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Santa Maria, RS, Brazil

Thedy Corrêa em estado bruto

     Na quarta-feira à noite, na Feira do Livro de Santa Maria, o músico e compositor Thedy Corrêa, da banda Nenhum de Nós, lançou seu primeiro trabalho na nova vida de escritor: o livro Bruto, que reúne poesias e letras de música. Além da sessão de autógrafos, Thedy participou de um bate-papo mediado pelo jornalista Francisco Dalcol, no qual falou de sua vida, carreira, do livro e respondeu perguntas da platéia. A seguir, a entrevista concedida à ACS. Confira!

ACS – Como surgiu a idéia do livro Bruto?

TC – Veio do material recolhido ao longo de 20 anos. Era um material que não merecia ficar inédito. Reuni escritos e músicas que eu tinha em cadernos que eu comprava para escrever as coisas que eu compunha.

ACS – Lançar um livro numa feira tem um feeling diferente de um lançamento tradicional?

TC – Sem dúvida. A feira populariza, torna mais acessível. O tratamento ideal para os livros é esse: estar na praça.

ACS – Tu és uma pessoa bem conhecida no Rio Grande do Sul. Tu esperas que a tua obra literária seja reconhecida à parte da que já é?

TC – É complicado separar isso. Na música a gente já é conhecido, mas acho que ainda demora a eu ser reconhecido como escritor.

TC – É complicado separar isso. Na música a gente já é conhecido, mas acho que ainda demora a eu ser reconhecido como escritor.

ACS – Tu tens músicas que contam histórias. Tu pretendes algum dia escrever um romance baseado em alguma dessas letras?

TC – Não com uma música, mas tenho a idéia de escrever um romance da mesma maneira que eu trato as músicas que escrevo.  Meu próximo projeto é um romance, mas ainda vai demorar a ser lançado, é um projeto demorado.

    Durante a tarde, enquanto Thedy autografava e concedia entrevistas, chamou a atenção a expectativa de duas fãs: Eduarda e Marina Brum Marquetto, 12 e 15 anos, respectivamente. Elas vieram de Formigueiro, acompanhadas da mãe, Martha Brum, especialmente para o lançamento do livro. “Elas são super fãs do Thedy”, diz a Martha, “Elas não perdem nada dele: livro, CD, show…”.

     Marina diz que conhece a banda desde 2001, mas há dois anos virou o que denomina “fã-maluca”: “Há 15 dias atrás já tínhamos planejado a viagem. Ontem à noite começou a chover, mas eu sabia que ia parar porque ele ia iluminar o dia”. Eduarda balança a cabeça concordando com a irmã, por quem foi influenciada na escolha dos ídolos musicais. Sobre o livro, Marina declara radiante: “Adorei! Maravilhoso! Eu me identifico muito com as coisas que o Thedy escreve!”, sob o olhar de aprovação da mãe, que fala sobre a Feira do Livro: “Achamos bem legal. De impacto achamos pequeno, mas depois andamos pela Praça e vimos que a Feira está muito boa.”.

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     Na quarta-feira à noite, na Feira do Livro de Santa Maria, o músico e compositor Thedy Corrêa, da banda Nenhum de Nós, lançou seu primeiro trabalho na nova vida de escritor: o livro Bruto, que reúne poesias e letras de música. Além da sessão de autógrafos, Thedy participou de um bate-papo mediado pelo jornalista Francisco Dalcol, no qual falou de sua vida, carreira, do livro e respondeu perguntas da platéia. A seguir, a entrevista concedida à ACS. Confira!

ACS – Como surgiu a idéia do livro Bruto?

TC – Veio do material recolhido ao longo de 20 anos. Era um material que não merecia ficar inédito. Reuni escritos e músicas que eu tinha em cadernos que eu comprava para escrever as coisas que eu compunha.

ACS – Lançar um livro numa feira tem um feeling diferente de um lançamento tradicional?

TC – Sem dúvida. A feira populariza, torna mais acessível. O tratamento ideal para os livros é esse: estar na praça.

ACS – Tu és uma pessoa bem conhecida no Rio Grande do Sul. Tu esperas que a tua obra literária seja reconhecida à parte da que já é?

TC – É complicado separar isso. Na música a gente já é conhecido, mas acho que ainda demora a eu ser reconhecido como escritor.

TC – É complicado separar isso. Na música a gente já é conhecido, mas acho que ainda demora a eu ser reconhecido como escritor.

ACS – Tu tens músicas que contam histórias. Tu pretendes algum dia escrever um romance baseado em alguma dessas letras?

TC – Não com uma música, mas tenho a idéia de escrever um romance da mesma maneira que eu trato as músicas que escrevo.  Meu próximo projeto é um romance, mas ainda vai demorar a ser lançado, é um projeto demorado.

    Durante a tarde, enquanto Thedy autografava e concedia entrevistas, chamou a atenção a expectativa de duas fãs: Eduarda e Marina Brum Marquetto, 12 e 15 anos, respectivamente. Elas vieram de Formigueiro, acompanhadas da mãe, Martha Brum, especialmente para o lançamento do livro. “Elas são super fãs do Thedy”, diz a Martha, “Elas não perdem nada dele: livro, CD, show…”.

     Marina diz que conhece a banda desde 2001, mas há dois anos virou o que denomina “fã-maluca”: “Há 15 dias atrás já tínhamos planejado a viagem. Ontem à noite começou a chover, mas eu sabia que ia parar porque ele ia iluminar o dia”. Eduarda balança a cabeça concordando com a irmã, por quem foi influenciada na escolha dos ídolos musicais. Sobre o livro, Marina declara radiante: “Adorei! Maravilhoso! Eu me identifico muito com as coisas que o Thedy escreve!”, sob o olhar de aprovação da mãe, que fala sobre a Feira do Livro: “Achamos bem legal. De impacto achamos pequeno, mas depois andamos pela Praça e vimos que a Feira está muito boa.”.