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Santa Maria, RS, Brazil

O outro lado do Abraço

 Como a ACS noticiou, na última sexta-feira dia 20 de abril, aconteceu o Free Hugs de Santa Maria, movimento que distribuiu abraços gratuitos no Calçadão.

Os adeptos ao movimento munidos de cartazes mudaram a rotina do centro da cidade. As reações foram as mais diversas desde surpresa até desconfiança. “Passei e pensei: ‘não preciso de abraço pois já recebo bastante’, mas, depois, pensei ‘será que recebo todos os abraços que quero?’ Então, voltei e abracei a todos”, conta a aposentada Almerinda Santos, 65 anos.

 Segundo Valdete Roofen, que já havia visto o movimento nas ruas da Europa, o ato de oferecer abraços grátis é um difícil trabalho. Porém, deu força para que os participantes não desistissem, pois “o abraço renova a alma”, diz.

A campanha teve adesão de vários públicos: homens, mulheres, jovens e crianças, pessoas de diferentes credos, raças e idades. Segundo uma das organizadoras do free hugs em Santa Maria, Ananda Delevati, o movimento quer aproximar as pessoas, “não importando nada mais além do abraço que, para os adeptos do nosso movimento, é sinônimo de respeito!”, ressalta.

A campanha teve também simpatizantes que abraçaram a causa de imediato, como o caso das estudantes Rafaela Rossato, Camila Sitya e Bibiana Perez que estavam de passagem pelo Calçadão e ficaram curiosas com os cartazes de “abraço grátis”. Depois de abraçar os participantes e se informarem sobre o movimento, também saíram distribuindo abraços.

Confira algumas das frases ditas por pessoas que abraçaram a este movimento:

“Muito boa a idéia..é de chamar a atenção “ Rafaela Mayer, 17 anos, estudante.

“Tava precisando de um abraço” Marcos Duarte, 16 anos, estudante.

“Muito bom!ainda mais quando vem de alguém que não se conhece e agente não espera nada” Regina Garcia, 39 anos, comerciante.

“Que legal que o pessoal ta participando, parabéns” Ligia Petin, 37 anos, estudante.

Fotos: Alice Balbe (Especial para a ACS)

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 Como a ACS noticiou, na última sexta-feira dia 20 de abril, aconteceu o Free Hugs de Santa Maria, movimento que distribuiu abraços gratuitos no Calçadão.

Os adeptos ao movimento munidos de cartazes mudaram a rotina do centro da cidade. As reações foram as mais diversas desde surpresa até desconfiança. “Passei e pensei: ‘não preciso de abraço pois já recebo bastante’, mas, depois, pensei ‘será que recebo todos os abraços que quero?’ Então, voltei e abracei a todos”, conta a aposentada Almerinda Santos, 65 anos.

 Segundo Valdete Roofen, que já havia visto o movimento nas ruas da Europa, o ato de oferecer abraços grátis é um difícil trabalho. Porém, deu força para que os participantes não desistissem, pois “o abraço renova a alma”, diz.

A campanha teve adesão de vários públicos: homens, mulheres, jovens e crianças, pessoas de diferentes credos, raças e idades. Segundo uma das organizadoras do free hugs em Santa Maria, Ananda Delevati, o movimento quer aproximar as pessoas, “não importando nada mais além do abraço que, para os adeptos do nosso movimento, é sinônimo de respeito!”, ressalta.

A campanha teve também simpatizantes que abraçaram a causa de imediato, como o caso das estudantes Rafaela Rossato, Camila Sitya e Bibiana Perez que estavam de passagem pelo Calçadão e ficaram curiosas com os cartazes de “abraço grátis”. Depois de abraçar os participantes e se informarem sobre o movimento, também saíram distribuindo abraços.

Confira algumas das frases ditas por pessoas que abraçaram a este movimento:

“Muito boa a idéia..é de chamar a atenção “ Rafaela Mayer, 17 anos, estudante.

“Tava precisando de um abraço” Marcos Duarte, 16 anos, estudante.

“Muito bom!ainda mais quando vem de alguém que não se conhece e agente não espera nada” Regina Garcia, 39 anos, comerciante.

“Que legal que o pessoal ta participando, parabéns” Ligia Petin, 37 anos, estudante.

Fotos: Alice Balbe (Especial para a ACS)