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Santa Maria, RS, Brazil

É hora de hastear a bandeira

 Quem passar pela frente do Colégio Marista Santa Maria ao fim da tarde, durante os próximos dias, pode se deparar com uma cena, no mínimo, curiosa. Várias pessoas na rua param para entoar o Hino Nacional Brasileiro junto aos alunos. A escola celebra, no decorrer da semana, o 7 de setembro, Independência do Brasil, através de um momento cívico. Os estudantes, além de cantar o hino, fazem pequenas apresentações no pátio.

 A coordenadora da área de educação infantil do Colégio Marista, Maria Rita Bertollo, se surpreende: “Chama muito a atenção o fato de as pessoas pararem na rua para entoar o hino. Isso é ótimo, porque demonstra o envolvimento da comunidade com a escola”.

As estudantes de pós-graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Simone Dias, Ana Paula Mazzocato, Karin Pozza e Daniele Machado, faziam parte do grupo que cantava em frente à antiga reitoria da Universidade hoje, ao fim da tarde. Para elas, entoar o hino é uma questão de respeito e identidade. “As Olimpíadas servem de exemplo. É de arrepiar toda vez que toca o hino do Brasil e, aqui, a escola oportuniza esses momentos”, afirma Simone.

Maria Rita explica que todos os alunos do colégio participam da hora cívica. Hoje foi a vez das turmas de 2ª série declamarem o famoso poema de Gonçalves Dias, Canção do Exílio. O tema das apresentações para este ano é em torno da Amazônia e do autor da letra do Hino Nacional Brasileiro, Joaquim Osório Duque Estrada.

“Este é um evento tradicional, mas que deveria ser desenvolvido durante o ano todo, já que busca despertar nas crianças o resgate de valores, o direito ao civismo e o respeito aos símbolos da bandeira”, declara a coordenadora.

Paulo César Schaefer, que tem filhos na escola, acredita que sempre é válido incentivar o patriotismo e o amor pelo país. “Este é o papel da escola, não só pelo incentivo ao patriotismo, mas por uma questão de conhecer a cultura do Brasil”, argumenta ele.

 

 

Fotos: Ariéli Ziegler (Laboratório de Fotografia e Memória)

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 Quem passar pela frente do Colégio Marista Santa Maria ao fim da tarde, durante os próximos dias, pode se deparar com uma cena, no mínimo, curiosa. Várias pessoas na rua param para entoar o Hino Nacional Brasileiro junto aos alunos. A escola celebra, no decorrer da semana, o 7 de setembro, Independência do Brasil, através de um momento cívico. Os estudantes, além de cantar o hino, fazem pequenas apresentações no pátio.

 A coordenadora da área de educação infantil do Colégio Marista, Maria Rita Bertollo, se surpreende: “Chama muito a atenção o fato de as pessoas pararem na rua para entoar o hino. Isso é ótimo, porque demonstra o envolvimento da comunidade com a escola”.

As estudantes de pós-graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Simone Dias, Ana Paula Mazzocato, Karin Pozza e Daniele Machado, faziam parte do grupo que cantava em frente à antiga reitoria da Universidade hoje, ao fim da tarde. Para elas, entoar o hino é uma questão de respeito e identidade. “As Olimpíadas servem de exemplo. É de arrepiar toda vez que toca o hino do Brasil e, aqui, a escola oportuniza esses momentos”, afirma Simone.

Maria Rita explica que todos os alunos do colégio participam da hora cívica. Hoje foi a vez das turmas de 2ª série declamarem o famoso poema de Gonçalves Dias, Canção do Exílio. O tema das apresentações para este ano é em torno da Amazônia e do autor da letra do Hino Nacional Brasileiro, Joaquim Osório Duque Estrada.

“Este é um evento tradicional, mas que deveria ser desenvolvido durante o ano todo, já que busca despertar nas crianças o resgate de valores, o direito ao civismo e o respeito aos símbolos da bandeira”, declara a coordenadora.

Paulo César Schaefer, que tem filhos na escola, acredita que sempre é válido incentivar o patriotismo e o amor pelo país. “Este é o papel da escola, não só pelo incentivo ao patriotismo, mas por uma questão de conhecer a cultura do Brasil”, argumenta ele.

 

 

Fotos: Ariéli Ziegler (Laboratório de Fotografia e Memória)