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Santa Maria, RS, Brazil

Eles voltaram…

tangos_5_yuri_weber.jpgCom mais de 26 anos de espetáculo, Tangos & Tragédias veio a Santa Maria na noite de ontem para alegrar o público com boas gargalhadas.

 

 

 

 

 

 

tangos_6_yuri_weber.jpgMúsica, humor, teatro e muita interação com o público caracterizam os artistas vindos de um país imaginário nomeado de Sbórnia do Sul, o qual era ligado ao continente por um istmo, logo separado por sucessivas explosões nucleares mal-sucedidas. Atualmente é uma ilha livre que navega pelos mares do mundo. Lá o sistema político é o anarquismo hiperbólico, reciclam-se os lixos culturais de outras nações e tem até moeda própria, o Scombrio. O Copérnico e a Aquarela da Sbórnia fazem parte do folclore musical.

 

tangos_1_yuri_weber.jpgHique Gomez interpreta o violinista Kraunus Sang, um homem de estranha personalidade, com olhos muito expressivos e imensas olheiras. Nico Nicolaiewsky incorpora o Maestro Plestkaya, que toca acordeom e conta histórias trágicas, cheias de amores frustrados e desilusões. De origem gaúcha e contando também com uma versão em língua espanhola, excursionou pelo Brasil, América Latina e até mesmo Europa. Em Portugal, foi escolhido pelo público como Melhor Espetáculo durante o Festival Internacional de Teatro de Almada em 2003 e Espetáculo de Honra em 2004. Em 1999, foi tema da escola de samba Imperatriz Dona Leopoldina no carnaval de Porto Alegre – o enredo era “A visita de Dona Leopoldina ao Reino da Sbórnia”. 2007 foi o ano de gravar o primeiro DVD, intitulado “Tangos & Tragédias na Praça da Matriz”.

Atualização do espetáculo

“Ele se aprimora conforme nos aprimoramos como artistas e como seres humanos, nunca para de se desenvolver, é um projeto orgânico. Como não paramos de nos desenvolver, fazendo outros projetos aliados a orquestras e demais recursos, estudando conforme a necessidade, isso acaba aparecendo no espetáculo. Brincamos com questões sérias, musicais ou de vida, divertindo e deixando um olhar diferente para as pessoas. Elas aprendem outro formato de olhar a vida”, define Hique.

“Nós participamos desse evento, mas ele é feito pelas pessoas presentes”, acrescenta Nico.

Fotos: Yuri Weber (Laboratório de Fotografia e Memória)

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tangos_5_yuri_weber.jpgCom mais de 26 anos de espetáculo, Tangos & Tragédias veio a Santa Maria na noite de ontem para alegrar o público com boas gargalhadas.

 

 

 

 

 

 

tangos_6_yuri_weber.jpgMúsica, humor, teatro e muita interação com o público caracterizam os artistas vindos de um país imaginário nomeado de Sbórnia do Sul, o qual era ligado ao continente por um istmo, logo separado por sucessivas explosões nucleares mal-sucedidas. Atualmente é uma ilha livre que navega pelos mares do mundo. Lá o sistema político é o anarquismo hiperbólico, reciclam-se os lixos culturais de outras nações e tem até moeda própria, o Scombrio. O Copérnico e a Aquarela da Sbórnia fazem parte do folclore musical.

 

tangos_1_yuri_weber.jpgHique Gomez interpreta o violinista Kraunus Sang, um homem de estranha personalidade, com olhos muito expressivos e imensas olheiras. Nico Nicolaiewsky incorpora o Maestro Plestkaya, que toca acordeom e conta histórias trágicas, cheias de amores frustrados e desilusões. De origem gaúcha e contando também com uma versão em língua espanhola, excursionou pelo Brasil, América Latina e até mesmo Europa. Em Portugal, foi escolhido pelo público como Melhor Espetáculo durante o Festival Internacional de Teatro de Almada em 2003 e Espetáculo de Honra em 2004. Em 1999, foi tema da escola de samba Imperatriz Dona Leopoldina no carnaval de Porto Alegre – o enredo era “A visita de Dona Leopoldina ao Reino da Sbórnia”. 2007 foi o ano de gravar o primeiro DVD, intitulado “Tangos & Tragédias na Praça da Matriz”.

Atualização do espetáculo

“Ele se aprimora conforme nos aprimoramos como artistas e como seres humanos, nunca para de se desenvolver, é um projeto orgânico. Como não paramos de nos desenvolver, fazendo outros projetos aliados a orquestras e demais recursos, estudando conforme a necessidade, isso acaba aparecendo no espetáculo. Brincamos com questões sérias, musicais ou de vida, divertindo e deixando um olhar diferente para as pessoas. Elas aprendem outro formato de olhar a vida”, define Hique.

“Nós participamos desse evento, mas ele é feito pelas pessoas presentes”, acrescenta Nico.

Fotos: Yuri Weber (Laboratório de Fotografia e Memória)