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Dariane Campos e a decisão certa


E
les passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores,empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.

Todos muito bem-vindos!

 No final de 2002 tive que fazer uma das escolhas mais difíceis da minha vida.

Dariane Campos é jornalista e atua hoje na cidade de Florianópolis.

Definir meu futuro e escolher a minha profissão não foi nada confortável. Dúvidas e medos me acompanharam até o momento da inscrição do vestibular. Mas, como diz o ditado popular – o que tiver que ser, será – prestei vestibular para três cursos completamente diferentes e acabei passando para jornalismo.O período da universidade foi realmente mágico para mim. Entrei no curso de comunicação social por acaso, ou melhor, cai de paraquedas, e com muita sorte consegui encontrar o meu lugar. Em busca de conhecimento sai de Santana do Livramento, deixei casa, família e amigos para trás. Assim como muitos outros alunos que saíram das suas cidades, passei por momentos felizes e outros nem tanto, mas tenho a certeza de que fiz a escolha certa. Hoje não consigo imaginar a minha vida sem histórias, pautas, planejamentos estratégicos e roteiros.

Fazer parte da primeira turma de jornalismo da Unifra teve seus ônus, mas acredito que os bônus foram fundamentais para minha formação profissional e pessoal. Durante os quatro anos convivi com pessoas, professores e colegas, que fizeram toda a diferença.  E mesmo com todos os imprevistos de sermos os pioneiros, acredito que a nossa turma superou as dificuldades e hoje somos profissionais competentes e realizados com as possibilidades que a nossa formação nos proporciona.  Afinal, nós pobres jornalistas, somos movidos a amor.

Das boas lembranças que carrego no peito estão as aulas de semiótica, cinema, redação, fotografia, rádio e claro, das boas e produtivas discussões sobre jornalismo realizadas no bar da esquina. Participar da primeira impressão do Jornal Abra, produzir o Jornal das Meninas, com as crianças do Lar de Joaquina, gravar os curtas para a disciplina de cinema, foram momentos únicos. Além disso, ainda tive o prazer de participar, mesmo depois de formada, da produção e direção do programa “Calça-Frouxa”, quando a TV Unifra dava os primeiros passos.

Acredito que uma decisão acertada na época da graduação foi investir em estágios. Durante os quatro anos estive em contato com o dia a dia da profissão. Passei por redações, assessoria de órgãos públicos, empresas, feira do livro e festival de cinema. Inserida no mercado de trabalho adquiri muito conhecimento, que foi fundamental para desenvolver habilidades e traçar o meu perfil profissional.

Logo que sai da faculdade fiz um curso de especialização em Comunicação e Projetos de Mídia, trabalhei na redação do jornal A Razão, participei da produção de uma campanha eleitoral, ainda em Santa Maria, e hoje estou há mais de três anos trabalhando em Florianópolis, em uma agência de comunicação.

Dariane Campos, jornalista diplomada, egressa da primeira turma de jornalismo da Unifra.

 

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E
les passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores,empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.

Todos muito bem-vindos!

 No final de 2002 tive que fazer uma das escolhas mais difíceis da minha vida.

Dariane Campos é jornalista e atua hoje na cidade de Florianópolis.

Definir meu futuro e escolher a minha profissão não foi nada confortável. Dúvidas e medos me acompanharam até o momento da inscrição do vestibular. Mas, como diz o ditado popular – o que tiver que ser, será – prestei vestibular para três cursos completamente diferentes e acabei passando para jornalismo.O período da universidade foi realmente mágico para mim. Entrei no curso de comunicação social por acaso, ou melhor, cai de paraquedas, e com muita sorte consegui encontrar o meu lugar. Em busca de conhecimento sai de Santana do Livramento, deixei casa, família e amigos para trás. Assim como muitos outros alunos que saíram das suas cidades, passei por momentos felizes e outros nem tanto, mas tenho a certeza de que fiz a escolha certa. Hoje não consigo imaginar a minha vida sem histórias, pautas, planejamentos estratégicos e roteiros.

Fazer parte da primeira turma de jornalismo da Unifra teve seus ônus, mas acredito que os bônus foram fundamentais para minha formação profissional e pessoal. Durante os quatro anos convivi com pessoas, professores e colegas, que fizeram toda a diferença.  E mesmo com todos os imprevistos de sermos os pioneiros, acredito que a nossa turma superou as dificuldades e hoje somos profissionais competentes e realizados com as possibilidades que a nossa formação nos proporciona.  Afinal, nós pobres jornalistas, somos movidos a amor.

Das boas lembranças que carrego no peito estão as aulas de semiótica, cinema, redação, fotografia, rádio e claro, das boas e produtivas discussões sobre jornalismo realizadas no bar da esquina. Participar da primeira impressão do Jornal Abra, produzir o Jornal das Meninas, com as crianças do Lar de Joaquina, gravar os curtas para a disciplina de cinema, foram momentos únicos. Além disso, ainda tive o prazer de participar, mesmo depois de formada, da produção e direção do programa “Calça-Frouxa”, quando a TV Unifra dava os primeiros passos.

Acredito que uma decisão acertada na época da graduação foi investir em estágios. Durante os quatro anos estive em contato com o dia a dia da profissão. Passei por redações, assessoria de órgãos públicos, empresas, feira do livro e festival de cinema. Inserida no mercado de trabalho adquiri muito conhecimento, que foi fundamental para desenvolver habilidades e traçar o meu perfil profissional.

Logo que sai da faculdade fiz um curso de especialização em Comunicação e Projetos de Mídia, trabalhei na redação do jornal A Razão, participei da produção de uma campanha eleitoral, ainda em Santa Maria, e hoje estou há mais de três anos trabalhando em Florianópolis, em uma agência de comunicação.

Dariane Campos, jornalista diplomada, egressa da primeira turma de jornalismo da Unifra.