De “mala e cuia” para fazer o vestibular


Por Evelin Bitencourt

 

Se preparar para o vestibular não é uma tarefa fácil, ainda mais para os alunos que vem de outras cidades com o objetivo de fazer a prova. A presença de estudantes carregando malas de viagem pelo pátio da Universidade Franciscana se tornou comum em todas as edições da prova.

 

Aos 17 anos, Eduarda presta o vestibular pela primeira vez. Foto: Denzel Valiente/LABFEM

Esse é o caso de Eduarda Metz, de 17 anos, estudante do último ano do Ensino Médio. Prestando vestibular pela primeira vez, ela viajou cerca de quatro horas para chegar à Santa Maria.

Eu vim de Harmonia, nas proximidades do Vale do Caí. Demoramos quatro horas para chegar e, por isso, resolvemos vir um dia antes da prova”, explica, dizendo que pretende se mudar para mais perto, se conseguir a aprovação.

 

Ana Carolina e a irmã Maria vieram de Passo Fundo para prestar o vestibular. Foto: Denzel Valiente/LABFEM

As irmãs Maria e Ana Carolina Anater, de 19 e 18 anos respectivamente, vieram com a família de Passo Fundo. Maria vai tentar uma vaga no curso de Medicina pela quarta vez e Ana faz o vestibular pela primeira vez na UFN. As duas afirmam que a paixão pela Medicina veio de família, pela convivência com os tios que já trabalham no ramo.

Maria Luiza já prestou o vestibular em três cidades. Foto: Denzel Valiente/ LABFEM

 

Já Maria Luiza, de 22 anos, preferiu vir de Bagé na manhã desta segunda-feira. “Eu estava em Porto Alegre, também fazendo o vestibular, antes disso fiz a prova em Passo Fundo, Santa Catarina e hoje vim para cá”, comenta. O cansaço da viagem acabou virando rotina e, segundo ela, não será um empecilho durante a prova. Estudante do cursinho pré-vestibular Fleming, Maria afirma que sua maior expectativa é em relação ao tema da prova.

Laura pretende cursar Direito na UFN. Foto: Denzel Valiente/LABFEM

O curso de Direito é o objetivo de Laura Jurack, de Horizontina. Aos 17 anos e prestes a se formar no Ensino Médio, é a primeira vez que Laura faz o vestibular na UFN. Depois de um ano estudando em casa ela diz que o apoio da família foi o fator decisivo na escolha de universidade. “A saudade da família vai apertar um pouco, mas sei que eles sempre vão me apoiar”, afirma.

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