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Santa Maria não tem espaço suficiente para o grafite

Foto: Ana Carolina Grützmann - Núcleo de Fotografia e Memória

 

Um grafiteiro há dez anos, e  acadêmico de Design do 6° semestre da UNIFRA, Antonio José dos Santos Filho, foi o instrutor da Oficina de grafite nesta terça-feira, dentro da programação da 14ª Semana do Design.

“O grafite é uma linguagem contemporânea que têm várias vertentes, a atividade está presente em tudo, em roupas, na publicidade, e em ilustrações”, explicou Antonio, que também ensinou técnicas práticas para os interessados.

Em entrevista à CentralSul, o artista comentou que o espaço do grafite em Santa Maria não é suficiente em 2012 e que o principal problema é a confusão entre grafite e pichação. Segundo ele, as atividades devem ser vistas de forma distintas. “São culturas diferentes, com objetivos diferentes. Existem leis que proíbem a pichação e o grafite. Diferente de Porto Alegre, onde há uma ‘conversa’ entre o grafiteiros e governo”. Além disso, salientou que a evolução da pichação não é o grafite.

Antonio não participa do projeto dos containers de lixo grafitados em Santa Maria, uma parceira entre a empresa Revita e um coletivo da cidade, chamado Arte Pública. Neste caso, segundo ele, a lei não proíbe o “Arte no Contêiner” por ser uma iniciativa em homenagem ao mês da cultura na cidade (agosto).

Foto: Ana Carolina Grützmann - Núcleo de Fotografia e Memória

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Foto: Ana Carolina Grützmann - Núcleo de Fotografia e Memória

 

Um grafiteiro há dez anos, e  acadêmico de Design do 6° semestre da UNIFRA, Antonio José dos Santos Filho, foi o instrutor da Oficina de grafite nesta terça-feira, dentro da programação da 14ª Semana do Design.

“O grafite é uma linguagem contemporânea que têm várias vertentes, a atividade está presente em tudo, em roupas, na publicidade, e em ilustrações”, explicou Antonio, que também ensinou técnicas práticas para os interessados.

Em entrevista à CentralSul, o artista comentou que o espaço do grafite em Santa Maria não é suficiente em 2012 e que o principal problema é a confusão entre grafite e pichação. Segundo ele, as atividades devem ser vistas de forma distintas. “São culturas diferentes, com objetivos diferentes. Existem leis que proíbem a pichação e o grafite. Diferente de Porto Alegre, onde há uma ‘conversa’ entre o grafiteiros e governo”. Além disso, salientou que a evolução da pichação não é o grafite.

Antonio não participa do projeto dos containers de lixo grafitados em Santa Maria, uma parceira entre a empresa Revita e um coletivo da cidade, chamado Arte Pública. Neste caso, segundo ele, a lei não proíbe o “Arte no Contêiner” por ser uma iniciativa em homenagem ao mês da cultura na cidade (agosto).

Foto: Ana Carolina Grützmann - Núcleo de Fotografia e Memória