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Santa Maria, RS, Brazil

Mesmo com paralisação, água não faltou nas torneiras

 
 
                                                                                                                                                                                   Funcionários da Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN) paralisaram os serviços no dia de hoje. A maioria dos funcionários parou e se reuniu na praça Saldanha Marinho, pela manhã. Com faixas alertando a população sobre as condições de trabalho, eles pediam assinaturas em um abaixo-assinado para a não privatização da companhia.

Os funcionários reivindicam melhores salários, renovação da frota de veículos e máquinas, e uma melhor administração. Segundo um dos delegados sindicais, a frota não é renovada há mais de oito anos: “os veículos estão sucateados, muitos não têm condições de uso, assim não tem como trabalhar”. Segundo o sindicalista, o almoxarifado não dispõe de peças para reposição e, com isso, não tem como dar assistência à comunidade.

 

Em 4 de julho realiza-se uma assembléia geral da categoria no Parque da Medianeira. A escolha de Santa Maria foi por motivos de melhor localização, para tentar reunir o máximo de funcionários. O gerente da unidade de Santa Maria reuniu os funcionários ontem à tarde para salientar a vontade da empresa em atender as exigências dos funcionários.

 

 Nem todos aderiram ao movimento, alguns foram trabalhar normalmente, o que garantiu o funcionamento do atendimento ao público. À tarde, os funcionários se reuniram em frente à companhia, na rua Cel. Niederauer. Os serviços básicos necessários para abastecer a população foram mantidos, mas a precariedade é o que assusta.

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                                                                                                                                                                                   Funcionários da Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN) paralisaram os serviços no dia de hoje. A maioria dos funcionários parou e se reuniu na praça Saldanha Marinho, pela manhã. Com faixas alertando a população sobre as condições de trabalho, eles pediam assinaturas em um abaixo-assinado para a não privatização da companhia.

Os funcionários reivindicam melhores salários, renovação da frota de veículos e máquinas, e uma melhor administração. Segundo um dos delegados sindicais, a frota não é renovada há mais de oito anos: “os veículos estão sucateados, muitos não têm condições de uso, assim não tem como trabalhar”. Segundo o sindicalista, o almoxarifado não dispõe de peças para reposição e, com isso, não tem como dar assistência à comunidade.

 

Em 4 de julho realiza-se uma assembléia geral da categoria no Parque da Medianeira. A escolha de Santa Maria foi por motivos de melhor localização, para tentar reunir o máximo de funcionários. O gerente da unidade de Santa Maria reuniu os funcionários ontem à tarde para salientar a vontade da empresa em atender as exigências dos funcionários.

 

 Nem todos aderiram ao movimento, alguns foram trabalhar normalmente, o que garantiu o funcionamento do atendimento ao público. À tarde, os funcionários se reuniram em frente à companhia, na rua Cel. Niederauer. Os serviços básicos necessários para abastecer a população foram mantidos, mas a precariedade é o que assusta.