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Santa Maria, RS, Brazil

Há tanta vida lá fora…

palestra_haiti_iara_anelise.jpgEssa seria uma das frases ideais para se refletir após a
palestra da jornalista gaúcha Iara Lemos, repórter política do G1 em
Brasília, que abordou dois temas, na noite de 26 de outubro, para os
acadêmicos do curso de Jornalismo da Unifra. Um dos temas abordados pela
jornalista foi "As diferentes faces do Haiti" e o outro, "A
notícia e a internet: agilidade que une as mídias".

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Iara
trouxe um pouco do que ela já vivenciou fora do Brasil, quando participou da
missão do grupo de pesquisadores do projeto Brasil-Haiti, em 2008, sob coordenação
do professor Ricardo Seitenffus, na época representante especial da Organização dos
Estados Americanos (OEA) no Haiti. A viagem, ao lado do fotógrafo do Diário de
Santa Maria, Fernando Ramos, teve duração de 12 dias, por oito cidades do
Haiti. A série de reportagens mostrou a realidade do país caribenho e resultou
no Prêmio Esso, na categoria interior. 

palestra_haiti_anelise.jpgEm
janeiro do ano passado, já na equipe do G1, foi uma das enviadas especiais na cobertura do terremoto, mostrando as catástrofes que o terremoto causou
aos haitianos.

Iara diz
ter base na política, “mas o repórter tem que estar aberto para o conhecimento,
podendo tirar uma pauta até mesmo da mesa do bar”. Nm bate papo com a jornalista,
ela admite que o prêmio resultou onde está hoje: “com certeza, ele abriu
portas, o Esso é uma pirâmide de jornalismo do país, são raros os que conseguem
ter a oportunidade desse prêmio”.

Sobre o
fazer jornalístico, Iara Lemos diz que é “esforço tremendo, não pode ter medo”.
Ensina que é preciso “ter persistência no que se quer e, muitas vezes, a
persistência está ligada em ‘dormir no relento, não ter água potável para
beber, uma alimentação adequada para comer’".
Preparação 
Para chegar ao Haiti, a jornalista teve
que estudar muito, ler, aprender outras línguas (francês, creole – a língua falada
pelo povo haitiano), uma preparação de três meses para chegar a um país que não
conhecia.

Iara Lemos está há nove anos no
jornalismo, desde o 4° semestre da faculdade. Começou na TV Campus da UFSM,
logo depois veio o jornal Diário de SM  e RBS TV, depois Zero Hora e G1.

Fotos: Anelise Fenalti (Laboratório de Fotografia e Memória)

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palestra_haiti_iara_anelise.jpgEssa seria uma das frases ideais para se refletir após a
palestra da jornalista gaúcha Iara Lemos, repórter política do G1 em
Brasília, que abordou dois temas, na noite de 26 de outubro, para os
acadêmicos do curso de Jornalismo da Unifra. Um dos temas abordados pela
jornalista foi "As diferentes faces do Haiti" e o outro, "A
notícia e a internet: agilidade que une as mídias".

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Estados Americanos (OEA) no Haiti. A viagem, ao lado do fotógrafo do Diário de
Santa Maria, Fernando Ramos, teve duração de 12 dias, por oito cidades do
Haiti. A série de reportagens mostrou a realidade do país caribenho e resultou
no Prêmio Esso, na categoria interior. 

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janeiro do ano passado, já na equipe do G1, foi uma das enviadas especiais na cobertura do terremoto, mostrando as catástrofes que o terremoto causou
aos haitianos.

Iara diz
ter base na política, “mas o repórter tem que estar aberto para o conhecimento,
podendo tirar uma pauta até mesmo da mesa do bar”. Nm bate papo com a jornalista,
ela admite que o prêmio resultou onde está hoje: “com certeza, ele abriu
portas, o Esso é uma pirâmide de jornalismo do país, são raros os que conseguem
ter a oportunidade desse prêmio”.

Sobre o
fazer jornalístico, Iara Lemos diz que é “esforço tremendo, não pode ter medo”.
Ensina que é preciso “ter persistência no que se quer e, muitas vezes, a
persistência está ligada em ‘dormir no relento, não ter água potável para
beber, uma alimentação adequada para comer’".
Preparação 
Para chegar ao Haiti, a jornalista teve
que estudar muito, ler, aprender outras línguas (francês, creole – a língua falada
pelo povo haitiano), uma preparação de três meses para chegar a um país que não
conhecia.

Iara Lemos está há nove anos no
jornalismo, desde o 4° semestre da faculdade. Começou na TV Campus da UFSM,
logo depois veio o jornal Diário de SM  e RBS TV, depois Zero Hora e G1.

Fotos: Anelise Fenalti (Laboratório de Fotografia e Memória)