
Prêmios Universitários da UFN valorizam talentos e destacam evolução dos estudantes
Este ano o prêmio de Jornalismo chega a sua 10ª edição, e o de Publicidade e Propaganda a sua 18ª edição.

Este ano o prêmio de Jornalismo chega a sua 10ª edição, e o de Publicidade e Propaganda a sua 18ª edição.

Na segunda-feira, 19, comemorou-se mundialmente o Dia da Fotografia e a Universidade Franciscana (UFN), como forma de brindar essa data, apresenta duas exposições. No pátio do conjunto III da instituição estão sendo expostas fotografias produzidas por
A Agência CentralSul de Notícias faz parte do Laboratório de Jornalismo Impresso e Online do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em Santa Maria/RS (Brasil).

Nos dias 12 e 13 de novembro ocorrem os Prêmios Universitários dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana. Neste ano, os eventos trazem como tema “Carnaval”. Os prêmios têm como objetivo principal ser um incentivo para que os alunos da UFN vejam como eles crescem à medida que amadurecem durante sua formação, além de dar visibilidade para os trabalhos feitos na graduação e a estrutura que a universidade oferece.
O Prêmio de Publicidade e Propaganda chega à sua décima oitava edição, com as categorias de Fotografia, Design Gráfico, Audiovisual, Campanha, Iniciantes, Áudio e trabalhos desenvolvidos em laboratórios didáticos. Para a professora de Publicidade e Propaganda da UFN e organizadora, Pauline Neutzling, “O Prêmio Universitário de Publicidade é uma oportunidade, a cada novo ano, dos alunos verificarem como o produto da sua formação acadêmica é capaz de impactar profundamente a sua construção profissional na publicidade. Construção essa que acontece na coletividade, por meio das trocas com os professores e colegas em sala de aula e laboratórios, e também na individualidade, por meio das suas habilidades específicas, dos seus temas particulares de interesse, das atividades complementares, das monitorias, estágios, leituras e eventos.”
Pauline também reforça a importância da organização do prêmio: “O curso proporciona esse reconhecimento na premiação, convidando profissionais do mercado, sobretudo egressos, não somente a avaliarem, mas também prestigiarem esses trabalhos e seus idealizadores. Os prêmios colocam os futuros profissionais na vitrine do mercado, apresentando às empresas de comunicação aqueles jovens que virão a contribuir com as ideias e realizações do futuro da propaganda.”
O Prêmio de PP, que ocorre no dia 12, também possui inscrições externas à Universidade Franciscana, permitindo a participação de alunos de outras instituições. Neste ano, houve mais de 150 inscrições e premiará mais de 70 estudantes. Entre as universidades participantes estão a UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), a PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do RS), a UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul) e os estudantes da própria Universidade Franciscana. Para a universitária e vencedora do prêmio na última edição, Vitória Maicá “A sensação de receber o prêmio universitário é incrível, pois ele representa o reconhecimento de todo o esforço que tivemos ao longo do ano. É o resultado do trabalho e da dedicação que investimos na faculdade durante esse período. Dessa forma, o prêmio nos incentiva a continuar nos empenhando para desenvolver excelentes projetos e inscrever novamente no próximo ano.” Diante desse incentivo, Vitória também concorreu e conquistou o prêmio de fotografia no 38º Set da Indústria Criativa, este ano na PUC, em Porto Alegre.
Já o Prêmio do curso de Jornalismo, que ocorre no dia 13 de novembro, chega à sua décima edição, e contempla as categorias de audiovisual, jornalismo social, digital, fotografia, texto, rádio e impresso. A professora de Fotografia e organizadora do evento, Laura Fabrício, comenta sobre as novidades desta edição. “Esse ano do jornalismo, no momento das fotos com os vencedores vai entrar um texto de incentivo feito pelos jurados a quem venceu e também para quem ficou no caminho. Este ano a gente vai mostrar as peças que são vencedoras, diferente do ano passado, vai ter foto das peças, vai aparecer fotografia de quem ganhou na subcategoria livre, na subcategoria de imprensa, e em todos os prêmios tem ouro, prata, bronze e menção honrosa, se assim os jurados decidirem”, afirma. Ela ainda destaca: “A gente espera que os alunos participem porque é um momento que os fazem brilhar, essa é a ideia, que o estandarte de Carnaval seja quem concorre.”
A edição deste ano também conta com uma comissão de jurados diversificada, incluindo profissionais da RBS, Zero Hora, rádios de Santa Maria, e da assessoria de comunicação do governo do estado. Para Laura, “essa diversificação traz credibilidade para os trabalhos produzidos e para o Prêmio, que a cada ano atinge mais pessoas.”

A estudante de Jornalismo e vencedora de três ouros na categoria audiovisual na ultima edição, Yasmin Zavareze, destaca: “É um momento muito especial e diferente que o curso promove, porque isso traz uma valorização para o trabalho do aluno. Somos vistos não só pelos professores, mas também pelos profissionais que atuam no mercado.” Sobre os prêmios conquistado, Yasmin acrescenta: “O prêmio do ano passado foi o primeiro do qual participei. Escrevi vários trabalhos desde 2022 e nunca imaginei ganhar prêmios em todos. Ganhei ouro, prata e bronze. Organizar um prêmio é muito difícil, porque temos uma noite muito especial. Precisamos valorizar os professores e assessores que se dedicam tanto para que tenhamos esse momento importante. Conseguimos perceber que o nosso trabalho realmente vale a pena.”
Colaboração: Acadêmicas de Jornalismo Maria Valenthine Feistauer e Eduarda Amorim

Na segunda-feira, 19, comemorou-se mundialmente o Dia da Fotografia e a Universidade Franciscana (UFN), como forma de brindar essa data, apresenta duas exposições. No pátio do conjunto III da instituição estão sendo expostas fotografias produzidas por alunos de vários cursos, e no conjunto I ocorre a exposição de arte “Fotografia: a memória materializada do tempo”.
Exposição de trabalhos acadêmicos
A exposição que está ocorrendo no pátio do conjunto III da UFN é realizado pelo Laboratório de Fotografia e Memória (Labfem) e tem como objetivo expor os trabalhos dos acadêmicos dos cursos que compartilham da disciplina de fotografia. A montagem ficou por conta da professora e coordenadora do Labfem, Laura Fabricio, juntamento com os monitores e voluntários.

O projeto teve início quando os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda começaram suas trajetórias acadêmicas na UFN, com o intuito de parabenizar o aniversário da fotografia. A coordenadora Laura relata que esse ano a exposição apresenta quase 500 fotografias, sendo elas de acadêmicos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propagando, Arquitetura e Urbanismo, Design de Moda e Design de Produto.
Como uma maneira de valorizar os alunos e a comunidade acadêmica com os trabalhos, a ideia é de expor esses resultados e, também, construir uma cultura de consumo da fotografia. “Nosso projeto serve para aproximar mais as pessoas da fotografia no seu modo mais pleno, que é pegando no material ou folhando um álbum, práticas perdidas por conta dos ambientes virtuais”, conclui Laura. A exposição é aberta a comunidade e permanece até quinta-feira, 21.

Fotografia: a memória materializada do tempo

Até o dia 30 de outubro, a exposição que retrata a memória da fotografia estará disponível para quem tiver interesse. Montada no hall da reitoria da UFN, no conjunto I, está aberta das 8h às 11h30 e das 13h às 18h.
A exposição traz materiais retratando a evolução cronológica da fotografia com equipamentos que eram usados e hoje foram substituídos por digitais. As coordenadoras da exposição, Círia Moro e Franciele Roveda, contam que estão presentes na exposição cerca de 52 peças, algumas do acervo do Museu Histórico de Cultura das Irmãs Franciscanas, do antigo laboratório de fotografia da UFN e até objetos originários das residências das irmãs franciscanas.

“Montamos um acervo diversificado, com fotografias em papeis e equipamentos nos mais diversos suportes, desde 1920 até as máquinas digitais de 2006”, explica Franciele. A apresentação da exposição recebeu a participação da professora Laura Fabricio com a produção de um texto de apresentação.
