Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Evento sobre Esclerose Lateral Amiotrófica aborda tratamentos e o futuro da doença

esclerose_lateral_palestra_alice.jpgNo último sábado, 1º de outubro, realizou-se no Campus I da
Unifra o Encontro Regional sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA),
coordenado pelo curso de Fisioterapia da Unifra. Ministrado por membros e
voluntários da Associação Regional Esclerose Lateral Amiotrófica, a ARELA-RS, o
encontro proporcionou aos acadêmicos e professores de fisioterapia e de outras
áreas da saúde, assim como também aos familiares e pacientes da doença, a
chance de expandirem seus conhecimentos, não só sobre a doença em si, mas sobre
os possíveis tratamentos que auxiliam no aumento de expectativa e qualidade de
vida para os portadores de ELA.

Normal
0
21

false
false
false

MicrosoftInternetExplorer4

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}

Idealizada em julho de 2005, durante o Simpósio da Associação Brasileira de Esclerose
Lateral Amiotrófica (ABRELA), e fundada em outubro do mesmo ano por familiares
de portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica, a ARELA-RS promoveu em Santa
Maria seu quinto encontro no interior do estado e contou com as palestras da
presidente do ARELA-RS e fisioterapeuta, Leila Ortiz, do professor doutor
neurologista especialista em ELA, Francisco Tellechea Rotta e a fonoaudióloga
em pacientes com ELA e voluntária do projeto, Rute Baltezan.

No
encontro foram apresentadas alternativas de tratamentos – através de remédios,
aparelhos e métodos de fisioterapia – e gráficos sobre o efeito desses
tratamentos em pacientes com ELA. Também foi discutida a evolução no campo de
pesquisas científicas sobre Esclerose Lateral Amiotrófica, que se torna cada
vez mais constante e é determinante na busca de soluções para a doença.

esclerose_lateral_palestra_rotta_alice.jpgSegundo
o neurologista Francisco Rotta, que trabalha com pacientes de ELA há 15 anos, o
crescente número de pesquisas científicas sobre a doença acarretará, embora não
em uma cura definitiva, em tratamentos satisfatórios que permitam aos pacientes
uma boa qualidade de vida. “A minha expectativa é que, num período de 10 a 20
anos, sejam possíveis tratamentos que transformem a ELA em uma doença crônica
controlada através de medicamentos, assim como a diabetes, por exemplo” ,
comenta Rotta. A fonoaudióloga Rute Baltezan espera que a associação não se
torne apenas um pólo de informação, mas também de incentivo à pesquisa por
parte dos estudantes da área de saúde e deixa um recado a eles: “Vamos pensar
no que podemos fazer como terapeutas para melhorar a qualidade de vida dos
pacientes”.

A
doença

A Esclerose
Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa que afeta
primariamente os neurônios motores no cérebro, tronco cerebral e medula
espinhal, o que leva à fraqueza muscular dos membros, da musculatura da face e
dificulta a deglutição e a respiração. Ainda sem um tratamento eficaz em termos
esclerose_lateral_alice.jpgcurativos, mas com muitos cuidados paliativos que podem melhorar a qualidade de
vida do paciente e dos seus cuidadores. Para mais informações, visite o site da
ARELA-RS.

 

Fotos: Alice Bollick (Laboratório de Fotografia e Memória) 

LEIA TAMBÉM

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

esclerose_lateral_palestra_alice.jpgNo último sábado, 1º de outubro, realizou-se no Campus I da
Unifra o Encontro Regional sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA),
coordenado pelo curso de Fisioterapia da Unifra. Ministrado por membros e
voluntários da Associação Regional Esclerose Lateral Amiotrófica, a ARELA-RS, o
encontro proporcionou aos acadêmicos e professores de fisioterapia e de outras
áreas da saúde, assim como também aos familiares e pacientes da doença, a
chance de expandirem seus conhecimentos, não só sobre a doença em si, mas sobre
os possíveis tratamentos que auxiliam no aumento de expectativa e qualidade de
vida para os portadores de ELA.

Normal
0
21

false
false
false

MicrosoftInternetExplorer4

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:”Times New Roman”;
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}

Idealizada em julho de 2005, durante o Simpósio da Associação Brasileira de Esclerose
Lateral Amiotrófica (ABRELA), e fundada em outubro do mesmo ano por familiares
de portadores de Esclerose Lateral Amiotrófica, a ARELA-RS promoveu em Santa
Maria seu quinto encontro no interior do estado e contou com as palestras da
presidente do ARELA-RS e fisioterapeuta, Leila Ortiz, do professor doutor
neurologista especialista em ELA, Francisco Tellechea Rotta e a fonoaudióloga
em pacientes com ELA e voluntária do projeto, Rute Baltezan.

No
encontro foram apresentadas alternativas de tratamentos – através de remédios,
aparelhos e métodos de fisioterapia – e gráficos sobre o efeito desses
tratamentos em pacientes com ELA. Também foi discutida a evolução no campo de
pesquisas científicas sobre Esclerose Lateral Amiotrófica, que se torna cada
vez mais constante e é determinante na busca de soluções para a doença.

esclerose_lateral_palestra_rotta_alice.jpgSegundo
o neurologista Francisco Rotta, que trabalha com pacientes de ELA há 15 anos, o
crescente número de pesquisas científicas sobre a doença acarretará, embora não
em uma cura definitiva, em tratamentos satisfatórios que permitam aos pacientes
uma boa qualidade de vida. “A minha expectativa é que, num período de 10 a 20
anos, sejam possíveis tratamentos que transformem a ELA em uma doença crônica
controlada através de medicamentos, assim como a diabetes, por exemplo” ,
comenta Rotta. A fonoaudióloga Rute Baltezan espera que a associação não se
torne apenas um pólo de informação, mas também de incentivo à pesquisa por
parte dos estudantes da área de saúde e deixa um recado a eles: “Vamos pensar
no que podemos fazer como terapeutas para melhorar a qualidade de vida dos
pacientes”.

A
doença

A Esclerose
Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa que afeta
primariamente os neurônios motores no cérebro, tronco cerebral e medula
espinhal, o que leva à fraqueza muscular dos membros, da musculatura da face e
dificulta a deglutição e a respiração. Ainda sem um tratamento eficaz em termos
esclerose_lateral_alice.jpgcurativos, mas com muitos cuidados paliativos que podem melhorar a qualidade de
vida do paciente e dos seus cuidadores. Para mais informações, visite o site da
ARELA-RS.

 

Fotos: Alice Bollick (Laboratório de Fotografia e Memória)