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Santa Maria, RS, Brazil

“Escrever crônica é como transar”

    A afirmação é do professor, escritor e jornalista Juremir Machado da Silva, que cumpriu uma maratona de entrevistas antes de palestrar no IV Fórum de Comunicação Social da Unifra.

    Eram 16h30min quando desembarcou na estação rodoviária de Santa Maria o professor da PUCRS, Juremir Machado. Conhecido em todo país pelo tom crítico e direto, o jornalista em nada lembrava o homem apontado pela crítica por não gostar de quase nada. Calmo e muito atencioso ele se dirigiu à Feira do Livro onde concedeu entrevistas e distribuiu autógrafos.

 

   O escritor Juremir participara na feira de uma sessão para autografar seus dois novos lançamentos: o romance Getúlio e o conjunto de crônicas Aprender a vi(ver). Duas horas depois, era o jornalista Juremir que entrava em cena para palestrar aos acadêmicos da Unifra. No intervalo das atividades, ele conseguiu tempo para ser entrevistado em uma rádio local.

 

   Nesse momento, ele revelou qual era sua grande paixão: escrever crônicas, seguida, é claro, por sua paixão pelo Internacional. “Nada dá mais prazer do que acertar uma frase, é como transar!”, exclamou o escritor arrancando sorrisos de toda redação.

 

  Humilde e sincero, Juremir explicou como faz para escrever bem: “leio muito e estudo textos de outros escritores, o modo que eles criam certas situações. Junto a isso, coloco minha mente em situações de influência, navego na Internet, assisto novela e vou ao cinema. É preciso ter bagagem cultural”, ressalta.

 

  Vivência é algo que não falta para o jornalista. Ele trabalhou na Zero Hora e Revista Isto É. Hoje, além de professor universitário, é cronista do Correio do Povo. Mas, após passar quatro horas acompanhando a trajetória de Juremir na cidade, fica claro que o mais importante para ele mesmo não é o seu currículo. “Eu faço o que gosto”, assim Juremir encara os críticos e os desafios da sua profissão. Encara de um jeito único, pois apenas ele é capaz de assim comentar a atual situação do político Anthony Garotinho: “Um sujeito gordinho, que faz greve de fome não deve bater bem da caixola, ainda mais contra a mídia”, afirmou.

 

Segunda Foto: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA

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    A afirmação é do professor, escritor e jornalista Juremir Machado da Silva, que cumpriu uma maratona de entrevistas antes de palestrar no IV Fórum de Comunicação Social da Unifra.

    Eram 16h30min quando desembarcou na estação rodoviária de Santa Maria o professor da PUCRS, Juremir Machado. Conhecido em todo país pelo tom crítico e direto, o jornalista em nada lembrava o homem apontado pela crítica por não gostar de quase nada. Calmo e muito atencioso ele se dirigiu à Feira do Livro onde concedeu entrevistas e distribuiu autógrafos.

 

   O escritor Juremir participara na feira de uma sessão para autografar seus dois novos lançamentos: o romance Getúlio e o conjunto de crônicas Aprender a vi(ver). Duas horas depois, era o jornalista Juremir que entrava em cena para palestrar aos acadêmicos da Unifra. No intervalo das atividades, ele conseguiu tempo para ser entrevistado em uma rádio local.

 

   Nesse momento, ele revelou qual era sua grande paixão: escrever crônicas, seguida, é claro, por sua paixão pelo Internacional. “Nada dá mais prazer do que acertar uma frase, é como transar!”, exclamou o escritor arrancando sorrisos de toda redação.

 

  Humilde e sincero, Juremir explicou como faz para escrever bem: “leio muito e estudo textos de outros escritores, o modo que eles criam certas situações. Junto a isso, coloco minha mente em situações de influência, navego na Internet, assisto novela e vou ao cinema. É preciso ter bagagem cultural”, ressalta.

 

  Vivência é algo que não falta para o jornalista. Ele trabalhou na Zero Hora e Revista Isto É. Hoje, além de professor universitário, é cronista do Correio do Povo. Mas, após passar quatro horas acompanhando a trajetória de Juremir na cidade, fica claro que o mais importante para ele mesmo não é o seu currículo. “Eu faço o que gosto”, assim Juremir encara os críticos e os desafios da sua profissão. Encara de um jeito único, pois apenas ele é capaz de assim comentar a atual situação do político Anthony Garotinho: “Um sujeito gordinho, que faz greve de fome não deve bater bem da caixola, ainda mais contra a mídia”, afirmou.

 

Segunda Foto: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA