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Santa Maria, RS, Brazil

1ª, 2ª e 3º Geração das Redações de Jornalismo

  

  A abertura oficial do IV Fórum de Comunicação Social ocorreu no salão de Atos do Campus II, às 19h30min. Estavam presentes os professores dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, além dos inscritos no Fórum. A palestra do jornalista Ricardo Fontes Mendes, que também ministrou um workshop sobre Jornalismo Investigativo, abordou como tema central "as redações de terceira geração".

 

       As redações modernas, segundo ele, são resultados da evolução das tecnologias. As redações de jornal e de veículos de comunicação passaram por três fases: a primeira geração, nos anos 70, era composta por máquinas de escrever e compreendia um processo linear. A partir daí, na década de 80, houve uso do computador e um esboço de redes de comunicação nas redações, configurando a segunda geração. 
 

Já as redações atuais, as de terceira geração, a partir dos anos 90, fazem o uso de softwares a serviço da convergência de canais e conteúdos, além do uso inevitável da internet. Os ambientes atuais dos meios de comunicação, com o avanço das ferramentas tecnológicas, trazem até mesmo uma nova organização hierárquica na estrutura dos profissionais de televisões, jornais e rádios.

Confira a entrevista com o palestrante Ricardo Fontes Mendes

Fotos: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA

 

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  A abertura oficial do IV Fórum de Comunicação Social ocorreu no salão de Atos do Campus II, às 19h30min. Estavam presentes os professores dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, além dos inscritos no Fórum. A palestra do jornalista Ricardo Fontes Mendes, que também ministrou um workshop sobre Jornalismo Investigativo, abordou como tema central "as redações de terceira geração".

 

       As redações modernas, segundo ele, são resultados da evolução das tecnologias. As redações de jornal e de veículos de comunicação passaram por três fases: a primeira geração, nos anos 70, era composta por máquinas de escrever e compreendia um processo linear. A partir daí, na década de 80, houve uso do computador e um esboço de redes de comunicação nas redações, configurando a segunda geração. 
 

Já as redações atuais, as de terceira geração, a partir dos anos 90, fazem o uso de softwares a serviço da convergência de canais e conteúdos, além do uso inevitável da internet. Os ambientes atuais dos meios de comunicação, com o avanço das ferramentas tecnológicas, trazem até mesmo uma nova organização hierárquica na estrutura dos profissionais de televisões, jornais e rádios.

Confira a entrevista com o palestrante Ricardo Fontes Mendes

Fotos: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA