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Como fugir do endividamento e lidar com imprevistos financeiros

Planejar e economizar. Verbos difíceis de serem aplicados quando surgem os imprevistos. Além deles, os cartões de crédito e os cheques são também  vilões das regras básicas da economia. Os imprevistos como, por exemplo, os problemas de saúde, se enquadram nesse contexto. Para eles a regra geral é: tenha sempre uma reserva.

O difícil é seguir a regra quando o que se ganha não é suficiente.

Uma das saídas para não gastar é deixar o cartão de crédito em casa. Foto: arquivo

De acordo com o economista e professor do curso de Ciências Econômicas da Unifra, Mateus Sangoi Frozza, o certo seria somar renda. “Identifica-se nas famílias da classe “C”, que elas dividem renda e não somam. Ou seja, na classe “C”, um só trabalha e os outros “sugam””, explica Mateus.

Para Renato Maranhão de Albuquerque, 38 anos, imprevistos não o encontram desprevenido, pois ele faz investimento e mantêm uma poupança. “Quando ocorre algum imprevisto eu me sirvo desses dispositivos”, comenta Renato.

O ambiente em que se está inserido também influência no ato de gastar ou não. Conviver com pessoas que gastam muito influencia no comportamento, levando a gastar também. O mesmo acontece no convívio com quem tem por costume economizar. “Você gasta de acordo com o meio em que está”, comenta o professor.

A prudência é essencial quando se trata de cartões de crédito ou cheques. “Quanto mais fácil o acesso ao crédito, mais se gasta e mais altos são os juros”, esclarece Mateus. O professor avalia que tem pessoas que gastam porque tem renda, já outras, gastam com o dinheiro do banco, com o crédito. Os bancos muitas vezes fornecem crédito maior do que a renda do cliente, levando ao endividamento.

Gastar menos e priorizar os gastos também são boas saídas para fugir do endividamento. Isso é o que fazem os aposentados Elimauro Pires Machado, 58 anos e Irene de Oliveira Bortoluzi, 64 anos, que declaram deixar de comprar o que compravam para poder atender as necessidades.

Para sair do aperto financeiro algumas dicas são importantes: 1) não gaste mais do que ganha; 2) tenha sempre uma reserva; 3) anote os seus gastos; 4) comprar preferencialmente à vista; 5) pesquisar preços; 6) evitar andar com cartões de crédito ou cheques na carteira; 7) planejar os gastos; 8 ) evitar utilizar o limite de sua conta bancária.

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Planejar e economizar. Verbos difíceis de serem aplicados quando surgem os imprevistos. Além deles, os cartões de crédito e os cheques são também  vilões das regras básicas da economia. Os imprevistos como, por exemplo, os problemas de saúde, se enquadram nesse contexto. Para eles a regra geral é: tenha sempre uma reserva.

O difícil é seguir a regra quando o que se ganha não é suficiente.

Uma das saídas para não gastar é deixar o cartão de crédito em casa. Foto: arquivo

De acordo com o economista e professor do curso de Ciências Econômicas da Unifra, Mateus Sangoi Frozza, o certo seria somar renda. “Identifica-se nas famílias da classe “C”, que elas dividem renda e não somam. Ou seja, na classe “C”, um só trabalha e os outros “sugam””, explica Mateus.

Para Renato Maranhão de Albuquerque, 38 anos, imprevistos não o encontram desprevenido, pois ele faz investimento e mantêm uma poupança. “Quando ocorre algum imprevisto eu me sirvo desses dispositivos”, comenta Renato.

O ambiente em que se está inserido também influência no ato de gastar ou não. Conviver com pessoas que gastam muito influencia no comportamento, levando a gastar também. O mesmo acontece no convívio com quem tem por costume economizar. “Você gasta de acordo com o meio em que está”, comenta o professor.

A prudência é essencial quando se trata de cartões de crédito ou cheques. “Quanto mais fácil o acesso ao crédito, mais se gasta e mais altos são os juros”, esclarece Mateus. O professor avalia que tem pessoas que gastam porque tem renda, já outras, gastam com o dinheiro do banco, com o crédito. Os bancos muitas vezes fornecem crédito maior do que a renda do cliente, levando ao endividamento.

Gastar menos e priorizar os gastos também são boas saídas para fugir do endividamento. Isso é o que fazem os aposentados Elimauro Pires Machado, 58 anos e Irene de Oliveira Bortoluzi, 64 anos, que declaram deixar de comprar o que compravam para poder atender as necessidades.

Para sair do aperto financeiro algumas dicas são importantes: 1) não gaste mais do que ganha; 2) tenha sempre uma reserva; 3) anote os seus gastos; 4) comprar preferencialmente à vista; 5) pesquisar preços; 6) evitar andar com cartões de crédito ou cheques na carteira; 7) planejar os gastos; 8 ) evitar utilizar o limite de sua conta bancária.