG II.

A acadêmica Gabriela de Flores Neto, que está no sexto semestre, orientada pela professora Sione Gomes e avaliada  pela professora Neli Mombelli apresentou o tema  “O jornalismo em Harry Potter a partir da visão dos fãs da saga”. A escolha teve como objetivo a avaliação da percepção da personagem Rita Skeeter retratada na saga como uma jornalista sensacionalista, que não demonstra dar o devido valor ao papel social da notícia. Como a saga conta com sete livros e oito filmes tendo uma grande abrangência de dados, a maneira como ela deseja recolher esses dados é através de enquetes no Facebook, onde acredita que estejam presentes os fãs mais velhos da saga.

Curso de Jornalismo promove Jornada Científica. Imagem: Caroline Freitas, LABFEM

Ela explica o porquê do tema escolhido: “Acredito que trazendo esta temática posso desmistificar o conceito que algumas pessoas têm de que Harry Potter é um trilogia para crianças, porque apesar do enredo, os filmes trazem temáticas sérias e que se assemelham com certos momentos da vida adulta (principalmente na questão política). Também o fato de como o exercício da profissão foi retratado com críticas à jornalistas reais e que podemos perceber facilmente em alguns veículos de comunicação”. Para ela está sendo muito gratificante escrever sobre um assunto que gosta: “É incrível como a cada leitura percebo coisas novas sobre a saga que eu não tinha percebido quando assistia/lia só por lazer. A parte desafiadora será criar um questionário que abranja um número grande de fãs motivando os mesmos a responderem”.

Aluna Gabriela Neto apresentando seu trabalho. Imagem: Caroline Freitas, LABFEM

A apresentação deste trabalho foi finalizada com as sábias palavras de Alvo Dumbledore: “Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los”. A contribuição da avalidadora Neli Mombelli foi realizada de forma que a aluna Gabriela possa melhor captar estas informações. A professora explicou ainda que quando se trata de ficções que não são baseadas em fatos reais, os jornalistas são retratados de forma clichê.

Banca examinadora composta pelas professoras Sione Gomes e Neli Mombelli. Imagem: Caroline Freitas, LABFEM

Colaboração: Vitória Oliveira

Ocorreu nesta terça-feira, no Hall do Prédio 15 – no Conjunto III da Universidade Franciscana (UFN), a divulgação do Listão dos aprovados no Vestibular de Inverno da Instituição para o 2º semestre de 2022 com a presença de muitos estudantes que estavam no aguardo da lista de aprovação. Os  aprovados no processo seletivo para 31 cursos de graduação, presenciais e híbridos e cursos técnicos avançados da UFN classificações podem acessar sua classificação através deste link. No mesmo link do Listão, também é possível fazer login pelo CPF para conferir desempenho e classificação individual. Para fazer sua matrícula, o candidato deverá apresentar: Certidão de nascimento ou casamento; Documento de identificação com foto; CPF; Prova de quitação das obrigações eleitorais; Prova de quitação das obrigações militares; e o certificado de conclusão do Ensino Médio.

Movimentação, no prédio 15. Imagem: Vitória Oliveira

Após a divulgação, os aprovados em primeira chamada para o curso de Medicina poderão dar seguimento com a matrícula, de maneira digital no dia 23 e 24 de junho, das 8h às 18h, no site.
A Chamada Oral no Processo Seletivo, com vistas ao preenchimento das vagas remanescentes da Primeira Chamada e conforme a sua posição na classificação, que será divulgada no dia 27 via site Institucional. A chamada para as vagas remanescentes ocorrerá no dia 24, às 12h, no Salão de Atos da Universidade. A lista dos suplentes de todos os cursos está disponível para consulta neste link.

A vestibulanda Ana Júlia Nedel, foi a 1º colocada  no curso de medicina. Ela afirma que ainda vai fazer o Enem no final do ano mas que ter passado no curso já é uma grande conquista. Após ver seu nome em primeiro lugar ela e os amigos comemoraram pela conquista.

Ana Júlia Nebel 1º colocada no vestibular de medicina. Imagem: Luiza Silveira
Reitora Irani parabenizando a vestibulanda. Imagem: Luiza Silveira

Para os demais cursos, o processo funciona da seguinte forma: são chamados a matricular-se inicialmente os 40 primeiros candidatos na ordem decrescente da lista, sendo que  os demais vestibulandos classificados entram em lista de espera, sendo chamados na medida que sobram vagas para serem preenchidas. A matrícula do candidato habilitado em primeira chamada, será realizada de maneira digital, por meio do acesso ao Portal do Aluno (www.ufn.edu.br), nos dias 23 e 24 de junho, das 8h às 18h.
A chamada dos candidatos suplentes também será realizada de maneira remota, em número suficiente ao preenchimento das vagas ofertadas no curso, respeitando-se a classificação dos vestibulandos e a autonomia universitária. A matrícula do candidato suplente, convocado em lista de espera, ocorrerá virtualmente, através do acesso individual ao Portal do Aluno, disponível no Website da UFN, conforme data e hora e demais orientações constantes no documento de convocação.

Imagem: Luiza Silveira
Coordenador do vestibular Adilção Beust. Imagem: Vitória Oliveira
Reitora da Universidade Franciscana. Imagem: Luiza Silveira

O colégio Tiradentes apresentou, por meio de seus alunos de ensino médio, projetos que trabalham a sustentabilidade. Com estes exemplos, encerramos a série de textos sobre as pesquisas que a comunidade pode conhecer na Jornada do Meio Ambiente, JIMA, que ocorreu na UFN na segunda-feira passada, dia 6 de junho. Confira a seguir.

Cultivando o Amanhã 

 O Projeto Cultivando o Amanhã, dos alunos do Colégio Tiradentes de Santa Maria, tenta, de forma simples, disseminar ideias sustentáveis que possam ser aplicadas no cotidiano. Devido à pandemia de COVID-19, a forma encontrada para a execução foi através das redes sociais. “Desenvolvemos pesquisas e criamos vídeos sobre diversos assuntos que foram desde a separação de lixo ao descarte correto do lixo eletrônico”, comenta Rafaela Tamiosso, aluna do segundo ano do ensino médio. 

O trabalho dos estudantes visa a produção de vídeos para conscientização. Imagem: Petrius Dias.

O foco na utilização do Instagram vem de uma pesquisa realizada pelo Poder360, que revela que cerca de 81% dos jovens utilizam a plataforma, sendo a mais utilizada por este público atualmente. Dentro da rede, os alunos realizaram processos de pesquisa, roteirização, edição e criação de layout para postagens. Por fim, além da vinculação ao Instagram, o projeto também foi apresentado para cerca de 180 alunos do colégio e no espaço de reunião do Projeto Tribos. 

O Tribos é um projeto vinculado à Unesco com foco na ação social. Busca operar por meio de crianças e adolescentes que queiram transformar a realidade da sua região. Os encontros, realizados de forma online, propõem a ação em diferentes temáticas.  

  Semeando a Solidariedade 

 O Projeto Semeando a Solidariedade foi criado pelos alunos do Colégio Tiradentes de Santa Maria e tem o foco na reciclagem como forma de cuidado com o meio ambiente. A ideia central foi a criação de vasos de plantas, produzidos com garrafas pet recicladas, para o cultivo em locais com pouco espaço. “A ideia de utilizar os recipientes pequenos foi pensando nas pessoas que moram em apartamentos ou lugares com o espaço bastante limitado. Além disso, desenvolvemos vasos autoirrigáveis, pensando nas pessoas que, por causa dos afazeres do cotidiano, podem vir a esquecer do cultivo”, comenta Lorenzo Krewer, membro do projeto. 

 O objetivo do Semeando a Solidariedade é desenvolver o espírito de coletividade em meio às incertezas trazidas pela pandemia. Além disso, os alunos também buscaram alternativas de despertar a consciência sobre a poluição do meio ambiente e sobre a reciclagem por meios criativos. A escolha do material ocorreu por meio de uma pesquisa realizada em cima do descarte inapropriado do PET, material que pode ficar até quatro séculos até se decompor na natureza.  

O projeto trabalha com possibilidades de reciclagem. Foto: Petrius Dias

 Como resultado, o projeto alcançou aproximadamente 120 pessoas através de palestras e doações dos vasos. Ao serem doados, os membros do grupos também ensinam como produzir hortas, levando assim o conhecimento ao público. O projeto realizado pelos alunos foi desenvolvido a partir de ideias propostas no Tribos, projeto vinculado à UNESCO com foco na ação social. Busca opera por meio de crianças e adolescentes que queiram transformar a realidade da sua região. Os encontros, realizados de forma online, propõem a ação em diferentes temáticas.  

 

A ACS está publicando essa semana uma série de textos sobre a Jornada Integrada do Meio Ambiente. Veja aquiaqui e aqui o que já foi publicado na série sobre a JIMA. Este é o último texto.

  • Texto e fotos produzidos durante o primeiro semestre de 2022 pelo acadêmico Petrius Dias, na disciplina de Jornalismo Especializado do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana.

Às 17h as portas foram abertas e os candidatos puderam sair do local de aplicação de prova. 

Saída da Prova. Imagem: Fernanda Menezes

 O porto-alegrense João Vitor Moraes foi o primeiro estudante a sair do local das provas, e nos conta que veio para testar seus conhecimentos. Para ele foi diferente de seu habitual fazer uma redação com este tipo de tema.

João Vitor Menezes foi o primeiro a sair da prova. Imagem: Fernanda Menezes

Laís Zinelli, de 18 anos, veio de  Uruguaiana e escolheu fazer faculdade na UFN por que: “Apesar de ter medicina em Uruguaiana eu queria sair da minha zona de conforto. Eu achei fácil, achei que seria só uma palavra, fácil de desenvolver a escrita.”

Laís Zinelli é vestibulanda de Medicina. Imagem: Fernanda Menezes

A candidata Amanda Alberto Dias, natural de Cachoeira do Sul, achou o tema difícil. Mas nos contou que escolheu a Universidade Franciscana pois “sei do prestígio que a instituição tem de ser uma faculdade excelente”. Ela ainda está cursando o  terceiro ano do ensino médio, então veio apenas para testar seus conhecimentos.

Vinda de Tupanciretã, Nayele Dutra, conta que a mãe também foi aluna da UFN e, por conta disto ela tem esse sonho de ingressar nesta instituição. “Então isso me atraiu para a UFN quando abriram as inscrições do Vestibular”. Ela achou o tema da redação fácil, “eu trabalho com voluntariado e isso me remeteu ao aspecto altruísta de pensar no outro. Não excluindo o pensar em si, mas talvez colocar em segundo plano e olhar o que está acontecendo na nossa volta”.