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“Menores” vão às urnas

Jovens entre 16 e 17 anos falam como se sentiram na sua primeira eleição.

 

Muitos dos eleitores que foram às urnas nesse domingo, dia primeiro, tinham o voto facultativo por serem menores de dezoito anos. Mesmo assim, decidiram participar da escolha de deputados, senador, governador e presidente.

Alguns participaram apenas apoiando os candidatos já estabelecidos pelos pais, outros disseram já ter opinião formada e fazerem até campanha para os seus candidatos, independentemente de influência familiar.

A estudante Aline Hoffmann, 17 anos, acha importante poder participar das eleições, mas diz sofrer influências da família na hora da escolha dos candidatos. “Acho muito legal poder dar a minha opinião em um evento como esse, mas não entendo muito do assunto e não acompanho debates e horários políticos, por isso voto nos candidatos que meus pais votam. Eles sabem o que é melhor para mim”, diz Aline. A estudante acrescenta que o seu voto é voltado para ajudar a eleger o candidato a deputado estadual de seu pai, que é amigo de sua família.

Ao contrário de Aline, muitos jovens que votaram pela primeira vez na eleição do último domingo acham indispensável a participação nas campanhas e a escolha consciente dos candidatos. “Acompanhei as propostas e debates e tenho uma opinião formada. Meus pais me deixam bem livre em relação ao voto e me acho maduro o suficiente para fazer minhas escolhas”, salienta o estudante Felipe Garcia, 16 anos, também eleitor pela primeira vez.

Assim como Felipe, a estudante Carolina Araújo, 17 anos, concorda que os jovens menores de 18 anos já possuem maturidade para escolher seus representantes. “Acho que a opinião da juventude tem que ser avaliada, por isso não deixo de participar das eleições e acompanhar a trajetória dos candidatos. Fiz as minhas próprias escolhas e estou muito orgulhosa disso”, completa Carolina, que foi às urnas com a bandeira do candidato à presidência da república escolhido. A jovem disse se sentir muito feliz de poder participar da decisão do futuro do país e que estar muito confiante na vitória de seus candidatos.

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Jovens entre 16 e 17 anos falam como se sentiram na sua primeira eleição.

 

Muitos dos eleitores que foram às urnas nesse domingo, dia primeiro, tinham o voto facultativo por serem menores de dezoito anos. Mesmo assim, decidiram participar da escolha de deputados, senador, governador e presidente.

Alguns participaram apenas apoiando os candidatos já estabelecidos pelos pais, outros disseram já ter opinião formada e fazerem até campanha para os seus candidatos, independentemente de influência familiar.

A estudante Aline Hoffmann, 17 anos, acha importante poder participar das eleições, mas diz sofrer influências da família na hora da escolha dos candidatos. “Acho muito legal poder dar a minha opinião em um evento como esse, mas não entendo muito do assunto e não acompanho debates e horários políticos, por isso voto nos candidatos que meus pais votam. Eles sabem o que é melhor para mim”, diz Aline. A estudante acrescenta que o seu voto é voltado para ajudar a eleger o candidato a deputado estadual de seu pai, que é amigo de sua família.

Ao contrário de Aline, muitos jovens que votaram pela primeira vez na eleição do último domingo acham indispensável a participação nas campanhas e a escolha consciente dos candidatos. “Acompanhei as propostas e debates e tenho uma opinião formada. Meus pais me deixam bem livre em relação ao voto e me acho maduro o suficiente para fazer minhas escolhas”, salienta o estudante Felipe Garcia, 16 anos, também eleitor pela primeira vez.

Assim como Felipe, a estudante Carolina Araújo, 17 anos, concorda que os jovens menores de 18 anos já possuem maturidade para escolher seus representantes. “Acho que a opinião da juventude tem que ser avaliada, por isso não deixo de participar das eleições e acompanhar a trajetória dos candidatos. Fiz as minhas próprias escolhas e estou muito orgulhosa disso”, completa Carolina, que foi às urnas com a bandeira do candidato à presidência da república escolhido. A jovem disse se sentir muito feliz de poder participar da decisão do futuro do país e que estar muito confiante na vitória de seus candidatos.