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Santa Maria, RS, Brazil

Começou o 7º Fórum de Comunicação Social Unifra


 

Hoje foi dada a largada do 7º Fórum de Comunicação Social. A primeira atração, logo após a abertura, foi uma mesa-redonda com o tema Cultura e Comunicação, em que participaram o secretário de Cultura do Município, João Luiz Roth; a diretora do Theatro Treze de Maio, Ruth Pereirón; o  jornalista do Diário de Santa Maria, Francisco Dalcol; e a relações públicas Rose Carneiro.


Mediada pela professora de Publicidade e Propaganda, Cristina Munarski Jobim, a mesa-redonda foi recheada de assuntos e questionamentos dos acadêmicos, que participavam com o envio de perguntas.

 

Para o secretário de Cultura do Município, João Luiz Roth, quando o assunto é cultura há muito o que falar da nossa cidade. “Em Santa Maria, um terço da população é de universitários. Temos  as artes visuais, a música, teatro, o festival de cinema, a feira do livro”, comenta, enfatizando que a cultura é a melhor produção de Santa Maria.

 


Francisco Dalcol, jornalista do Diário 2 do Diário de Santa Maria há sete anos, ressaltou a responsabilidade do jornalista de trazer a cultura para o público leitor. “Muitas vezes temos um ‘caos informativo’. Nosso papel é organizar essa bagunça, como se fosse um cardápio de vários sabores”, compara.

 

 

Durante o bate-papo, alguns questionamentos da mediadora e dos acadêmicos tomaram a vez. Confira abaixo algumas das perguntas feitas durante a mesa redonda.

Qual a diferença entre cultura e entretenimento?

João Luiz Roth – O entretenimento é aquela coisa que você não precisa pensar.  A cultura faz transformações e é um produto economicamente viável. Ela é a mudança de comportamento: se superar como ser humano.

Quais  os critérios que avaliam a escolha do que é divulgado/veiculado com relação à cultura?

Chico Dalcol – Priorizamos a pauta local. O Jornalismo é dosagem, equilíbrio. Tentamos ser o mais ecléticos possível. Temos também a missão de sensibilização das pessoas, mudar a vida delas.

Rose Carneiro – Nossa produção é bem valorizada. Somos conhecidos aqui e fora daqui. Temos bons artistas.

Índios, estátuas-vivas, hippies no calçadão: é cultura ou uma forma de sobrevivência?


Ruth Pereirón – A cultura dos índios vai muito além. Eles têm muito para mostrar fora do que está exposto no calçadão.

Rose Carneiro – O que aparece no calçadão é, sim, cultura. Cultura é também o modo de viver de um povo, de diferentes tribos, é o comportamento.

 A mesa-redonda foi encerrada com a frase da mediadora Cristina Jobim, que serviu de incentivo para os acadêmicos que ali estavam. “O  que está faltando para a cultura são bons comunicadores”, concluiu a professora.

 

Fotos: Evandro Sturm (Laboratório de Fotografia  e Memória)

 

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Hoje foi dada a largada do 7º Fórum de Comunicação Social. A primeira atração, logo após a abertura, foi uma mesa-redonda com o tema Cultura e Comunicação, em que participaram o secretário de Cultura do Município, João Luiz Roth; a diretora do Theatro Treze de Maio, Ruth Pereirón; o  jornalista do Diário de Santa Maria, Francisco Dalcol; e a relações públicas Rose Carneiro.


Mediada pela professora de Publicidade e Propaganda, Cristina Munarski Jobim, a mesa-redonda foi recheada de assuntos e questionamentos dos acadêmicos, que participavam com o envio de perguntas.

 

Para o secretário de Cultura do Município, João Luiz Roth, quando o assunto é cultura há muito o que falar da nossa cidade. “Em Santa Maria, um terço da população é de universitários. Temos  as artes visuais, a música, teatro, o festival de cinema, a feira do livro”, comenta, enfatizando que a cultura é a melhor produção de Santa Maria.

 


Francisco Dalcol, jornalista do Diário 2 do Diário de Santa Maria há sete anos, ressaltou a responsabilidade do jornalista de trazer a cultura para o público leitor. “Muitas vezes temos um ‘caos informativo’. Nosso papel é organizar essa bagunça, como se fosse um cardápio de vários sabores”, compara.

 

 

Durante o bate-papo, alguns questionamentos da mediadora e dos acadêmicos tomaram a vez. Confira abaixo algumas das perguntas feitas durante a mesa redonda.

Qual a diferença entre cultura e entretenimento?

João Luiz Roth – O entretenimento é aquela coisa que você não precisa pensar.  A cultura faz transformações e é um produto economicamente viável. Ela é a mudança de comportamento: se superar como ser humano.

Quais  os critérios que avaliam a escolha do que é divulgado/veiculado com relação à cultura?

Chico Dalcol – Priorizamos a pauta local. O Jornalismo é dosagem, equilíbrio. Tentamos ser o mais ecléticos possível. Temos também a missão de sensibilização das pessoas, mudar a vida delas.

Rose Carneiro – Nossa produção é bem valorizada. Somos conhecidos aqui e fora daqui. Temos bons artistas.

Índios, estátuas-vivas, hippies no calçadão: é cultura ou uma forma de sobrevivência?


Ruth Pereirón – A cultura dos índios vai muito além. Eles têm muito para mostrar fora do que está exposto no calçadão.

Rose Carneiro – O que aparece no calçadão é, sim, cultura. Cultura é também o modo de viver de um povo, de diferentes tribos, é o comportamento.

 A mesa-redonda foi encerrada com a frase da mediadora Cristina Jobim, que serviu de incentivo para os acadêmicos que ali estavam. “O  que está faltando para a cultura são bons comunicadores”, concluiu a professora.

 

Fotos: Evandro Sturm (Laboratório de Fotografia  e Memória)