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Santa Maria, RS, Brazil

Nova área da engenharia corrige impactos ambientais

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Em
fase experimental, o trabalho de engenharia natural, desenvolvido por alunos do
curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aborda
um dos temas que pautam a Feisma: a conscientização ambiental. A técnica nativa
da Áustria foi desenvolvida recentemente no Estado. Seu objetivo é garantir um
suporte para as encostas em desnível, a fim de auxiliar na sustentação e
estruturação das áreas afetadas. A
parceria entre a UFSM e a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa
Maria (Cacism) está em exposição no Pavilhão Inovação, um dos segmentos da
Multifeira 2011. 

A diferença das demais técnicas

Também conhecida como “bioengenharia”, a engenharia
natural é um ramo da engenharia que se preocupa com o curso de água e a
estabilização de encostas, muitas vezes, alterados pela erosão do solo.

A fusão entre matérias vivas (vegetação) e
materiais inertes (madeiras e pedras) gera o equilíbrio que a estrutura em
desgaste – arroio ou açude – necessita para se estabilizar novamente. Esse é o
principal aspecto que torna a bioengenharia mais barata e menos impactante
ambientalmente.

O suporte desenvolvido é composto por madeiras
de eucalipto, que crescem rapidamente e são plantadas em abundância no Brasil e
pedras, que em conjunto com o cardamomo,
planta nativa de florestas úmidas, é indicada para o habitat.

Onde encontrar o trabalho

De acordo com o engenheiro florestal e
coordenador do projeto, Alexandre Mastella, a ideia surgiu a partir de um
convênio que a UFSM possui com uma universidade austríaca. Desde então,
projetos foram esboçados e executados na Quarta Colônia.

A parceria com a Cacism foi pioneira de
engenharia natural em área urbana, onde o alvo foi o Arroio Cancela.  Localizado na entrada do parque da Cacism, rua
Tamandaí, o arroio necessitou de 18 metros de parede de extensão aos moldes da
engenharia ambiental para reestruturar sua encosta.

 “Precisamos monitorar no mínimo seis meses o
local, mas a relação custo benefício é muito boa, a mão de obra é mais barata e
o material é quase todo recolhida na natureza”, afirma Mastella.

 

Foto:
Ana Carolina Grützmann da Silva (acadêmica de
Publicidade e Propaganda/ Laboratório de Fotografia e Memória)

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parceria entre a UFSM e a Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa
Maria (Cacism) está em exposição no Pavilhão Inovação, um dos segmentos da
Multifeira 2011. 

A diferença das demais técnicas

Também conhecida como “bioengenharia”, a engenharia
natural é um ramo da engenharia que se preocupa com o curso de água e a
estabilização de encostas, muitas vezes, alterados pela erosão do solo.

A fusão entre matérias vivas (vegetação) e
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desgaste – arroio ou açude – necessita para se estabilizar novamente. Esse é o
principal aspecto que torna a bioengenharia mais barata e menos impactante
ambientalmente.

O suporte desenvolvido é composto por madeiras
de eucalipto, que crescem rapidamente e são plantadas em abundância no Brasil e
pedras, que em conjunto com o cardamomo,
planta nativa de florestas úmidas, é indicada para o habitat.

Onde encontrar o trabalho

De acordo com o engenheiro florestal e
coordenador do projeto, Alexandre Mastella, a ideia surgiu a partir de um
convênio que a UFSM possui com uma universidade austríaca. Desde então,
projetos foram esboçados e executados na Quarta Colônia.

A parceria com a Cacism foi pioneira de
engenharia natural em área urbana, onde o alvo foi o Arroio Cancela.  Localizado na entrada do parque da Cacism, rua
Tamandaí, o arroio necessitou de 18 metros de parede de extensão aos moldes da
engenharia ambiental para reestruturar sua encosta.

 “Precisamos monitorar no mínimo seis meses o
local, mas a relação custo benefício é muito boa, a mão de obra é mais barata e
o material é quase todo recolhida na natureza”, afirma Mastella.

 

Foto:
Ana Carolina Grützmann da Silva (acadêmica de
Publicidade e Propaganda/ Laboratório de Fotografia e Memória)