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Santa Maria, RS, Brazil

Depressão na meia e terceira idade

Depressão atinge a todos, independente da faixa etária. Foto: Divulgação
Depressão atinge a todos, independente da faixa etária. Foto: Divulgação

Melhor compreendida depois de  muitas pesquisas, atualmente, a depressão não é uma doença tão estigmatizada. “Depressão é uma enfermidade psiquiátrica enquadrada como distúrbio do humor. Caracteriza-se por tristeza, perda de energia, baixa autoestima, visão pessimista do mundo e desejos autodestrutivos. Sua origem é biológica influenciada pela genética, mas também influenciada pelo ambiente e situações de stress adaptativo”, afirma o neurologista Dr. Jorge Lauda Filho.

No entanto, ainda falta compreensão. Muitos casos da doença não são levados a sério como deveriam. Existe depressão de todos os níveis, de leve a grave, e nem todos são tratados de acordo. “A depressão é comprovada mais forte quando os sintomas de insônia, desânimo, falta de apetite sexual e vontade de viver se perpetuam por no mínimo duas semanas consecutivas”, afirma o psicólogo Marcel de Souza.

Um estudo divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) comprova que, em 2011, o Brasil foi o país com a maior prevalência da doença, com 10,8% da população apresentando o distúrbio mental. Em 2008, o Suplemento de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostrou que a depressão é a quinta doença de maior ocorrência no Brasil. No mundo todo, estima-se que a depressão afete 121 milhões de pessoas.

Depressão x Alzheimer

Depressão é suspeita de abrir porta para a doença neurológica Alzheimer. O neurologista Jorge Lauda ressalta: “o que existe é uma correlação entre depressão durante a vida e o aparecimento de Alzheimer na terceira idade. Não é fator etiológico para Doença de Alzheimer (DA), talvez seja, em alguns casos um preditor. A DA numa fase inicial pode ser confundida com depressão e a recíproca é verdadeira. Nenhum teste biológico pode comprovar nenhuma das duas com certeza científica. A atrofia dos hipocampos à ressonância magnética tem sido estudada como um fator comum a ambas”.

Então, a depressão não necessariamente condiciona um quadro de Alzheimer. Não é a ‘porta de entrada’ para ela. O mesmo é assegurado pelo geriatra Jefferson Dressler: “A depressão não induz Alzheimer. Pode anunciar. Portanto, não é a mesma coisa que demência. Elas podem coexistir”.

[dropshadowbox align=”none” effect=”lifted-both” width=”250px” height=”” background_color=”#ffffff” border_width=”1″ border_color=”#dddddd” ]A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento. Quais as causas da doença? As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Sua causa é desconhecida e não pode ser confundida com a depressão. Leia Mais: DOENÇA DE ALZHEIMER – ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?150#ixzz30PhxZMz7 (c) Copyright 2001-2014 [/dropshadowbox]

 

Faixa etária mais propensa

É preciso que as pessoas fiquem atentas aos sintomas da condição, para tratá-la de acordo. Pensar nessa fase da vida como sendo ainda produtiva e possível de ser bem vivida é uma tarefa que melhora as condições psicológicas, explica Souza. Neurologicamente “a depressão mais especificamente decorre do mau funcionamento de certos neurotransmissores ou seus receptores nos neurônios. Esta predisposição biológica é agravada por fatores ambientais e psicossociais. Certas drogas podem agir como agravadores ou deflagradores do fenótipo depressivo”, marca Lauda.

Discute-se muito sobre a questão de existir uma faixa etária mais propensa à desenvolver depressão. Sobre isso, Jorge Lauda fala que depressão independe de idade para surgir, mas os idosos são mais vulneráveis tanto pelos fatores biológicos peculiares desta faixa etária, doenças concomitantes e fatores sociais. Outra questão importante que o doutor defende é que: “depressão deve ser chamada de doença, porque é uma doença orgânica. Tanto é orgânica que existem até fatores hereditários envolvidos. O fato dos exames complementares serem negativos é explicado pela pouca sensibilidade destes para este grupo de doenças”. Reforçando a questão de faixa etária no quadro depressivo: “o idoso apresenta mais tendência ao diagnostico de depressão, devemos reestudar o conceito de idoso urgentemente”, afirma Dressler.

A tendência à depressão do idoso é apontada pelo médico Jorge Lauda  como decorrência de uma condição existencial: “o idoso é biologicamente deficitário, contém menos neurônios pela atrofia cortical, sobre de outras doenças debilitantes que causam sofrimento e, além disto, é um carente. Todo seu grupo de amigos e parentes de idade próxima já morreu ou estão enfermos, não tem outras perspectivas de vida, não pensa em viagens, perderam os prazeres da gastronomia, sexualidade, tem dificuldade em entender o mundo que o cerca. Tirando as exceções, todos os fatores direcionam para uma vida menos prazerosa. Mesmo assim, acredito que a depressão é uma doença de todas as idades”.

Como tratar

Especialistas alertam para a necessidade de desconfiar da existência da doença. Foto: Divulgação
Especialistas alertam para a necessidade de desconfiar da existência da doença. Foto: Divulgação

A depressão é uma questão que assola milhares de pessoas em todo mundo, e causada por inúmeras questões, sejam elas sociais, culturais, econômicas, ou até mesmo afetivas, o que as vezes levam pessoas a cometerem absurdos, desde suicídios e assassinatos. E como combater a depressão, é possível ou não? Lauda Filho esboça que o melhor tratamento é sempre medicamentoso e aí vai depender da peculiaridade de cada caso. Medidas psicoterápicas, sustentadores sociais, grupos, são importantes e sempre de grande importância, mas a medicação é a pedra angular até o que se sabe atualmente sobre depressão.

A psicoterapia é um procedimento psicológico que auxilia na meia e terceira idade pessoas deprimidas, e são feitas individualmente ou em grupo. “Esta abordagem psicológica é bastante recomendada para essa fase da vida, e tem como característica ser: diretiva – o problema atual como foco do processo; estruturada – é possível pensar no processo como sequencial e previamente estabelecido e educativa – é possível ao paciente aprender sobre o processo e participar do mesmo ativamente”, explica o psicólogo. Também salienta que utiliza-se de técnicas e treinos, como por exemplo, o de habilidades sociais, por vezes muito interessante para uma melhor interação do idoso nos mais diferentes contextos cotidianos, o que ajuda a lidar com a depressão. “O processo psicoterapêutico pode auxiliar também o idoso a entender melhor sobre sua condição de saúde, o uso de medicamentos e tratamentos médicos, que por vezes esteja se submetendo, além de ajuda-lo a entrar em contato com questões emocionais e psíquicas, possibilitando assim uma diminuição dos sofrimentos causados por quadros depressivos e ansiedade, por exemplo, comuns para a idade”, coloca Souza.

Então, é visto que o combate mais eficaz contra a depressão na terceira e meia idade continua sendo através de remédios, o que prova que ainda existe muito o que evoluir neste aspecto de prevenção e combate à depressão, saindo assim da dependência de drogas para isso. A depressão é uma condição antiga do ser humano, e tanto estudado por especialista de diversas áreas. Um dos desafios é a busca pela cura, como em qualquer doença. “Em doenças crônicas que se desconhece parcialmente a fisiopatologia não se fala em cura, mas em REMISSÃO. Esta remissão pode ocorrer induzida pela medicação, algumas vezes deve ser mantida por ela. Há casos de remissão espontânea”, constata Lauda.

A neurologia atua da seguinte forma em relação à depressão: “desconfiar da existência da doença, fazer os diagnósticos diferenciais que por ventura existirem, tratar quando não existe possibilidade de encaminhamento psiquiátrico”, explica Lauda Filho.

Fatores sócio- ambientais como causa

O ambiente em que se vive, nacionalidade, cotidiano podem agravar quadros depressivos: “a doença atinge todas as classes, todas as idades, todas as etnias. A causa é multifatorial com importante peso de fatores biológicos e hereditários. Fatores ambientais adversos funcionam como desencadeantes ou agravadores, mas não vejo um vínculo estatisticamente significativo das nossas desventuras nacionais em particular e o fato do Brasil ter uma incidência, que dizem ser tão alta. Se realizada uma avaliação na Argentina, Venezuela, ditaduras do islã, Rússia, Cuba, Coréia do Norte qual seria o resultado? Será que a cultura e até mesmo as crenças religiosas influem? Existe uma relação mais significativa com o clima, sendo os países frios e escuros mais propensos a depressão e ao suicídio”, relata Lauda.

Portanto, a depressão é um assunto, uma doença que deve ser urgentemente mais estudada e apreciada por todas as áreas da saúde que contribuam para uma melhor compreensão e também para realizar um combate científico mais eficaz e assim fazer um bem às sociedades do mundo todo que sofrem desta doença, e principalmente, por atingir mais os idosos. Deve ser, sim, objeto de novos estudos para encontrar mais soluções, além das que já existem.

                          
  Por  Márlon Mata. 
Reportagem produzida para a disciplina de  Jornalismo Especializado II.

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Depressão atinge a todos, independente da faixa etária. Foto: Divulgação
Depressão atinge a todos, independente da faixa etária. Foto: Divulgação

Melhor compreendida depois de  muitas pesquisas, atualmente, a depressão não é uma doença tão estigmatizada. “Depressão é uma enfermidade psiquiátrica enquadrada como distúrbio do humor. Caracteriza-se por tristeza, perda de energia, baixa autoestima, visão pessimista do mundo e desejos autodestrutivos. Sua origem é biológica influenciada pela genética, mas também influenciada pelo ambiente e situações de stress adaptativo”, afirma o neurologista Dr. Jorge Lauda Filho.

No entanto, ainda falta compreensão. Muitos casos da doença não são levados a sério como deveriam. Existe depressão de todos os níveis, de leve a grave, e nem todos são tratados de acordo. “A depressão é comprovada mais forte quando os sintomas de insônia, desânimo, falta de apetite sexual e vontade de viver se perpetuam por no mínimo duas semanas consecutivas”, afirma o psicólogo Marcel de Souza.

Um estudo divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) comprova que, em 2011, o Brasil foi o país com a maior prevalência da doença, com 10,8% da população apresentando o distúrbio mental. Em 2008, o Suplemento de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostrou que a depressão é a quinta doença de maior ocorrência no Brasil. No mundo todo, estima-se que a depressão afete 121 milhões de pessoas.

Depressão x Alzheimer

Depressão é suspeita de abrir porta para a doença neurológica Alzheimer. O neurologista Jorge Lauda ressalta: “o que existe é uma correlação entre depressão durante a vida e o aparecimento de Alzheimer na terceira idade. Não é fator etiológico para Doença de Alzheimer (DA), talvez seja, em alguns casos um preditor. A DA numa fase inicial pode ser confundida com depressão e a recíproca é verdadeira. Nenhum teste biológico pode comprovar nenhuma das duas com certeza científica. A atrofia dos hipocampos à ressonância magnética tem sido estudada como um fator comum a ambas”.

Então, a depressão não necessariamente condiciona um quadro de Alzheimer. Não é a ‘porta de entrada’ para ela. O mesmo é assegurado pelo geriatra Jefferson Dressler: “A depressão não induz Alzheimer. Pode anunciar. Portanto, não é a mesma coisa que demência. Elas podem coexistir”.

[dropshadowbox align=”none” effect=”lifted-both” width=”250px” height=”” background_color=”#ffffff” border_width=”1″ border_color=”#dddddd” ]A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento. Quais as causas da doença? As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Sua causa é desconhecida e não pode ser confundida com a depressão. Leia Mais: DOENÇA DE ALZHEIMER – ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?150#ixzz30PhxZMz7 (c) Copyright 2001-2014 [/dropshadowbox]

 

Faixa etária mais propensa

É preciso que as pessoas fiquem atentas aos sintomas da condição, para tratá-la de acordo. Pensar nessa fase da vida como sendo ainda produtiva e possível de ser bem vivida é uma tarefa que melhora as condições psicológicas, explica Souza. Neurologicamente “a depressão mais especificamente decorre do mau funcionamento de certos neurotransmissores ou seus receptores nos neurônios. Esta predisposição biológica é agravada por fatores ambientais e psicossociais. Certas drogas podem agir como agravadores ou deflagradores do fenótipo depressivo”, marca Lauda.

Discute-se muito sobre a questão de existir uma faixa etária mais propensa à desenvolver depressão. Sobre isso, Jorge Lauda fala que depressão independe de idade para surgir, mas os idosos são mais vulneráveis tanto pelos fatores biológicos peculiares desta faixa etária, doenças concomitantes e fatores sociais. Outra questão importante que o doutor defende é que: “depressão deve ser chamada de doença, porque é uma doença orgânica. Tanto é orgânica que existem até fatores hereditários envolvidos. O fato dos exames complementares serem negativos é explicado pela pouca sensibilidade destes para este grupo de doenças”. Reforçando a questão de faixa etária no quadro depressivo: “o idoso apresenta mais tendência ao diagnostico de depressão, devemos reestudar o conceito de idoso urgentemente”, afirma Dressler.

A tendência à depressão do idoso é apontada pelo médico Jorge Lauda  como decorrência de uma condição existencial: “o idoso é biologicamente deficitário, contém menos neurônios pela atrofia cortical, sobre de outras doenças debilitantes que causam sofrimento e, além disto, é um carente. Todo seu grupo de amigos e parentes de idade próxima já morreu ou estão enfermos, não tem outras perspectivas de vida, não pensa em viagens, perderam os prazeres da gastronomia, sexualidade, tem dificuldade em entender o mundo que o cerca. Tirando as exceções, todos os fatores direcionam para uma vida menos prazerosa. Mesmo assim, acredito que a depressão é uma doença de todas as idades”.

Como tratar

Especialistas alertam para a necessidade de desconfiar da existência da doença. Foto: Divulgação
Especialistas alertam para a necessidade de desconfiar da existência da doença. Foto: Divulgação

A depressão é uma questão que assola milhares de pessoas em todo mundo, e causada por inúmeras questões, sejam elas sociais, culturais, econômicas, ou até mesmo afetivas, o que as vezes levam pessoas a cometerem absurdos, desde suicídios e assassinatos. E como combater a depressão, é possível ou não? Lauda Filho esboça que o melhor tratamento é sempre medicamentoso e aí vai depender da peculiaridade de cada caso. Medidas psicoterápicas, sustentadores sociais, grupos, são importantes e sempre de grande importância, mas a medicação é a pedra angular até o que se sabe atualmente sobre depressão.

A psicoterapia é um procedimento psicológico que auxilia na meia e terceira idade pessoas deprimidas, e são feitas individualmente ou em grupo. “Esta abordagem psicológica é bastante recomendada para essa fase da vida, e tem como característica ser: diretiva – o problema atual como foco do processo; estruturada – é possível pensar no processo como sequencial e previamente estabelecido e educativa – é possível ao paciente aprender sobre o processo e participar do mesmo ativamente”, explica o psicólogo. Também salienta que utiliza-se de técnicas e treinos, como por exemplo, o de habilidades sociais, por vezes muito interessante para uma melhor interação do idoso nos mais diferentes contextos cotidianos, o que ajuda a lidar com a depressão. “O processo psicoterapêutico pode auxiliar também o idoso a entender melhor sobre sua condição de saúde, o uso de medicamentos e tratamentos médicos, que por vezes esteja se submetendo, além de ajuda-lo a entrar em contato com questões emocionais e psíquicas, possibilitando assim uma diminuição dos sofrimentos causados por quadros depressivos e ansiedade, por exemplo, comuns para a idade”, coloca Souza.

Então, é visto que o combate mais eficaz contra a depressão na terceira e meia idade continua sendo através de remédios, o que prova que ainda existe muito o que evoluir neste aspecto de prevenção e combate à depressão, saindo assim da dependência de drogas para isso. A depressão é uma condição antiga do ser humano, e tanto estudado por especialista de diversas áreas. Um dos desafios é a busca pela cura, como em qualquer doença. “Em doenças crônicas que se desconhece parcialmente a fisiopatologia não se fala em cura, mas em REMISSÃO. Esta remissão pode ocorrer induzida pela medicação, algumas vezes deve ser mantida por ela. Há casos de remissão espontânea”, constata Lauda.

A neurologia atua da seguinte forma em relação à depressão: “desconfiar da existência da doença, fazer os diagnósticos diferenciais que por ventura existirem, tratar quando não existe possibilidade de encaminhamento psiquiátrico”, explica Lauda Filho.

Fatores sócio- ambientais como causa

O ambiente em que se vive, nacionalidade, cotidiano podem agravar quadros depressivos: “a doença atinge todas as classes, todas as idades, todas as etnias. A causa é multifatorial com importante peso de fatores biológicos e hereditários. Fatores ambientais adversos funcionam como desencadeantes ou agravadores, mas não vejo um vínculo estatisticamente significativo das nossas desventuras nacionais em particular e o fato do Brasil ter uma incidência, que dizem ser tão alta. Se realizada uma avaliação na Argentina, Venezuela, ditaduras do islã, Rússia, Cuba, Coréia do Norte qual seria o resultado? Será que a cultura e até mesmo as crenças religiosas influem? Existe uma relação mais significativa com o clima, sendo os países frios e escuros mais propensos a depressão e ao suicídio”, relata Lauda.

Portanto, a depressão é um assunto, uma doença que deve ser urgentemente mais estudada e apreciada por todas as áreas da saúde que contribuam para uma melhor compreensão e também para realizar um combate científico mais eficaz e assim fazer um bem às sociedades do mundo todo que sofrem desta doença, e principalmente, por atingir mais os idosos. Deve ser, sim, objeto de novos estudos para encontrar mais soluções, além das que já existem.

                          
  Por  Márlon Mata. 
Reportagem produzida para a disciplina de  Jornalismo Especializado II.