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Histórias dançadas na Feira para incentivar leitores

   Na noite fria de domingo, a Cia Fernando Serpa aqueceu o público que prestigiava a Feira do Livro, na Praça Saldanha Marinho. As apresentações foram baseadas em musicais e filmes, que adaptadas a músicas atuais agradaram crianças e adultos. Com o tema “Incentivando novos leitores”, eles transformaram cultura e leitura em dança.
 
 
 
 
O espetáculo com cerca de uma hora, apresentou slides que mostraram a origem das coreografias – como o musical “Cats”, os filmes “Se ela dança eu danço 3” e “Cantando na chuva”.

 “A gente pratica o tema antes e a galera que está dançando sabe o porquê, sabe a história”, comentou Fernando Serpa, coreógrafo da companhia e de diversas escolas de Santa Maria.

Depois da apresentação, a importância de aliar a leitura com a dança foi enfatizada por dançarinos: “A gente aprende a escrita das palavras, fica melhor em português”, afirma Vitória Lima, 10 anos.

As mães presentes aprovam a iniciativa do Colégio Olavo Bilac, que exige notas boas para que os alunos possam participar da companhia: “Se eles estão indo bem no colégio eles continuam no “Street”. É uma motivação para eles estudarem mais”, confirma Verônica Camargo, funcionária pública.

Para mesclar  ainda mais a dança ainda com a literatura, Serpa planeja fazer coreografias baseadas nas leituras obrigatórias dos vestibulares. Fica um exemplo de como incentivar o estudo através de atividades físicas.
 
Fotos: Karine Ludwig (Laboratório de Fotografia e Memória)

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   Na noite fria de domingo, a Cia Fernando Serpa aqueceu o público que prestigiava a Feira do Livro, na Praça Saldanha Marinho. As apresentações foram baseadas em musicais e filmes, que adaptadas a músicas atuais agradaram crianças e adultos. Com o tema “Incentivando novos leitores”, eles transformaram cultura e leitura em dança.
 
 
 
 
O espetáculo com cerca de uma hora, apresentou slides que mostraram a origem das coreografias – como o musical “Cats”, os filmes “Se ela dança eu danço 3” e “Cantando na chuva”.

 “A gente pratica o tema antes e a galera que está dançando sabe o porquê, sabe a história”, comentou Fernando Serpa, coreógrafo da companhia e de diversas escolas de Santa Maria.

Depois da apresentação, a importância de aliar a leitura com a dança foi enfatizada por dançarinos: “A gente aprende a escrita das palavras, fica melhor em português”, afirma Vitória Lima, 10 anos.

As mães presentes aprovam a iniciativa do Colégio Olavo Bilac, que exige notas boas para que os alunos possam participar da companhia: “Se eles estão indo bem no colégio eles continuam no “Street”. É uma motivação para eles estudarem mais”, confirma Verônica Camargo, funcionária pública.

Para mesclar  ainda mais a dança ainda com a literatura, Serpa planeja fazer coreografias baseadas nas leituras obrigatórias dos vestibulares. Fica um exemplo de como incentivar o estudo através de atividades físicas.
 
Fotos: Karine Ludwig (Laboratório de Fotografia e Memória)