
Lewis Hamilton volta a fazer história na Fórmula 1 e bate recorde de Michael Schumacher no GP de Barcelona
Lewis Hamilton garantiu sua 106ª vitória na Fórmula 1 e conquistou sua 7ª vitória no circuito de Barcelona.

Lewis Hamilton garantiu sua 106ª vitória na Fórmula 1 e conquistou sua 7ª vitória no circuito de Barcelona.

Aconteceu na tarde de hoje, 14, às 16:30 no hall do prédio 14 do Centro Universitário Franciscano, o coquetel de lançamento do livro ‘’Arquitetura Efêmera no Centro Histórico de Barcelona’’, editado pela professora do curso de

Sempre quis ter uma grande aventura na minha vida. Cada viagem que eu fazia, voltava e sentia um gostinho quero mais. Após conhecer uma boa parte do mundo apenas pela Internet, escolhi a Irlanda para passar
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No último Grande Prêmio da Fórmula 1, dia 14 de junho, a velocidade e adrenalina tomaram conta da pista de Barcelona-Catalunha, marcando o final de semana com ultrapassagens, disputa entre companheiros de equipe, safety car virtual, e é claro, Lewis Hamilton brilhando no topo novamente.
O circuito é famoso por ser utilizado para realizar os testes dos carros e motores, justamente por sua estrutura linear comparada a outras pistas. Por isso, os carros mais estáveis do grid costumam ter maior vantagem, fazendo com que esse circuito seja marcado por corridas mais cansativas e com pouca adrenalina. Mas dessa vez não foi assim.
George Russel, piloto da Mercedes, largou em primeiro lugar, na esperança de manter a posição, seguido por Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes). No entanto, durante a corrida, os pits stop, as ultrapassagens e o safety car virtual (acionado por Alonso ter saído da pista) alteraram esta ordem. Hamilton assumiu a liderança, deixando as duas Mercedes para trás.
Ambos os pilotos, Russel e Antonelli, disputavam incessantemente entre si, lutando pela segunda posição. Faltando apenas duas voltas para encerrar a corrida, Antonelli teve problemas com o carro e precisou abandonar a competição. O pódio ficou constituído por:
1º – Lewis Hamilton (Ferrari)
2º – George Russel (Mercedes)
3º – Lando Norris (McLaren- atual campeão mundial)

Quanto ao nosso brasileiro presente no grid, Gabriel Bortoleto, correndo pela Audi, largou em 12º lugar e chegou em 11º, mesmo com pequenos problemas técnicos não precisou abandonar a corrida, e quase conseguiu pontuar.
Enquanto isso, Lewis Hamilton garantiu sua 106ª vitória na Fórmula 1, após 2 anos sem vencer. O piloto também conquistou sua 7ª vitória no circuito de Barcelona, batendo o recorde de Michael Schumacher, pois ambos estavam empatados com 6 triunfos.
Após períodos críticos com o desempenho de sua Ferrari, Lewis nunca havia ficado em primeiro lugar no pódio pela escuderia. Agora, tanto a Ferrari quanto Hamilton estão de volta ao pódio e aos holofotes do esporte, reerguendo a equipe e fazendo história.
Infelizmente, durante esta corrida, Charles Leclerc, companheiro de equipe do 7 vezes campeão mundial, abandonou o carro nas voltas finais do GP, por um problema técnico na direção e não conseguiu pontuar.
Mesmo assim, a equipe demonstrou estar forte este ano, se fazendo presente no pódio em 5 das 6 corridas de 2026. Presenciamos mais uma vez Hamilton brilhando, dessa vez com uniforme vermelho e emoção nos olhos. Será que Lewis entra com tudo na disputa por seu oitavo título mundial esse ano?






Fotos: Foto: XPB Images

Aconteceu na tarde de hoje, 14, às 16:30 no hall do prédio 14 do Centro Universitário Franciscano, o coquetel de lançamento do livro ‘’Arquitetura Efêmera no Centro Histórico de Barcelona’’, editado pela professora do curso de Arquitetura, Clarissa Pereira.
A publicação do livro foi feita pela Editora Unifra, e apresenta os resultados dos trabalhos realizados em 2013 na Fundação Enric Miralles (FEM) Barcelona – Espanha.
De acordo com Clarissa Pereira, a ideia do livro foi mostrar as visitas técnicas e informações sobre as viagens. A proposta é montar um exemplar de cada edição dos workshops que os alunos do curso de Arquitetura da UNIFRA participaram. Até então, foram três edições.
Na entrevista à ACS, Clarissa esclareceu alguns pontos sobre a realização deste projeto

ACS – Na realização dos trabalhos, como foi o contraste entre a cultura brasileira e a cultura europeia?
Clarissa Pereira – Morei 9 anos em Barcelona, e a principal diferença que eu notei foi a independência dos europeus. Lá eles fazem todo o trabalho, para depois nós corrigirmos. Esse foi um choque cultural, já na nossa cultura, os alunos precisam de mais assessoria.
ACS – Como surgiu a ideia da realização do livro?
CP – A Fundação Enric Miralles (FEM) há muito tempo vem fazendo workshops. Em todos os cursos que eles realizam, fazem um registro final. E como tem muitos trabalhos e muitos alunos, a iniciativa foi nossa, de juntar todo esse material e realizar o livro
ACS – Existiram dificuldades para a publicação?
CP – Nenhuma, foi super tranquilo e acessível.
ACS – Quantos professores participaram deste projeto?
CP – Foram três edições. Sempre são dois professores de cada vez. Eu participei três vezes e sempre outro professor acompanhou.
ACS – O livro está disponível para venda?
CP– O livro não tem fins comerciais. O trabalho é acadêmico. A gente conseguiu viabilizar com o auxílio do curso de Arquitetura e com a Pró-reitoria de Graduação (PROGRAD). E juntamos com todos os alunos para fazermos a impressão, ficando um número de exemplares para cada um, fazendo doações para bibliotecas e cursos de Arquitetura. O curso de Arquitetura da UNIFRA é o único que tem convênio com a Fundação Enric Miralles.
ACS – Os alunos abraçaram a ideia com entusiasmo?
CP – Foi um trabalho maravilhoso de se fazer. Houve muito apoio dos alunos.
Por Gabriela Gabbi

Sempre quis ter uma grande aventura na minha vida. Cada viagem que eu fazia, voltava e sentia um gostinho quero mais. Após conhecer uma boa parte do mundo apenas pela Internet, escolhi a Irlanda para passar as minhas férias de janeiro e fevereiro de 2015. O plano era o seguinte: fazer aulas de inglês por quatro semanas em Dublin, capital irlandesa e, ainda, conhecer a belíssima Barcelona, na Espanha, na minha última semana no Velho Continente.
O dia mais importante das minhas férias chegou – o dia do embarque. Tive a real noção da grandeza da viagem quando meu pai me deixou no aeroporto e caiu a ficha de que eu ia me virar sozinho por cinco semanas em um lugar completamente diferente.
Após passar por todo o caos dos aeroportos, enfim estava em Dublin. Cheguei à cidade bem desorientado, apesar de ter horas de pesquisa sobre o povo irlandês na bagagem. Os primeiros dias foram de total estranhamento com a mão direita do trânsito, a língua e os dialetos, o fuso horário e o frio em pleno janeiro.

Aos poucos tudo ia se ajeitando e eu me acostumando com todas as adversidades. O povo irlandês é muito simpático com as pessoas que vão visitar o país. É comum o povo nativo ajudar turistas com alguma dificuldade. No país há pessoas de diferentes nacionalidades, não somente brasileiros em busca de melhores condições de vida. Um exemplo disso é a escola onde estudei e dividia a sala de aula com colegas franceses, italianos, mexicanos e coreanos.
As quatro semanas passaram muito rápidas. Como estudava na parte da manhã, era comum eu desbravar a cidade em longas caminhadas na parte da tarde, ou conhecer pequenos povoados ao redor da capital irlandesa. Nos finais de semana eu viajava para lugares mais longes, como por exemplo, o interior da Inglaterra, onde um amigo meu estava morando, ou até mesmo viagens de trem dentro do território da Irlanda.
Quando eu vi, já estava de partida novamente e agora o destino era Barcelona. Combinei com um amigo de visitar a capital catalã por uma semana e desbravar tudo que ela melhor oferece. A cidade é conhecida como centro do design e arquitetura, pessoas como Pablo Picasso e Antoni Gaudí e muito outros artistas moravam e deixaram seu legado na cidade. Além disso, há uma deliciosa gastronomia mediterrânea, incríveis bares e passeios pelas ruas e pelo passado da cidade catalã.
Ao todo foram 35 dias fora de casa e com a certeza que vivi a maior aventura da minha vida. O aprendizado, não somente de línguas diferentes, mas de vivência com culturas diferentes é inestimável. Fiz grandes amizades que me ajudaram em momentos difíceis e com as quais ainda mantenho contato. Voltei para casa com a certeza de que preciso viajar mais, muito mais.