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Santa Maria, RS, Brazil

As fantásticas fábricas de novidades

A produção do chocolate, hoje em dia, tornou-se um negócio rentável e que se aperfeiçoou com o passar do tempo. O produto ficou mais macio, saboroso e passou a atender as necessidades do seu público.

Foi pensando nas pessoas que não deixam de lado o chocolate, mesmo quando não podem come-lo por problemas de saúde, que várias fábricas inovaram suas receitas e passaram a se adaptar às necessidades dos consumidores. Além dos já tradicionais sem açúcar, para pessoas diabéticas, as prateleiras de casas especializadas estão cobertas com chocolates para quem tem intolerância à lactose ou ao glúten, os chamados celíacos, e optam pelo de soja.

A comerciante Ezilma Pedrollo, que está no ramo dos produtos naturais há mais de seis anos, revela que a busca por tais alimentos aumenta a cada ano. “Percebo que a procura maior é feita para as crianças que não podem ingerir lactose e glúten”, afirma Ezilma. 

Páscoa salgada
Esses alimentos ainda são pouco fabricados, embora existam muitas empresas especializadas somente na fabricação de produtos naturais. Devido a esse fato, seus preços encontram-se elevados. “A procura tem sido grande, então creio que as unidades para venda aumentarão e os preços ficarão mais em conta”, comenta Ezilma.

 “O preço é um pouco alto mesmo, mas é só nesta época que minha filha come, então gasto um pouquinho mais”, relata a bancária Maria Augusta Ferrari, que estava comprando chocolates à base de soja para a filha de 15 anos, a qual tem intolerância à lactose.

A boa notícia é que os chocolates diet ou light, em relação aos chocolates normais, já se igualam em termos de preços. Nos supermercados, pode-se ver uma grande procura pelas guloseimas sem açúcar. “A saída tem sido bem grande, principalmente para aquelas pessoas que estão fazendo dieta”, diz a vendedora Débora Martins Pires.
 

A nutricionista Isabel Costa Beber diz que não estimula o consumo da iguaria, mas quando percebe que é importante para o paciente, indica a ingestão moderada do chocolate amargo. “Em torno de 20 gramas por dia já é o suficiente para nos abastecermos de substâncias antioxidantes”. Por isso, pode-se dizer que o chocolate traz ânimo e bem-estar. E que agora já pode ser consumido, mesmo que moderadamente, por todos.

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A produção do chocolate, hoje em dia, tornou-se um negócio rentável e que se aperfeiçoou com o passar do tempo. O produto ficou mais macio, saboroso e passou a atender as necessidades do seu público.

Foi pensando nas pessoas que não deixam de lado o chocolate, mesmo quando não podem come-lo por problemas de saúde, que várias fábricas inovaram suas receitas e passaram a se adaptar às necessidades dos consumidores. Além dos já tradicionais sem açúcar, para pessoas diabéticas, as prateleiras de casas especializadas estão cobertas com chocolates para quem tem intolerância à lactose ou ao glúten, os chamados celíacos, e optam pelo de soja.

A comerciante Ezilma Pedrollo, que está no ramo dos produtos naturais há mais de seis anos, revela que a busca por tais alimentos aumenta a cada ano. “Percebo que a procura maior é feita para as crianças que não podem ingerir lactose e glúten”, afirma Ezilma. 

Páscoa salgada
Esses alimentos ainda são pouco fabricados, embora existam muitas empresas especializadas somente na fabricação de produtos naturais. Devido a esse fato, seus preços encontram-se elevados. “A procura tem sido grande, então creio que as unidades para venda aumentarão e os preços ficarão mais em conta”, comenta Ezilma.

 “O preço é um pouco alto mesmo, mas é só nesta época que minha filha come, então gasto um pouquinho mais”, relata a bancária Maria Augusta Ferrari, que estava comprando chocolates à base de soja para a filha de 15 anos, a qual tem intolerância à lactose.

A boa notícia é que os chocolates diet ou light, em relação aos chocolates normais, já se igualam em termos de preços. Nos supermercados, pode-se ver uma grande procura pelas guloseimas sem açúcar. “A saída tem sido bem grande, principalmente para aquelas pessoas que estão fazendo dieta”, diz a vendedora Débora Martins Pires.
 

A nutricionista Isabel Costa Beber diz que não estimula o consumo da iguaria, mas quando percebe que é importante para o paciente, indica a ingestão moderada do chocolate amargo. “Em torno de 20 gramas por dia já é o suficiente para nos abastecermos de substâncias antioxidantes”. Por isso, pode-se dizer que o chocolate traz ânimo e bem-estar. E que agora já pode ser consumido, mesmo que moderadamente, por todos.