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Operação Tibicuera reúne militares em simulações de combate

Treinamento e capacitação de militares até abaixo de chuva. Nesta
quinta feira, dia 17, o Centro de Instrução de Blindados de Santa
Maria, CIBld, realizou a Operação Tibicuera, que utiliza o
software SABRE, sistema de adestramento de batalhão e regimento, para
simular a realidade. A operação é exercida desde o dia 14 de setembro.
Os objetivos principais são o treinamento, aperfeiçoamento e integração
dos batalhões.

A operação conta com 4 equipes: 2 grupos correspondentes ao país azul e 2 do país vermelho. Os países são representações de nações que competem por territórios. No caso da Operação Tibicuera, o território pretendido é uma região de importância histórica e econômica, ficticiamente nominada como Barriga Verde.  A divisão dos grupos foi feita por turnos. A representação já está no segundo turno, onde o regimento de São Luis Gonzaga compete com o de São Borja. O 4° Regimento de Cavalaria Blindado, de São Luís Gonzaga, representa o exército azul, que é liderado pelo comandante Rentróia. O exército azul conta com mais ou menos 700 homens e apresenta vantagens com relação ao inimigo.

Todo o ano, operações como essa são realizadas por todo exército brasileiro. O governo disponibiliza cerca de 1 milhão de reais para a capacitação e treinamento de militares. Mas antes dessa operação, o soldado tem treinamento básico, como rastejar, atirar e uma qualificação individual. Este treinamento tem duração de 6 meses. A partir disso, inicia a instrução coletiva que treina os batalhões para que, posteriormente, possam ser realizadas simulações de combate.

O general Eustáquio, Comandante da 1° Brigada de Cavalaria Mecanizada, comenta que o simulador é interativo e que ajuda nos custos: “A simulação de combate é uma ferramenta muito importante para o adestramento dos estados–maiores e do trabalho de comando dos batalhões de regimento e das demais brigadas também. Como são organizações maiores, existe um custo muito elevado de levar toda essa estrutura para um exercício real com todos os seus sistemas operacionais. Então, quando nós simulamos o contato dos escalões mais baixos, as frações menores, e apresentamos o resultado para o comandante para que ele possa fazer o seu trabalho, estamos oferecendo para ele a mesma realidade do combate real. Com isso, nós conseguimos bastante economia e efetividade na nossa operação”, salienta o general.

 

 
 
Fotos: Evandro Sturm (Laboratório de Fotografia e Memória)

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Treinamento e capacitação de militares até abaixo de chuva. Nesta
quinta feira, dia 17, o Centro de Instrução de Blindados de Santa
Maria, CIBld, realizou a Operação Tibicuera, que utiliza o
software SABRE, sistema de adestramento de batalhão e regimento, para
simular a realidade. A operação é exercida desde o dia 14 de setembro.
Os objetivos principais são o treinamento, aperfeiçoamento e integração
dos batalhões.

A operação conta com 4 equipes: 2 grupos correspondentes ao país azul e 2 do país vermelho. Os países são representações de nações que competem por territórios. No caso da Operação Tibicuera, o território pretendido é uma região de importância histórica e econômica, ficticiamente nominada como Barriga Verde.  A divisão dos grupos foi feita por turnos. A representação já está no segundo turno, onde o regimento de São Luis Gonzaga compete com o de São Borja. O 4° Regimento de Cavalaria Blindado, de São Luís Gonzaga, representa o exército azul, que é liderado pelo comandante Rentróia. O exército azul conta com mais ou menos 700 homens e apresenta vantagens com relação ao inimigo.

Todo o ano, operações como essa são realizadas por todo exército brasileiro. O governo disponibiliza cerca de 1 milhão de reais para a capacitação e treinamento de militares. Mas antes dessa operação, o soldado tem treinamento básico, como rastejar, atirar e uma qualificação individual. Este treinamento tem duração de 6 meses. A partir disso, inicia a instrução coletiva que treina os batalhões para que, posteriormente, possam ser realizadas simulações de combate.

O general Eustáquio, Comandante da 1° Brigada de Cavalaria Mecanizada, comenta que o simulador é interativo e que ajuda nos custos: “A simulação de combate é uma ferramenta muito importante para o adestramento dos estados–maiores e do trabalho de comando dos batalhões de regimento e das demais brigadas também. Como são organizações maiores, existe um custo muito elevado de levar toda essa estrutura para um exercício real com todos os seus sistemas operacionais. Então, quando nós simulamos o contato dos escalões mais baixos, as frações menores, e apresentamos o resultado para o comandante para que ele possa fazer o seu trabalho, estamos oferecendo para ele a mesma realidade do combate real. Com isso, nós conseguimos bastante economia e efetividade na nossa operação”, salienta o general.

 

 
 
Fotos: Evandro Sturm (Laboratório de Fotografia e Memória)