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Santa Maria, RS, Brazil

Farmacêuticos em desvio de função

A
atuação de farmacêuticos bioquímicos é de extrema importância para toda a população, pois são
eles que exercem atividades referentes
aos fármacos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle,
produção e análise de alimentos. Mas, nem sempre são essas as suas funções dentro
das farmácias comerciais. Alguns deles perdem a característica do
profissional e atuam como um funcionário comum, vendedor ou balconista.

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Dentro das farmácias os farmacêuticos devem auxiliar e orientar os consumidores e usuários de medicamentos e, também, explicar
como o medicamento pode ser usado, seus horários, entre outras coisas.

Porém, nem sempre são essas suas funções no local de trabalho.
Segundo a farmacêutica Micaela Rossato Marques, 26 anos, na maioria das
farmácias o profissional acaba ajudando nas vendas comuns, mas caso algum
cliente precise de sua ajuda, ela o atende imediatamente. “Não vejo problemas em
ajudar nos atendimentos comuns, faz parte”, diz Micaela.

Concorda a farmacêutica e proprietária do estabelecimento,
Clarissa Hoehr, 31 anos. “O profissional precisa estar no balcão, para melhor
atender o cliente, e acaba fazendo todas as funções”, diz Clarissa.

 

Para a coordenadora do curso de Farmácia do Centro Universitário
Franciscano, Rosimar Leitenberg da Silveira, esse é um assunto muito debatido
em sala de aula. Segundo ela, os alunos têm conhecimento sobre o assunto, mas
na maioria dos casos eles pretendem trabalhar em outros setores como: indústrias, manipulação e laboratórios de análises clínicas. “Muitos
farmacêuticos que trabalham em farmácias acabam se submetendo às ordens dos
proprietários, por isso fazem tudo”, relata Rosimar.

 

Mas nem sempre é assim. Existem alguns estabelecimentos nos quais o
profissional ocupa sua função própria, de auxiliar e orientar o consumidor. É o
caso da proprietária e farmacêutica Débora Beckert, 36 anos, “Tenho que estar
sempre aqui para o cliente, a receita pode ser perigosa”, ressalta Débora, que
conta com a ajuda de uma técnica e duas atendentes para as outras funções.

 

Fotos: Rômulo D’Ávila (Laboratório de Fotografia e Memória)

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A
atuação de farmacêuticos bioquímicos é de extrema importância para toda a população, pois são
eles que exercem atividades referentes
aos fármacos, às análises clínicas e toxicológicas e ao controle,
produção e análise de alimentos. Mas, nem sempre são essas as suas funções dentro
das farmácias comerciais. Alguns deles perdem a característica do
profissional e atuam como um funcionário comum, vendedor ou balconista.

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Segundo a farmacêutica Micaela Rossato Marques, 26 anos, na maioria das
farmácias o profissional acaba ajudando nas vendas comuns, mas caso algum
cliente precise de sua ajuda, ela o atende imediatamente. “Não vejo problemas em
ajudar nos atendimentos comuns, faz parte”, diz Micaela.

Concorda a farmacêutica e proprietária do estabelecimento,
Clarissa Hoehr, 31 anos. “O profissional precisa estar no balcão, para melhor
atender o cliente, e acaba fazendo todas as funções”, diz Clarissa.

 

Para a coordenadora do curso de Farmácia do Centro Universitário
Franciscano, Rosimar Leitenberg da Silveira, esse é um assunto muito debatido
em sala de aula. Segundo ela, os alunos têm conhecimento sobre o assunto, mas
na maioria dos casos eles pretendem trabalhar em outros setores como: indústrias, manipulação e laboratórios de análises clínicas. “Muitos
farmacêuticos que trabalham em farmácias acabam se submetendo às ordens dos
proprietários, por isso fazem tudo”, relata Rosimar.

 

Mas nem sempre é assim. Existem alguns estabelecimentos nos quais o
profissional ocupa sua função própria, de auxiliar e orientar o consumidor. É o
caso da proprietária e farmacêutica Débora Beckert, 36 anos, “Tenho que estar
sempre aqui para o cliente, a receita pode ser perigosa”, ressalta Débora, que
conta com a ajuda de uma técnica e duas atendentes para as outras funções.

 

Fotos: Rômulo D’Ávila (Laboratório de Fotografia e Memória)