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FEISMA: Caixa eletrônico faz falta?

 Com a praticidade dos cartões de crédito, as cédulas sofreram certo preconceito. Na Feisma lojistas e compradores estavam intrigados com a falta dos caixas eletrônicos. Apenas o banco Banrisul disponibilizou uma máquina.

No estande do Banco do Brasil – BB – a funcionária Eliane Bastos explicou que no ano passado não tinha sinal para o caixa, por isso esse ano nem trouxeram: “Mas várias pessoas vêm perguntar por que não tem caixa do Banco”.

 

 O Banrisul trouxe apenas um caixa eletrônico.  A gerente de negócios da agência centro, Marluce Araújo, diz que nos outros anos um caixa foi suficiente para suprir a procura.

 

Segundo uma das organizadoras da feira, Carla Suptitz, a decisão é de cada banco. “Até foi acertada a vinda, mas foi a direção que mudou”, explica.  Para eles, o Banco do Brasil justificou que tem uma agência próxima e a Caixa Econômica Federal não veio porque a realizaçao da Feisma é parceria do BB. Já o Banrisul fez um acordo e oferece isenção de imposto aos expositores. A assessora afirma que no próximo ano os organizadores esperam poder contar com os caixas de todos os bancos.

 

A vendedora Ana Cristina Oliveira se diz prejudicada pela falta do serviço, por deixar de vender: “Hoje já vieram perguntar pelos caixas”.  Para a lojista Cristiane Vargas, faz falta um caixa: “Tem que ter esse serviço disponível, não faz sentido sair da feira (para buscar dinheiro)”.

 

Luciana Cristófoli, que estava na feira, sentiu falta dos caixas eletrônicos: “As pessoas teriam que sair da feira, eu deixei de comprar porque estava sem dinheiro na hora”, conta.

Alguns expositores não receberam reclamações por oferecerem a máquina leitora de cartões. Como a vendedora Tatiana Schifelbin: “As pessoas vêem que tem o adesivo e já pedem para fazer o pagamento direto no cartão”.

Mas nem todas as lojas oferecem o serviço magnético. Josefa Marques trabalha em uma dessas lojas: “Não ter caixa eletrônico sempre atrapalha, às vezes as pessoas não têm dinheiro e por isso não compram”.

Fotos: Giuliano Olivar (Laboratório de Fotografia e Memória)

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 Com a praticidade dos cartões de crédito, as cédulas sofreram certo preconceito. Na Feisma lojistas e compradores estavam intrigados com a falta dos caixas eletrônicos. Apenas o banco Banrisul disponibilizou uma máquina.

No estande do Banco do Brasil – BB – a funcionária Eliane Bastos explicou que no ano passado não tinha sinal para o caixa, por isso esse ano nem trouxeram: “Mas várias pessoas vêm perguntar por que não tem caixa do Banco”.

 

 O Banrisul trouxe apenas um caixa eletrônico.  A gerente de negócios da agência centro, Marluce Araújo, diz que nos outros anos um caixa foi suficiente para suprir a procura.

 

Segundo uma das organizadoras da feira, Carla Suptitz, a decisão é de cada banco. “Até foi acertada a vinda, mas foi a direção que mudou”, explica.  Para eles, o Banco do Brasil justificou que tem uma agência próxima e a Caixa Econômica Federal não veio porque a realizaçao da Feisma é parceria do BB. Já o Banrisul fez um acordo e oferece isenção de imposto aos expositores. A assessora afirma que no próximo ano os organizadores esperam poder contar com os caixas de todos os bancos.

 

A vendedora Ana Cristina Oliveira se diz prejudicada pela falta do serviço, por deixar de vender: “Hoje já vieram perguntar pelos caixas”.  Para a lojista Cristiane Vargas, faz falta um caixa: “Tem que ter esse serviço disponível, não faz sentido sair da feira (para buscar dinheiro)”.

 

Luciana Cristófoli, que estava na feira, sentiu falta dos caixas eletrônicos: “As pessoas teriam que sair da feira, eu deixei de comprar porque estava sem dinheiro na hora”, conta.

Alguns expositores não receberam reclamações por oferecerem a máquina leitora de cartões. Como a vendedora Tatiana Schifelbin: “As pessoas vêem que tem o adesivo e já pedem para fazer o pagamento direto no cartão”.

Mas nem todas as lojas oferecem o serviço magnético. Josefa Marques trabalha em uma dessas lojas: “Não ter caixa eletrônico sempre atrapalha, às vezes as pessoas não têm dinheiro e por isso não compram”.

Fotos: Giuliano Olivar (Laboratório de Fotografia e Memória)