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Flávia Menezes divide experiências com alunos da Unifra

 Minas Gerais, Brasília, São Paulo, Paraná, Amazonas, Mato Grosso. Esses foram só alguns dos lugares que a jornalista Flávia Lima Menezes percorreu depois de se formar, em 1984, pela Universidade Federal de Santa Maria. A larga experiência na área trouxe a free-lancer de volta a Santa Maria para ministrar uma Oficina de Produção Televisiva aos alunos de Jornalismo da Unifra. A oficina começou na última quinta feira (17) e é ofertada como uma cadeira optativa.


 

Com 21 anos, Flávia saiu da cidade, com seus dois filhos – Lucas, que hoje tem 25 anos e Aline, 24 – movida por uma paixão: a televisão. Mudou de trabalho e cidade muitas vezes, em função dos filhos, e acredita ainda na ética do jornalista e na televisão digital como uma revolução televisiva. Ela é especialista em comunicação jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo.
 
A jornalista morou 14 anos em São Paulo, trabalhando na  TV Cultura. Mudou-se para o interior do mesmo estado para dar mais atenção aos filhos que entravam na adolescência e, hoje, mora no Paraná, mas confessa que não pára. “Estou sempre fazendo trabalhos em outros estados, é uma relação de amor e ódio com a televisão” diz. 
 
Flávia está ministrando o curso na Unifra em três etapas: mostrar o que é o processo criativo de televisão e como ele se dá; entender como funciona o processo televisivo e os projetos em TV e, por último, montar um projeto de televisão para que os alunos pratiquem em todas as etapas da produção televisiva. Cada aluno escolheu um formato de programa televisivo e, conforme suas escolhas, formaram-se grupos para colocar em prática os projetos escolhidos: telejornal, documentário, entrevista e cultural, entre outros.
Os mais de 30 alunos que optaram por fazer o curso têm a oportunidade de aprender um pouco dos diferentes estilos de se fazer televisão no Brasil. “Em alguns lugares você é produtora, apresentadora, repórter, editora e cinegrafista. Em outros, você tem sua função delimitada e uma estrutura mais organizada” explica.
Flávia fica na cidade até o final do mês, quando volta para o Paraná.

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 Minas Gerais, Brasília, São Paulo, Paraná, Amazonas, Mato Grosso. Esses foram só alguns dos lugares que a jornalista Flávia Lima Menezes percorreu depois de se formar, em 1984, pela Universidade Federal de Santa Maria. A larga experiência na área trouxe a free-lancer de volta a Santa Maria para ministrar uma Oficina de Produção Televisiva aos alunos de Jornalismo da Unifra. A oficina começou na última quinta feira (17) e é ofertada como uma cadeira optativa.


 

Com 21 anos, Flávia saiu da cidade, com seus dois filhos – Lucas, que hoje tem 25 anos e Aline, 24 – movida por uma paixão: a televisão. Mudou de trabalho e cidade muitas vezes, em função dos filhos, e acredita ainda na ética do jornalista e na televisão digital como uma revolução televisiva. Ela é especialista em comunicação jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo.
 
A jornalista morou 14 anos em São Paulo, trabalhando na  TV Cultura. Mudou-se para o interior do mesmo estado para dar mais atenção aos filhos que entravam na adolescência e, hoje, mora no Paraná, mas confessa que não pára. “Estou sempre fazendo trabalhos em outros estados, é uma relação de amor e ódio com a televisão” diz. 
 
Flávia está ministrando o curso na Unifra em três etapas: mostrar o que é o processo criativo de televisão e como ele se dá; entender como funciona o processo televisivo e os projetos em TV e, por último, montar um projeto de televisão para que os alunos pratiquem em todas as etapas da produção televisiva. Cada aluno escolheu um formato de programa televisivo e, conforme suas escolhas, formaram-se grupos para colocar em prática os projetos escolhidos: telejornal, documentário, entrevista e cultural, entre outros.
Os mais de 30 alunos que optaram por fazer o curso têm a oportunidade de aprender um pouco dos diferentes estilos de se fazer televisão no Brasil. “Em alguns lugares você é produtora, apresentadora, repórter, editora e cinegrafista. Em outros, você tem sua função delimitada e uma estrutura mais organizada” explica.
Flávia fica na cidade até o final do mês, quando volta para o Paraná.