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Santa Maria, RS, Brazil

Projeto Mente Aberta debate sobre espiritualidade

menteaberta_marcieletrindade.jpg“Espiritualidade ultrapassa todas as religiões e a
nossa forma de rezar”. Essa foi uma das expressões usadas pelo prof. frei
Valdir Preto, para explicar a espiritualidade na universidade, no primeiro
encontro do Projeto Mente Aberta, realizado pela Pastoral Unifra, nessa
terça-feira, dia 13.
 
 

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O projeto, que objetiva explanar vários assuntos ao
longo do semestre, começou com o mmenteaberta_anacarolina.jpgúsico Jonathan Ferreira, animando os
ouvintes. “Isso também é uma forma de rezar, assim como a arte”, afirma o frei,
que falou sobre o Movimento Franciscano e sua dimensão ecumênica, por respeitar
as religiosidades e acolher outras religiões dentro da Instituição. Segundo o
palestrante, a academia é um grande centro de pesquisa e um lugar favorável
para essa discussão. “Tudo passa aqui. É onde olhamos para a sociedade”,
enfatiza.

Para falar dos acadêmicos, o frei relatou a
juventude de São Francisco de Assis. “Ele não foi um jovem piedoso, se vestia
como os adolescentes da sua época e também festejava com seus amigos”, explicando
que a espiritualidade avança com a maturidade. Demorar a entender sobre esse
assunto é relevante, porque é necessário que cada um descubra seu espaço. “O
jovem está em processo de formação de personalidade e da sua concepção
espiritual”, opina a coordenadora da Pastoral Unifra, irmã Sueli
Rodrigues. 

 As pessoamenteaberta_frei_marcieli.jpgs que vivem apenas pelo bem
material, também foi assunto do debate. O frei chamou a atenção para a
dificuldade da sociedade em sorrir, mesmo com um alto grau financeiro, alegando
que nós somos vítimas de muitos obstáculos que nos afastam de nossa
interioridade. “Manter-se nesse crescimento interior é o que mais nos desafia”,
afirma.

Para desenvolver essa espiritualidade, cada um deve
ter um lugar sagrado, onde se aproxime da sua subjetividade. Dessa forma, não é
correto utilizar teorias para explicar essa reflexão. É necessário presenciar
esse desenvolvimento para compreender o fenômeno espiritual. “A espiritualidade
é uma vivência. Não é uma racionalidade”, conclui o frei.

 

Fotos:  Ana Carolina Grützmann e Marciele Trindade (Laboratório de Fotografia e Memória)


 

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menteaberta_marcieletrindade.jpg“Espiritualidade ultrapassa todas as religiões e a
nossa forma de rezar”. Essa foi uma das expressões usadas pelo prof. frei
Valdir Preto, para explicar a espiritualidade na universidade, no primeiro
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que falou sobre o Movimento Franciscano e sua dimensão ecumênica, por respeitar
as religiosidades e acolher outras religiões dentro da Instituição. Segundo o
palestrante, a academia é um grande centro de pesquisa e um lugar favorável
para essa discussão. “Tudo passa aqui. É onde olhamos para a sociedade”,
enfatiza.

Para falar dos acadêmicos, o frei relatou a
juventude de São Francisco de Assis. “Ele não foi um jovem piedoso, se vestia
como os adolescentes da sua época e também festejava com seus amigos”, explicando
que a espiritualidade avança com a maturidade. Demorar a entender sobre esse
assunto é relevante, porque é necessário que cada um descubra seu espaço. “O
jovem está em processo de formação de personalidade e da sua concepção
espiritual”, opina a coordenadora da Pastoral Unifra, irmã Sueli
Rodrigues. 

 As pessoamenteaberta_frei_marcieli.jpgs que vivem apenas pelo bem
material, também foi assunto do debate. O frei chamou a atenção para a
dificuldade da sociedade em sorrir, mesmo com um alto grau financeiro, alegando
que nós somos vítimas de muitos obstáculos que nos afastam de nossa
interioridade. “Manter-se nesse crescimento interior é o que mais nos desafia”,
afirma.

Para desenvolver essa espiritualidade, cada um deve
ter um lugar sagrado, onde se aproxime da sua subjetividade. Dessa forma, não é
correto utilizar teorias para explicar essa reflexão. É necessário presenciar
esse desenvolvimento para compreender o fenômeno espiritual. “A espiritualidade
é uma vivência. Não é uma racionalidade”, conclui o frei.

 

Fotos:  Ana Carolina Grützmann e Marciele Trindade (Laboratório de Fotografia e Memória)