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Mileni Denardin Portella e a sua trajetória na Unifra

Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.
Todos muito bem-vindos!

Entrei na Unifra (Centro Universitário Franciscano) quase por acaso, apesar de ser santa-mariense de nascimento e de preferência.  Iniciei a faculdade de jornalismo em Curitiba, na UP (Universidade Positivo). Após três anos lá, voltei a morar na minha cidade natal devido a opções familiares.

Mileni D. Portella concluiu o curso de jornalismo na Unifra, formando-se em 2007.

O primeiro dia de aula foi estranho, eu tinha cadeiras em todos os semestres do curso de Jornalismo e algumas no de Publicidade e Propaganda. Todo mundo entrosado e eu perdida. Mas os dias foram passando e as matérias também. Acabei conhecendo diversos colegas, afinal, eu estava em quase todas as turmas. Pessoas pelas quais tenho muito carinho.

Foi aí que surgiu um problema. A princípio, faltava um ano para eu me formar na UP, e na Unifra ia levar pelo menos mais dois, pois, além das cadeiras não serem exatamente as mesmas, o curso ainda não disponibilizava o último ano. Não havia como eu fazer os projetos de TV e os TFGs. Nessa situação, acabei demorando mais três anos para chegar à formatura, totalizando seis anos de estudos.

Se alguém me perguntar se me arrependo, vai ouvir um sonoro não. No fim, com mais tempo e idade, terminei o curso com maior maturidade. Tive tempo de assimilar matérias que eu acreditava não gostar, como Teoria da Comunicação e sua semiologia, que acabou sendo a base da minha monografia. Fui orientada pela professora Sibila Rocha, que me ajudou muito a compreender os processos “monográficos”, como chamávamos.

E como não falar da formatura? É mágico, a nostalgia começa a bater um ano antes da fatídica data. E tudo é tão bom, as junções, as fotos clicadas para o convite, a festa dos 100 dias. O grande dia chegou, éramos a 3ª turma a se formar e foi tão perfeito que as palavras não podem descrevê-lo. Tive uma grande mistura de sensações e sentimentos, como alegria, despedida, saudade e emoção. As minhas pernas tremiam, o coração batia descompassado até o momento que recebi o capelo e o desejado “canudo”. Após isso, o dever estava cumprido e um novo caminho se abria à frente.

Neste meio tempo, estagiei na assessoria de comunicação da Unifra. Lá, aprendi mais do que imaginei, escrevi reportagens para o Jornal da Unifra, participei de organização e cobertura de eventos, como o vestibular, palestras, simpósios e mais. Fiz estágio em outros lugares, mas este, em especial, foi decisivo para o rumo da minha carreira. A partir dele que decidi seguir pelo caminho da assessoria, onde trabalho atualmente.

O tempo que fiquei na faculdade foi muito válido. Aproveitei cada minuto para adquirir conhecimento, experimentar, me divertir, trocar experiências com os professores e colegas. Foram tempos bons e, para ser bem verdadeira, muito bons, excelentes.

Mileni Denardin Portella, jornalista egressa da Unifra, editora da Revista Atualidades Cotripal, da Cotripal Cooperativa Agropecuária em Panambi – RS.

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Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.
Todos muito bem-vindos!

Entrei na Unifra (Centro Universitário Franciscano) quase por acaso, apesar de ser santa-mariense de nascimento e de preferência.  Iniciei a faculdade de jornalismo em Curitiba, na UP (Universidade Positivo). Após três anos lá, voltei a morar na minha cidade natal devido a opções familiares.

Mileni D. Portella concluiu o curso de jornalismo na Unifra, formando-se em 2007.

O primeiro dia de aula foi estranho, eu tinha cadeiras em todos os semestres do curso de Jornalismo e algumas no de Publicidade e Propaganda. Todo mundo entrosado e eu perdida. Mas os dias foram passando e as matérias também. Acabei conhecendo diversos colegas, afinal, eu estava em quase todas as turmas. Pessoas pelas quais tenho muito carinho.

Foi aí que surgiu um problema. A princípio, faltava um ano para eu me formar na UP, e na Unifra ia levar pelo menos mais dois, pois, além das cadeiras não serem exatamente as mesmas, o curso ainda não disponibilizava o último ano. Não havia como eu fazer os projetos de TV e os TFGs. Nessa situação, acabei demorando mais três anos para chegar à formatura, totalizando seis anos de estudos.

Se alguém me perguntar se me arrependo, vai ouvir um sonoro não. No fim, com mais tempo e idade, terminei o curso com maior maturidade. Tive tempo de assimilar matérias que eu acreditava não gostar, como Teoria da Comunicação e sua semiologia, que acabou sendo a base da minha monografia. Fui orientada pela professora Sibila Rocha, que me ajudou muito a compreender os processos “monográficos”, como chamávamos.

E como não falar da formatura? É mágico, a nostalgia começa a bater um ano antes da fatídica data. E tudo é tão bom, as junções, as fotos clicadas para o convite, a festa dos 100 dias. O grande dia chegou, éramos a 3ª turma a se formar e foi tão perfeito que as palavras não podem descrevê-lo. Tive uma grande mistura de sensações e sentimentos, como alegria, despedida, saudade e emoção. As minhas pernas tremiam, o coração batia descompassado até o momento que recebi o capelo e o desejado “canudo”. Após isso, o dever estava cumprido e um novo caminho se abria à frente.

Neste meio tempo, estagiei na assessoria de comunicação da Unifra. Lá, aprendi mais do que imaginei, escrevi reportagens para o Jornal da Unifra, participei de organização e cobertura de eventos, como o vestibular, palestras, simpósios e mais. Fiz estágio em outros lugares, mas este, em especial, foi decisivo para o rumo da minha carreira. A partir dele que decidi seguir pelo caminho da assessoria, onde trabalho atualmente.

O tempo que fiquei na faculdade foi muito válido. Aproveitei cada minuto para adquirir conhecimento, experimentar, me divertir, trocar experiências com os professores e colegas. Foram tempos bons e, para ser bem verdadeira, muito bons, excelentes.

Mileni Denardin Portella, jornalista egressa da Unifra, editora da Revista Atualidades Cotripal, da Cotripal Cooperativa Agropecuária em Panambi – RS.