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Santa Maria, RS, Brazil

“Modismo” marca noite Santa-mariense

A noite santa-mariense tem tradição na transitoriedade das casas noturnas e bares. Poucos estabelecimentos conseguem permanecer um longo período na preferência de quem os freqüenta. A grande maioria ou fecha as portas ou mantém-se com longos períodos de baixa, até reconquistar o público inicial. Outra reclamação recorrente do público que freqüenta as casas noturnas é a falta de opção e de diversidade na noite local.

Para manter a casa cheia, algumas boates adotaram diferentes estratégias, em algumas, por exemplo, universitários não pagam entrada. Outras casas aderiram ao “free pass”, uma espécie de boleto que o cliente cadastrado no site pode imprimir e que lhe dá algumas vantagens na entrada.
O que se vê são muitas casas com programações semelhantes. A falta de opções não é numérica, mas sim de estilos.

 O que os freqüentadores falam

Segundo o estudante Paulo Ricardo Costa, 18 anos, a noite santa-mariense tem tudo o que precisa: festas eletrônicas, boates que se fundem com Pubs e atendimento satisfatório. Costa acredita que os jovens são levados a escolherem os lugares para freqüentar pela opinião dos que já o conhecem.
Para quem está acostumado com a noite do Rio de Janeiro e de São Paulo, a grande vantagem de sair em Santa Maria é o preço. Felipe Mee Campos, 25 anos, é carioca e está na cidade há 5. Ele relata que enquanto em São Paulo as entradas custam a partir de R$ 25,00, em Santa Maria é possível sair à noite sem pagar entrada. Assim como Paulo, para ele as festas eletrônicas ainda fazem falta.

 

 Um lugar diferente

“Um lugar extremamente aberto a contribuições e apto para as mais fortes mudanças”. É assim que Jéferson Engelmann, 24 anos, professor e um dos cinco sócios, define o Bar Macondo. Ele admite que o bar difere bastante das outras propostas noturnas da cidade, mas diz que essa “diferença” não acontece de forma intencional. 
Quem freqüenta o Macondo sabe que vai encontrar uma mistura de estilos. Pois esta é justamente a proposta bar. Para Engelmann, “talvez a melhor forma que poderíamos pensar para a quebra da mesmice e da estereotipia seja alguma coisa que gere desidentidade”. Embora os diretores não queiram ligá-lo a um grupo específico, hoje ele tem freqüentadores assíduos e alguns de estilos bem definidos.

 

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A noite santa-mariense tem tradição na transitoriedade das casas noturnas e bares. Poucos estabelecimentos conseguem permanecer um longo período na preferência de quem os freqüenta. A grande maioria ou fecha as portas ou mantém-se com longos períodos de baixa, até reconquistar o público inicial. Outra reclamação recorrente do público que freqüenta as casas noturnas é a falta de opção e de diversidade na noite local.

Para manter a casa cheia, algumas boates adotaram diferentes estratégias, em algumas, por exemplo, universitários não pagam entrada. Outras casas aderiram ao “free pass”, uma espécie de boleto que o cliente cadastrado no site pode imprimir e que lhe dá algumas vantagens na entrada.
O que se vê são muitas casas com programações semelhantes. A falta de opções não é numérica, mas sim de estilos.

 O que os freqüentadores falam

Segundo o estudante Paulo Ricardo Costa, 18 anos, a noite santa-mariense tem tudo o que precisa: festas eletrônicas, boates que se fundem com Pubs e atendimento satisfatório. Costa acredita que os jovens são levados a escolherem os lugares para freqüentar pela opinião dos que já o conhecem.
Para quem está acostumado com a noite do Rio de Janeiro e de São Paulo, a grande vantagem de sair em Santa Maria é o preço. Felipe Mee Campos, 25 anos, é carioca e está na cidade há 5. Ele relata que enquanto em São Paulo as entradas custam a partir de R$ 25,00, em Santa Maria é possível sair à noite sem pagar entrada. Assim como Paulo, para ele as festas eletrônicas ainda fazem falta.

 

 Um lugar diferente

“Um lugar extremamente aberto a contribuições e apto para as mais fortes mudanças”. É assim que Jéferson Engelmann, 24 anos, professor e um dos cinco sócios, define o Bar Macondo. Ele admite que o bar difere bastante das outras propostas noturnas da cidade, mas diz que essa “diferença” não acontece de forma intencional. 
Quem freqüenta o Macondo sabe que vai encontrar uma mistura de estilos. Pois esta é justamente a proposta bar. Para Engelmann, “talvez a melhor forma que poderíamos pensar para a quebra da mesmice e da estereotipia seja alguma coisa que gere desidentidade”. Embora os diretores não queiram ligá-lo a um grupo específico, hoje ele tem freqüentadores assíduos e alguns de estilos bem definidos.