Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Égua ferida comove população

egua1_pedro_porto.jpgOntem, às 17h, uma égua se
feriu
enquanto cruzava com seu dono, Antonio Carlos de 17 anos, a Avenida
Medianeira.
O animal ficou prostrado na rua, incapaz de movimentar as patas
dianteiras,
durante aproximadamente cinco horas até que o proprietário, com a ajuda
de
alguns familiares, transeuntes e moradores locais, conseguiu recolocá-lo
para
um estacionamento próximo. De acordo com Antonio Carlos, o animal fora
comprado
há uma semana já com sinais de maus tratos.

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O
animal foi tratado e alimentado pela população próxima ao local. A moradora
Senhorinha Almeida, presente desde o início do ocorrido, comprou milho e pasto
para a égua. “Ela estava faminta e comeu horrores”, disse em depoimento à
Brigada Militar, que chegou às 23h para registrar ocorrência.

Antonio
Carlos diz que levou a égua de manhã para o lugar onde trabalha quando,
subitament,e o animal se deitou. Um veterinário foi chamado para atendê-lo. Na
saída do serviço, deitou-se novamente e não se levantou mais. Senhorinha
Almeida diz que não viu nenhum  mau trato com o animal por parte do
proprietário. A maior reclamação das pessoas no local era sobre a falta de uma
atitude da Prefeitura para socorrer a égua.

egua2_pedro_porto.jpgUm
grupo de pessoas se sensibilizou pelo caso, como o casal Rori e Nilvea Batista
e o advogado Francielle Fontana. O casal fez a oferta de cobrir todas as
despesas médicas do animal, que possivelmente não voltará a trabalhar, e
levá-lo para o campo para tratá-lo junto com os cavalos pertencentes aos
mesmos. “A minha preocupação é com o animal, essa é a ajuda que eu ofereço” diz
Rori. O advogado ofereceu serviços gratuitos para concluir esta
transação e para representar Antonio Carlos em uma ação contra o antigo proprietário
do animal.

A Brigada se ofereceu para auxiliar na transferência de
responsabilidade pelo animal. Os ferimentos exatos do animal eram desconhecidos
até a madrugada desta quinta-feira, embora Nilvea declare que as marcas de
carroça e de maus tratos são visíveis no animal e que o tipo de inchaço
apresentado marque um período extenso de maus tratos.

 

Fotos:

 

 

 

 

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egua1_pedro_porto.jpgOntem, às 17h, uma égua se
feriu
enquanto cruzava com seu dono, Antonio Carlos de 17 anos, a Avenida
Medianeira.
O animal ficou prostrado na rua, incapaz de movimentar as patas
dianteiras,
durante aproximadamente cinco horas até que o proprietário, com a ajuda
de
alguns familiares, transeuntes e moradores locais, conseguiu recolocá-lo
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um estacionamento próximo. De acordo com Antonio Carlos, o animal fora
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animal foi tratado e alimentado pela população próxima ao local. A moradora
Senhorinha Almeida, presente desde o início do ocorrido, comprou milho e pasto
para a égua. “Ela estava faminta e comeu horrores”, disse em depoimento à
Brigada Militar, que chegou às 23h para registrar ocorrência.

Antonio
Carlos diz que levou a égua de manhã para o lugar onde trabalha quando,
subitament,e o animal se deitou. Um veterinário foi chamado para atendê-lo. Na
saída do serviço, deitou-se novamente e não se levantou mais. Senhorinha
Almeida diz que não viu nenhum  mau trato com o animal por parte do
proprietário. A maior reclamação das pessoas no local era sobre a falta de uma
atitude da Prefeitura para socorrer a égua.

egua2_pedro_porto.jpgUm
grupo de pessoas se sensibilizou pelo caso, como o casal Rori e Nilvea Batista
e o advogado Francielle Fontana. O casal fez a oferta de cobrir todas as
despesas médicas do animal, que possivelmente não voltará a trabalhar, e
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mesmos. “A minha preocupação é com o animal, essa é a ajuda que eu ofereço” diz
Rori. O advogado ofereceu serviços gratuitos para concluir esta
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do animal.

A Brigada se ofereceu para auxiliar na transferência de
responsabilidade pelo animal. Os ferimentos exatos do animal eram desconhecidos
até a madrugada desta quinta-feira, embora Nilvea declare que as marcas de
carroça e de maus tratos são visíveis no animal e que o tipo de inchaço
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Fotos:

 

 

 

 

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