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Santa Maria, RS, Brazil

Recorde e crise nas lavouras de arroz

O Rio Grande do Sul está em plena colheita do arroz. Para
esta safra, espera-se recorde na produção de arroz no estado.

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A produtividade está dando um
fôlego aos produtores que sofrem com o baixo valor pago pelo produto, pois
muitos estão colhendo acima da média, ultrapassando as 200 sacas por hectare.
Conforme o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), o custo para uma saca é de
R$ 29,00, e o preço pago ao produtor hoje não passa de R$ 21,00.
Apesar
das medidas impostas pelo governo para alterar o mercado, os preços do arroz
não reagiram e a situação do setor e dos municípios arrozeiros se agrava.

O início da colheita

Apesar das manifestações na abertura oficial da colheita do arroz,  que aconteceu em
Camaquã, em 26 de fevereiro, o setor ainda não recebeu melhorias.

O evento recebeu mais de 6.000
produtores e a presença do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Outras
autoridades políticas como a senadora Ana Amélia
Lemos, o deputado federal Luiz Carlos Heinze, o secretário Luiz Fernando
Mainardi e representantes de entidades ligadas ao meio arrozeiro, também
estiveram presentes na maior vitrine do agronegócio do sul do país.

Conforme a Comissão de
Produtores que trabalha em busca de melhores condições para o setor, a abertura
da colheita não teve motivos para comemorações, mas sim, para apresentar a
realidade do agricultor. Motivos que também serviram para levar um grande
número de agricultores para Camaquã. Muitos viajaram centenas de quilômetros. Havia também no evento, agricultores dos estados de Santa Catarina e do Paraná.

Te
Mexe, Arrozeiro

O
ponto alto do evento foi a manifestação dos produtores de arroz com a
mobilização “Te Mexe, Arrozeiro”.

O produtor gaúcho Juarez Petry,
presidente do Sindicato Rural de Tapes, no seu pronunciamento, disse que os
produtores estavam na manifestação para defender famílias que dependem
da produção do arroz para a sobrevivência, e lembrou que 75% do arroz do país
são produzidos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
 

O
presidente da FARSUL, Carlos Sperotto, em seu discurso, foi aplaudido ao se
dirigir ao governador Tarso Genro com humor: “Governador, o senhor na sua
chegada colheu o arroz, mas agora o senhor terá que vendê-lo”. Também em tom
humorado encerrou seu discurso dizendo: “Terminou meu tempo. Mas como estou
inadimplente no banco, vou ser também com o horário”,  referindo-se ao
endividamento dos produtores de arroz.

 

Governo
gaúcho apoia movimento

O
governador Tarso Genro se mostrou parceiro nesta luta por melhorias
para os
produtores. “Não estamos aqui sendo pressionados, e sim agindo juntos”, comenta
o governador. Ele afirmou que
“todo o acontecimento bom que ocorreu até hoje no
Estado não partiu de uma brilhante ideia
política, mas sim, de manifestações do
povo”.

Tarso também disse que o Mercosul é uma consequência da globalização,
mas admitiu os prejuízos causados ao produtor, e que devemos aumentar o consumo
interno de arroz, que vem baixando devido ao aumento de renda da p
opulação,
pois esta acaba por buscar outras alimentações por vezes não tão saudáveis
quanto o arroz.

O governador gaúcho encerrou seu discurso afirmando que o
governo está lidera
ndo este movimento, junto às famílias que produzem arroz e
que sustentam a economia gaúcha.

Fotos: Marcelo Figueiredo (da Redação da ACS)

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O Rio Grande do Sul está em plena colheita do arroz. Para
esta safra, espera-se recorde na produção de arroz no estado.

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fôlego aos produtores que sofrem com o baixo valor pago pelo produto, pois
muitos estão colhendo acima da média, ultrapassando as 200 sacas por hectare.
Conforme o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), o custo para uma saca é de
R$ 29,00, e o preço pago ao produtor hoje não passa de R$ 21,00.
Apesar
das medidas impostas pelo governo para alterar o mercado, os preços do arroz
não reagiram e a situação do setor e dos municípios arrozeiros se agrava.

O início da colheita

Apesar das manifestações na abertura oficial da colheita do arroz,  que aconteceu em
Camaquã, em 26 de fevereiro, o setor ainda não recebeu melhorias.

O evento recebeu mais de 6.000
produtores e a presença do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Outras
autoridades políticas como a senadora Ana Amélia
Lemos, o deputado federal Luiz Carlos Heinze, o secretário Luiz Fernando
Mainardi e representantes de entidades ligadas ao meio arrozeiro, também
estiveram presentes na maior vitrine do agronegócio do sul do país.

Conforme a Comissão de
Produtores que trabalha em busca de melhores condições para o setor, a abertura
da colheita não teve motivos para comemorações, mas sim, para apresentar a
realidade do agricultor. Motivos que também serviram para levar um grande
número de agricultores para Camaquã. Muitos viajaram centenas de quilômetros. Havia também no evento, agricultores dos estados de Santa Catarina e do Paraná.

Te
Mexe, Arrozeiro

O
ponto alto do evento foi a manifestação dos produtores de arroz com a
mobilização “Te Mexe, Arrozeiro”.

O produtor gaúcho Juarez Petry,
presidente do Sindicato Rural de Tapes, no seu pronunciamento, disse que os
produtores estavam na manifestação para defender famílias que dependem
da produção do arroz para a sobrevivência, e lembrou que 75% do arroz do país
são produzidos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
 

O
presidente da FARSUL, Carlos Sperotto, em seu discurso, foi aplaudido ao se
dirigir ao governador Tarso Genro com humor: “Governador, o senhor na sua
chegada colheu o arroz, mas agora o senhor terá que vendê-lo”. Também em tom
humorado encerrou seu discurso dizendo: “Terminou meu tempo. Mas como estou
inadimplente no banco, vou ser também com o horário”,  referindo-se ao
endividamento dos produtores de arroz.

 

Governo
gaúcho apoia movimento

O
governador Tarso Genro se mostrou parceiro nesta luta por melhorias
para os
produtores. “Não estamos aqui sendo pressionados, e sim agindo juntos”, comenta
o governador. Ele afirmou que
“todo o acontecimento bom que ocorreu até hoje no
Estado não partiu de uma brilhante ideia
política, mas sim, de manifestações do
povo”.

Tarso também disse que o Mercosul é uma consequência da globalização,
mas admitiu os prejuízos causados ao produtor, e que devemos aumentar o consumo
interno de arroz, que vem baixando devido ao aumento de renda da p
opulação,
pois esta acaba por buscar outras alimentações por vezes não tão saudáveis
quanto o arroz.

O governador gaúcho encerrou seu discurso afirmando que o
governo está lidera
ndo este movimento, junto às famílias que produzem arroz e
que sustentam a economia gaúcha.

Fotos: Marcelo Figueiredo (da Redação da ACS)