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publicidade e proganda

#DEBUTDAGEMA é tema de exposição na sala Angelita Stefani

A Gema, Agência Experimental de Propaganda, laboratório que integra o curso de Publicidade e Propaganda, está completando 15 anos. Para comemorar, estão sendo mostradas as campanhas produzidas pelos alunos, na sala de exposição Angelita Stefani, prédio 14 do

Atividades do projeto ‘Olha pra mim’ seguem até domingo (4)

Atividades do Projeto ‘Olha pra mim’, do fotógrafo pernambucano Thiago Santos, em parceria com o 6º semestre do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Franciscano, começaram nesta quinta-feira (1), às 19h, com um bate-papo

Unifra: uma década preparando profissionais da Comunicação

Neste mês de março, os cursos da área da Comunicação Social do Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, completam uma década de atuação no mercado acadêmico de Santa Maria, formando jornalistas e publicitários qualificados. Durante esses 10 anos

Mostra do curso de Publicidade e Propaganda na sala de exposição Angelita Stefani, na UFN. Foto: Eduardo Camponogara/LABFEM

A Gema, Agência Experimental de Propaganda, laboratório que integra o curso de Publicidade e Propaganda, está completando 15 anos. Para comemorar, estão sendo mostradas as campanhas produzidas pelos alunos, na sala de exposição Angelita Stefani, prédio 14 do conjunto III da Universidade Franciscana. As peças estarão à disposição do público  até o próximo dia 4 de junho.

A ideia da mostra surgiu quando a aluna Renata Cardias notou que o curso não utilizava a sala Angelita Stefani, para mostrar as campanhas antigas e atuais, além das ações que foram feitas durantes os anos.

O laboratório que tem como slogan “Comunicação bem bolada”, nasceu em 2004 com a intenção de ser um espaço de experimentação em comunicação publicitária. Um lugar onde os alunos possam dividir seus conhecimentos e “exercitar a prática publicitária com clientes reais”. A Gema além de atender internamente a instituição, também atua com entidades externas e busca incentivar o pensamento crítico, bem como a geração de soluções criativas e produtos diferenciados.

Os alunos que fazem parte do laboratório contam que é uma grande experiência para o mercado de trabalho, e também salientam que o espaço abre a possibilidade de interagir com os colegas de modo colaborativo, o ideal para o desenvolvimento dos trabalhos. Ali eles criam campanhas em datas comemorativas e intervenções para a própria universidade e os demais cursos da UFN, além de ser um espaço para amadurecer as ideias sobre a publicidade e a experimentação das diversas áreas existentes.

 

 

Projeto "Olha pra mim" (Foto: Thiago Santos)
Projeto “Olha pra mim” (Foto: Thiago Santos)

Atividades do Projeto ‘Olha pra mim’, do fotógrafo pernambucano Thiago Santos, em parceria com o 6º semestre do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Franciscano, começaram nesta quinta-feira (1), às 19h, com um bate-papo no Estúdio de Televisão da Unifra. O projeto realizará uma série de eventos na cidade até domingo (4).

O fotógrafo criou o projeto em 2014, quando ainda morava em Recife a partir de uma brincadeira em que disse “Olha pra mim” para uma amiga e fez a foto do olhar. Desde então, Thiago produziu uma sequência de fotos no mesmo ângulo e acompanhadas da mesma frase. Inicialmente, apenas amigos e familiares participaram da proposta.

Surgiu, então, a ideia de humanização por meio do olhar, sem que se saiba classe social, religião ou sexualidade dos fotografados.

Em 2015, em São Paulo, ‘Olha pra mim’ ganhou proporções maiores, com  páginas nas redes sociais como Facebook e Instagram, além de matérias para a mídia. Já foram registrados mais de 500 olhares de desconhecidos que cruzavam o caminho do fotógrafo e de celebridades.

Programação

 

Sexta-feira (2)

Atividade: Captação de olhares

Local: Centro Universitário Franciscano

Horário: 9h às 10h

 

Atividade: Captação de olhares

Local: Praça Saldanha Marinho

Horário: 13h às 18h

 

Sábado (3)

Atividade: Exposição de fotografias, captação de olhares e ambiente de interação

Local: Royal Plaza Shopping

Horários: 16h às 20h

 

Domingo (4)

Atividade: Exposição de fotografias e captação de olhares

Local: Brique da Vila Belga

Horário: 13h às 18h

 

Redação: Mariana Olhaberriet

Edição: professor Maurício Dias (Jornalismo Digital I)

 

Rodrigo Costabeber captou a atenção dos alunos de Publicidade e Propaganda ao apresentar o processo de criação de diversas marcas conceituadas do país e América Latina. Foto: Pedro Pellegrini - Laboratório de Fotografia e Memória.
Rodrigo Costabeber na segunda palestra da manhã de abertura do Fórum de Comunicação. Foto: Pedro Pellegrini – Laboratório de Fotografia e Memória.

A décima segunda edição do Fórum de Comunicação teve início nesta terça, dia 26. A manhã fria não assustou os acadêmicos do curso de Publicidade e Propaganda que lotaram o Salão de Atos do prédio 13, Conjunto III do Centro Universitário Franciscano, para assistir a palestra “Design como Ferramenta Estratégica de Comunicação”. Rodrigo Costabeber, formado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e sócio e diretor de criação na empresa de design CBA B+G, foi o dirigente da conversa e chamou a atenção do público ao apresentar o processo de criação de diversas marcas conceituadas do país e  da América Latina,  como Nescafé e Nestlé, clientes da empresa na qual trabalha.

Segundo Rodrigo, o design tem o poder de criar marcas que modificam a vida das pessoas, e é o responsável pela diferenciação e relevância dos projetos. “Tem que tocar o coração das pessoas”, destacou, ao revelar sua principal crença na profissão.

Para conseguir um resultado que cumpra o objetivo de tocar as pessoas, o processo de criação é intenso. “É necessário explorar a necessidade do cliente e dar vida à marca”. comenta. Nesse processo, a simplicidade é um dos principais aspectos ao criar uma marca de sucesso.

O 12˚ Fórum de Comunicação continua na noite de terça-feira, com Cineclube e palestra sobre “A Mídia e o Golpe de 64″ A programação completa você confere aqui.

 

Neste mês de março, os cursos da área da Comunicação Social do Centro Universitário Franciscano, UNIFRA, completam uma década de atuação no mercado acadêmico de Santa Maria, formando jornalistas e publicitários qualificados. Durante esses 10 anos ocorreram mudanças nas grades curriculares dos cursos, investimentos em recursos técnicos, entre tantos outros acontecimentos, sempre com a prioridade de garantir uma melhor qualificação aos acadêmicos.

Sione Gomes é coordenadora do curso de Jornalismo da Unifra.

O  Jornalismo sofreu uma perda significativa  quando o Supremo Tribunal Federal decidiu que não era mais obrigatório a exigência do diploma para o exercício da profissão. A perda expressiva  significou uma diminuição na procura pelo curso e algumas desistência não apenas na Unifra, mas em todas as instituições de ensino superior no país. Atualmente o cenário se modificou. O curso de Jornalismo da Unifra iniciou o ano de 2013 com o pé direito.  A turma que ingressou no agora em março  extrapolou o número de vagas, pois além dos novos acadêmicos houve a solicitação de ingresso por transferência de alunos provenientes de outras instituições.

A coordenadora do curso, professora Sione Gomes, ressaltou a importância da qualificação para um jornalismo de qualidade. “Nós tivemos uma perda muito grande, uma perda simbólica para o jornalismo. Uma sensação de que algumas pessoas, em específico do Supremo Tribunal, entende que a profissão não precisa de uma qualificação, mas nós sabemos que precisa.  A gente têm a convicção de que um jornalista por formação, é um jornalista que tem condições, tem um tempo de preparo,  tem acesso a um conjunto de conteúdos que de outra forma ele não teria.” Ela destaca também a importância da participação dos alunos nos laboratórios experimentais: “A gente sabe que influência de uma forma bastante significativa porque todo aquele estudante que aproveitar o espaço e treinar aqui dentro da instituição, apreende acertando, errando e treinando. Ele com certeza já chega no mercado com uma qualificação bem melhor. Tentamos incentivar os alunos que participem, que aproveitem as oportunidades em cada um dos laboratórios.”

A Unifra também prioriza a excelência no ensino superior e  durante toda a existência dos cursos sempre investiu em infraestrutura e tecnologia para a qualificação do aluno no mercado de trabalho. Os cursos contam com laboratórios audiovisuais, informática, como por exemplo, televisão, radio, fotografia, agência de publicidade e propaganda, proporcionando ao aluno além da teoria, o exercício prático das atividades do campo.  E para acompanhar todo o avanço tecnológico, principalmente os novos meios de comunicação, mais conhecido como o ciberespaço, os cursos necessitam de um grande investimento financeiro, já que cada dia mais o mercado lança novos suportes técnicos.  É o que afirma a coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, professora Cristina Jobim: “O que estamos fazendo agora em termos de renovação é que no ano passado investimos  bastante em  softwares  que não existiam ainda no curso. São softwares muito caros, foi um investimento bastante alto que a instituição fez. Agora está para chegar  a renovação de equipamentos de audiovisual, com aquisição de novas câmeras.” Devido ao desenvolvimento midiático, a evolução faz parte diária dos cursos.  Cristina diz: “nós estamos caminhando inevitavelmente para a era digital, e o curso está se preparando para isso para mergulhar na cultura digital. Nós não deixaremos de fazer o offline, mas a comunicação via internet, redes sociais  é o que está reorganizando, reconfigurando a área da comunicação”.

Cristina Jobim, coordenadora do curso de Publicidade de Propaganda.

Outra preocupação é com o corpo docente de ambas graduações, sempre selecionado por critérios de títulos, como por exemplo mestrado, doutorado, publicações cientificas e experiência no mercado de trabalho.  “Hoje,  grande parte do curso é de mestres e, na maioria das  contratações, já se busca essa titulação  que costuma balizar as decisões. Isso não quer dizer que não temos no quadro docente alguém que não seja mestre e por isso menos competente.O se quer dizer em relação a esses professores é que há a tendência e preocupação com a continuidade do seu aprimoramento”, destaca Sione.

Mas nem sempre foi assim. A professora Cristina destacou a dificuldade no início das graduações  para encontrar profissionais com  titulação.  “Logo que o curso começou não existiam muitos profissionais com esses títulos, principalmente na publicidade. Nesse tempo, vários profissionais foram se qualificando, pois o número de cursos de mestrado e doutorado se ampliou. Então hoje é bem mais fácil encontrar   alguém graduado em PP e com mestrado na área. Mesmo assim,  ainda temos algumas dificuldades em áreas especificas como direção de arte”.

 

 Texto e fotos:  Jéssica Padilha, acadêmica do curso de Jornalismo da Unifra.