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O lugar das diferentes linguagens no processo de comunicação

Na última quarta – feira, 26 de agosto, a mesa temática “Modalidades” trouxe ao Centro Universitário Franciscano um discurso baseado na experiência de professores de áreas distintas. O XV Seminário Internacional de Letras  compôs a mesa com a Prof.ª Drª. Angela Paiva Dionísio, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPe); Prof.ª Drª. Elsbeth Leia Spode Becker, do Centro Universitário Franciscano, Prof. Ms. Adriano da Silva Falcão, também do Centro Universitário Franciscano, com mediação da Profª. Drª. Valeria Iensen Bortoluzzi, da Unifra.

Profa. Angela Paiva Dionísio.Foto: Roger Haeffner. Lab. Fotogradia e Memória
Professora Angela Paiva Dionísio (Foto: Roger Haeffner/Laboratório de Fotografia e Memória)

Os três professores da noite de quarta vieram de áreas e pesquisas diferentes, porém, propõem a mesma reflexão quando apresentam as multimodalidades aliadas à tecnologia como forma para a construção de um texto. As fotos, os vídeos, os mapas, assim como outras ilustrações e maneiras de inserir esses elementos simbólicos na composição textual.

A professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Angela Paiva Dionísio, articulou reflexões sobre as possibilidades que as ferramentas tecnológicas permitem desenvolver no trabalho do profissional de letras. Segundo ela, não existe na UFPE uma disciplina que impulsione a criação de enunciados de exercícios.Por exemplo, ela incorporou então à sua fala a experiência na produção de verbetes enciclopédicos e enunciados de, utilizando desses recursos.Os verbetes são os fragmentos descritivos normalmente encontrados em enciclopédia e dicionários. Eles têm o caráter informativo e agora, gozam de mapas, fotografias e ilustrações os acompanhando em sua interpretação.

Os mapas também foram os principais exemplos da professora Elsbeth Becker, da área da geografia. Para ela os mapas fazem parte da linguagem visual, e os mapas não apenas comunicam um dado, já que eles são fruto de pesquisas consistentes. Eles a registram, a trata e somente depois a comunicam.

Prof. Adriano Falcão. Foto: arquivo
Prof. Adriano Falcão. Foto: arquivo

Adriano Falcão, professor do curso de arquitetura do Centro Universitário Franciscano dimensionou o poder da linguagem visual, já que algumas sociedades e civilizações se comunicavam através de desenhos e figuras. A reflexão que surgiu a partir disso foi: será que sua comunicação era mesmo efetiva? Segundo ele é assim que a multiplicidade de linguagens consolidam-se juntas, na procura do comunicação efetiva.

O conceito de multimodalidade baseia-se na Teoria da Semiótica. A multimodalidade discursiva tem sido amplamente estudada e investigada nos últimos anos. Trata-se da utilização de diversos elementos e ferramentas distintas na hora da construção textual. A compreensão textual é estimulada através de todas essas modalidades, oral, visual e textual.

Por Julia Machado. Matéria produzida na disciplina de Jornalismo Especializado II.

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Na última quarta – feira, 26 de agosto, a mesa temática “Modalidades” trouxe ao Centro Universitário Franciscano um discurso baseado na experiência de professores de áreas distintas. O XV Seminário Internacional de Letras  compôs a mesa com a Prof.ª Drª. Angela Paiva Dionísio, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPe); Prof.ª Drª. Elsbeth Leia Spode Becker, do Centro Universitário Franciscano, Prof. Ms. Adriano da Silva Falcão, também do Centro Universitário Franciscano, com mediação da Profª. Drª. Valeria Iensen Bortoluzzi, da Unifra.

Profa. Angela Paiva Dionísio.Foto: Roger Haeffner. Lab. Fotogradia e Memória
Professora Angela Paiva Dionísio (Foto: Roger Haeffner/Laboratório de Fotografia e Memória)

Os três professores da noite de quarta vieram de áreas e pesquisas diferentes, porém, propõem a mesma reflexão quando apresentam as multimodalidades aliadas à tecnologia como forma para a construção de um texto. As fotos, os vídeos, os mapas, assim como outras ilustrações e maneiras de inserir esses elementos simbólicos na composição textual.

A professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Angela Paiva Dionísio, articulou reflexões sobre as possibilidades que as ferramentas tecnológicas permitem desenvolver no trabalho do profissional de letras. Segundo ela, não existe na UFPE uma disciplina que impulsione a criação de enunciados de exercícios.Por exemplo, ela incorporou então à sua fala a experiência na produção de verbetes enciclopédicos e enunciados de, utilizando desses recursos.Os verbetes são os fragmentos descritivos normalmente encontrados em enciclopédia e dicionários. Eles têm o caráter informativo e agora, gozam de mapas, fotografias e ilustrações os acompanhando em sua interpretação.

Os mapas também foram os principais exemplos da professora Elsbeth Becker, da área da geografia. Para ela os mapas fazem parte da linguagem visual, e os mapas não apenas comunicam um dado, já que eles são fruto de pesquisas consistentes. Eles a registram, a trata e somente depois a comunicam.

Prof. Adriano Falcão. Foto: arquivo
Prof. Adriano Falcão. Foto: arquivo

Adriano Falcão, professor do curso de arquitetura do Centro Universitário Franciscano dimensionou o poder da linguagem visual, já que algumas sociedades e civilizações se comunicavam através de desenhos e figuras. A reflexão que surgiu a partir disso foi: será que sua comunicação era mesmo efetiva? Segundo ele é assim que a multiplicidade de linguagens consolidam-se juntas, na procura do comunicação efetiva.

O conceito de multimodalidade baseia-se na Teoria da Semiótica. A multimodalidade discursiva tem sido amplamente estudada e investigada nos últimos anos. Trata-se da utilização de diversos elementos e ferramentas distintas na hora da construção textual. A compreensão textual é estimulada através de todas essas modalidades, oral, visual e textual.

Por Julia Machado. Matéria produzida na disciplina de Jornalismo Especializado II.