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Esportes de aventura: uma questão de prazer

Natureza, liberdade, diferentes sensações. Vários são os modismos do esporte. Mas, a procura por aventura é uma das principais razões de novas modalidades esportivas.

O instrutor de rapel Eduardo Chagas, 38 anos, diz que as turmas sempre estão lotadas. “As turmas são pequenas por causa do material de segurança. As mulheres são as que mais procuram este tipo de esporte”, salienta o instrutor. A fonoaudióloga Deise Marchiori Nunes, 35 anos, é adepta desse esporte há dois anos. “Comecei por causa de uma aposta com meu namorado. Se descesse quinze metros, eu ganharia uma viagem para o Peru. Na hora eu aceitei. Quando cheguei ao morro e vi a altura, quase desisti. Mas pensar em Machu Picchu foi algo confiante. A partir daí, pratico regularmente o rapel”, destaca Deise.

 

O estudante Rafael Louzada, 24 anos, começou praticar canoagem há quatro meses. “Tinha medo da água. Sempre que podia dava um jeito e fugia da piscina. Por recomendação psiquiátrica, comprei um colete salva-vidas e me inscrevi na canoagem. Hoje não troco por nada esse esporte”, salienta o estudante.

 

Ao perceber que os patins eram uma forma de diversão e prazer, a estudante Daniela Mello, 15 anos, pediu para os pais a inscreverem em aulas de patinação. Aos dez anos de idade, ela começou a praticar. “Caí cada tombo. Ficava roxa durante dias, quando estava quase melhorando caia de novo. Mas era legal. Bom mesmo foi a primeira apresentação. Me senti uma estrela”, declara Daniela.

 

A professora de patinação artística Lílian Cristina Vyatkosquy, 30 anos, diz que muitas meninas procuram por este esporte. Mas, que nos últimos três meses, as turmas lotaram. “O quadro dança no gelo do Faustão estimulou o pessoal a praticar patinação. A preocupação dos pais é imensa para que seus filhos não se machuquem. Claro que tomamos cuidado com as crianças, mas um tombinho é inevitável”, ressalta a professora.

 

Com tantos esportes ‘diferentes’, fica difícil optar por uma prática. Mas a certeza do bem estar e da melhora física e psíquica faz com que as pessoas continuem praticando esportes, independente de qual seja.

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Natureza, liberdade, diferentes sensações. Vários são os modismos do esporte. Mas, a procura por aventura é uma das principais razões de novas modalidades esportivas.

O instrutor de rapel Eduardo Chagas, 38 anos, diz que as turmas sempre estão lotadas. “As turmas são pequenas por causa do material de segurança. As mulheres são as que mais procuram este tipo de esporte”, salienta o instrutor. A fonoaudióloga Deise Marchiori Nunes, 35 anos, é adepta desse esporte há dois anos. “Comecei por causa de uma aposta com meu namorado. Se descesse quinze metros, eu ganharia uma viagem para o Peru. Na hora eu aceitei. Quando cheguei ao morro e vi a altura, quase desisti. Mas pensar em Machu Picchu foi algo confiante. A partir daí, pratico regularmente o rapel”, destaca Deise.

 

O estudante Rafael Louzada, 24 anos, começou praticar canoagem há quatro meses. “Tinha medo da água. Sempre que podia dava um jeito e fugia da piscina. Por recomendação psiquiátrica, comprei um colete salva-vidas e me inscrevi na canoagem. Hoje não troco por nada esse esporte”, salienta o estudante.

 

Ao perceber que os patins eram uma forma de diversão e prazer, a estudante Daniela Mello, 15 anos, pediu para os pais a inscreverem em aulas de patinação. Aos dez anos de idade, ela começou a praticar. “Caí cada tombo. Ficava roxa durante dias, quando estava quase melhorando caia de novo. Mas era legal. Bom mesmo foi a primeira apresentação. Me senti uma estrela”, declara Daniela.

 

A professora de patinação artística Lílian Cristina Vyatkosquy, 30 anos, diz que muitas meninas procuram por este esporte. Mas, que nos últimos três meses, as turmas lotaram. “O quadro dança no gelo do Faustão estimulou o pessoal a praticar patinação. A preocupação dos pais é imensa para que seus filhos não se machuquem. Claro que tomamos cuidado com as crianças, mas um tombinho é inevitável”, ressalta a professora.

 

Com tantos esportes ‘diferentes’, fica difícil optar por uma prática. Mas a certeza do bem estar e da melhora física e psíquica faz com que as pessoas continuem praticando esportes, independente de qual seja.