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Santa Maria, RS, Brazil

Espetáculo de rua nos bairros de Santa Maria

 O grupo teatral Cia. Mínima apresenta nos bairros de Santa Maria a peça Borogodô. O espetáculo é destinado ao público em geral, com foco nas escolas da cidade.

As apresentações começaram no dia quatro de setembro, na Gare da Estação; dia 18, ocorreu o espetáculo no bairro Itararé e dia 22, no Parque Itaimbé. O encerramento da peça vai ocorrer no dia 23 de setembro, na Praça Saldanha Marinho, ás 10h.  

Para o membro do grupo, Pablo Canalles, levar o espetáculo para os bairros de Santa Maria significa a realização de um sonho. “A idéia é levar o teatro para as pessoas. É a conquista de um trabalho que há muito tempo a gente queria. É um desafio, porque o espetáculo de rua é muito mais difícil do que no palco. A experiência está sendo muito boa”, explica.

 Os integrantes do grupo são de vários lugares do interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Eles se encontraram quando cursavam Artes Cênicas na UFSM, onde se formaram. “O grupo é composto de sete artistas. Não estamos aceitando novos integrantes, porque estamos tentando nos fixar melhor no grupo para depois abrir vagas para outras pessoas”, relatou Canalles.

O grupo Cia. Mínima já apresentou doze espetáculos e tem mais três sendo trabalhados. Canalles ressalta que a equipe pensa em apresentar seus trabalhos em várias cidades do Estado.

A inspiração para a peça

Em 2003, três colegas, recém formados em Artes Cênicas, formam um grupo teatral.

 Eles enviaram um projeto de peça de teatro para concorrer ao prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. O projeto enviado planejava a transformação do espetáculo “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, que era de palco, em apresentação de rua.  O grupo venceu o prêmio, que era concorrido por equipes de todo o Brasil, e concretizou a peça.

Em 2005, eles foram convidados para apresentar, no Uruguai, um espetáculo chamado Borogodô. Assim, os artistas batizaram-se como Cia. Mínima, porque o grupo era formado por somente três pessoas – depois ingressaram mais quatro.

 

 

 

Fotografias: Núcleo de Fotografia e Memória da Unifra (Mariana Coradini)

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 O grupo teatral Cia. Mínima apresenta nos bairros de Santa Maria a peça Borogodô. O espetáculo é destinado ao público em geral, com foco nas escolas da cidade.

As apresentações começaram no dia quatro de setembro, na Gare da Estação; dia 18, ocorreu o espetáculo no bairro Itararé e dia 22, no Parque Itaimbé. O encerramento da peça vai ocorrer no dia 23 de setembro, na Praça Saldanha Marinho, ás 10h.  

Para o membro do grupo, Pablo Canalles, levar o espetáculo para os bairros de Santa Maria significa a realização de um sonho. “A idéia é levar o teatro para as pessoas. É a conquista de um trabalho que há muito tempo a gente queria. É um desafio, porque o espetáculo de rua é muito mais difícil do que no palco. A experiência está sendo muito boa”, explica.

 Os integrantes do grupo são de vários lugares do interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Eles se encontraram quando cursavam Artes Cênicas na UFSM, onde se formaram. “O grupo é composto de sete artistas. Não estamos aceitando novos integrantes, porque estamos tentando nos fixar melhor no grupo para depois abrir vagas para outras pessoas”, relatou Canalles.

O grupo Cia. Mínima já apresentou doze espetáculos e tem mais três sendo trabalhados. Canalles ressalta que a equipe pensa em apresentar seus trabalhos em várias cidades do Estado.

A inspiração para a peça

Em 2003, três colegas, recém formados em Artes Cênicas, formam um grupo teatral.

 Eles enviaram um projeto de peça de teatro para concorrer ao prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. O projeto enviado planejava a transformação do espetáculo “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, que era de palco, em apresentação de rua.  O grupo venceu o prêmio, que era concorrido por equipes de todo o Brasil, e concretizou a peça.

Em 2005, eles foram convidados para apresentar, no Uruguai, um espetáculo chamado Borogodô. Assim, os artistas batizaram-se como Cia. Mínima, porque o grupo era formado por somente três pessoas – depois ingressaram mais quatro.

 

 

 

Fotografias: Núcleo de Fotografia e Memória da Unifra (Mariana Coradini)