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Acadêmicos refletem sobre a experiência na Jornada de Jornalismo

Nessa quinta-feira, 30, foi concluída a XII Jornada Científica do Jornalismo. Na sala 601, que tinha como temática o Radiojornalismo e Jornalismo Esportivo, foram apresentados quatro trabalhos de Trabalho Final de Graduação 1 (TFG 1).

Os trabalhos são os seguintes: “MMA no rádio: um estudo de caso dos programas Trocação Pura e Atlântida no Mundo das Lutas”, de Franciele Rodrigues Marques; “Valores-notícia e rotinas produtivas: estudo de caso de intervenções noticiosas do programa Notícia na Hora Certa da Rádio Gaúcha”, de Tiago Vieira dos Santos; “Jornalismo esportivo e violência no futebol: valores-notícia nas matérias do site Globoesporte.com”, de Rodrigo Lorenzi da Silva e “Radiojornalismo esportivo e Facebook: a participação do ouvinte por meio da fan page Futebol da Gaúcha nos jogos da dupla Gre-Nal”, de Maiara Cristine Strassburger.

  Os trabalhos foram apresentados para uma banca composta pelos professores Aurea Fonseca e Maurício Dias, bem como uma plateia composta por acadêmicos do curso de diversos semestres. Após a conclusão, as impressões dos apresentadores foram positivas. “Fiquei muito feliz, pois ganhei elogios e as considerações acrescentaram muito para melhorar o meu trabalho. Estava muito nervosa para a apresentação, com medo do que a banca ia falar. Mas foi melhor do que eu esperava”, afirma Maiara Strassburger, 21.

A preocupação com as críticas da banca é natural, mas é preciso controle, como ressalta Tiago dos Santos, 34. “Primeiro, a gente tem que controlar o nervosismo, porque tudo que escreveu e estudou é posto em prova em relação aos teus critérios, como foi meu caso ali em relação à construção do problema e à ortografia”, comenta.

É preciso olhar para as críticas como uma bússola a ser usada no decorrer do trabalho até sua conclusão. “Creio que as sugestões da banca foram positivas para o prosseguimento da pesquisa. Foram dadas algumas dicas de autores que vão fortalecer o meu referencial teórico e minha metodologia”, declara Rodrigo Lorenzi, 27.

 No fim, a Jornada Científica promove experiência e conhecimento para todos os envolvidos. “A jornada é boa tanto para a gente que apresenta, porque os professores podem ajudar, além do orientador e para quem vê, porque já estive do outro lado e me deram incentivo para produzir este trabalho”, conclui Franciele Marques, 27.

Por Luciano Souza

Para a disciplina de Redação Jornalística 2

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Nessa quinta-feira, 30, foi concluída a XII Jornada Científica do Jornalismo. Na sala 601, que tinha como temática o Radiojornalismo e Jornalismo Esportivo, foram apresentados quatro trabalhos de Trabalho Final de Graduação 1 (TFG 1).

Os trabalhos são os seguintes: “MMA no rádio: um estudo de caso dos programas Trocação Pura e Atlântida no Mundo das Lutas”, de Franciele Rodrigues Marques; “Valores-notícia e rotinas produtivas: estudo de caso de intervenções noticiosas do programa Notícia na Hora Certa da Rádio Gaúcha”, de Tiago Vieira dos Santos; “Jornalismo esportivo e violência no futebol: valores-notícia nas matérias do site Globoesporte.com”, de Rodrigo Lorenzi da Silva e “Radiojornalismo esportivo e Facebook: a participação do ouvinte por meio da fan page Futebol da Gaúcha nos jogos da dupla Gre-Nal”, de Maiara Cristine Strassburger.

  Os trabalhos foram apresentados para uma banca composta pelos professores Aurea Fonseca e Maurício Dias, bem como uma plateia composta por acadêmicos do curso de diversos semestres. Após a conclusão, as impressões dos apresentadores foram positivas. “Fiquei muito feliz, pois ganhei elogios e as considerações acrescentaram muito para melhorar o meu trabalho. Estava muito nervosa para a apresentação, com medo do que a banca ia falar. Mas foi melhor do que eu esperava”, afirma Maiara Strassburger, 21.

A preocupação com as críticas da banca é natural, mas é preciso controle, como ressalta Tiago dos Santos, 34. “Primeiro, a gente tem que controlar o nervosismo, porque tudo que escreveu e estudou é posto em prova em relação aos teus critérios, como foi meu caso ali em relação à construção do problema e à ortografia”, comenta.

É preciso olhar para as críticas como uma bússola a ser usada no decorrer do trabalho até sua conclusão. “Creio que as sugestões da banca foram positivas para o prosseguimento da pesquisa. Foram dadas algumas dicas de autores que vão fortalecer o meu referencial teórico e minha metodologia”, declara Rodrigo Lorenzi, 27.

 No fim, a Jornada Científica promove experiência e conhecimento para todos os envolvidos. “A jornada é boa tanto para a gente que apresenta, porque os professores podem ajudar, além do orientador e para quem vê, porque já estive do outro lado e me deram incentivo para produzir este trabalho”, conclui Franciele Marques, 27.

Por Luciano Souza

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