Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

A taça do mundo é nossa! E do comércio.

Que a Copa do
Mundo mobiliza corações e mentes, todos sabem. No Brasil, único país a
erguer
cinco vezes a taça, expectativa é sempre maior. Por ser realizado apenas
em
intervalos de quatro anos, a competição fomenta no torcedor brasileiro
um
sentimento nacionalista que raramente se vê. O verde-amarelo toma conta
das
ruas e camisas da seleção são visíveis por todos os lados. Quem agradece
esse
entusiasmo é o comércio, cujas vendas durante o período sempre mostram
índices
superiores ao restante do ano.

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“Estimamos um
aumento entre 20% e 25% em relação à Copa de 2006”, afirma a
vice-presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Maria, Márcia
Gehm. Segundo ela, essa ampliação não se restringe apenas a artigos esportivos
– uniformes, bolas etc. “O setor de eletrônicos também é bastante beneficiado”,
ressalta Márcia. Para o gerente das Lojas Colombo de Santa Maria, Glauco Souza,
os variados tipos de televisores têm estimulado as compras dos torcedores que
não puderam ir à África do Sul acompanhar os jogos. “A Copa do Mundo tem
trazido uma grande procura, especialmente por televisores de LCD e Plasma”, diz.

As lojas de
departamento esportivo também não têm do que reclamar. O gerente da Brandt
Esportes, Roselei Burigon, destaca a intensa procura por camisas da seleção
brasileira. “Tem sido muito bom. Com frequência faltam camisas e temos que
repor”. Além da brasileira, outras camisas também fazem sucesso entre os
compradores em época de Copa, como Espanha, Alemanha e Argentina. Mas, no fim
das contas, nenhuma dessas faz o mesmo sucesso que a concorrente. “A amarelinha
sempre sai mais”, garante Roselei.

Durante a
última Copa, na Alemanha, a equipe canarinho não foi bem. Chegou sob
desconfiança e foi eliminada pela França nas quartas de final. Na opinião dos
comerciantes, a confiança na seleção é o combustível que faz com que a
população vá às lojas. “O brasileiro é consumista por natureza”, define a
vice-presidente da CDL. Para Márcia, um eventual crescimento nos lucros depende
do bom desempenho dos 11 homens em campo. “A expectativa sempre é a melhor. Se
o Brasil for campeão, as vendas seguem bem após a Copa”. O gerente das Lojas
Colombo também reforça o coro pelo hexa e vê o título como forma de aumentar os
negócios. “A gente torce para que o Brasil vá muito bem, que certamente vai
intensificar ainda mais as vendas”.

 

Fotos: Rômulo D’Avila (Laboratório de Fotografia e Memória)

 

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Que a Copa do
Mundo mobiliza corações e mentes, todos sabem. No Brasil, único país a
erguer
cinco vezes a taça, expectativa é sempre maior. Por ser realizado apenas
em
intervalos de quatro anos, a competição fomenta no torcedor brasileiro
um
sentimento nacionalista que raramente se vê. O verde-amarelo toma conta
das
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esse
entusiasmo é o comércio, cujas vendas durante o período sempre mostram
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aumento entre 20% e 25% em relação à Copa de 2006”, afirma a
vice-presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Santa Maria, Márcia
Gehm. Segundo ela, essa ampliação não se restringe apenas a artigos esportivos
– uniformes, bolas etc. “O setor de eletrônicos também é bastante beneficiado”,
ressalta Márcia. Para o gerente das Lojas Colombo de Santa Maria, Glauco Souza,
os variados tipos de televisores têm estimulado as compras dos torcedores que
não puderam ir à África do Sul acompanhar os jogos. “A Copa do Mundo tem
trazido uma grande procura, especialmente por televisores de LCD e Plasma”, diz.

As lojas de
departamento esportivo também não têm do que reclamar. O gerente da Brandt
Esportes, Roselei Burigon, destaca a intensa procura por camisas da seleção
brasileira. “Tem sido muito bom. Com frequência faltam camisas e temos que
repor”. Além da brasileira, outras camisas também fazem sucesso entre os
compradores em época de Copa, como Espanha, Alemanha e Argentina. Mas, no fim
das contas, nenhuma dessas faz o mesmo sucesso que a concorrente. “A amarelinha
sempre sai mais”, garante Roselei.

Durante a
última Copa, na Alemanha, a equipe canarinho não foi bem. Chegou sob
desconfiança e foi eliminada pela França nas quartas de final. Na opinião dos
comerciantes, a confiança na seleção é o combustível que faz com que a
população vá às lojas. “O brasileiro é consumista por natureza”, define a
vice-presidente da CDL. Para Márcia, um eventual crescimento nos lucros depende
do bom desempenho dos 11 homens em campo. “A expectativa sempre é a melhor. Se
o Brasil for campeão, as vendas seguem bem após a Copa”. O gerente das Lojas
Colombo também reforça o coro pelo hexa e vê o título como forma de aumentar os
negócios. “A gente torce para que o Brasil vá muito bem, que certamente vai
intensificar ainda mais as vendas”.

 

Fotos: Rômulo D’Avila (Laboratório de Fotografia e Memória)