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Santa Maria, RS, Brazil

O Rock em Santa Maria

Santa Maria tem muitas bandas de rock, que tocam para diferentes estilos de públicos.

“A cidade tem muitas bandas, mas há pouco espaço para alguns estilos”, diz Felipe Benharte, 21 anos, estudante, que toca na banda de Rock Gospel Identidade.

Para o músico Leandro Diaz Barreiro ( Leo Diaz), 28 anos, o número de bandas de rock é considerado grande para uma cidade do porte de Santa Maria. Há variações no estilo musical: do som pesado até o mais sentimental. Porém, há pouca abertura na noite santa-mariense para quem toca rock, pois nem todas as casas noturnas dão espaço para o estilo musical. “Tem oferta de repertório, mas o pessoal não está aproveitando”, salienta Gustavo Recoba, 21 anos, secretário, guitarrista da banda Playout.

A falta de estímulo à prática do rock é reclamada pelos músicos da cidade. “Hoje, o que falta no cenário do rock é incentivo, faltam festivais, concursos de bandas. O espaço está mais restrito. As casas noturnas investem mais em pagode por ser mais dançante e pensando, também, no lucro’’, resume César Augusto Nogueira Dornelles, 33 anos, professor de bateria e músico baterista da banda Dona Bella

O músico Carlos Pinto da Silva Neto, 18 anos, que é estudante pré-universitário e toca bateria na banda Playout há um ano, diz que o rock do tipo underground toca em locais mais “alternativos”, como no Seattle, DCE, Aldeia e Macondo.  “Santa Maria tem muita banda. As casas noturnas apostam mais em pop rock, por isso o pessoal se envolve mais nesse tipo de música”, diz Silva Neto.

“Por ser um som mais pesado, acaba ocasionando alguns problemas para as bandas que nem sempre fazem covers ou não tocam pagode nem samba, pois as casas noturnas se propõem a pagar mais para bandas covers porque as pessoas querem escutar as mesmas músicas que escutam na rádio”, diz Leo Diaz. Ele lamenta que apesar do rock estar muito popularizado, a cena nacional deste tipo musical perdeu força.

O rock aborda temáticas diversificadas. Antigamente, era mais voltado para o lado político e hoje, aborda temas voltados para refletir relacionamentos.

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Santa Maria tem muitas bandas de rock, que tocam para diferentes estilos de públicos.

“A cidade tem muitas bandas, mas há pouco espaço para alguns estilos”, diz Felipe Benharte, 21 anos, estudante, que toca na banda de Rock Gospel Identidade.

Para o músico Leandro Diaz Barreiro ( Leo Diaz), 28 anos, o número de bandas de rock é considerado grande para uma cidade do porte de Santa Maria. Há variações no estilo musical: do som pesado até o mais sentimental. Porém, há pouca abertura na noite santa-mariense para quem toca rock, pois nem todas as casas noturnas dão espaço para o estilo musical. “Tem oferta de repertório, mas o pessoal não está aproveitando”, salienta Gustavo Recoba, 21 anos, secretário, guitarrista da banda Playout.

A falta de estímulo à prática do rock é reclamada pelos músicos da cidade. “Hoje, o que falta no cenário do rock é incentivo, faltam festivais, concursos de bandas. O espaço está mais restrito. As casas noturnas investem mais em pagode por ser mais dançante e pensando, também, no lucro’’, resume César Augusto Nogueira Dornelles, 33 anos, professor de bateria e músico baterista da banda Dona Bella

O músico Carlos Pinto da Silva Neto, 18 anos, que é estudante pré-universitário e toca bateria na banda Playout há um ano, diz que o rock do tipo underground toca em locais mais “alternativos”, como no Seattle, DCE, Aldeia e Macondo.  “Santa Maria tem muita banda. As casas noturnas apostam mais em pop rock, por isso o pessoal se envolve mais nesse tipo de música”, diz Silva Neto.

“Por ser um som mais pesado, acaba ocasionando alguns problemas para as bandas que nem sempre fazem covers ou não tocam pagode nem samba, pois as casas noturnas se propõem a pagar mais para bandas covers porque as pessoas querem escutar as mesmas músicas que escutam na rádio”, diz Leo Diaz. Ele lamenta que apesar do rock estar muito popularizado, a cena nacional deste tipo musical perdeu força.

O rock aborda temáticas diversificadas. Antigamente, era mais voltado para o lado político e hoje, aborda temas voltados para refletir relacionamentos.