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Ian Lopes

Ian Lopes

A 4º edição do Comunica Roots ocorre no dia 6 de outubro, uma quinta-feira. O encontro busca integrar estudantes de cursos de comunicação de todas as instituições de ensino, particulares ou federais, com abrangência estadual. Mais informações podem ser encontradas no formulário de inscrição ou no edital do evento.

As inscrições ainda estão abertas. Imagem: Divulgação.

A professora Angélica Pereira é uma das idealizadoras da gincana e relata que a ideia é incentivar a criatividade dos alunos e explica a relação com o nome do evento: “O objetivo é instigar os alunos a saírem um pouco da “caixinha”, para que eles possam se conectar com o lado criativo. Também buscamos proporcionar bons momentos com alunos e professores. Não é permitido o uso de aparelhos eletrônicos mas, quem quiser, pode levar violão, pandeiro e , nesse momento, fazer um brainstorming coletivo, em contato com a natureza. É daí que vem o nome Comunica Roots.”.

A última edição aconteceu em 2020, antes da pandemia. Uma das participantes foi a estudante do 7º semestre de jornalismo Vitória Gonçalves, que recomenda a experiência: “Nesse ano a empresa Coca-Cola foi a responsável por levar um produto para o desafio entre os alunos de comunicação. A experiência é válida para qualquer aluno de comunicação porque estimula a criatividade, além de exercitar o trabalho em grupo. E o desafio é justamente desenvolver essa campanha sem o uso de nenhum recurso tecnológico, o que é um diferencial para a geração atual que utiliza a internet para quase tudo. O contato com a natureza e a companhia de todo mundo faz com que aquele desafio se torne uma diversão. Vale muito a pena passar por essa experiência.”.

As inscrições seguem abertas até dia 5 de outubro, ao meio-dia. O formato do evento é por equipes de 6 pessoas que devem fazer um produto para um cliente atuante no mercado nacional. Essas equipes podem ser mistas, contendo estudantes de diversos cursos. É proibido o uso de dispositivos eletrônicos. A inscrição pode ser realizada por equipe, sendo R$240,00, ou individual, sem equipe definida, sendo R$ 40,00 por pessoa. O valor cobre alimentação, transporte, e o kit básico para produção da campanha. O encontro será realizado no Centro de Evento da Associação dos Ex-alunos Marista, no Cerrito, em Santa Maria, a partir das 8h do dia 6 de outubro.

O corpo é o espaço mais palpável onde a arte acontece. Seja na sua mais vasta fluidez ou mesmo na rigidez material que o limita, é nele que os sentidos são estimulados e percebidos, em que objetos e espaços encontram possibilidade real de interação. É nesse sentido que o ballet tem o privilégio de unir todas as artes através da dança, das interpretações de uma obra literária até a reprodução estética de movimentos plásticos.

Daniela Nascimento, uma das fundadoras da Royale. Imagem: Neli Mombelli

Para falar do poder do corpo através da dança, o sétimo episódio do Provoc[A]rte convida Daniela Nascimento, uma das fundadoras da Royale Escola de Dança e Integração Social. O projeto atua na cidade por meio de aulas de ballet e desenvolve ações complementares à escola, com aulas de reforço.

Petrius Dias entrevista Daniela Nascimento. Imagem: Neli Mombelli

O Provoc[A]rte vai ao ar nesta terça-feira (20), às 19h, com reprise às 22h, na UFN TV, pelo canal 15 da NET, e reprisa no sábado, às 19h, e no domingo, às 19h30min. E também pode ser visto na TV Câmara, canal aberto 18.2, na sexta-feira e sábado, a partir das 20h.

Petrius Dias e Daniela Nascimento. Imagem: Neli Mombelli

O programa é produzido pelo Lab Seis, laboratório de produção audiovisual dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana (UFN). A equipe é formada por Beatriz Ardenghi e Petrius Dias no roteiro e apresentação, João Pedro Ribas na produção e na divulgação nas redes sociais, Gabriel Valcanover na edição, com suporte dos técnicos Alexsandro Pedrollo na gravação e Jonathan de Souza na finalização, e coordenação e direção da professora Neli Mombelli.

Texto: Petrius Dias

O sexto episódio da temporada Arte Coletivo traz memória, História, identidade e resistência. O “Treze”, como é conhecido o Museu Comunitário Treze de Maio – MTM, foi um antigo Clube Social Negro, criado em 1903. Quase um século depois foi tombado como patrimônio histórico municipal pela sua importância no desenvolvimento da cidade de Santa Maria. Hoje é local de oficinas de dança afro, capoeira, percussão, samba e encontros da juventude negra.

Beatriz Ardenghi entrevistando João Heitor Macedo. Imagem: Neli Mombelli

O convidado do Provoc[A]rte é João Heitor Macedo, arqueólogo e gestor cultural que atua como diretor do Museu Treze de Maio, local que é um dos mantenedores da cultura negra no centro do Rio Grande do Sul. 

O Provoc[A]rte vai ao ar nesta terça-feira (13), às 19h, com reprise às 22h, na UFN TV, pelo canal 15 da NET, e reprisa no sábado, às 19h, e no domingo, às 19h30min. E também pode ser visto na TV Câmara, canal aberto 18.2, na sexta-feira, às 19h30, e no domingo, a partir das 20h.

João Heitor Macedo atua como diretor do Museu Treze de Maio. Imagem: Neli Mombelli

O programa é produzido pelo Lab Seis, laboratório de produção audiovisual dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana (UFN). A equipe é formada por Beatriz Ardenghi e Petrius Dias no roteiro e apresentação, João Pedro Ribas na produção e na divulgação nas redes sociais, Gabriel Valcanover na edição, com suporte dos técnicos Alexsandro Pedrollo na gravação e Jonathan de Souza na finalização, e coordenação e direção da professora Neli Mombelli.

Texto: Petrius Dias

Os jornalistas do Grupo RBS Fábio Lehmen, Coordenador de Telejornalismo de Santa Maria e região, e Naiôn Curcino, produtor e repórter da Rádio Gaúcha, estiveram presentes na UFN na última semana para divulgar o projeto Primeira Pauta. O encontro foi realizado no Conjunto III e contou com a presença dos acadêmicos e professores do curso de Jornalismo.

O projeto, realizado pelo Grupo RBS, visa dar oportunidade a jovens estudantes da área para terem contato com a empresa, bem como vivenciarem a rotina jornalística. O processo de inscrição está aberto desde o dia 5 e irá até 9 de outubro, podendo ser realizado neste formulário.

Naiôn Curcino e Fábio Lehmen. Imagem: Luiza Silveira.

Curcino é egresso de Jornalismo na UFN, e contou sobre a importância do contato com o mercado desde cedo para sua carreira: “É sempre muito bom ter essa integração promovida pela RBS com o meio acadêmico. Sempre recebemos convites de professores para mostrar a lida jornalística diária, o hard news. É importante para o estudante estar em contato com a redação em si. Foi por meio de uma seleção parecida que entrei na RBS quando ainda estudava aqui. É uma grande oportunidade não só para o vencedor da seleção, mas para quem se inscreve de mostrar o que tem para a empresa.”

Rubens Miola Filho, 23 anos, é estudante de Jornalismo do 6º semestre e assistiu a apresentação: “Teoria é legal, mas nada supera a prática. Ter esse contato com o campo profissional é ótimo. Se inscrever já é uma grande oportunidade, não só para mim como para todos os colegas.”

Um cronograma de atividades paralelas às provas do vestibular foi planejado para atendimento a familiares, imprensa e professores de cursinhos. A Copeves (Comissão de preparação do Vestibular da UFN) organizou uma programação desde as primeiras horas da tarde de hoje.  A sala de Exposições Angelita Steffani, aberta das 13h às 17h30, localizada no Prédio 14 do conjunto III. No local os visitantes podem apreciar os trabalhos de alunos dos cursos de Design e Design de moda desenvolvidos nas disciplinas de Laboratório de criatividade e Pesquisa e criação para Moda. Os trabalhos expostos propõem uma ressignificação de objetos cotidianos.

Exposição Angelita Steffani. Imagem: Patricio Fontoura.

Também, aconteceu um momento de oração com familiares, na Capela São Fransisco de Assis, às 13h45. Às 14h ocorreu a Coletiva de Imprensa no Hall do Prédio 15.  Está previsto para às 15h30 a realização de um café de recepção para imprensa, familiares e professores de cursinho, no Hall do Prédio 15 do Conjunto III.

As atividades paralelas encerram às 16h com a Abertura da Sala do Professor onde a Reitora da UFN, Irmã Iraní Rupolo, acompanhada dos pró-reitores recepciona os professores dos cursinhos. Após as 16h30 os mesmos começam a resolver as questões da prova.

É dia de vestibular na UFN e candidatos com necessidades especiais têm um espaço exclusivo para fazer as provas. 14 candidatos manifestaram  a necessidade de condições específicas para a realização da prova. A instituição disponibilizou 5 salas para esses vestibulandos realizarem a prova. Dessas 14 pessoas, 10 tem Transtorno do déficit de atenção (TDA), e realizarão a prova no Salão do Júri.

Ambulância usada no caso de uma emergência. Imagem: Caroline Freitas.

O Coordenador de Seleção e Ingresso Adilção Beust explicou: “Além do Salão do Júri, temos outras 4 salas para atender as mais variadas necessidades, como problemas de mobilidade, visão, neurológicos e outras situações que precisam de atendimento diferenciado. Nós procuramos dar as melhores condições”. A solicitação para esse atendimento foi realizada até o último dia de inscrição, acompanhada de laudo, que é encaminhado ao NADH (Núcleo de Apoio a Diversidade Humana) que faz a análise do caso.

Maca usada para o atendimento de emergência. Imagem: Caroline Freitas.

A UFN também disponibiliza uma estrutura de emergência, no caso de um candidato ter algum problema durante a realização do vestibular. Sobre isso, Beust comenta: “Em cada prédio temos 1 médico e 2 enfermeiros para o atendimento. Temos uma ambulância, no caso do atendido necessitar de locomoção. Há também a possibilidade de chamar a Unimed, já que a instituição tem convênio. Hoje temos o caso de um estudante que estava com sintomas de gripe, mas negativou para Covid, então ele também realizará a prova em uma sala separada. Nosso objetivo é sempre que o estudante possa realizar a prova.”

Quem entrou nos Conjuntos I e III da UFN nesta quarta, 25 de maio, provavelmente notou algo diferente na instituição. Seja nas escadas ou no pátio estavam diversos adesivos, cada um incentivando a um desafio físico. Isso aconteceu em uma parceria da Universidade Franciscana com a academia Up Fitness em comemoração ao Dia do Desafio. A data especial ocorre sempre na última quarta feira do mês de Maio, e tem como objetivo o incentivo a prática de atividade física por parte da população.

Adesivo nas escadas do Conjunto III, promovendo pequenos desafios. Imagem: Ian Lopes.

Sobre o incentivo ao exercício físico, Gabriel Santos, que é profissional de educação física e funcionário da academia, comentou: “É importante nesse período pós pandemia mostrar o quando a atividade física é boa para o corpo e mente. Quem praticava teve uma recuperação melhor, as pessoas muitas vezes acham que é estético e acabam não olhando pelo lado da saúde. A OMS recomenda 300 minutos semanais de atividades leves, como deslocamento de um lugar a outro, e 150 minutos de atividades pesadas, como academia por exemplo.” Além dos adesivos, a UP Fitness também trouxe uma bicicleta ergométrica para ser usada em um desafio no intervalo das aulas da tarde e da manhã.

Bicicleta ergométrica utilizada nas atividades do intervalo do Dia do Desafio. Imagem: Ian Lopes.

Mesmo aqueles que já praticavam atividades físicas se sentiram incentivados a participar dos desafios. Aline Schmidt e Jordana Figueiredo, ambas alunas do 7º semestre de odontologia, passaram pelo desafio da bicicleta e contaram sobre a experiência: “Mesmo já praticando nós nos sentimos incentivadas a participar, vimos também várias pessoas aqui fazendo o exercício no intervalo. Ver outras pessoas engajando também ajuda na motivação.” Os participantes também recebiam brindes por participar das atividades.

Nesta sexta-feira, dia 29 de abril, foi o primeiro dia da 49º Feira do Livro que volta com força total depois de 2 anos de pandemia. A Patronesse da edição é a escritora, professora, pesquisadora e ativista Nikelen Witter, e os homenageados são a professora e escritora Maria Esther Gomes de Souza e o médico e compositor nativista Mario Eleú da Silva que é homenageado póstumo.

Maria Esther possui deficiência auditiva e é educadora especial e lançou 2 livros nessa sexta-feira na Feira do Livro, Uma história de mãos brilhantes e Minivoleibol para Surdos que escreveu junto com Jeferson de Oliveira Miranda. O primeiro livro conta a história de Daniel, um rapaz surdo, e demonstra a importância da inclusão de jovens surdos e deficientes auditivos na educação desde jovens. Sobre isso a professora comentou que a sociedade precisa dar mais passos em direção a sensibilidade e abrir mais espaços para que histórias de mãos brilhantes como as de Daniel sejam contadas.

Também ocorre neste fim de semana o projeto Troca Livros, organizado pela Biblioteca Pública Henrique Bastide. O objetivo do projeto é promover a troca de livros em bom estado, com foco em livros literários. Outra atração foi o espetáculo 2 Lunáticos, que teve duas apresentações, de manhã e de tarde, no Teatro Treze de Maio, e recebeu um grande número de pessoas, em especial crianças que se contagiaram com a alegria dos artistas. A 49º Feira do Livro vai de 29 de abril até 14 de maio.

Dia 16 de Março de 2020 a UFN encerrou temporariamente suas atividades presenciais com alunos e funcionários devido a pandemia de Covid-19. Cerca de um ano e meio depois as atividades presenciais retornaram e agora, no dia 06 de abril de 2022,  a instituição se pronunciou a favor do decreto municipal que retira a obrigatoriedade do uso de máscaras.

Caminhando pelo espaços da instituição, nota-se que houve uma grande adesão por parte dos acadêmicos ao decreto, porém alguns ainda mantém o uso da proteção.

Luiz Carlos, Bianca e Laura, estudantes de medicina da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Segundo os estudantes Luiz Carlos Gadret, Bianca Keller e Laura Bombardelli, do 6º semestre de Medicina, todos notaram uma flexibilização em relação ao uso, mesmo antes do decreto, tanto em ambientes abertos quanto fechados. “Somos favoráveis, pois o decreto é baseado em algo: na diminuição dos casos e aumento dos vacinados”, afirma Bianca.

Fernanda, estudante de Direito da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Entretanto, alguns acadêmicos da UFN ainda são contra a liberação do uso da máscara pois, segundo eles, não houve uma diminuição significativa  de casos suficiente para justificar tal coisa. De acordo com Fernanda Costa, aluna do 10º semestre de Direito: “Eu acho errado a não obrigatoriedade do uso da máscara tendo em vista que não normalizamos ainda essa situação da pandemia, está menos que o início, com certeza, mas ainda é perigoso as pessoas não usarem. Acho que ainda não é o momento”.

Adriel, estudante de Design da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Adriel Moraes, estudante de Design, é a favor da não obrigatoriedade do uso de máscara: “Eu sou a favor desde que todo mundo tenha a terceira dose, acredito também que usamos máscara pra proteger os outros”.

Felipe e Francis, estudantes de Jornalismo da UFN. Imagem: Luiza Silveira

Já segundo Felipe Monteiro e Francis Barroso, ambos estudantes do curso de Jornalismo, a sociedade está sendo prematura com a liberação: “Eu acho que a sociedade precisa continuar com o uso enquanto tiver casos de Covid, ainda mais em locais fechados e/ou com aglomeração e fluxo alto de pessoas.”, disse Felipe. “As pessoas mais idosas continuam usando, passando pelo centro consigo notar, mesmo agora que está liberado”.

Thaginne, estudante de Medicina da UFN. Imagem: Luiza Silveira

De acordo com os estudantes de medicina do 8º semestre João Vitor Bottega, Thaginne Garjioni, Luiza Pedrazzi e Nathalia Michelotti, muitas pessoas já não estavam utilizando a máscara. “Parei hoje, pois vi o e-mail com o comunicado da adesão ao decreto municipal, mas já percebia um número considerável de pessoas sem máscara.”, disse Thaginne Garjioni.

Atualmente Santa Maria conta com aproximadamente 80 casos ativos e 125.596 habitantes com as três doses da vacina, o que corresponde à 45% da população. São dados como estes que fizeram com que o governo decidisse pelo decreto de desobrigatoriedade do uso da máscara.

Colaboração: Vitória Oliveira e Luiza Silveira