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A publicidade inserida na cultura no Fórum de Comunicação

No terceiro
dia de atividades do 7º Fórum de Comunicação Social da Unifra, a publicitária
Elisa Reinhardt Piedras ministrou a palestra Fluxo Publicitário: uma abordagem cultural da Publicidade.

Envolvida
com comunicação visual há 12 anos, Elisa, que é professora doutora em
comunicação da UFRGS, ressaltou a importância da formação acadêmica na vida
profissional do publicitário. "O aluno tem que fazer de tudo um pouco durante a
faculdade, para que descubra as áreas que gosta e as que não gosta", afirma.
Segundo ela, atividades extra-classe que ampliem a bagagem cultural do
universitário são essenciais para garantir um lugar no mercado. "O intercâmbio
é um dos melhores meios para que se adquira cultura. A comunicação depende
muito da cultura".

Sobre
as relações entre propaganda e cultura, a publicitária enfatiza a interação dos
profissionais com o público. “Hoje há uma alfabetização do povo a respeito da
propaganda. Eles conhecem todo o processo, da criação à veiculação”, explica.
Elisa, que atualmente participa de uma pesquisa sobre as marcas mais lembradas
pelas pessoas, destacou, ainda, a maneira como as outras profissões veem a
Publicidade e Propaganda. “Dizem que a publicidade tem um poder maléfico, que
deixa as pessoas alienadas. Isso é muito pouco em comparação aos benefícios que
ela traz à sociedade”, brinca.

Para
Elisa, por mais que alguns considerem a publicidade o vilão da história, é
inegável que ela já faz parte do cotidiano. “Mesmo os eventos que ‘nascem’
culturais acabam se voltando para o mercado. Só isso explica aquelas lojas em
museus”, finaliza.

 

Fotos: Camilla Guterres (Laboratório de Fotografia e Memória)

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No terceiro
dia de atividades do 7º Fórum de Comunicação Social da Unifra, a publicitária
Elisa Reinhardt Piedras ministrou a palestra Fluxo Publicitário: uma abordagem cultural da Publicidade.

Envolvida
com comunicação visual há 12 anos, Elisa, que é professora doutora em
comunicação da UFRGS, ressaltou a importância da formação acadêmica na vida
profissional do publicitário. "O aluno tem que fazer de tudo um pouco durante a
faculdade, para que descubra as áreas que gosta e as que não gosta", afirma.
Segundo ela, atividades extra-classe que ampliem a bagagem cultural do
universitário são essenciais para garantir um lugar no mercado. "O intercâmbio
é um dos melhores meios para que se adquira cultura. A comunicação depende
muito da cultura".

Sobre
as relações entre propaganda e cultura, a publicitária enfatiza a interação dos
profissionais com o público. “Hoje há uma alfabetização do povo a respeito da
propaganda. Eles conhecem todo o processo, da criação à veiculação”, explica.
Elisa, que atualmente participa de uma pesquisa sobre as marcas mais lembradas
pelas pessoas, destacou, ainda, a maneira como as outras profissões veem a
Publicidade e Propaganda. “Dizem que a publicidade tem um poder maléfico, que
deixa as pessoas alienadas. Isso é muito pouco em comparação aos benefícios que
ela traz à sociedade”, brinca.

Para
Elisa, por mais que alguns considerem a publicidade o vilão da história, é
inegável que ela já faz parte do cotidiano. “Mesmo os eventos que ‘nascem’
culturais acabam se voltando para o mercado. Só isso explica aquelas lojas em
museus”, finaliza.

 

Fotos: Camilla Guterres (Laboratório de Fotografia e Memória)