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Santa Maria, RS, Brazil

Cahokia: a Cidade do Sol

Por Aldema Mckinney*
Minha imagem de Illinois estava presa à imagem dos campos planos e das grandes lavouras de milho e soja, que , diariamente, vejo nas proximidades de Paxton. Viajar para o Sul desse estado – depois de parar no outlet deTascola para comprinhas dos indispensáveis supérfluos – fez-me descobrir , ao longo do

Centro Interpretativo do sítio arqueológico de Cahokia . Foto: Aldema McKinney.

rio Mississippi, campos diferentes, com florestas e colinas, que propiciaram nuances históricas também  diferentes daquelas com as quais eu mais convivo. Esse desenho dos campos, com lugares de estratégica visão e com possibilidade de monitorar o movimento dos rios Mississippi eMissouri ,  atraiu inicialmente os índios e, posteriormente, comerciantes e missionários franceses. Os índios, é óbvio, vieram bem antes e deixaram as marcas que nos levaram à visita feita ao Cahokia Mounds StateHistoric and World Heritage Site, a 145 km ao sudoeste deSpringfield, onde estão os vestígios do maior assentamento pré – histórico indígena norte-americano, ao norte do México : a Cidade do Sol.

Imagens representam como viviam os moradores de Cahokia, cujo desaparecimento continua um mistério.

O GPS nos orienta direto para o museu, que, na verdade, não é museu, é um bonito Centro Interpretativo do sítio arqueológico de Cahokia ( foto 1), sítio reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Mapas, desenhos, figuras, reprodução de casas, cerâmicas e documentários em vídeo mostram, além de informações dos primitivos habitantes  descobertas no local, as etapas do  trabalho  realizado , ao longo de vários anos, por dedicados arqueólogos.
Leia a matéria completa no blog da autora, Correndomundo.

* Aldema McKinney , mestre em Lingüística e letras pela PUCRS, é aposentada  UFSM – Universidade Federal de Santa Maria.Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Rural, Educação Indígena e Educação em Área de Fronteira, além da gestão universitária. Se define como uma andarilha que gosta dos caminhos do mundo, e escreve ” para que meus netos saibam das aventuras , ideias e ideais de sua avó”. 
 Publicado com autorização da autora.

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Por Aldema Mckinney*
Minha imagem de Illinois estava presa à imagem dos campos planos e das grandes lavouras de milho e soja, que , diariamente, vejo nas proximidades de Paxton. Viajar para o Sul desse estado – depois de parar no outlet deTascola para comprinhas dos indispensáveis supérfluos – fez-me descobrir , ao longo do

Centro Interpretativo do sítio arqueológico de Cahokia . Foto: Aldema McKinney.

rio Mississippi, campos diferentes, com florestas e colinas, que propiciaram nuances históricas também  diferentes daquelas com as quais eu mais convivo. Esse desenho dos campos, com lugares de estratégica visão e com possibilidade de monitorar o movimento dos rios Mississippi eMissouri ,  atraiu inicialmente os índios e, posteriormente, comerciantes e missionários franceses. Os índios, é óbvio, vieram bem antes e deixaram as marcas que nos levaram à visita feita ao Cahokia Mounds StateHistoric and World Heritage Site, a 145 km ao sudoeste deSpringfield, onde estão os vestígios do maior assentamento pré – histórico indígena norte-americano, ao norte do México : a Cidade do Sol.

Imagens representam como viviam os moradores de Cahokia, cujo desaparecimento continua um mistério.

O GPS nos orienta direto para o museu, que, na verdade, não é museu, é um bonito Centro Interpretativo do sítio arqueológico de Cahokia ( foto 1), sítio reconhecido pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Mapas, desenhos, figuras, reprodução de casas, cerâmicas e documentários em vídeo mostram, além de informações dos primitivos habitantes  descobertas no local, as etapas do  trabalho  realizado , ao longo de vários anos, por dedicados arqueólogos.
Leia a matéria completa no blog da autora, Correndomundo.

* Aldema McKinney , mestre em Lingüística e letras pela PUCRS, é aposentada  UFSM – Universidade Federal de Santa Maria.Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Rural, Educação Indígena e Educação em Área de Fronteira, além da gestão universitária. Se define como uma andarilha que gosta dos caminhos do mundo, e escreve ” para que meus netos saibam das aventuras , ideias e ideais de sua avó”. 
 Publicado com autorização da autora.