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Santa Maria, RS, Brazil

Entre livros e leis

O coquetel de lançamento dos
livros Aos pedaços e Prisão perpétua, do promotor de Justiça
Especializada de Defesa Comunitária , João Marcos Adede y Castro, reuniu amigos, familiares e apreciadores das obras do autor, na
livraria Nobel. Entre
autógrafos e taças de champagne, Adede contou um pouco sobre suas obras.

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O autor começou a publicar seus livros em 2003, quando concluiu seu mestrado
na Universidade Federal de Santa Maria. Suas primeiras obras são compostas por
livros técnicos. Adede afirma que começou a escrever ficção porque “sentia
que não tinha liberdade no texto técnico e que eu teria se escrevesse textos de
literatura.”
.

O promotor também contou um pouco do seu processo criativo. Para
escrever a história de Rei, do livro Aos pedaços, Adede inspirou-se em
um fato recente que abalou a sociedade santa-mariense. Já em Prisão
perpétua,
ele procurou explorar os conflitos psicológicos dos envolvidos no
sistema carcerário.

O autor conta que já tem outro livro pronto, aprovado pela editora. Mas
ainda não há previsão de lançamento.
“Quem
sabe na Feira do Livro do ano que vem”,
despista o promotor. Então,
ficaremos no aguardo.

 

Foto: Nathale Kraetzig (acadêmica de Jornalismo)

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O coquetel de lançamento dos
livros Aos pedaços e Prisão perpétua, do promotor de Justiça
Especializada de Defesa Comunitária , João Marcos Adede y Castro, reuniu amigos, familiares e apreciadores das obras do autor, na
livraria Nobel. Entre
autógrafos e taças de champagne, Adede contou um pouco sobre suas obras.

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O autor começou a publicar seus livros em 2003, quando concluiu seu mestrado
na Universidade Federal de Santa Maria. Suas primeiras obras são compostas por
livros técnicos. Adede afirma que começou a escrever ficção porque “sentia
que não tinha liberdade no texto técnico e que eu teria se escrevesse textos de
literatura.”
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O promotor também contou um pouco do seu processo criativo. Para
escrever a história de Rei, do livro Aos pedaços, Adede inspirou-se em
um fato recente que abalou a sociedade santa-mariense. Já em Prisão
perpétua,
ele procurou explorar os conflitos psicológicos dos envolvidos no
sistema carcerário.

O autor conta que já tem outro livro pronto, aprovado pela editora. Mas
ainda não há previsão de lançamento.
“Quem
sabe na Feira do Livro do ano que vem”,
despista o promotor. Então,
ficaremos no aguardo.

 

Foto: Nathale Kraetzig (acadêmica de Jornalismo)