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A paixão nacional e o universo feminino

Fazer do futebol de campo uma paixão nacional é uma unanimidade entre a população brasileira. Em algum momento, muitos pensaram em ser Ronaldinhos, Roberto Carlos, Lúcio e até mesmo Dunga. O que pouco se fala e pouco se deseja é ser Andréa, Aline, Érika, Fabiana… Mas quem são, o que fazem? É a seleção brasileira feminina de futebol de campo.

A serviços gerais Roselaine Cunha Travassos, 41 anos, diz que nunca ouviu falar nestes nomes. “Já não gosto muito de futebol e ainda vou ter que saber o nome das mulheres? É legal que tenha essa equipe, mas elas já foram campeãs olímpicas ou de alguma Copa do Mundo?”, indaga Roselaine.

O comerciante Fábio Aparício Fagundes, 34 anos, não sabe o nome das jogadoras, mas salienta a importância de uma equipe feminina. “Se me perguntarem o nome de qualquer jogadora dessa seleção eu não saberia dizer. Mas eu sabia que existia e torço muito por elas. É importante para o Brasil que o título de país do futebol seja completo, para ambos os naipes, destacando que o futebol não é somente para homens”, analisa Fagundes.

Para a estudante de educação física, Bárbara Santos, 18 anos, estes nomes são comuns em sua vida. “Eu estou numa equipe de futsal (futebol de salão). Treinamos diariamente. A Fabiana (seleção brasileira) é exemplo de garra e determinação. Pretendo jogar como ela”, declara a estudante.

O farmacêutico André de Lima Faria, 27 anos, diz que acompanha e sabe tudo de futebol. “Sou fã de carteirinha dessa seleção. Elas foram medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas em 2004. São um show. Acredito que a população não saiba mais sobre elas devido o desinteresse da mídia. Você nunca sabe quando vai ter jogo. No início desse mês teve o Sul-americano da Argentina. Alguém sabe como elas foram? Passou em alguma mídia?”, relata Faria.

            Uma seleção que se destaca em Olimpíadas e campeonatos internacionais merece toda a atenção da população e da mídia em geral. Que esta equipe continue trazendo sorrisos para aqueles que acompanham o seu dia-a-dia, mesmo que seja na raça e na coragem.

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Fazer do futebol de campo uma paixão nacional é uma unanimidade entre a população brasileira. Em algum momento, muitos pensaram em ser Ronaldinhos, Roberto Carlos, Lúcio e até mesmo Dunga. O que pouco se fala e pouco se deseja é ser Andréa, Aline, Érika, Fabiana… Mas quem são, o que fazem? É a seleção brasileira feminina de futebol de campo.

A serviços gerais Roselaine Cunha Travassos, 41 anos, diz que nunca ouviu falar nestes nomes. “Já não gosto muito de futebol e ainda vou ter que saber o nome das mulheres? É legal que tenha essa equipe, mas elas já foram campeãs olímpicas ou de alguma Copa do Mundo?”, indaga Roselaine.

O comerciante Fábio Aparício Fagundes, 34 anos, não sabe o nome das jogadoras, mas salienta a importância de uma equipe feminina. “Se me perguntarem o nome de qualquer jogadora dessa seleção eu não saberia dizer. Mas eu sabia que existia e torço muito por elas. É importante para o Brasil que o título de país do futebol seja completo, para ambos os naipes, destacando que o futebol não é somente para homens”, analisa Fagundes.

Para a estudante de educação física, Bárbara Santos, 18 anos, estes nomes são comuns em sua vida. “Eu estou numa equipe de futsal (futebol de salão). Treinamos diariamente. A Fabiana (seleção brasileira) é exemplo de garra e determinação. Pretendo jogar como ela”, declara a estudante.

O farmacêutico André de Lima Faria, 27 anos, diz que acompanha e sabe tudo de futebol. “Sou fã de carteirinha dessa seleção. Elas foram medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas em 2004. São um show. Acredito que a população não saiba mais sobre elas devido o desinteresse da mídia. Você nunca sabe quando vai ter jogo. No início desse mês teve o Sul-americano da Argentina. Alguém sabe como elas foram? Passou em alguma mídia?”, relata Faria.

            Uma seleção que se destaca em Olimpíadas e campeonatos internacionais merece toda a atenção da população e da mídia em geral. Que esta equipe continue trazendo sorrisos para aqueles que acompanham o seu dia-a-dia, mesmo que seja na raça e na coragem.