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Santa Maria, RS, Brazil

Do Canadá para a terra do chimarrão

Simpatia, descontração e pessoas falando em inglês. Assim foi o bate-papo promovido pela Unifra Turismo nesta quinta-feira, 25 de junho. A canadense Emily Kveder, 28 anos, que há quatro meses mora em Novo Hamburgo, veio para o país a trabalho. Ela é experiente quando o assunto é viver longe de casa – já residiu em Londres, Escócia, Bélgica e viajou pela Europa.

 

Durante a palestra, Emily falou da gastronomia brasileira, em especial da gaúcha. Surpreendeu-se com a quantidade de carne que comemos. Já degustou e aprovou um típico churrasco, além de escolher o time com as cores da bandeira canadense, o Internacional. Contou também sobre experiências únicas vividas no Brasil, como sua primeira aula de surf, em Florianópolis (SC). “Caí muitas vezes, mas adorei! Quero continuar tentando”, comentou animada. 

Para a canadense foi inesperado descobrir que aqui não temos só favelas, que faz frio e nem tudo é samba. Muito da visão que ela e seus compatriotas têm do nosso país sai dos filmes que vão para o exterior, como “Central do Brasil” ou “Cidade de Deus”. Apesar de notar uma grande diferença social, está ansiosa para conhecer mais estados brasileiros nos dois últimos meses antes de retornar para a neve branca do Canadá.

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Simpatia, descontração e pessoas falando em inglês. Assim foi o bate-papo promovido pela Unifra Turismo nesta quinta-feira, 25 de junho. A canadense Emily Kveder, 28 anos, que há quatro meses mora em Novo Hamburgo, veio para o país a trabalho. Ela é experiente quando o assunto é viver longe de casa – já residiu em Londres, Escócia, Bélgica e viajou pela Europa.

 

Durante a palestra, Emily falou da gastronomia brasileira, em especial da gaúcha. Surpreendeu-se com a quantidade de carne que comemos. Já degustou e aprovou um típico churrasco, além de escolher o time com as cores da bandeira canadense, o Internacional. Contou também sobre experiências únicas vividas no Brasil, como sua primeira aula de surf, em Florianópolis (SC). “Caí muitas vezes, mas adorei! Quero continuar tentando”, comentou animada. 

Para a canadense foi inesperado descobrir que aqui não temos só favelas, que faz frio e nem tudo é samba. Muito da visão que ela e seus compatriotas têm do nosso país sai dos filmes que vão para o exterior, como “Central do Brasil” ou “Cidade de Deus”. Apesar de notar uma grande diferença social, está ansiosa para conhecer mais estados brasileiros nos dois últimos meses antes de retornar para a neve branca do Canadá.